É claro que eles vão dizer isso, é assim que se trata programador nas “empresas de software” do Brasil e é por isso que a coisa não vai pra frente.
Não vale nem a pena perder tempo com isso.
É claro que eles vão dizer isso, é assim que se trata programador nas “empresas de software” do Brasil e é por isso que a coisa não vai pra frente.
Não vale nem a pena perder tempo com isso.
Realmente é bem mais fácil aprender a programar de qualquer jeito que falar uma lingua fluente. Programar fluentemente em uma linguagem requer bem mais tempo, alguns dizem que precisamos 10 anos:
http://norvig.com/21-days.html
Alguns outros pontos fazem sentido. É menos glamuroso do que algumas pessoas pensam.
Agora, sobre o modelo de fabrica de software, nao é a toa que tantas pessoas falam que isto está morto.
Felizmente não leio, e muito menos assino, revistas como Exame, Epoca e Veja.
Eu estou fora do mercado há algum tempo, mas não duvido que essa seja a realidade de uma porcentagem não-insignificante de quem trabalha com “produção de software sob encomenda”.
Não foi nada simpático por parte da revista jogar na cara desse jeito, mas infelizmente faz parte da realidade. E foi por isso que larguei o emprego há 4 anos atrás.
Sinceramente estamos caminhando pra isso, em diversas metodologias como RUP e CMMI nas empresas, toda a “inteligência” é provida pela área de negócios - processo.
Alguns approaches como MDA vão bem nessa direção e acho que o jornalista não exagerou.
Por muitos anos me senti como um pedreiro digital.
Acho que glamour vai estar em desenvolver algo realmente que agregue capital intelecutal e criatividade, fazer algo que faça a diferença.
Como já disse várias vezes, passou da hora da indústria brasileira de software - empreendedorismo, começar a se mover, ou seja, nossa geração começar a criar empresas e softwares / serviços visando o mercado global.
RUP e CMMI
A culpa não é das três letrinhas acima, é das pessoas. Eu nunca conheci um especialista em RUp que soubesse o que é desenvolvimento iterativo, e eu já trabalhei para empresas especializadas em RUP.
RUP e CMMI
A culpa não é das três eltrinahs acima, éd as pessoas. Eu nunca conheci um especialista em RUp que soubesse o que é desenvolvimento iterativo, e eu já trabalhei para empresas especializadas em RUP.
Realmente, normalmente querem tudo definido em fases distintas.
Em fim, fábrica de software realmente rola muito disso …tenho que concordar com o jornalista.
Exame pra mim sempre foi o tipo de revista, pra idiotas que nao manjam nada de nada, tipo de gente que fala muito e bonito mas faz pouco.
//Daniel
Reportagem realmente muito patehtica!
Parece ateh que a coisa mais facil do mundo eh contratar um programador Java ganhando 2000 reais para fazer um sistema de media complexidade. Quando tentei contratar no Rio, um cara de nivel medio-pra-bom nao achei nada por menos de 4000. Um cara realmente bom por menos de 5-6 mil eh muito dificil. Agora serah que as empresas, ou seja, aqueles caras engravatados que nao sabe nem dar boot no computador estao preocupados com qualidade de sistemas?
Nos Estados Unidos, caras bons de tecnologia MANDAM literalmente na empresa. Percebi isso quando comemorei o meu aniversario no final do mes junto com os outros aniversariantes do mes e num belo dia cheguei na emrpesa e reparei um monte de balao, bolo, cartazes, etc. em cima da mesa de um dos caras mais fodas daqui (ex-funcionario da Nasdaq).
Deixando de lado essa simples anedota sobre meritocracia, estah claro pra mim que cada vez mais um bom cara tecnico vale BEM MAIS do que um simpes gerente/administrador. Entre um e outro, soh um empresario sem nocao optaria pelo gerente e demitiria o tecnico.
Eh por essas e outras que projetos de empresas de consultoria grandes e cheias de pompas geralmente sao um lixo em termos de administracao de recursos, prazos, custo, qualidade, etc. Existe excessoes, mas a maioria me passa esse feeling…
Ficou bem claro pra mim. Das duas, uma:
1 - O redator que escreveu isso tentou ser um programador de verdade e nao conseguiu.
2 - levou um chifre, e o outro ( ou a outra ) era programador(a).
Bani, fiquei curioso pois vc sabe um bocado de java e tem quatro anos que vc saiu da linha de programação. Pois bem vc virou engenheiro de software???
Ou subiu de cargo, pois se for vou continuar a me dedicar sempre!!!
Uma coisa é certa, com esse tipo de tratamento pra o “chão de fábrica”, como eles devem pensar, nós nunca vamos chegar nem perto de ter empresas como Google e MS. Se você não valoriza o profissional que gera valor pra empresa, vai valorizar o que?
Não que gerentes sejam desnecessários, é claro que eles tem os papéis deles, mas simplesmente ignorar que cada um tem o seu papel e todos precisam exercer corretamente as suas funções.
Mas não tem muito pra onde correr não, no Brasil a administração ainda é típica do Taylorismo, onde o chão de fábrica só faz trabalho de formiquinha e pode ser facilmente trocado por outro, ninguém nunca avalia o quanto custa perder um profissional e conseguir outro, eles simplesmente ignoram que isso acontece.
Não acredito que ainda continuem com essas ideias de linha de montagem.
Só podia ser revista da (Primeiro de) Abril Editora.
Só faz revista mediocre.
Superinteressante é uma revista que quer ser cientifica, mas é apenas um guia de curiosidades.
A Veja então … nem se fala. Revista de propaganda descarada das ideiologias do Civitas.
Concordo completamente com o Fabio de novo =P
Tchauzin!
Primeiro: um professor meu na faculdade falava que a revista Exame é um pasquim que só serve para gerar dinheiro para a editora, tem opiniões patéticas e quando vão escrever uma matéria nem pesquisam, se prendem a uma única opinião de uma empresa qualquer que na maioria das vezes é colega do editor ou algo assim.
Segundo: a reportagem é esdrúxula e de origem duvidosa, o cara que escreveu acha que empilhar um bocado de if´s é um sistema de inteligência artificial.
Terceiro: enquanto muita gente pensar assim vai ser assustador a enorme quantidade de software defeituoso e mal feito que vai ser encontrado por aí.
P.S.: visitei a 3 meses uma fábrica de software como a citada na Exame. Sabem o que eu ví por lá?
Toda a galera da equipe de programação era uma janela da IDE aberta e outras 3 do Google Code também abertas pesquisam trechos de código dos outros, ou seja, um monte de código exdrúluxo tudo junto reunido e compilado funcionando só Deus sabe como.
Sem comentários.
Que matéria medíocre…
Essa revista tem sido muito interessante para expôr a mentalidade e o grau de comprometimento de seus profissionais.
Bani, fiquei curioso pois vc sabe um bocado de java e tem quatro anos que vc saiu da linha de programação. Pois bem vc virou engenheiro de software???
Ou subiu de cargo, pois se for vou continuar a me dedicar sempre!!!
Virei estudante. Terminei bacharelado em matemática e estou começando mestrado em computação.
Não ganho mais nem mesmo os míseros R$2.000 no fim do mês, mas enfim, foi minha escolha.
O problema do Brasil é que ninguém de fato utiliza o conceito de Fábrica de software mesmo…algumas se entitulam Fsoft mas nao seguem a risca o modelo conceitual…nao vou aqui julgar que por isso ou por outro motivo os códigos são bons ou ruins…acho que desenvolver de forma correta e bem feita vai muito além do que um lugar se entitular fábrica, softwarehouse, e qq outro medalhão do tipo…acho que tudo isso é relativo.
ate mais…
Quem ainda perde tempo lendo a Exame? Eu lia isso com 15 anos e mesmo assim era pouco útil. Se você quer ler sobre negócios, assine o Valor ou a Gazeta que vai estar muuuuuuuito bem servido.
Bani, fiquei curioso pois vc sabe um bocado de java e tem quatro anos que vc saiu da linha de programação. Pois bem vc virou engenheiro de software???
Ou subiu de cargo, pois se for vou continuar a me dedicar sempre!!!Virei estudante. Terminei bacharelado em matemática e estou começando mestrado em computação.
Não ganho mais nem mesmo os míseros R$2.000 no fim do mês, mas enfim, foi minha escolha.
Tb to meio q passando por isso…rs É meio foda… Devido à empresas (como as citadas na reportagem) eu meio que “desencanei” da área, e parti para o lado mais acadêmico… No final das contas, minha matrícula foi refusada pq na época eu não tinha “colado grau”. E… voltei para a área até o final do ano… rs Hj eu gostaria de manter os dois lados ao mesmo tempo, o acadêmico e o profissional, desde que continue na empresa onde trabalho. rsrs
Bom pessoal, concordo com vocês que a revista não tem muita credibilidade, mas eu fui ateh uma banca para ler a reportagem inteira e os presidentes das seguintes empresas:
-TCS
-EDS
-BRQ
-IBM
-Accenture
-Stefanini
estão confirmando tudo o que foi dito na reportagem. Inclusive estão dizendo que a profissão paga até demais para o que ela exige e querem diminuir o salário.
Se vcs lerem a reportagem inteira vão ficar no horror, é pior do que vcs imaginam…
então, sei lah, mas o presidente da empresa onde muitos daqui trabalham concordam plenamente com a reportagem, então, a culpa não é muito da revista…
Essa reportagem é, no mínimo, ridícula.
Desenvolver software não é uma tarefa trivial. Quem acha que é, que normalmente é o pessoal gerencial, costuma cometer erros graves na hora de fazê-lo. Já passei por vários projetos assim. O cara acha que desenvolvimento é coisa de criança, e quando vai ver, tá tudo errado, atrasado, etc.
O pessoal de administração costuma ser arrogante em relação às suas atribuições. Eles metem o nariz em tudo, e acham que podem fazer melhor que uma pessoa que realmente conhece o assunto em questão. Isso é um erro. Todos devem ter o seu lugar na equipe, e desempenhar bem seu papel, caso contrário alguma coisa vai dar errado mais adiante.
Eu não trabalho em fábrica de software, justamente por haver uma cultura como essa. E certamente há formas mais produtivas de se desenvolver software.
O problema do Brasil é que ninguém de fato utiliza o conceito de Fábrica de software mesmo…algumas se entitulam Fsoft mas nao seguem a risca o modelo conceitual…nao vou aqui julgar que por isso ou por outro motivo os códigos são bons ou ruins…acho que desenvolver de forma correta e bem feita vai muito além do que um lugar se entitular fábrica, softwarehouse, e qq outro medalhão do tipo…acho que tudo isso é relativo.
E qual o conceito? Quais os problemas?
Sinceramente, conheço essas pseudo-fábricas (como se software fosse montado em linha como liquidificadores) daqui e algumas de fora. Não há diferença, há prejuízo para todos, exceto os donos das consultorias.
Cara aqui temos 2 “problemas”: 1 - a &%&* da revista e seus comentários idiotas. e 2- O fato de isso acontecer muito no mercado. O que é desanimador pelos 2 lados.
Há casos. e Há casos.
Aqui na empresa onde trabalho, somos alocados no cliente. No projeto passado, éramos uma equipe de 4 desenvolvedores. e 1 Desses era, alem de desenvolvedor, o responsável pela analise e documentação.
As coisas começaram a apertar, pq outros clietnes tb demandavam serviço, e a mão-de-obra técnica estava ficando escassa. Quando meu chefe chegou pro cliente e disse que ia tirar 1 dos desenvolvedores pra colocar um gerente de projeto (pra alocar esse desenvolvedor em outro projeto), ele riu na cara dele e perguntou se ele o achava inocente o suficiente pra trocar alguem que só coordena, por alguem que FAZ. Bateu o pé e não aceitou. ficou com os desenvolvedores

Essa reportagem é, no mínimo, ridícula.Desenvolver software não é uma tarefa trivial. Quem acha que é, que normalmente é o pessoal gerencial, costuma cometer erros graves na hora de fazê-lo. Já passei por vários projetos assim. O cara acha que desenvolvimento é coisa de criança, e quando vai ver, tá tudo errado, atrasado, etc.
O pessoal de administração costuma ser arrogante em relação às suas atribuições. Eles metem o nariz em tudo, e acham que podem fazer melhor que uma pessoa que realmente conhece o assunto em questão. Isso é um erro. Todos devem ter o seu lugar na equipe, e desempenhar bem seu papel, caso contrário alguma coisa vai dar errado mais adiante.
Eu não trabalho em fábrica de software, justamente por haver uma cultura como essa. E certamente há formas mais produtivas de se desenvolver software.
Tua assinatura mata qlqr questão sobre quem realmente é um bom programador. Os caras querem (como eu lí uma vez… não quero causar polêmica mas…) é programadores tipo VB, aprendem no clica-arrasta… e acham que isso resolve qlqr problema. É a mesma guerra quando se fala de designers… “- Ah… esses caras acham que só porque conhecem photoshop são os melhores? Meu sobrinho de 15 anos faz o mesmo trabalho e fica bem mais barato!” (vai ver a qualidade do trampo :roll: ) Daí ninguém saca as pesquisas e o emprego do conhecimento que o profissional adquiriu nos seus estudos e projetos que participou.
Quem acha que programador é trabalhador de linha de montagem é porque não sabe nada da profissão mesmo. Na minha leiga opinião tenho que um programador é um cara que tem como requisito principal muito conhecimento em lógica e uma boa bagagem de conhecimento de ferramentas e soluções. A linguagem e a IDE são secundárias. Eu, optei pelo Java e cada um faz a sua escolha do que acha melhor.
Edit: complementando: tem cada barbaridade escrita nessas reportagens que eu chego a duvidar se realmente o que está escrito foi o que havia sido dito.
Agora os presidentes concordarem e quererm diminuir o salário é que me preocupa.
Eles estão reduzindo sim paulatinamente, quem infelizmente tiver que se recolocar hoje, vai sentir que estão querendo pagar cada vez menos. Entretanto, na ponta, duvido que estão repassando ao cliente final.
Isso é interessante para eles, donos das “fábricas”… e nós a peãozada, daqui a pouco vamos estar unidos em uma CUT da vida, negociando salário da categoria.
Percebo que isso acontece muito em mercado onde é visada a modalidade OffShore. Eles querem sucatear mesmo, aliás recomendo o livro - My Job Went to India , que daqui a pouco vai estar My Job Went to India and Brazil .
É o que querem que o Brasil se transforme, na próxima Índia.
Agora os presidentes concordarem e quererm diminuir o salário é que me preocupa.Eles estão reduzindo sim paulatinamente, quem infelizmente tiver que se recolocar hoje, vai sentir que estão querendo pagar cada vez menos. Entretanto, na ponta, duvido que estão repassando ao cliente final.
Isso é interessante para eles, donos das “fábricas”… e nós a peãozada, daqui a pouco vamos estar unidos em uma CUT da vida, negociando salário da categoria.
Percebo que isso acontece muito em mercado onde é visada a modalidade OffShore. Eles querem sucatear mesmo, aliás recomendo o livro - My Job Went to India , que daqui a pouco vai estar My Job Went to India and Brazil .
É o que querem que o Brasil se transforme, na próxima Índia.
Assino embaixo!
Ainda mais tendo em vista a qualidade do ensino tradicional, técnico etc. no Brasil!
São poucas as empresas que investem em qualificação de mão de obra no Barsil ou dão condições para…
Isso nos levará sim a ser um País de “peãos”… salve Índia
Agora os presidentes concordarem e quererm diminuir o salário é que me preocupa.Eles estão reduzindo sim paulatinamente, quem infelizmente tiver que se recolocar hoje, vai sentir que estão querendo pagar cada vez menos. Entretanto, na ponta, duvido que estão repassando ao cliente final.
Isso é interessante para eles, donos das “fábricas”… e nós a peãozada, daqui a pouco vamos estar unidos em uma CUT da vida, negociando salário da categoria.
Percebo que isso acontece muito em mercado onde é visada a modalidade OffShore. Eles querem sucatear mesmo, aliás recomendo o livro - My Job Went to India , que daqui a pouco vai estar My Job Went to India and Brazil .
É o que querem que o Brasil se transforme, na próxima Índia.
Pois é…
pra reportagem a India é um exemplo a ser seguido. É um caso de sucesso…
Realmente é bem mais fácil aprender a programar de qualquer jeito que falar uma lingua fluente. Programar fluentemente em uma linguagem requer bem mais tempo, alguns dizem que precisamos 10 anos:http://norvig.com/21-days.html
Alguns outros pontos fazem sentido. É menos glamuroso do que algumas pessoas pensam.
Agora, sobre o modelo de fabrica de software, nao é a toa que tantas pessoas falam que isto está morto.
Felizmente não leio, e muito menos assino, revistas como Exame, Epoca e Veja.
RUP e CMMI
A culpa não é das três letrinhas acima, é das pessoas. Eu nunca conheci um especialista em RUp que soubesse o que é desenvolvimento iterativo, e eu já trabalhei para empresas especializadas em RUP.
Lindo…
Até ficaria espantado se essa conversa de fábrica de software não fosse cíclica…
Bom pessoal, concordo com vocês que a revista não tem muita credibilidade, mas eu fui ateh uma banca para ler a reportagem inteira e os presidentes das seguintes empresas:-TCS
-EDS
-BRQ
-IBM
-Accenture
-Stefaniniestão confirmando tudo o que foi dito na reportagem. Inclusive estão dizendo que a profissão paga até demais para o que ela exige e querem diminuir o salário.
Se vcs lerem a reportagem inteira vão ficar no horror, é pior do que vcs imaginam…
então, sei lah, mas o presidente da empresa onde muitos daqui trabalham concordam plenamente com a reportagem, então, a culpa não é muito da revista…
Agora os presidentes concordarem e quererm diminuir o salário é que me preocupa.Eles estão reduzindo sim paulatinamente, quem infelizmente tiver que se recolocar hoje, vai sentir que estão querendo pagar cada vez menos. Entretanto, na ponta, duvido que estão repassando ao cliente final.
Isso é interessante para eles, donos das “fábricas”… e nós a peãozada, daqui a pouco vamos estar unidos em uma CUT da vida, negociando salário da categoria.
Percebo que isso acontece muito em mercado onde é visada a modalidade OffShore. Eles querem sucatear mesmo, aliás recomendo o livro - My Job Went to India , que daqui a pouco vai estar My Job Went to India and Brazil .
É o que querem que o Brasil se transforme, na próxima Índia.
Pode-se perceber no texto que o autor é totalmente leigo e não está familiarizado com o que acontece no ambiente de TI.
Trabalho como usuário SAP e acompanho a evolução em um dos seus módulos desde que foi implementado há 2 anos e meio e acompanho também desenvolvimento de software em sistema supervisório (como usuário também) apesar de ser programador desde 1989 (hoje programo em java).
O que vejo que acontece no ambiente de programação é o mesmo que acontece em outros ramos de atividades. Existem profissionais que se destacam na profuissão e existem aqueles que se satisfazem apenas fazendo o feijão com arroz. Se você que ser um bom programador deve ter a visão de um analista de TI quando está escrevendo um código, qualquer que seja a aplicação.
Um bom analista de TI que já foi bom programador geralmente tem a melhor visão de TI. É comum ver os gerentes de negócio tomarem decisões que tecnicamente devem ser diferentes.
Os programadores são lapidados pelos analistas portanto a crítica da revista vai um pouco mais além dos programadores.
Felizmente não leio este tipo de revista (Veja, Isto é, etc.). Acredito que só se deve valorizar a opinião de profissionais nos seus respectivos assuntos.
A matéria desta revista não é direcionada para o público técnico nem tampouco foi escrita por pessoa qualificada.
Minha impressão é de que a maioria dos meus colegas de profissão são medíocres, sim. Merecem o chão de fábrica, passar a vida arrastando componentes, copiando e colando código, fazendo debug com System.out.println e implorando salários melhores num sindicato - e não estou falando só dos brasileiros (no entanto, é bom ressaltar, aqui no GUJ temos, de longe, uma proporção de medíocridade bem mais baixa).
E essa atitude de culpar eles ou o cara não ajuda em nada a mudar a visão gerencial. Vai lá, joga o The mythical man-month (1975!!) ou o XP explained: embrace the change na mesa do gerente, pra ele entender o porquê das reclamações. Agora, na hora que for preciso contratar 5 profissionais competentes pra montar um time de desenvolvimento ágil, não me culpe se não forem encontrados.
Enfim, se têm conhecimento e visão para reclamar da reportagem, também devem ter visão para sugerir mudanças, para tentar mudanças. Que tal convencer o gerente de que desenvolvimento ágil e iterativo vai ter retorno? Ou que tal partir para uma recolocação profissional? Ou, por que não, fundar a próxima thoughtworks? E mostrar para o presidente da /[a-zA-Z]{3}/ que o agile manifesto estava certo?
Ficou bem claro pra mim. Das duas, uma:1 - O redator que escreveu isso tentou ser um programador de verdade e nao conseguiu.
2 - levou um chifre, e o outro ( ou a outra ) era programador(a).
Concordo plenamente, dor de cotovelo.
Oi, eu sou o “many people” a que você se referiu…
… Acho que você não entendeu muito bem. Em momento algum disse que fico só reclamando. Pelo contrário, isso aí de jogar um livro de xp na mesa do gerente é exatamente o que estou fazendo na empresa que estou atualmente. Depois da fase “programador é operário” e de um projeto que por pouco não afundou, o pessoal gerencial gostou muito de algumas idéias do desenvolvimento ágil.
Minha luta agora é implantar o XP aqui, e estou quase conseguindo. 
Ah, e sobre conseguir pessoal qualificado para XP, a resposta só pode ser uma: treinar.
É claro que se deve ter uma série de precauções antes de se fazer isso… mas é o único caminho que me vem à mente.
Agora os presidentes concordarem e quererm diminuir o salário é que me preocupa.Eles estão reduzindo sim paulatinamente, quem infelizmente tiver que se recolocar hoje, vai sentir que estão querendo pagar cada vez menos. Entretanto, na ponta, duvido que estão repassando ao cliente final.
Isso é interessante para eles, donos das “fábricas”… e nós a peãozada, daqui a pouco vamos estar unidos em uma CUT da vida, negociando salário da categoria.
Percebo que isso acontece muito em mercado onde é visada a modalidade OffShore. Eles querem sucatear mesmo, aliás recomendo o livro - My Job Went to India , que daqui a pouco vai estar My Job Went to India and Brazil .
É o que querem que o Brasil se transforme, na próxima Índia.
Não fica preocupado, to a 10 anos nessa bomba de mercado é sempre assim, os contratos grandes com fábricas de softwares já estão começando a explodir tudo…
Questão de tempo…
Pagar menos? Ora, já falta profissional, será que eles vivem no mundo de alice?
[]'s
Luidhi , estou na área a 13 anos praticamente e sinceramente fico preocupado com a posição das grandes empresas do Brasil. O país tem uma cultura colonizada, onde baba ovo para metodologias e processos que nem sabem o que agregam direito.
É só dar uma volta na Apinfo, vai ver CMMI , PMI, RUP como se as empresas tivessem maturidade suficiente para adotar tais práticas.
Fazendo uma alusão à cena de música eletrônica, em 1999 estávamos preocupados com o crescimento do movimento psytrance, raves e alguns falaram que era febre, que logo logo ía passar.
Hoje se você for ao baladaplanet.com.br - vai ver umas 10 raves por final de semana , isso naquela época era uma a cada dois meses.
O que aconteceu ? A febre virou epidemia.
Alguém aqui já viu Arquiteto Jr ? Os caras começaram a inventar cargos para reduzir salário.
Gestor de RH serve pra isso, colocar etiqueta, rotular e tentar otimizar o processo.
Vou ser até mais claro, diversas consultorias me ligaram querendo pagar para Arquiteto abaixo de 50 reais hora, algumas até 43 reais.
Absurdo …Queria saber quanto uma Accenture vende um Arquiteto Sênior - já que eles rotulam …
O foda é que tem um monte de gente que ainda não tem toda a experiência, depois fica perguntando em fóruns da vida como faz as coisas e aceita essa porra !! Só fode o mercado ! :evil:
RUP e CMMI
A culpa não é das três letrinhas acima, é das pessoas. Eu nunca conheci um especialista em RUp que soubesse o que é desenvolvimento iterativo, e eu já trabalhei para empresas especializadas em RUP.
Trabalho com RUP e o que ouço por aqui sobre desenvolvimento interativo é que “demora mais tempo”…
O legal é entregar e ir fazendo as manutenções corretivas depois…Lindo…
Até ficaria espantado se essa conversa de fábrica de software não fosse cíclica…

E qual o conceito? Quais os problemas?
Sinceramente, conheço essas pseudo-fábricas (como se software fosse montado em linha como liquidificadores) daqui e algumas de fora. Não há diferença, há prejuízo para todos, exceto os donos das consultorias.
Acredito que os donos também perdem, e muito. Afinal, o lucro é o motivo para se produzir software de forma mais eficaz.
então vocês não trabalham com RUP, apenas dizem quetrabalham com RUP :D
Talvez seja o WUP (Waterfall Unified Process).
RUP e CMMI
A culpa não é das três letrinhas acima, é das pessoas. Eu nunca conheci um especialista em RUp que soubesse o que é desenvolvimento iterativo, e eu já trabalhei para empresas especializadas em RUP.
Trabalho com RUP e o que ouço por aqui sobre desenvolvimento interativo é que “demora mais tempo”…
O legal é entregar e ir fazendo as manutenções corretivas depois…Lindo…
Até ficaria espantado se essa conversa de fábrica de software não fosse cíclica…
então vocês não trabalham com RUP, apenas dizem quetrabalham com RUP :D
Agora os presidentes concordarem e quererm diminuir o salário é que me preocupa.Eles estão reduzindo sim paulatinamente, quem infelizmente tiver que se recolocar hoje, vai sentir que estão querendo pagar cada vez menos. Entretanto, na ponta, duvido que estão repassando ao cliente final.
Isso é interessante para eles, donos das “fábricas”… e nós a peãozada, daqui a pouco vamos estar unidos em uma CUT da vida, negociando salário da categoria.
Percebo que isso acontece muito em mercado onde é visada a modalidade OffShore. Eles querem sucatear mesmo, aliás recomendo o livro - My Job Went to India , que daqui a pouco vai estar My Job Went to India and Brazil .
É o que querem que o Brasil se transforme, na próxima Índia.
Não fica preocupado, to a 10 anos nessa bomba de mercado é sempre assim, os contratos grandes com fábricas de softwares já estão começando a explodir tudo…
Questão de tempo…
Pagar menos? Ora, já falta profissional, será que eles vivem no mundo de alice?
[]'sLuidhi , estou na área a 13 anos praticamente e sinceramente fico preocupado com a posição das grandes empresas do Brasil. O país tem uma cultura colonizada, onde baba ovo para metodologias e processos que nem sabem o que agregam direito.
É só dar uma volta na Apinfo, vai ver CMMI , PMI, RUP como se as empresas tivessem maturidade suficiente para adotar tais práticas.
Fazendo uma alusão à cena de música eletrônica, em 1999 estávamos preocupados com o crescimento do movimento psytrance, raves e alguns falaram que era febre, que logo logo ía passar.
Hoje se você for ao baladaplanet.com.br - vai ver umas 10 raves por final de semana , isso naquela época era uma a cada dois meses.
O que aconteceu ? A febre virou epidemia.
Alguém aqui já viu Arquiteto Jr ? Os caras começaram a inventar cargos para reduzir salário.
Gestor de RH serve pra isso, colocar etiqueta, rotular e tentar otimizar o processo.
Vou ser até mais claro, diversas consultorias me ligaram querendo pagar para Arquiteto abaixo de 50 reais hora, algumas até 43 reais.
Absurdo …Queria saber quanto uma Accenture vende um Arquiteto Sênior - já que eles rotulam …
O foda é que tem um monte de gente que ainda não tem toda a experiência, depois fica perguntando em fóruns da vida como faz as coisas e aceita essa porra !! Só fode o mercado ! :evil:
Preocupante é… mas sustentável o modelo de fs? Não sei não… só o tempo dirá.
P.S.: Lá pelos idos de 99 e 2000, trabalhei muito em empresas alocadas tentando salvar projetos desenvolvidos por softwarehouses (para mim, um modelo parecido com as fabricas de software atual). Esse processo já está recomeçando, tem amigos meus sendo chamados de volta para trabalhar em processos fracassados.
Luidhi - acredito que realmente muitas empresas tomaram pau e estão começando a analisar outras alternativas.
Mas o que vejo é que a grande maioria está indo no caminho de fábrica, ao menos meu feeling de mercado.
Recentemente trabalhei num projeto que controla fundo de investimentos. A equipe é razoavelmente grande, para um projeto Java, com outras prestadoras de serviço.
Nesta, um dos pontos de dúvida do processo era a Visão do Negócio, pois os programadores não tinham a mínima noção do que estavam fazendo.
Como fora adotado o framework Scrum e XP, resolveram internamente passar esse conhecimento ao grupo de desenvolvimento, a fim de melhorar a qualidade do produto final.
Aliás, essa foi a postura do novo profissional que havia chegado à equipe, um pouco antes de eu entrar no projeto. O que acontece é que este, estava rolando a alguns anos e fora baseado por muito tempo em processos UP e afins e a equipe de programação não tinha a mínima noção do que estava programando.
Para você ter uma idéia, a engine de cálculo do projeto seria tercerizada com uma outra Fábrica. A equipe de negócios ía passar todo o diagrama de atividades, fórmulas e tudo mais.
O programador só iria ter de se preocupar com questões estritamente técnicas, como double e precisão de pontos flutuantes, datas - calendário, coisas do gênero.
Mas como o jornalista disse, eles não possuem idéia de como a engine vai ser utilizada e se você parar para analisar, vira realmente um processo de Fábrica similar ao setor automotivo.
Não acredito também no sucesso desse tipo de abordagem e nem o gestor atual, que tentou barrar a iniciativa, pois ele prefere o entendimento de todos , com aulas providas pelo departamento de negócios à equipe e um estreitamento dessas áreas - prática que também concordo.
Esse exemplo sintetiza o que acontece na cabeça dos gestores num nível mais elevado. Ele é o gerente e teve um puta trabalho de barrar a diretoria, que acredita piamente em fábrica, programador - operário.
Empresas com 3 letrinhas ala pcalçado, batem muito forde nessa abordagem, com uma área comercial , acordos, benefícios e até contratos que garantem alguma coisa como SLA .
Esse é um jogo e qual nosso papel no mesmo ?
PS: Eu li o livro Get A Real, excelente , assim como acho o Scrum um framework mais coerente para gestão do que PMI e metodologias afins, pq controlar o CAOS é SODA 
Saudacoes galera,
Perdao por desvirtua um pouco o topico, tenho dois camardas meus que trabalha pela Accenture, e eles ganham muito bem, nao sei da onde tiraram que ganham mal? Por que se fosse assim, os recursos (analista/programador) iria esfregar na cara da Corporacao que ganha mal, mas eles cobram caro pelo servico, isto nao faz sentido.
Voltando ao assunto da revista, eh sempre bom receber criticas para avaliarmos os possiveis erros ou tendencias do futuro e assim podemos dar ajustes com o tempo e o espaco.
Abracos,
Leandro Capuano
Trabalhador normal: Salário X por 8 horas por dia de trabalho;
Trabalhador “acento”: Salário X*1.4 por 14-20 horas por dia de trabalho.
Realmente, eles não ganham mal. :roll:
Já me expressei quanto a essa infame prática de “fábrica de software”, anteriormente. Os gerentes se formam em Administração e pensam que em toda porcaria de área pode-se aplicar Taylor/Fayol e se sair muito bem.
Pena que vão acontecer duas coisas: o número de mortes por estresse de programadores vai aumentar e o lucro dessas empresas vão diminuir cada vez mais até ficar deficitária. Pior para eles.
Até!
Eu acabei de ler a revista e vou enviar uma mensagem apra a redação e publicar como carta aberta no blog. Convido todos a fazer o mesmo em seus respectivos blogs, quem não o possuir pode deixar no tópico.
boa.
põe o link ae depois que quero ler
Muito boa idéia,apoiado companheiro GUJ!
Se alguém tiver um link para a notícia publique aqui o quanto antes.
Eles trabalham lá como funcionários da Accenture ou como contratados?
Eu trabalhei na Accenture por 3 anos, e o que eu vi é que funcionário ganha mal, mas contratado realmente ganha muitíssimo bem. As notas fiscais deles eram de fazer inveja em qualquer funcionário… hehehe
Eles trabalham lá como funcionários da Accenture ou como contratados?
Eu trabalhei na Accenture por 3 anos, e o que eu vi é que funcionário ganha mal, mas contratado realmente ganha muitíssimo bem. As notas fiscais deles eram de fazer inveja em qualquer funcionário… hehehe
Bani, os dois sao como funcionario, um eh como consultor (gerente de projeto) e outro eh como analista/programador pleno. Um trabalha na plataforma MainFrame (Cobol e CIA) e outro Java e SAP.
Realmente a reportagem é absurda. E muitas pessoas (principalmente “chefes” de empresinhas inexpressivas) irão aceitar como uma verdade, visto que empresas como Accenture endossam a reportagem.
Como muitos já falaram aí, a Accenture paga super mal. Eu já fiz processo seletivo lá e vários amigos já trabalharam lá. Vc entra como estagiário, fica todo feliz com o salário…Vc se forma e o seu salário aumenta 300 pila (é, e vc vai ter que pagar um monte de imposto).
Muitas empresas têm esse posicionamento devido a postura dos próprios programadores e pessoal de TI.
Trabalhei numa empresa que estava saindo da era de projetos e só queria investir em produtos.
O problema é que eles tratavam os Programadores como acéfalos.
A estrutura da empresa era bem ingessada. Os analistas pensavam pelos programadores.
Eu trabalhei nessa empresa como Trainee na área de análise…Era triste…
Eu fazia diagramas uml contendo até os if´s e repassava para os programadores (vale ressaltar que eles só admitiam programadores que estudassem na PUC, Poli e etc). Eles não sabiam nada do que estavam fazendo, era apenas um amontoado de código que iria servir para algo…
A situação era tão deplorável, que um refactoring solicitado foi mandado para a parte de programação 6 vezes…Minha chefe até chorou de ódio quando voltou pela sexta vez…
Bem, e a gente? O que faz? Vê isso e fica quieto?
De jeito nenhum…Se realmente acreditamos no nosso trabalho e somos bons, damos um tchau para a empresa e procuramos outro lugar.
Ainda existem lugares onde os programadores são tratados diferentemente de meros operários da programação. O problema na empresa que eu trabalhei não eram os programadores, mas sim a empresa. Pessoas muito boas eram disperdiçadas fazendo copy paste de código CRUD.
Metodologias ágeis, como SCRUM exigem que o programador seja mais do que isso. Acho que as empresas que pensarem como a reportagem mostrou irão acabar se afundando mais e mais.
Vou arranjar a maldita revista hoje :twisted:
Se vc quiser ler direto do site, a senha é: luxemburgo
PS: Moderadores, se fornecer essa senha for considerado pirataria para o forum, por favor, deletem essa msg e desculpem.
Muitos programadores escrevem no seus blogs com mais profissionalismo que esse jornalista.
Agora eu quero ver esse jornalista programar qualquer software que preste.
Da pra ver claramente a inveja deve indivíduo.
“Produzir software sob encomenda é uma atividade menos glamourosa do que muita gente imagina.”
Glamuroso mesmo é escrever umas linhas de texto criticando o trabalho dos outros.
Consultor/gerente até que não ganha mal mesmo. Mas o analista/programador achar que ganha bem é muito estranho.
Liguei pro meu camarada, ele comentou q vale a pena a partir do terceiro ano, pois ele ganhou um carro zerado (Palio), mas lembrando q se um dia ele for mandado embora, tem q devolver o carro, he he he. Mas fica tudo pago, IPVA, seguro e o escambal. Este camarada eh analista/programador. Agora o outro meu camarada tah bem, viaja pra fora, tem ingles e espanol fudidaco e eh bom conhecedor de Cobol e ele domina muito bem a regra de negocio do cliente.
Consultor/gerente até que não ganha mal mesmo. Mas o analista/programador achar que ganha bem é muito estranho.
Bom não tem 2 semanas que me ofereceram para Coordenador 5 mil reais CLT , onde além de java, precisa conhecer práticas de gestão e processo.
Você não acha isso mal ? Compare então com o mercado, onde facilmente você quase dobra esse valor.
Comprei essa revista só para analisar essa “matéria”, é simplesmente rídiculo, uma (das várias) das partes mais rídiculas é dizer que empresas chegam a procurar funcionários em escolas de idiomas e ainda reclamam da falta de mão-de-obra qualificada, o que eles querem ?
Eles querem um “profissional” sênior altamente qualificado com inglês avançado/fluente que trabalhe 12 horas por dia e que aceite ganhar R$ 1.000,00 PJ …
.
Achei muito estranho esse lance de jogar o teto salarial dos cargos, acho que isso foi uma indireta para outras empresas do ramo definirem como teto, eles tentaram ser bem espertos.
O autor, Ricardo Cesar se nao me engano, é um verdadeiro lixo. Um critico mal informado. Ele já e conhecido por essa falta de conhecimento em mtas areas sobre as quais critica. Certa vez ele falou asneiras sobre o pessoal de pscio. (Sei disso por q minha ex-namorada me falou).
O que esse pessoal e esse tipo de revista quer e vender de qualquer maneira. Não se importam de se expor de forma ridicula como estão fazendo.
Não vou me dar ao trabalho de comprar uma revista deles só para ler tanta besteira
Bom, isso é culpa do mercado, não do jornalista.
Eu, por exemplo, quando fui contratada pela Accenture, estava terminando meu curso em Administração de Empresas e a única coisa que eu já tinha estudado oficialmente de informática era um curso de VB da Impacta.
Quando terminou meu estágio eu fui fazer o curso internacional para analistas da Accenture (que hoje acho que nem tem mais) e lá meus colegas tinham backgrounds dos mais diversos, inclusive a americana que estava no meu grupo era formada em Francês.
Também já participei de projetos aqui em que colocaram uma psicóloga pra programar.
Porém, uma coisa que quero deixar claro, é que eu em minha versão recém formada em administração, a americana formada em francês e a psicóloga éramos todas plenamente capazes de executar as tarefas de programação que nos eram dadas.
Não que conhecimento em computação seja inútil (tanto é que vou começar meu mestrado em agosto), mas não é essencial que absolutamente todos os membros da equipe realmente manjem do assunto. Claro que ajudaria bastante, mas suponho que não seja o melhor custo/benefício para as empresas para o mercado estar desse jeito.
Comprei essa revista só para analisar essa “matéria”, é simplesmente rídiculo, uma (das várias) das partes mais rídiculas é dizer que empresas chegam a procurar funcionários em escolas de idiomas e ainda reclamam da falta de mão-de-obra qualificada, o que eles querem ?Eles querem um “profissional” sênior altamente qualificado com inglês avançado/fluente que trabalhe 12 horas por dia e que aceite ganhar R$ 1.000,00 PJ …
.
Achei muito estranho esse lance de jogar o teto salarial dos cargos, acho que isso foi uma indireta para outras empresas do ramo definirem como teto, eles tentaram ser bem espertos.
Pq será que eles estão sentindo a falta de mão de obra especializada ?
Aliás esse papo de “falta de mão de obra”, ou o RH deles não conhece o Apinfo e sites como o GUJ rsss, ou realmente por esse valor, vai ser impossível !!
Porém, uma coisa que quero deixar claro, é que eu em minha versão recém formada em administração, a americana formada em francês e a psicóloga éramos todas plenamente capazes de executar as tarefas de programação que nos eram dadas.Não que conhecimento em computação seja inútil (tanto é que vou começar meu mestrado em agosto), mas não é essencial que absolutamente todos os membros da equipe realmente manjem do assunto. Claro que ajudaria bastante, mas suponho que não seja o melhor custo/benefício para as empresas para o mercado estar desse jeito.
alguem que esta começando consegue fazer software funcionar, mas demora muito mais do que o necessário, e causa coisas como um projeto de 6 meses que ja dura 4 anos (isto não fui eu que fiz, mas conheço o caso).
alguem que esta começando não sabe qual a diferença entre:
String result="";
for(int i=0;i<10000;i++)
result += "" +i;
System.out.println(result);
e
StringBuilder sb = new StringBuilder();
for(int i=0;i<10000;i++)
result.append(i);
System.out.println(sb.toString());
e este tipo de coisa vai garantir que o software “funcione” de acordo com o que o cliente queria ou não funcione (não atenda as necessidades do cliente).
Pode ser que isto não aconteça na Accenture, mas alguem que esta começando não pode tomar decisões técnicas em um projeto (sei que acontece e ja aconteceu em muitos lugares).
Lógico que todos precisam começar em algum momento, mas é furada para uma empresa achar que com a grande maioria de juniors em um time eles vão produzir alguma coisa de qualidade no tempo disponível (acho que este é um dos motivos da maior parte dos projetos falharem).
Claro, concordo que é inviável ter apenas profissionais experientes nas equipes, mas ter 90%+ de juniors como na maior parte das “fabricas de software” que eu conheço pelo menos (tudo bem, não são muitas), é pior ainda para a empresa.
IMNSHO 
EDITADO: falta de atenção minha, concordo que buscar profissionais em cursos de idiomas seja culpa do mercado e não vejo problemas nisto, como eu disse antes, todos começaram um dia, e acredito que a maior parte não tenha feito um curso ou faculdade de informática antes (eu não fiz
)
Não sei se posso agregar mais alguma coisa ao debate, mas recomendaria que lê-sem o blog do Nassif, assim vcs entenderiam uma pessoa que critica os “cabeças de planilha” de nosso país com argumentos sólidos.
Penso que administradores de empresas são em sua grande maioria pessoas que nem sabem o que querem realmente na sua vida profissional, minha visão é bem pragmática, reconheço.
Falta conhecimento de economia e finanças no pessoal da nossa área, porque eu vejo as pessoas aqui vociferando contra a matéria da revista como se isso fosse algo absurdo, para os leitores da mesma é normal.
Eu não levo à sério nada que venha da editora Abril. A VEJA por exemplo, é citada em faculdades de jornalismo como o que não deve ser feito na profissão.
São as analogias esdrúxulas dando origem a matérias idiotas. Precisamos ter cuidado quando usarmos qualquer tipo de analogia que remeta a outro campo do conhecimento qualquer. As analogias servem para fazer comparações e chegar a conclusões referentes a uma coisa baseada em outra, e é exatamente isto que as pessoas vão fazer.
Eu estou fora do mercado há algum tempo, mas não duvido que essa seja a realidade de uma porcentagem não-insignificante de quem trabalha com “produção de software sob encomenda”.
Não foi nada simpático por parte da revista jogar na cara desse jeito, mas infelizmente faz parte da realidade. E foi por isso que larguei o emprego há 4 anos atrás.
Bani, em que trabalhas atualmente?
Esse cenário nos mostra com claridade como estão sendo executados os processos de offshore, outsource e fábrica de software no Brasil (e até mesmo no mundo).
São processos pelos quais os únicos reais beneficiários são os donos do negócios, empresários e até mesmo clientes que querem serviços pressionados a custo menores.
Esse quadro dificilmente irá mudar, temos como tendência cada vez mais empresas se “adequando” nesse estilo de ser, tratando programadores como meros macacos digitais.
Já vi e vejo muitos casos desses, empresas que realmente tratam seus funcionários programadores como pedreiros digitais ou qualquer termo pejorativo do tipo, infelizmente.
Claro, concordo que é inviável ter apenas profissionais experientes nas equipes, mas ter 90%+ de juniors como na maior parte das “fabricas de software” que eu conheço pelo menos (tudo bem, não são muitas), é pior ainda para a empresa.
Sim, sem dúvida, é questão de balancear. Eu já participei de vários projetos na Accenture que deram certo nesse sentido, e também de projetos que deram errado. Nesse aspecto, eu diria que dos projetos que eu participei mais deram certo do que deram errado, especialmente quando eu ainda estava na área de consultoria e não na fábrica. Mas dizem que eu tive sorte com meus projetos.
Grinvon, já respondi isso em algum lugar aqui esse post, eu não trabalho mais, só estudo.
Campeão,
Você não sacou ainda que ganhando-se um salário razoável neguinho só se preocupa com o seu?
De um modo geral, por isso que no país está essa barbárie.
Essa revista é ridícula e eu não consigo entender como é que ela ainda vende algum exemplar! Mais ridículas ainda são as notícias que aparecem nos feeds deles: “Corrigida falha de segurança no Internet Explorer” ou “Novo vírus explora falha do mouse”. Isso é a ÚNICA coisa que eles conhecem e para eles TI resume-se a vírus, Windows e “paciência” (o joguinho).
Uma vez eu perdí meu tempo mandando um e-mail revoltado para eles falando tudo que eu penso. Até tive a impressão de que algumas coisas das que eu falei tinham mudado (eles nunca falavam de nada que não fosse Windows, duvido até que conhecessem um Mac ou Linux) mas seria muita pretensão minha achar que meu e-mail resolveria alguma coisa.
No fim das contas eu acho que revistas deste tipo existem porque possívelmente existe uma penca de pessoas idiotas por aí que adoram ler as baboseiras que eles escrevem.
Essa reportagem só veio para mostrar que eles não entendem absolutamente NECAS de desenvolvimento de software e mais do que nunca eu tenho certeza de que seus editores não estão preparados para escrever e publicar matérias em qualquer revista.
Como já falaram aqui, é uma revista puramente comercial.
Essa revista é ridícula e eu não consigo entender como é que ela ainda vende algum exemplar! Mais ridículas ainda são as notícias que aparecem nos feeds deles: “Corrigida falha de segurança no Internet Explorer” ou “Novo vírus explora falha do mouse”. Isso é a ÚNICA coisa que eles conhecem e para eles TI resume-se a vírus, Windows e “paciência” (o joguinho).Uma vez eu perdí meu tempo mandando um e-mail revoltado para eles falando tudo que eu penso. Até tive a impressão de que algumas coisas das que eu falei tinham mudado (eles nunca falavam de nada que não fosse Windows, duvido até que conhecessem um Mac ou Linux) mas seria muita pretensão minha achar que meu e-mail resolveria alguma coisa.
No fim das contas eu acho que revistas deste tipo existem porque possívelmente existe uma penca de pessoas idiotas por aí que adoram ler as baboseiras que eles escrevem.
Essa reportagem só veio para mostrar que eles não entendem absolutamente NECAS de desenvolvimento de software e mais do que nunca eu tenho certeza de que seus editores não estão preparados para escrever e publicar matérias em qualquer revista.
Como já falaram aqui, é uma revista puramente comercial.
galera, presta atenção…é revista EXAME e não INFO EXAME
o público-alvo é pseudos-executivos
Campeão,
Você não sacou ainda que ganhando-se um salário razoável neguinho só se preocupa com o seu?
De um modo geral, por isso que no país está essa barbárie.
Aliás, se a empresa paga bem, pq você vai entrar em greve ? O que se precisa fazer é a galera começar a estipular um padrão mínimo de reumuneração e NÃO ACEITAR propostas abaixo desse.
Começar a paulatinamente reverter a história de remuneração, mas isso vai exigir engajamento de diversas comunidades, como DFJuG , GUJ, SouJava e por aí vai …
Lembrando, não somos uma categoria, mas estão querendo transformar - empresas de RH estão rotulando e etiquetando. Talvez seja uma boa hora, para nós tb criarmos alguns “padrões”.
Por isso que não leio Infoexame e cia, escritas por jornalistas e não por proficionais da área de informática. Mas tem um certo sentido em alguma coisa que está escrito, o problema é, pela forma que está escrito parece ser algo generalizado.
Concordo com o Kenobi, se vc se vender pela primeira oferta sem discutir e aceitar qualquer valor, é óbvio que o padrão de remuneração vai cair. E quem faz isso no final vai acabar prejudicando a sí mesmo.
Falta um orgão bem definido e organizado na área de informática, como é a OAB por exemplo, uma instituição de respeito e não qualquer orgão que se sujeita a pressão do mercado. Mas ai já são outros qüinhentos…
SINDPD não me representa, pois sou atrelado ao sindicato dos comerciários, pela atividade da empresa que eu trabalho.
Isso já foi discutido, leis e taxa e bla bla bla então vamos tentar não fugir do assunto.
Até!
Certa vez fomos atrás do SindPD aqui em Goiás para ver o que eles pensavam sobre isso e também o que eles poderiam fazer pela “categoria”. Lamentável, mas resposta == null em ambos os casos.
No dia do recolhimento eles estão lá, firmes…
Olá
Realmente estou chocado com o que lí na revista. Não é possível que alguém tenha tanta ignorância em criar uma matéria dessas (e o pior: tem gente que acredita). Algumas frases que me fizeram “chorar” (não sei se é de rir ou chorar) tal como:
Numa fábrica de software nos arredores de São Paulo, um programador júnior ganha entre 1 000 e 2 000 reais; um pleno, até 3 000 reais; e um sênior, por volta de 4 000 reais
Por acaso essa “São Paulo” que ele cita deve ficar na China, onde tem gente de sobra, que trabalha por mixaria, mão de obra “semi-free”. Vale salientar que esses mesmos programadores são caras que fazem fórmulas “radicais” no Excel e no Word. Também não querendo subjulgar os chineses, mas aqui é muito diferente de lá
Na subsidiária brasileira da Accenture, há cerca de 800 postos não preenchidos no momento
Possivelmente a Accenture não preenche esses postos porque acha que desenvolvedor ganha esse salário de 1k, 2k~3k e 4k
ESSE PAPO DE 5 MIL VAGAS EM ABERTO É UMA MENTIRA, É UMA PUTA SACANAGEM! PORRA!
isso é papo pra trazer a grande massa pro desenvolvimento, pra ter mão de obra barata e de fácil localização.
Galera, pra não ofender diretamente “empresas” como essas, quase todos meus amigos já fizeram entrevista nessas “grandes empresas que faltam 500 vagas”. Quantos vocês acham que foram contratados? NENHUM! Maioria das desculpas? “pediram salário muito alto”. A empresa tem milhões de vagas em aberto mas não quer contratar ninguém, por acaso querem fazer média pra revista do naipe da exame?
O pior é que a empresa gosta de somar coisas totalmente erradas, por exemplo, você vai pra uma “empresa grande” da vida (não preciso citar nomes), você vai ganhar seus 1.5k mas daí vem com papos do tipo “mas você vai trabalhar na GRANDE EMPRESA XXX” blablabla. Outra coisa que me deixa de cara é esse pessoal do RH que dispenso comentários.
mas a principal queixa dos empresários é o custo de contratação de profissionais no mercado brasileiro, que fica em média 30% acima do verificado na Índia
sem comentários
daqui a pouco vai ter empresário pegando muleque miserável de 10 anos, dando treinamento (e comida) e pagando salário de 200 pila, depois vai aparecer na exame “FABRICAS DE SOFTWARE: QUALIDADE E HUMANIZAÇÃO DOS EXCLUIDOS”
cara sério, não sei o que dizer, estou abismado, de cara, puta que pariu, matéria revoltante
desculpem os palavrões, mas olha… vou tomar banho que é melhor…
pqp
EDITADO: pra evitar problemas ;~
O mercado de programação é algo muito peculiar mesmo…
Quando perguntam quanto se ganha, por um lado tem os milhares que realmente ganham na faixa de 2k, e do outro lado tem as dezenas que dizem que ganhar algo tipo 5k é o normal e que é um absurdo ganhar menos que isso.
Se a maioria é o que vale, acho que a revista está certa.
Eu fiquei na área por um pouco mais de 3 anos e nesse tempo não passou pela minha frente proposta maior do que 2500. Incompetência minha? Talvez. Mas não acho que eu seja mais incompetente que a maioria. Então, novamente, se é a maioria que vale…
Desculpem, mas tenho uma visão (talvez errada, equivocada) deste tipo de emprego/cargo/posto/afim…
O cara pega alguém que quer trabalhar(uma enfermeira ou uma inglesa que fala italiano), talvez alguém que ame programar mas não saiba/ou saiba e não consiga vaga, ou alguém desesperado que está aprendendo inglês porque pra ele aprender inglês é bom pro futuro dele(não pra trabalhar em TI).
A partir daí, ele começa a aprender como programar PARA ELES, ou seja, vão passar pequenas requisições para esse grupo de operários padrão e eles vão fazer normalmente, com ou sem qualidade, não importa.
Eles vão entupindo esse cara de cursos, talvez até programação, e este, assim como um montador da Ford aprende a montar Fiesta, Focus, aprende a fazer programas pra sua empresa. É fato consumado. Informática é área exata. Só que quando o montador de Fiesta for para a Chevrolet, como será?
É o que eu acho dessas mega-bombasticas-super-ultra empresas, tenho um exemplo real de um amigo meu que hoje é programador Cobol graças à isso, e se você visse o cara na facul diria que nem pra VB ele daria certo, não por conhecimento, o cara simplesmente não gostava de informática…
Porém, poe ele pra montar Corsa…
É melhor pagar um salário ridiculo pra outro aprender a montar como eles querem o Corsa e manter os montadores de Fiesta quietos certo?
Tirando isso, pra mim a programação está mais pra tunning do que pra linha de montagem, pois SIM usamos criatividade, SIM temos que ter conhecimento para isto e SIM merecemos bons salários…
Experimentemos não implementar aquilo que os usuários estão precisando pra ver a falta que faz um profissional do nosso tipo… Vamos deixar de atualizar programas, deixar que eles façam programas recicláveis no Excel, que aquela nova Lei que saiu não seja implementada na lógica do sistema, que o novo cálculo seja ignorado no seu financeiro, e aí? Somos mesmo linha de montagem?
Também li a matéria e posso dizer que é revoltante o jeito como ela foi escrita!! Problema é que a ideia desses caras é meio que popularizar a área de programação formando um monte de peões pra suprimir o valor da galera… Cara isso é revoltante! Você pode ver eles reclamam mas cada vez os kras tem mais lucro em cima e o custo para o cliente nunca desce…
bah qualquer coisa que eu escrever aqui vai soar redundante pelo o que já foi dito…rs… então minha indignação fica por aqui e ESPERO que as pessoas continuem se valorizando, por se elas não o fizerem, não é o mercado que vai! :-o
Quanto a quem escreveu a matéria, alguém sabe o e-mail desse cara?
só queria mandar um e-mail p/ ele dizendo que graças a deus eu não ganho a vida escrevendo besteiras (só as vezes *rs, vide POG) =D!
Sério mesmo galera, entendo o protesto e revolta de todos, afinal sou programador e da área como vocês.
Agora vocês acham mesmo que o jornalista está totalmente equivocado ? Pode até ser que algumas empresas fazem realmente “Design de software” - como a Thoughtworks, aliás o CV pode até falar melhor sobre isso.
Mas sinceramente, empresas que ele citou, 3 letrinhas (shoes) …ele está completamente certo e se a galera não abrir os olhos, vai acabar virando robozinho em fábrica sim.
Só uma última dúvida, todos que foram contra a reportagem, já trabalharam em esquema de fábrica, por empresas de grande porte como IBM, Accenture e etc ?
seria bom mandar o link dessa discussao no GUJ para o redator da revista.
[]s
Sério mesmo galera, entendo o protesto e revolta de todos, afinal sou programador e da área como vocês.Agora vocês acham mesmo que o jornalista está totalmente equivocado ? Pode até ser que algumas empresas fazem realmente “Design de software” - como a Thoughtworks, aliás o CV pode até falar melhor sobre isso.
Mas sinceramente, empresas que ele citou, 3 letrinhas (shoes) …ele está completamente certo e se a galera não abrir os olhos, vai acabar virando robozinho em fábrica sim.
Só uma última dúvida, todos que foram contra a reportagem, já trabalharam em esquema de fábrica, por empresas de grande porte como IBM, Accenture e etc ?
Empresas grandes não pagam bem o profissional, já fui chamado pela Accenture, Bearing Point e IBM. Todas me fizeram uma proposta muito fraca, quando mandei a minha não aceitaram. Bom, eu sei o meu valor e sei que trabalhar numa grande empresa não é tão bom quanto outra empresa de médio porte onde vc ganha mais e tem um relacionamento muito mais estreitos com seu empregador.
Enfim, essa de vc vai ganhar X-2 mas vai trabalhar em uma grande empresa, é papo p/ boi dormir. Pode até ser bom vc iniciar como trainee numa Accenture da vida…mas somente para iniciar…ficar o resto da vida é besteira, a não ser que vc seja um cara q não se importe em ser explorado.
Trabalho em uma empresa de 3 letrinhas(que inclusive o Shoes ja trabalhou) mas não no esquema de fábrica. Não tenho do que reclamar referente ao salário que me pagam.
Muita gente aqui reclama que ganha pouco, mas quantas dessas pessoas tiram a bunda do lugar e vão estudar, se atualizar, pra ter um bom currículo que prove que a mesma mereça ganhar um bom salário? Quer ganhar bem? ESTUDE MUITO! Com certeza, não vai ser lendo um tutorial de struts, spring, hibernate, coloque aqui seu framework predileto, ou enfeitando o curriculo com siglas bonitinhas que esse cenário do mercado vai mudar. Que tal descolar a bunda gorda do sofá e correr atrás do prejuízo, ao invés de reclamar da vida e do cara que escreveu a matéria?
Acho que nao tenho muito a acrescentar, alem disso:
X Leandro_Capuano
–
O guri Luis tirou a sua palavra da minha palavra, o segredo do sucesso de alem da programacao, eh saber ligar com regra de negocio dos clientes + idioma (ingles e se possivel espanol). Vamos estudar galera!
A questão acho que não é a revolta, é o fato de um jornalista desmerecer algo que muitos se esforçam às vezes surrealmente para um dia alcançar…
Ele realmente está certo no que diz sobre estás empresas, mas não pode generalizar, que é o que ele fez dizendo que a área não é nada do que se pensa…
Sério mesmo galera, entendo o protesto e revolta de todos, afinal sou programador e da área como vocês.Agora vocês acham mesmo que o jornalista está totalmente equivocado ?
A questão acho que não é a revolta, é o fato de um jornalista desmerecer algo que muitos se esforçam às vezes surrealmente para um dia alcançar…
Ele realmente está certo no que diz sobre estás empresas, mas não pode generalizar, que é o que ele fez dizendo que a área não é nada do que se pensa…
Então ele está parcialmente certo, ou certo se analisar que ele estava mencionando fábrica de software.
Talvez antes de crucificá-lo, por tal matéria que na minha opinião foi até certo ponto coerente, seria mostrar quem Design de software nem sempre é por Fábrica de Software e que esse modelo apresenta vários problemas.
Uma outra matéria com essa abordagem, traria um pouco mais de esclarecimento, principalmente para o público-alvo deles, que não entende porra nenhuma do nosso meio.
olha, ele falou a verdade em muitos pontos, e o jornalista não tem culpa nenhuma, quem falou o que esta escrito foram os entrevistados …
e o que esta escrito na matéria realmente acontece …
não adianta xingar o jornalista …
temos que fazer alguma coisa é para mudar a mentalidade dos gerentes e donos de empresa deste tipo, e provar para eles que eles podem ganhar mais dinheiro agindo de outra forma, caso contrário isto vai continuar assim …
(ou vocês acham que alguem abre uma empresa para fazer caridade?)
olha, ele falou a verdade em muitos pontos, e o jornalista não tem culpa nenhuma, quem falou o que esta escrito foram os entrevistados …e o que esta escrito na matéria realmente acontece …
não adianta xingar o jornalista …
temos que fazer alguma coisa é para mudar a mentalidade dos gerentes e donos de empresa deste tipo, e provar para eles que eles podem ganhar mais dinheiro agindo de outra forma, caso contrário isto vai continuar assim …(ou vocês acham que alguem abre uma empresa para fazer caridade?)
Sim e pior, se o modelo funcionasse aí estaríamos fritos mesmo.
Talvez em alguns casos até funcione, e como você disse, a maior parte dos empresários visa lucro em cima de lucro.
olha, ele falou a verdade em muitos pontos, e o jornalista não tem culpa nenhuma, quem falou o que esta escrito foram os entrevistados …e o que esta escrito na matéria realmente acontece …
não adianta xingar o jornalista …
temos que fazer alguma coisa é para mudar a mentalidade dos gerentes e donos de empresa deste tipo, e provar para eles que eles podem ganhar mais dinheiro agindo de outra forma, caso contrário isto vai continuar assim …(ou vocês acham que alguem abre uma empresa para fazer caridade?)
No final das contas é isso mesmo
Acredito que isso tudo não passou de um “repasse” de informações (ou vocês acham que ele vai fazer entrevista em consultorias menores mas que pagam decentemente?) de grandes empresas. Que muitas empresas grandes pensam assim a gente tá cansado de saber e o resultado está aí (e com uma revista como a Exame, muita gente vai apoiar a causa). O que resta mesmo é o pessoal se unir e botar ordem, não deixar o mercado e as grandes empresas se acomodarem, quem faz o mercado é a gente.
Muita gente aqui reclama que ganha pouco, mas quantas dessas pessoas tiram a bunda do lugar e vão estudar, se atualizar, pra ter um bom currículo que prove que a mesma mereça ganhar um bom salário? Quer ganhar bem? ESTUDE MUITO!
O que você disse está mais do que correto, mas a briga principal não é essa, é que tem gente que ESTUDA PRA CARALHO, SABE PRA CARAMBA, tem uma puta experiencia e daí quando empresas de três letrinhas vai pagar o que o cara vale, vai dizer que é muito, que na empresa tem profissionais “melhores que ganham menos (papo de RH)” e assim por diante, que é mais ou menos como citaram anteriormente do curso intesivo para mega júniors + programador pleno
Jornalista não tem que “repassar informação”, jornalista tem que fazer tanto analise da informação quanto buscar outras fontes.
Mas ai é que está o problema do jornalista. O minimo que se espera de um jornalista é um pouco mais de busca nas informações. Apurar só um lado da noticia ou é amadorismo do jornalista ou mau caratismo para não dizer outra coisa.
Porque ai não é noticia é propaganda, vender propagando como se fosse notíca é no minimo anti-etico.
Veremos os pontos.
As empresas pagam mal, isso é fato. Estou tirando de base a realidade da cidade onde moro, Salvador, onde os salários aqui malmente ultrapassam os 2k, e raramente passa de 4k, a média aqui é 1.5k, e muitas fábricas pegam novatos para pagar 700-900 reais.
A maioria da área não se atualiza, não tem iniciativa de estudar novos recursos, não há estímulo para a maioria de criar projetos paralelos, etc, portanto cria uma gama de profissionais sem tanta qualificação, uma pequena parte de bons profissionais e outra parte, menor ainda de excelentes profissionais.
De qualquer forma isso é tido sempre como verdade: “O profissional acha que sempre ganha pouco e trabalha demais, o empresário acha sempre que paga muito e cobra de menos.”
Isso é a realidade do Brasil (os salários baixos). Já vi muita gente dizer que quer formar uma equipe para um projeto de software que vai ser muito usado, mas quase nunca vai para frente. Isso com desenvolvedores amadores. Com profissionais, geralmente são obrigados a vender suas horas a um preço muito baixo, para um projeto que talvez não seja no nível do seu salário. Sem sucesso de programadores, como que se incentiva gente a começar na área? Se você tem um filho, e diz para ele: “Você vai ser jogador de futebol”. Ele pergunta “Para quê?”, e você pode responder tranquilamente, que ele vai gostar: “Para ser igual o Ronaldinho!”. Agora, como é que se incentiva um jovem hoje a começar a programar? Primeiro que o futuro não é garantido, segundo que os salários são baixos, e terceiro que não é conhecido na sociedade um modelo que represente programação. Essa é a minha opinião.
Vejam esse exemplo:
Isso aí funciona sim. Como é que o incentivo ganha de um método fácil desses? E o pior que o resultado ainda é mais rápido que o esperado. Quem começa a programar hoje e é jovem QUASE sempre tem o desejo de terminar em C++, para fazer jogos. Mas a ilusão ocorre aí, já que C/C++ são linguagens mais complexas e o estudante acaba desistindo.
Bom, acho que você não leu a reportagem… segundo os dados deles a maior parte dos programadores de fábricas de software são jovens das classes C, D e E que vêem na programação uma forma de ascensão social, e que o salário baixo ainda é superior à média brasileira.
Eu eu acho que já vi mais gente dizendo que queria ser programador para ganhar $ do que pra fazer jogos.
Jornalista não tem que “repassar informação”, jornalista tem que fazer tanto analise da informação quanto buscar outras fontes.
Mas ai é que está o problema do jornalista. O minimo que se espera de um jornalista é um pouco mais de busca nas informações. Apurar só um lado da noticia ou é amadorismo do jornalista ou mau caratismo para não dizer outra coisa.
Porque ai não é noticia é propaganda, vender propagando como se fosse notíca é no minimo anti-etico.
Opa, calma aí doutor.
Notícia é sim repasse de informações, jornalistas não devem tomar posição nem converncer o leitor de nada em uma notícia, existem outros gêneros de texto com esse intuito. O objetivo de uma notícia é apenas levar a informação pra o leitor, para que ele mesmo possa formar a sua opinião.
Eu ví várias pessoas dizendo que o modelo de fábrica de software não funciona, então vou dar a minha contribuição, já que eu jah vivenciei na prática esse modelo.
Eu já trabalhei(me livrei, graças a Deus) na fábrica de software de uma conceituada empresa de 3 letrinhas (como o shoes chama) com CMMi5 .
A fábrica tinha 3 frentes:
-Cobol
-ABAP
-NET (Java e .NET)
Posso garantir pra vcs que pra ABAP e Cobol o modelo de fábrica de software funciona que é uma beleza, perfeito. Todas as práticas de CMMi eram seguidas e bem executadas, os projetos eram entregues no prazo, funcionários trabalhavam apenas 8 horas por dia e etc…
Jah pra area de NET era uma tristeza. Realmente o modelo de fábrica não funcionava. Projetos sempre atrasados, funcionários fazendo hora extra adoidado, stress. O CMMi então, quando tinha avaliação a empresa escondia os projetos de NET, senão o CMMi era caçado!
Na época que eu sai esse era o grande desafio dos gerentes. Entender e resolver o pq do módelo de fábrica só não funcionar pra area de NET…
E que me desculpem os programadores Cobol e ABAP, eu sei que tem muita gente boa, isso não é pra vcs. Mas a maioria que eu vi na empresa que trabalhava era uma lastima, realmente não sabiam nem o que estavam fazendo…e de boa…1000 reais era até demais pra eles…e mesmo a equipe tendo de 90 a 95% de programadores estag e jr ruins, os projetos saiam bem, pois o modelo de fábrica contornava isso.
Pra Java que não. Se a equipe tivesse muitos programadores ruins ou jrs, o projeto afundava.
Então, tem esses dois lados das fábricas de software. Olhando como programador Java, realmente o modelo é ineficaz. Mas pra Cobol e Abap é muito eficaz.
O por que disso?
Bom, eu tenho uma idéia, mas vou guardar pra mim pois é polêmica. E eu to fugindo de polêmica, principalmente aqui no guj, que por qlq coisa o pessoal jah sai detonando… :lol:
lavh,
Na minha opinião, baseada somente no seu post, nesse caso o que parece ocorrer é que Cobol e ABAP são tecnologias commoditizadas e tem seus padrões praticamente fechados, com um único vendor. Como a tecnologia já é uma commodity fica de certa maneira mais fácil produzi-la usando o conceito de fábrica de software.
Já em tecnologias mais recentes, e que ainda estão em franca evolução, fica mais complicado adotar o conceito de fábrica de software. Por que a tecnologia ainda esta evoluindo, sempre surgem novos conceitos e paradigmas,são vários vendors e várias linhas de evolução.
Tem ainda a questão que na maioria das vezes tbm que projetos em Cobol e ABAP caem para customizações e implantações de projetos de sistemas commoditizados, ERP, CRM, integrações de sistemas via arquivo…
Eu li a reportagem e tenho que dizer que não concordo com a conotação que ele deu a nossa “classe”. O trabalho de um desenvolvedor é resolver problemas e na maioria das vezes ele utiliza (ou deveria utilizar) a criatividade para fazer isso. Criar funcionalidades de um software uma atrás da outra, não é o mesmo que criar peças de um carro que são todas iguais. Além disso este é um trabalho que exige que o profissional corra sempre atrás de conhecimento para não ficar desatualizado.
Se for verdade o que foi dito em outros posts, que ele só pega as informações dos entrevistados e coloca no papel, pode ter certeza que o trabalho dele é muito mais mecânico do que o nosso.
Deixo aqui registrado o meu protesto!!!
lavh, lendo seu post me identifiquei totalmente com uma empresa que trabalhei, em brasília… cmmi 5, msp.br a etc e tal. E a parte web sempre atrasada.
Mas lá tinham um motivo. Especificações meia boca e muito programador ruim. Pegavam uma turma de pessoas que nunca tinham programado, davam um curso de 3 meses de Java e jogavam na fábrica. Resultado? Tudo atrasado…
A chave é o investimento e incentivo dos profissionais.
Se a equipe está ruim, atualize, dê treinamentos e estudo para essa equipe.
A equipe está desmotivada? Que tal um horário mais flexível, formas de lazer durante hora de almoço, estabelecer vínculos de comunicação e expressão de idéias entre os integrantes, aplicar uma remuneração melhor.
Acabei de ler a reportagem e realmente é revoltante.
Demonstra claramente o q o mercado externo e interno pensam da gente.
A analogia com uma montadora de carros e comparar linguagens de programação com inglês e espanhol é totalmente infeliz.
Acho q deveríamos mandar emails para esse Ricardo Cesar e explicar q ele teve uma visão muito equivocada de nossa realidade.
É simplesmente revoltante.
Jornalista não tem que “repassar informação”, jornalista tem que fazer tanto analise da informação quanto buscar outras fontes.
Mas ai é que está o problema do jornalista. O minimo que se espera de um jornalista é um pouco mais de busca nas informações. Apurar só um lado da noticia ou é amadorismo do jornalista ou mau caratismo para não dizer outra coisa.
Porque ai não é noticia é propaganda, vender propagando como se fosse notíca é no minimo anti-etico.Opa, calma aí doutor.
Notícia é sim repasse de informações, jornalistas não devem tomar posição nem converncer o leitor de nada em uma notícia, existem outros gêneros de texto com esse intuito. O objetivo de uma notícia é apenas levar a informação pra o leitor, para que ele mesmo possa formar a sua opinião.
Eu não acredito em imparcialidade jornalistica.
E acho que em primeiro lugar o jornalista deve procurar varias fontes e fazer analise critica do que ele vai publicar. Jornalista não pode ser papagaio de pirata.
Apesar de sempre uma noticia vai ser parcial, é importante que se veja mais de um lado da noticia.
Se não houver critica em cima da noticia ela vai ser ainda mais ideologica.
Olha, se você tá procurando análise crítica, procura um artigo ou resenha de algum especialista, não dá pra se esperar que um jornalista entenda como tudo isso funciona quando a maior parte desse fórum não sabe, e, teoricamente, aqui nós temos pessoas especializadas na área.
Bom pessoal, concordo com vocês que a revista não tem muita credibilidade, mas eu fui ateh uma banca para ler a reportagem inteira e os presidentes das seguintes empresas:-TCS
-EDS
-BRQ
-IBM
-Accenture
-Stefaniniestão confirmando tudo o que foi dito na reportagem. Inclusive estão dizendo que a profissão paga até demais para o que ela exige e querem diminuir o salário.
Se vcs lerem a reportagem inteira vão ficar no horror, é pior do que vcs imaginam…
então, sei lah, mas o presidente da empresa onde muitos daqui trabalham concordam plenamente com a reportagem, então, a culpa não é muito da revista…
A TCS cara teve que dar um aumento geral na empresa pra poder conseguir manter os funcionários na empresa…graças a deus q naum cai na tentaçao de aceitar!!
Olha, se você tá procurando análise crítica, procura um artigo ou resenha de algum especialista, não dá pra se esperar que um jornalista entenda como tudo isso funciona quando a maior parte desse fórum não sabe, e, teoricamente, aqui nós temos pessoas especializadas na área.
Eu falei de forma generica, se vc vai noticiar algo, vc tem que ser critico e saber que a informação que vc recebeu tem um viés, no caso da noticia ele deveria ter procurando outra fonte, pelo menos o empregado.
Pelo menos a analise critica da noticia em si deveria ter sido feita, se ele fosse um bom jornalista.
E podemos conjecturar algo pior, que seria a de política ideológica mesmo, em se tratando da Abril, acho até mais provável.
Eu já fiz diversas aulas com as turmas de jornalismo da USP e devo concordar com o eric_jf…
Por mais que jornalistas raramente manjem do assunto sobre o qual estão escrevendo, é obrigação deles fazer uma análise crítica e ter algum posicionamento.
De qualquer forma… alguma das pessoas que discordou da reportagem trabalha em fábrica de software? Porque o título é Fábricas de Informação e o “subtítulo” da matéria no índice é As linhas de montagem para produção de software ganham espaço no Brasil
Acho que ficou bastante claro que ele estava escrevendo sobre fábricas de software especificamente, e mais especificamente ainda sobre “3 letrinhas”, então quem não trabalha nesse esquema não devia se sentir “atingido” pela reportagem, no máximo ficar com pena da triste realidade descrita nela.
Quem veio criar polêmica aqui foi o Lucas dando um título desses pro tópico… É meio que uma questão de conjunto/subconjunto. Na revista está escrito que “operários da programação” são programadores, e não que programadores são “operários da programação”… Acho que o povo ficou exaltado e o que faltou foi LEITURA crítica. Pois o Lucas sim foi muito parcial com seus recortes da reportagem.
Nada pessoal viu Lucas, depois a gente acerta nossas opiniões no boxe do Wii… 
Interessante que aqui no GUJ tem centenas de tópicos com o pessoal descendo o pau em fábrica de software, mas quando aparece alguma reportagem como essa, um monte de gente se chateia.
Parece que só nós podemos falar mal da área. Os outros, não. 
Acho que no caso do programador é pior do que o do operário. O operário sabe que ele está montando uma porta para um carro. Por exemplo.
Eu trabalho em fábrica de software e mês passado desenvolvi uns 7 programas mais ou menos. Não sei a real utilidade de nenhum deles. As especificações recebidas parecem fazer questão de não deixar claro para que serve aquele programa.
Desenvolver -> Testar -> Validar.
Entender o negócio e poder dar idéias? De jeito nenhum! rsrs
Ah…e a fábrica é em uma empresa “3 letrinhas”.
[]'s
Eu trabalho em fábrica de software e mês passado desenvolvi uns 7 programas mais ou menos. Não sei a real utilidade de nenhum deles. As especificações recebidas parecem fazer questão de não deixar claro para que serve aquele programa…
Rafael, conte mais… rsrsrs
Nunca trabalhei com fábrica de software, mas sempre fugi de propostas de empresas que utilizavam essa abordagem. O por quê? Simples, sou uma pessoa e não um robô. ODEIO, NÃO SUPORTO, MONOTONIA E TRABALHO REPETITIVO. Eu não seria produtivo com uma forma de desenvolver como essas, e estou certo de que há muitas pessoas que pensam como eu.

O Pior é que nem tem mais o que dizer. rsrs Esse é o problema.
Eu também não gosto de trabalhar em fábrica. Mas entendo que o futuro do desenvolvimento no Brasil está fadado a isso. Percebam que muitas propostas que pedem inglês fluente é pra fábrica de software. Aqui mesmo tem algumas pessoas que atendem só clientes externos sem nunca ter visto a cara dos mesmos. Acho isso horrível.
A fábrica em que trabalho acho que é ainda pior. Pois as dúvidas não são tiradas por telefone e sim por um ferramenta que distribui as perguntas dos desenvolvedores. Um saco.
Não é a toa que Júniores se adaptem melhor a fábricas de software. Galera sem experiência emplogada com tudo. Além do fator custo.
Eu também não gosto de trabalhar em fábrica. Mas entendo que o futuro do desenvolvimento no Brasil está fadado a isso.
O modelo de outsourcing como conhecemos hoje está fadado ao fracasso em breve. Em algum tempo o emprego vai voltar para o lugar onde existem pessoas minimamente preocupadas com qualidade, e este lugar não é no Brasil e muito menos numa empresa de três letrinhas. Basta o nível de abstração subir um pouquinho e não precisamos mais de 9/10 da mão de obra atual. Como o volume não se apga em qualidade…
Depois de ler esta reportagem e de ver o próprio presidente da empresa na qual eu trabalho me chamar de peão que não pensa, resolvi ir a luta e procurar outro emprego q não seja nesse esquema de fábrica de software…
e hj…finalmente…consegui arrumar um! Em um lugar que usa metodologias ageis, investe e qualifica seus funcionarios…e o salario eh melhor!
antes tarde do que nunca neh!!! :lol:
Espero nunca morder a lingua e voltar a trabalhar em fábricas de software…hehehehe
Interessante que aqui no GUJ tem centenas de tópicos com o pessoal descendo o pau em fábrica de software, mas quando aparece alguma reportagem como essa, um monte de gente se chateia.Parece que só nós podemos falar mal da área. Os outros, não. :P
Pera lá, falar mal de fábricas é uma coisa. Falar mal de todos os programadores é outra bem diferente.
Eu acho o modelo de fabrica de software extremamente escroto. Agora dizer que todos os programadores são peões é muita ignorância.
Nunca duvide da imbecilidade humana meu caro. Mesmo não dando certo, mesmo sendo uma bosta… Na minha opinião vai continuar crescendo.
.
[quote=LucasUyezu]
Concordo com vc Maurício, mas o problema é que nesse caso (e espero que concorde comigo nesse aspecto) a teoria é muito diferente da prática. Tanto do lado do jornalista parcial, quanto do leitor que não digere o que leu./quote]
Que o leitor deve ser crítico tambem concordo.
Mas imparcialidade não existe, toda notíca é parcial.
E já que toda noticia é parcial, pelo menos que haja uma critica em cima da noticia.
Nunca duvide da imbecilidade humana meu caro. Mesmo não dando certo, mesmo sendo uma bosta… Na minha opinião vai continuar crescendo.
Sei não. Existem alguns indícios de que isso não vai durar por muito tempo.
Apesar disso eu acho que infelizmente existe lugar para os dois modelos. Muita gente não está disposta a arcar com os custos de ter um software de alta qualidade.
Não sei qual é o espanto em ver essa matéria.
Esse processo de desvalorização da mão de obra é um processo inerente ao capitalismo. Qualquer atividade esta sobe esta lei. Quanto mais o homem cria valores, mais ele se desvaloriza. No capitalismo, as empresas lutam por lucros e nada mais óbvio que querer desvalorizar a mão de obra pra se tornar mais lucrativa e competitiva no mercado.
Quando a gente vai comprar um tênis da Nike ninguem quer saber se o tênis foi fabricado por uma pessoa que trabalha em regime de escravidão la na india. Quem aqui compra um tênis e se preocupa com a pessoa que ta la na outra ponta fabricando? A gente(eu incluso) só sabe que quer pagar mais e mais barato. Isso faz parte do nosso sistema.
Se queremos ganhar dinheiro, o negócio é se especializar em conhecer o nosso sistema e tirar proveito das leis que o regem.
Abraço a todos.
Interessante essa matéria. Ao contrário Giuliano Costa, acredito que isso seja problema do brasileiro e não do capitalismo. Talvez o mesmo processo exista em outros países, mas quando tive a oportunidade de trabalhar no exterior tive a impressão de ser mais valorizado. A primeira vez que recebi um elogio pelo meu trabalho foi no exterior, acreditem se puder. De brasileiro? Gerente tentando me convencer de que fazer planilha no Excel é melhor para a carreira e me olhando enviesado quando percebe que o meu talento não é babar no ovo de ninguém.
Isso é apenas um retrato da realidade do Brasil. Este não é um país com tradição tecnológica, portanto as pessoas não associam habilidades técnicas com geração de riqueza, revolução digital ou Bill Gates. Não há a idéia de que alguém ou um grupo de pessoas possam através dessas habilidades criar algo interessante que possa ser comercializado. Geralmente programador é mal visto dentro das organizações, mesmo naquelas ditas “empresas de tecnologia”.
Empresas no Brasil chegam a ser ridículas. Já vi cada coisa Dilbertiana. Em outros países também existem tais coisas, mas a diferença é que aqui é muito mais. Por exemplo, tive um gerente que delegou algumas funções para alguns funcionários, coisas imbecis como “conversas de cafézinho”. Acreditem se puder, eu fui encarregado de fazer “conversas de cafézinho” com o pessoal com quem trabalhava, e isso segundo eles, as mentes pensantes, era treinamento para mais tarde seguir carreira gerencial. Existiam inúmeras reuniões inúteis, tarefas braçais envolvendo Excel e “comunicação” (termo genérico que envolve almoços, conversas de cafézinhos e outras coisas que todos nós fazemos mas não somos gerentes para ganhar salário por isso), e hierarquias sem sentido que mais pareciam uma desculpa para dizer que fazíamos alguma coisa.
Pelo menos os gerentes gringos com quem trabalhei me tratavam muito melhor. Por isso tive a impressão que no exterior é melhor que aqui, não apenas ganha-se mais, mas também programador é mais respeitado (até um certo ponto).
O que você falou tem um certo sentido. Com certeza o brasileiro não é o único com esse tipo de problema, mas de fato em alguns outros países há outra cultura.
Respondendo diretamente ao exemplo do tênis da Índia, lembro que quando estive no Canadá pessoas de lá falaram que faziam um certo boicote a produtos deste tipo.
trabalhei em uma dessas empresas que o nosso amigo disse que os presidentes concordam com a revista…
e é realmente indignador como tratam os programadores… o problema e que os programadores la são tratados como peões de linhas de montagens… estas “pseudofabricas” não dão valor ao intelectuo e ao estudo que tiveram os programadores… deixam a maior parte das logicas de negocios pros analistas que não programam… porem grande parte das soluções não se enchergam na analise e so na codificação… realmente isto é uma vergonha… e impacta na qualidade do software e faz eles terem que mandar os “peoens” a trabalharem dia e noite pelos erros de analistas, projetistas… etc… é um absurdo alguem que estudou pra ser um cientista teve diversos cursos leiu enumeros livros pra trabalhar como peão? realmente é um absurdo…
estas empresas so estao preucupadas em ganhar $$$… e fodase o resto… mas esquecem que o seu $$$ vem do trabalho duro dos “peões” e não da merda dos engravatados que so servem pra contar os lucros que os “peões” lhe deram e pra nada mais…
eu acredito que seja problema do brasileiro “E” do capitalismo…la fora tem menos essa visão e mais valor ao “pedreiro digital” pq só tem o problema do capitalismo, não o do “brasileiro”.
não litudo o que ja foi dito por aqui, masi concordo com coisas que foram ditas mais pro começo tb, fundamentando e juntando tudo, existe profissional boqueta no mercado falando que é programador, e nesses casos malema chega ao que a revista falou, por que falta mesmo criatividade por exemplo.
mais também existe muito jornalista que não faz ideia do que fala, e pior, ocupando posição importante na midia: Exemplos serve a reportagem do fantastico sobre cosplay, falando mal do cosplay pq 2 idiota q curte isso fugiu de casa, mais enquanto falava o que os 2 fizeram ficava com imagem, tudo sugerindo que a culpa é do cosplay, ou dos jogadores de rpg que se mataram, sendo que depois ficou provado que tinha drogas no meio da historia.
gerente burro então!!! meu deus isso é o que mais tem por ai… gente que não faz porra nenhuma direito, só sabe fingir que produz alguma coisa, enrola (comversa com cafézinho como foi dito ai em cima) e puxa saco…
se não acho valido esse ditado de que “se vc não sabe fazer nada, VÁ SER CHEFE”, é por que esses exemplos ai servem para enrolar… simplesmente enrolar (e ganham mto bem pra isso)…além do mais detesto generalisações
profissional ruim e em qualquer area existe, aliais em mtas delas esses são a maioria, e estão levando o nivel etico/cultural/social/economico/etc desse pais pra merda…e aliais acho que da pra encaixa proficionais que mexem com politica comunicação e gerencia (não todos…só a maioria) como dos que mais contribuem pra leva o pais ao estado que esta…
Pessoal,
outro dia um amigo me perguntou sobre onde teria uma lavanderia, e eu apontei minha preferida.
Eu disse que levava uma boa quantidade de roupas e custava menos de 20 reais para lavar e secar, no estilo self-service. Mas se ele preferir pagando mais 5 reais, ele poderia deixar as roupas lá e os funcionarios da lavanderia iriam por para lavar e secar e depois dobrar todas as roupas, ficando bem melhor organizado do que eu fazia por exemplo.
Esse meu amigo voltou recentemente dos estados unidos, e fez o seguinte comentário:
“- Se fosse nos estados unidos, usar a maquina de lavar e secar iria custar 3 dolares. Mas para o funcionário fazer a mão de obra de dobrar todas as roupas iria custar 80 dolares”.
Onde está o problema mesmo de desvalorização das pessoas?
EDIT: acabei de falar com esse meu amigo, e ele me corrigiu. A maquina de lavar custa exatamente 1/4 dolares. Se quizer usar sabão em pó é mais 25 centavos de dolar.
Eu acho sinceramente que o problema aqui no país envolve muitas outras coisas, como taxa de juros praticada por exemplo pelas financeiras -spread bancário.
Nos Estados Unidos há uma corrida bastante grande para se investir em grandes idéias que possam trazer um retorno grande aos empresários. Aqui no nosso país não há investimentos em criação , não há indústria praticamente, pois é muito mais simples e fácil para o empresário investir em financeiras da vida do que bancar uma startup como no Silicon Valley .
É um assunto muito complicado , que tem uma reação em cadeia, mas isso prejudica o nascimento de empresas e criações da nossa geração, por exemplo, que poderiam criar uma cultura totalmente diferente, expor idéias e adotar suas políticas internas.
Hoje o mercado brasilieiro é de software é basicamente prestação de serviço como figurante dentro de uma companhia, cujo o seu core business não é TI - Como seguradoras, bancos, telecom, e por aí vai.
A maior parte das soluções dessas acima vem de fora. Se uma telecom for utilizar um software de biling, provavelmente vai comprar algo de Israel - exemplo.
Existem até companhias que internalizam soluções, mas não há um mercado aqui de Companhias de Software.
As empresas que aqui estão instaladas, como Oracle , Sun; trazem suas soluções de fora e contratam gente apenas para implantar tais soluções. Se você quiser ir para o desenvolvimento de algum produto desses, terá que ir pros states.
Com excessão ao mercado de ERP de micro e pequenas empresas, o Brasil não gera cultura de software. Por isso, acho que estamos nessa situação, de não sermos visto como criativos e simplesmente peões, pq é o que de fato fazemos nas companhias…
Acompanho alguns sites lá fora como BusinessWeek, VentureBeat, TechCrunch e vejo como estamos completamente fora desse mercado, dessa cultura …
Isso só vai mudar quadno tivermos crédito , incentivo no mercado brasileiro e esses fdp só vão começar a investir o dia que a indústria for mais rentável que os spreads.
O que você falou tem um certo sentido. Com certeza o brasileiro não é o único com esse tipo de problema, mas de fato em alguns outros países há outra cultura.
Respondendo diretamente ao exemplo do tênis da Índia, lembro que quando estive no Canadá pessoas de lá falaram que faziam um certo boicote a produtos deste tipo.
Bani, o boicote pode acontecer mas só até um certo nível. Dúvido que eles boicotarão o arroz, feijão, banana, alcool(cana de açúcar), etc… Ou seja, como eu havia dito - o problema é inerente ao sistema. O capitalismo não sobrevive aonde não existe um explorado e um explorador.
Rapaz, você é membro do PSTU? Que história é essa de culpa do capitalismo!? Se há a demanda por serviços mais baratos e há oferta em países do terceiro mundo o que impede uma empresa de usá-la para baratear suas operações? Isso é natural e não é exploração alguma, mas sim a lei da oferta e da procura.
O que não é natural é alguns se contentarem com um papel de fornecedor de mão de obra barata. Nunca o Brasil será potência de droga nenhuma com legiões de atendentes de Helpdesk e programadores-operários. Alternativa à Índia!? Deus que me livre! Deveríamos sim desenvolver um indústria decente e aí faríamos outsourcing dos trabalhos braçais para a Índia e ficaríamos com o filé!
Concordo!
Rapaz, você é membro do PSTU? Que história é essa de culpa do capitalismo!? Se há a demanda por serviços mais baratos e há oferta em países do terceiro mundo o que impede uma empresa de usá-la para baratear suas operações? Isso é natural e não é exploração alguma, mas sim a lei da oferta e da procura.
O que não é natural é alguns se contentarem com um papel de fornecedor de mão de obra barata. Nunca o Brasil será potência de droga nenhuma com legiões de atendentes de Helpdesk e programadores-operários. Alternativa à Índia!? Deus que me livre! Deveríamos sim desenvolver um indústria decente e aí faríamos outsourcing dos trabalhos braçais para a Índia e ficaríamos com o filé!
Não sou membro não Tiagosc. Tampouco estou defendendo um ou outro sistema. Apenas fiz uma análise fria indicando os “porquês” de tais coisas.
Fazendo uma analogia, as pessoas reclamam que foram mordidas por um tubarão sendo que entraram num posso de criação de tubarões, dai começam a choramingar dizendo que foram mordidas e que os tubarões são cruéis. Puxa, se eu to ciente que é da natureza do tubarão se alimentar de carne e ser agressivo eu não tenho direito nenhum de reclamar por ter tomado uma mordida no habitat dele.
Os individuos tem que saber os porquês dos fatos e também terem ciência que quem esta na chuva é pra se molhar.
Você acabou de fazer uma análise entre Brasil e India, indicando que deveríamos ficar com o filé e deixar o arroz e feijão para os indianos. Nesse trecho do teu texto demonstra-se bem o espirito capitalista que estou querendo explicitar(não estou dizendo que sou contra, apenas estou apontando as ações pra determinar as reações). Como havia dito, o capitalismo não existe sem um explorado e um explorador. Cabe a cada um saber em qual dos dois grupos quer ficar. Simples assim.
Abraço a todos.
Este tipo de reportagem não teria sentido se nosso conselho já estivesse implantado de uma forma eficaz.
Porque ninguém fala isso dos engenheiros? Dos advogados?
Sem nossa mão de obra, as empresas literalmente “param” ! Não somos acessórios; somos uma real necessidade.
Porque não encararmos este fato, e partirmos para a implantação do nosso conselho de tecnologia da informação?
A anos venho procurando algo neste sentido. e creio que o que foi obtido até agora não é o bastante para que possamos ser respeitados como devemos ser.
Tenho um currículo bem qualificado, duas formações superiores e nunca parei de estudar. Aos 36 anos, vejo que nossa classe ainda têm de purgar muito, pois existe uma falta consciência de que profissionais de ti são todos iguais, e que qualquer um que faz um cursinho de desenvolvimento e não têm nenhum apego às práticas de qualidade, pode ser considerado como o ideal. Não é interesse da empresa abrir nossos olhos, nem a concorrência. Quando há uma representação forte da classe, dificilmente este tipo de reportagem sairia em uma revista. Conhece a mamãe CUT???
CONSELHO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, PARA PROFISSIONAI DE TI, JÁ!!!
Este tipo de reportagem não teria sentido se nosso conselho já estivesse implantado de uma forma eficaz.
Porque ninguém fala isso dos engenheiros? Dos advogados?
Sem nossa mão de obra, as empresas literalmente “param” ! Não somos acessórios; somos uma real necessidade.
Porque não encararmos este fato, e partirmos para a implantação do nosso conselho de tecnologia da informação?
A anos venho procurando algo neste sentido. e creio que o que foi obtido até agora não é o bastante para que possamos ser respeitados como devemos ser.
Tenho um currículo bem qualificado, duas formações superiores e nunca parei de estudar. Aos 36 anos, vejo que nossa classe ainda têm de purgar muito, pois existe uma falta consciência de que profissionais de ti são todos iguais, e que qualquer um que faz um cursinho de desenvolvimento e não têm nenhum apego às práticas de qualidade, pode ser considerado como o ideal. Não é interesse da empresa abrir nossos olhos, nem a concorrência. Quando há uma representação forte da classe, dificilmente este tipo de reportagem sairia em uma revista. Conhece a mamãe CUT???
CONSELHO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, PARA PROFISSIONAI DE TI, JÁ!!!
Este tipo de reportagem não teria sentido se nosso conselho já estivesse implantado de uma forma eficaz.
Porque ninguém fala isso dos engenheiros? Dos advogados?Sem nossa mão de obra, as empresas literalmente “param” ! Não somos acessórios; somos uma real necessidade.
Porque não encararmos este fato, e partirmos para a implantação do nosso conselho de tecnologia da informação?
A anos venho procurando algo neste sentido. e creio que o que foi obtido até agora não é o bastante para que possamos ser respeitados como devemos ser.
Tenho um currículo bem qualificado, duas formações superiores e nunca parei de estudar. Aos 36 anos, vejo que nossa classe ainda têm de purgar muito, pois existe uma falta consciência de que profissionais de ti são todos iguais, e que qualquer um que faz um cursinho de desenvolvimento e não têm nenhum apego às práticas de qualidade, pode ser considerado como o ideal. Não é interesse da empresa abrir nossos olhos, nem a concorrência. Quando há uma representação forte da classe, dificilmente este tipo de reportagem sairia em uma revista. Conhece a mamãe CUT???CONSELHO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, PARA PROFISSIONAI DE TI, JÁ!!!
Será prq uma anta disse , que o POSCOMP iria excluir os profissionais de TI que não fizeram curso superior?
Qualquer zé mané faz curso de linguagem de programação hoje e se diz engenheiro, cientista.
E é bem feito. Porque já vi muito profissional de TI criticar POSCOMP. Porque só cai exatas e engenharia.
Deu nisso ae fazer POSCOMP opcional.
tava dando uma olhada no artigo
http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0896/tecnologia/m0132291.html
Realmente é brutal o descaso. rs
Será prq uma anta disse , que o POSCOMP iria excluir os profissionais de TI que não fizeram curso superior?
Qualquer zé mané faz curso de linguagem de programação hoje e se diz engenheiro, cientista.
E é bem feito. Porque já vi muito profissional de TI criticar POSCOMP. Porque só cai exatas e engenharia.
Deu nisso ae fazer POSCOMP opcional.
Rapaz, você ainda continua recalcado? Que problema é esse que você tem em competir? E se você é tão bom, qual é o problema com o fazedor de programas da padaria? Em que ele te afeta?
Burocracia só serve para engordar conta de vagabundo e excluir profissionais que desempenham um papel importante na economia. Se você fez faculdade e não consegue se encaixar é sinal que o conhecimento em nada lhe serviu. Não conseguiu começar um negócio próprio, não consegue fazer pesquisa, não consegue um emprego.
Qualquer burocracia é má. Um conselho seria apenas mais uma forma de corrupção, de tomar o nosso dinheiro com taxas e outras coisas (assim como sindicato), e uma forma de fazer reserva de mercado para profissionais que se ressentem em não ter um emprego garantido após sair da faculdade.
O pior é que não vejo essas Marias do POSCOMP desenvolvendo nada de útil. Nenhuma tecnologia nova. Por que vocês não tratam de começar a nova Microsoft tupiniquim que tirará o mercado de TI brasileiro do brejo?
Era só o que faltava, mais um bando de vagabundo petista engordando às nossas custas.
Este fórum foi feito para ser um ambiente de comentários construtivos, e não destutivos.
De onde vêm tanta violência, amigo?
Por eu ter sido a criadora do primeiro comentário, me senti atingida por uma atitude tão negativa, movida por uma violência contra sei lá o que.
Recomendo ao sr., uma leitura um pouco mais tranquila do tópico, e uma postura mais condizente a um profissional de ti, que visa ser alguém
com critério, classe e visão. Lhe confesso que estou bem empregada, tenho empreendimentos próprios e vou muito bem, obrigada. Acredito, sim, que um conselho será a solução para muitos problemas e alavancamento de muitas soluções, e que isso não se reflete em “burocracia”. É necessário separar os papéis, os profissionais de nível técnico, nível superior, doutorado e etc, para que possamos definir os papéis que vão além de um workflow de um projeto. Por exemplo: um bom programador, nem sem é um bom gerente. Para ser um bom gerente, há outro nível de desenvolvimento de talentos. Existem bons técnicos, bons gerentes e por aí vai…; cada um no seu quadrado. Para o pessoal mais novo, vindo de cursos técnicos e cursinhos, e que não acompanhou a odisséia da informática neste últimos 25 anos, na labuta, participando efetivamente do que está implantado hoje em dia, alguns sem o mínimo conhecimento de Engenharia de Software, ainda não é fácil observar estas nuances. Quando partirmos para uma atitude em conjunto, sem picuinhas que só desgastam e desunem, podemos encontrar uma solução que valorize a todos, e dê oportunidades justas, não na visão do que as empresas acham que merecemos como mão de obra muitas vezes barata, mas sim pelo que realmente valemos, com a dignidade que qualquer engenheiro, advogado, médico ou similar merece. Meu sincero abraço.
Poupe-nos do chororô e releia você a thread. Isso já foi discutido aqui até a exaustão.
Um conselho significa sim uma burocracia inútil. Divisão de papéis é feito no mercado, até porque você não vê padarias contratando doutores para fazer seus programas, grandes estatais contratando adolescentes técnicos em informática para criar sistemas críticos e tampouco companhias multinacionais contratando programadores Jr. para gerenciar projeto.
O mercado é um lixo porque é pequeno e não há muita opção. A solução é empreendedorismo por parte dos desenvolvedores e organização enquanto profissionais individuais, trocando informações com seus colegas a respeito do que quer que seja. Um networking básico e troca de informação é essencial.
O que não precisamos é de um cara de meia idade, calvo e acima do peso fumando um cigarro atrás de uma mesa cagando regra e cobrando taxa por isso.
Vocês são livres? O que vocês acham? Podem optar por não pagar imposto de renda?
Vocês realmente possuem uma casa ou um carro? O que aconteceria se se recusassem a pagar IPVA ou IPTU? Não são esses impostos uma forma de escravidão? Você realmente possui tais bens? Não seria o IPTU uma forma de “aluguel” cobrado pelo governo para que você possa “possuir” um imóvel? Propriedade privada uma ova!
Burocracia, impostos e taxas são formas de aprisioná-lo nessa forma de vida. Criar mais burocracia não é a solução! Vai apenas estabelecer mais uma forma de tirar o nosso dinheiro, mais uma série de regras que seremos obrigados a seguir e mais uma dependência que o impede de viver como bem entender. E ainda por cima toda uma nova “elite” que vai lucrar com isso e toda uma hierarquia de chefes, gerentes e subalternos que será estabelecida para gerenciar tal “boquinha”.
Organização entre profissinais é bem-vinda, e fico contente de saber que empresas estão sendo avaliadas aqui e em outros foruns entre profissionais e experiências estão sendo trocadas enquanto os métodos de contratação ilegais e fraudulentos são expostos. Mas burocracia não muda nada do que há hoje.
O pessoal da info sofre de surto psicótico, nao tem idéia das besteiras que estao escrevendo! 
Finalizando por aqui…porque não gera nada de produtivo este debate, além de um tremendo mal estar.
Nem sempre uma pessoa “careca, barriguda e acima do peso” é a pessoa que ocupará o cargo.
Esse é um comentário de alguém muito jovem, que pensa em ocupar uma chefia, antes de passar por um processo de qualificação, e por se achar Deus no que faz. Chegaaaaaaaaa…tamanha discursão não muda a realidade. Tenho certeza do meu ponto de vista, pois é o que realmente acontece. Vocês estão pensando de uma forma Opensource demais em suas carreiras. Não adianta trabalhar em uma economia capitalista, com pensamento anarquista, ainda mais na área de exatas, que preza pelo método e inteligência. Tudo que é demasiado, faz mal…e burocracia demasiada, também o faz. Mas, organização não. Ah…e não se iludam de que as empresas não ganham com a desorganização da nossa classe…na maior parte das vezes somos realmente encarados como formigas, o garotinho técnico que mexe no computador. O desenvolvedor Next Next Finish. Aff…E concordo com o Márcio…há um surto psicótico por aí. Mais uma vez…VAMOS PARTIR PARA UMA SOLUÇÃO. QUEM SABE, FAZ AGORA, NÃO ESPERA. Saudações a todos, câmbio e desligo.
Alguém precisa se informar melhor.
É esse tipo de pensamento que favorece pessoas sem talento que se agarram a cargos “administrativos” e outras tarefas braçais e mais tarde tratam outros profissionais como lixo.
Quem compra INFO deveria investir seu dinheiro em uma revista mais construtiva. Turma da Mônica é um boa pedida! 
[]'s
JL
Será prq uma anta disse , que o POSCOMP iria excluir os profissionais de TI que não fizeram curso superior?
Qualquer zé mané faz curso de linguagem de programação hoje e se diz engenheiro, cientista.
E é bem feito. Porque já vi muito profissional de TI criticar POSCOMP. Porque só cai exatas e engenharia.
Deu nisso ae fazer POSCOMP opcional.
Rapaz, você ainda continua recalcado? Que problema é esse que você tem em competir? E se você é tão bom, qual é o problema com o fazedor de programas da padaria? Em que ele te afeta?
Burocracia só serve para engordar conta de vagabundo e excluir profissionais que desempenham um papel importante na economia. Se você fez faculdade e não consegue se encaixar é sinal que o conhecimento em nada lhe serviu. Não conseguiu começar um negócio próprio, não consegue fazer pesquisa, não consegue um emprego.
Qualquer burocracia é má. Um conselho seria apenas mais uma forma de corrupção, de tomar o nosso dinheiro com taxas e outras coisas (assim como sindicato), e uma forma de fazer reserva de mercado para profissionais que se ressentem em não ter um emprego garantido após sair da faculdade.
O pior é que não vejo essas Marias do POSCOMP desenvolvendo nada de útil. Nenhuma tecnologia nova. Por que vocês não tratam de começar a nova Microsoft tupiniquim que tirará o mercado de TI brasileiro do brejo?
Era só o que faltava, mais um bando de vagabundo petista engordando às nossas custas.
Agora eu fiquei preocupado. Pra vc, quem cria tecnologia nova? Não confunda Software de Bradesco com tecnologia nova que sai do zero, que ajuda na medicina e na genética, astronomia e viagens espaciais.
O pessoal que trabalha em fábrica de software somente adapta tecnologia.
Se eu estiver errado, é só me provar o contrário.
Sobre conseguir emprego, estou satisfeito com o meu de engenheiro, que deve ser umas 5x maior que o seu.
De volta ao POSCOMP. A regularização dos cursos por um orgão é a melhor coisa. Não existe maneira de projetar, se não houver aprendido fundamentos científicos. Se vc nega isso, está em outra área que não é da computação.
Pra falar uma coisa destas, vc deve ter trabalhado somente com CRUD na vida.
E vagabundo é vc, que não estuda, e prefere que os ignorantes tenham fatias no mercado.
Também concordo com o Fábio…em gênero, número e grau.
Matéria realmente lamentavel.
Pior ainda saber que essas empresas citadas concordam com tudo isso…
Não são todos os gerentes que são assim, alias conheço alguns que são super humildes e estão sempre dispostos a aprender tenho amizade com eles até hoje, não é a toa que no passado se destacaram como excelentes desenvolvedores.
Esta arrogancia do pessoal dos cargos gerencias é bem parecido com o jeito da maioria dos advogados, me faz lembrar a época em que no prédio da empresa onde eu trabalhava havia um escritório de advocacia, nossa empresa tinha acabado de se mudar para lá.
A porta principal era grande e de vidro, do elevador dava para ver as varias baias e um dia um amigo meu me contou que entrou no elevador com uns advogados e ouviu o seguinte comentario:
“Tá vendo lá, um monte de computadores recém chegados um proximo ao outro… Sei não, acho que empresa de telemarketing… Tá cheio delas por aqui, minha vontade é pegar uma arma e matar todos eles !”
Detalhe, eram advogados estagiarios e com toda esta arrogancia, imagina daqui uns anos …
Mal sabem eles que até os estagiarios que trabalhavam conosco tem um salario melhor que o deles e com certeza não vão se sentir melhores que os outros pelo simples fato de andar todos os dias de terno e gravata.
Matéria realmente lamentavel.Pior ainda saber que essas empresas citadas concordam com tudo isso…
Não são todos os gerentes que são assim, alias conheço alguns que são super humildes e estão sempre dispostos a aprender tenho amizade com eles até hoje, não é a toa que no passado se destacaram como excelentes desenvolvedores.Esta arrogancia do pessoal dos cargos gerencias é bem parecido com o jeito da maioria dos advogados, me faz lembrar a época em que no prédio da empresa onde eu trabalhava havia um escritório de advocacia, nossa empresa tinha acabado de se mudar para lá.
A porta principal era grande e de vidro, do elevador dava para ver as varias baias e um dia um amigo meu me contou que entrou no elevador com uns advogados e ouviu o seguinte comentario:
“Tá vendo lá, um monte de computadores recém chegados um proximo ao outro… Sei não, acho que empresa de telemarketing… Tá cheio delas por aqui, minha vontade é pegar uma arma e matar todos eles !”
Detalhe, eram advogados estagiarios e com toda esta arrogancia, imagina daqui uns anos …
Mal sabem eles que até os estagiarios que trabalhavam conosco tem um salario melhor que o deles e com certeza não vão se sentir melhores que os outros pelo simples fato de andar todos os dias de terno e gravata.
O grande problema, na verdade é se acharem doutores, devido a uma lei que foi posta em vigor 11 de agosto de 1827.
Não estou criticando ninguém, nem essa lei. Mas creio que o motivo do ar de superioridade seja isso.
Além do fato de nosso país não ser um produtor de tecnologia da computação. Isso faz o setor comercial e administrativo mais forte que o da engenharia.(digo profissionais que administram setores de TI, sem que sejam da área).
Poderia esclarecer entao porque defende que seja restringida a atividade desse mercado que apenas “adapta” tecnologia a engenheiros e cientistas de foguete?
Porque esta faltando a quem defende esse tipo de regulacao é justificar de forma convicente seus argumentos em termos de beneficios para os profissionais e o mercado como um todo, em outras palavras, voces precisam pensar fora do umbigo!
Existe um mercado enorme pra esse tipo de aplicacao la fora. Nao seria estranho pra mim se muitos aqui do forum estejam nessa situacao que voce descreveu.
Sugiro prestar mais atenção antes de ressuscitar um tópico abandonado há quase dois anos.
Isto já foi discutido à exaustão aqui.
Não vou questionar a competência de ninguem, mas, na minha opinião, este tipo de discurso demonstra no mínimo insegurança.
Sugiro um concurso público.
E quanto à sua despedida, o tal “câmbio e desligo” ?
Agora eu fiquei preocupado. Pra vc, quem cria tecnologia nova? Não confunda Software de Bradesco com tecnologia nova que sai do zero, que ajuda na medicina e na genética, astronomia e viagens espaciais.O pessoal que trabalha em fábrica de software somente adapta tecnologia.
Se eu estiver errado, é só me provar o contrário.
Poderia esclarecer entao porque defende que seja restringida a atividade desse mercado que apenas “adapta” tecnologia a engenheiros e cientistas de foguete?
Porque esta faltando a quem defende esse tipo de regulacao é justificar de forma convicente seus argumentos em termos de beneficios para os profissionais e o mercado como um todo, em outras palavras, voces precisam pensar fora do umbigo!
Existe um mercado enorme pra esse tipo de aplicacao la fora. Nao seria estranho pra mim se muitos aqui do forum estejam nessa situacao que voce descreveu.
Sei que há muito mercado para esse tipo de aplicação. As empresas indianas dominam o mercado mundial. A principal razão, pela qual eu defendo a regularização do profissional de TI, é para impedir esse tipo de coisa que estamos discutindo. Se fosse regularizada, não existiria profissionais com uma oscilação de salários tão grande. Algumas empreas pagam $x, e outras $y. O salário do profissional de TI seria $z, e fora outras regalias, como o CREA cede aos engenheiros.
O principal objetivo não é afastar ninguém, e sim nos proteger.
Sobre o CRUD. Não estou desmerecendo o trabalho de ninguém. Esse meu post foi em resposta ao, que, profissionais de TI não deveriam estudar exatas, engenharia e nem fazer POSCOMP. Sendo que isso é essencial a nossa profissão.
De outra maneira, estamos fazendo por merecer matérias como essa, da exame.
Mais uma vez…porque tanto sarcasmo?
Me sinto muito segura com quem sou e no que faço, obrigada
Peço que leia tópico a tópico e interplete de forma correta o que os outros dizem.
Não me despedi da lista…me despedi da confusão gerada por algo que não fui eu quem comecei.
Pinto…cada um no seu quadrado; cada pinto dentro ou fora da sua casca de ovo
Meu sincero abraço.
Tanto o pessoal da Info como o da Exame estao surtados e escrevendo um monte de besteiras nestas revistas. Nao vale apena levar a sério um artigo como este, eles nao sabem o que é programar. 
Tudo depende de onde o programador se coloca. Se preocupar com isso é burrice.
Tem programador que ganha menos de 1.000,00. Pra mim é absurdo, mas se alguém se dispõe a isso…
Programadores: Linus Torvalds, Richard Stallman, Rasmus Lerdorf, Andi Gutmans, Larry Wall, Bjarne Stroustrup, Kernighan, Ritchie, Ken Thompson…
Você é um programador ou um operário?
O pior é a parte que fala que escrevemos código sem saber do projeto como um todo. Essa tremeu até a minha cadeira aqui.
Tudo depende de onde o programador se coloca. Se preocupar com isso é burrice.Tem programador que ganha menos de 1.000,00. Pra mim é absurdo, mas se alguém se dispõe a isso…
Programadores: Linus Torvalds, Richard Stallman, Rasmus Lerdorf, Andi Gutmans, Larry Wall, Bjarne Stroustrup, Kernighan, Ritchie, Ken Thompson…
Você é um programador ou um operário?
Concordo, mas a área de atuação deles é completamente diferente da nossa. Stallman trabalhava no MIT. Esse tipo de visão vem das fábricas de software.
Tudo depende de onde o programador se coloca. Se preocupar com isso é burrice.Tem programador que ganha menos de 1.000,00. Pra mim é absurdo, mas se alguém se dispõe a isso…
Programadores: Linus Torvalds, Richard Stallman, Rasmus Lerdorf, Andi Gutmans, Larry Wall, Bjarne Stroustrup, Kernighan, Ritchie, Ken Thompson…
Você é um programador ou um operário?
Concordo, mas a área de atuação deles é completamente diferente da nossa. Stallman trabalhava no MIT. Esse tipo de visão vem das fábricas de software.
Você tem pessoas nessas fábricas que aprendem Java meia-boca, ficam 35 anos escrevendo o mesmo trecho de codigo, tomando café e ganhando um salário ridículo. Essa é a massa.
Desses caras que estão revoltados, quantos dominam Assembly, C/C++, compiladores, desenvolvimento de SO´s, algoritmos, conhecem eletrônica e tudo mais?
Aí se você me disser que isso não é obrigação deles, realmente obrigação nao é, e sendo assim a revista está certa.
Agora eu fiquei preocupado. Pra vc, quem cria tecnologia nova? Não confunda Software de Bradesco com tecnologia nova que sai do zero, que ajuda na medicina e na genética, astronomia e viagens espaciais.O pessoal que trabalha em fábrica de software somente adapta tecnologia.
Se eu estiver errado, é só me provar o contrário.Sobre conseguir emprego, estou satisfeito com o meu de engenheiro, que deve ser umas 5x maior que o seu.
De volta ao POSCOMP. A regularização dos cursos por um orgão é a melhor coisa. Não existe maneira de projetar, se não houver aprendido fundamentos científicos. Se vc nega isso, está em outra área que não é da computação.
Pra falar uma coisa destas, vc deve ter trabalhado somente com CRUD na vida.
E vagabundo é vc, que não estuda, e prefere que os ignorantes tenham fatias no mercado.
Rapazinho, quem é você? O que você fez? Que empreendimentos são seus? Que produtos ou tecnologia criaste? Esse pessoal come frango e quer arrotar caviar! Ponha-se no seu lugar!
Você tem inveja do programador da padaria? Você não gosta de competir com ele? Até agora não entendi porque fazer reserva de mercado para trouxas sem competência. Você quer desenvolver softwares para padaria, mas cobrar mais caro, é isso? E aqueles que nunca foram para a faculdade e só sabem arrastar botão no VB são um obstáculo para os seus planos?
Até agora estou esperando a sua explicação sobre o que mudaria no mercado. Por um acaso adolescentes técnicos em informática são contratados para projetos críticos? Em licitações públicas se exige empresas com certificação e com profissionais qualificados! Empresas grandes, quando tem um projeto complexo, também exigem empresas com nível de qualidade!
A única coisa que mudaria é criaria-se mais um cabide de emprego para “sobrinhos” e mais uma taxa para pagarmos.
Toda crítica generalizada incomoda demais. Eu também não gosto da palavra “programador” sendo usada dessa forma.
Mas realmente existem os caras que só estragam a reputação dos que levam o negócio a sério. E eles são a maioria.
O surgimento dessas linguagens de brinquedo é a causa. Peneire o mercado com C++ e veja quem fica :twisted:
Os próprios hackers, apesar de dominarem programação, nunca gostararam de ser chamados de programadores.
Porque os limita… ao nível dos “outros”.
Boa noite a todos os colegas,
Porque não paramos de brigar entre nós, e encontramos o e-mail do responsável pela matéria e o e-mail da redação.
Assim podemos redigir e-mails sobre a matéria, atacando a raiz do problema, e manifestando nosso descontentamento.
Façam uma coleta de dados do jornalista responsável, editor e etc. e os abordem.
ABORDEM A ELES; procurem uma forma de publicar um artigo nosso em um meio de comunicação.
Por não ter nenhum orgão que nos represente eficazmente, é que essas coisas acontecem.
Se fosse algum advogado ou engenheiro, ou a classe, sendo mal falada por um jornalista, já haveria retalhação.
Entendem aonde quero chegar?
Meu abraço.
Agora eu fiquei preocupado. Pra vc, quem cria tecnologia nova? Não confunda Software de Bradesco com tecnologia nova que sai do zero, que ajuda na medicina e na genética, astronomia e viagens espaciais.O pessoal que trabalha em fábrica de software somente adapta tecnologia.
Se eu estiver errado, é só me provar o contrário.Sobre conseguir emprego, estou satisfeito com o meu de engenheiro, que deve ser umas 5x maior que o seu.
De volta ao POSCOMP. A regularização dos cursos por um orgão é a melhor coisa. Não existe maneira de projetar, se não houver aprendido fundamentos científicos. Se vc nega isso, está em outra área que não é da computação.
Pra falar uma coisa destas, vc deve ter trabalhado somente com CRUD na vida.
E vagabundo é vc, que não estuda, e prefere que os ignorantes tenham fatias no mercado.
Rapazinho, quem é você? O que você fez? Que empreendimentos são seus? Que produtos ou tecnologia criaste? Esse pessoal come frango e quer arrotar caviar! Ponha-se no seu lugar!
Você tem inveja do programador da padaria? Você não gosta de competir com ele? Até agora não entendi porque fazer reserva de mercado para trouxas sem competência. Você quer desenvolver softwares para padaria, mas cobrar mais caro, é isso? E aqueles que nunca foram para a faculdade e só sabem arrastar botão no VB são um obstáculo para os seus planos?
Até agora estou esperando a sua explicação sobre o que mudaria no mercado. Por um acaso adolescentes técnicos em informática são contratados para projetos críticos? Em licitações públicas se exige empresas com certificação e com profissionais qualificados! Empresas grandes, quando tem um projeto complexo, também exigem empresas com nível de qualidade!
A única coisa que mudaria é criaria-se mais um cabide de emprego para “sobrinhos” e mais uma taxa para pagarmos.
Eu já postei as vantagens de se ter uma instituição que regulariza a nossa profissão. Se vc não leu([Post New]29/04/2009 12:03:51 ), o problema é seu. Essa nossa discução não tem sentido. Não estou aqui pra perder tempo te criticando tmb.
Se querer ser chato, mas só pra tratar da auto-estima do pessoal que ficou irritado, e também jogar no lixo essas revistas toscas:
http://money.cnn.com/popups/2006/moneymag/bestjobs/frameset.1.exclude.html
Realmente é bem mais fácil aprender a programar de qualquer jeito que falar uma lingua fluente. Programar fluentemente em uma linguagem requer bem mais tempo, alguns dizem que precisamos 10 anos:
Boa noite a todos os colegas,Porque não paramos de brigar entre nós, e encontramos o e-mail do responsável pela matéria e o e-mail da redação.
Assim podemos redigir e-mails sobre a matéria, atacando a raiz do problema, e manifestando nosso descontentamento.
Façam uma coleta de dados do jornalista responsável, editor e etc. e os abordem.
ABORDEM A ELES; procurem uma forma de publicar um artigo nosso em um meio de comunicação.
Por não ter nenhum orgão que nos represente eficazmente, é que essas coisas acontecem.
Se fosse algum advogado ou engenheiro, ou a classe, sendo mal falada por um jornalista, já haveria retalhação.
Entendem aonde quero chegar?
Meu abraço.
Muito bem colocado!
Uma solução:
Especializar tecnicamente, aprender ingles fluente, aprender comercio exterior, e abrir empresa e FAZER DIFERENTE DO QUE ELES FAZEM, ai depois começa a prestar serviço para fora, essa é uma das minhas metas! Não adianta ganhar 2-4 mil, e ser responsavel por desenvolver 90% de um projeto de 200 mil até 2 milhões… Mais Valia de Karl Marx! Neh… Senão alem de prostituir uma area que já esta bem prostituida, vamos ser transformados em burros de carga!
como ressucitaram o tópico:
Mudei de opinião. A exame tem razão. Os programadores são tratados dessa forma mesmo. São treinados em uma tecnologia e se tornam autômatos que digitam código e não entendem de mais nada.
Solução:
Faça uma faculdade, e não se permita a ser tratado dessa maneira. Melhor ainda se regularizassem a área de TI.
O cara que escreveu isso não conhece a realidade da vida de um programador, não sabe o quanto que tem estudar, e estudar, e estudar...para sempre...,Concordo que não é uma profissão glamurosa(mas é melhor do que a maioria dos empregos que se tem aqui no Brasil quando se pensa em salário, talvez quem esteja no ramo ache 2, 3 mil Reais um salário baixo, porém acima da realidade brasileira), mas "programar" é o ponta-pé inicial, para cargos "Elegantes e de Importância", como de gerentes.
"Eu tenho um professor que citou a seguite frase: "Programadores são os peões dos Analistas".
Mas no decorrer da Faculdade, estou vendo que são poucos os que chegam a ser esses "peões" a maioria nem na área de TI vai atuar.
como ressucitaram o tópico:Mudei de opinião. A exame tem razão. Os programadores são tratados dessa forma mesmo. São treinados em uma tecnologia e se tornam autômatos que digitam código e não entendem de mais nada.
Solução:
Faça uma faculdade, e não se permita a ser tratado dessa maneira. Melhor ainda se regularizassem a área de TI.
Faculdade não adianta muita coisa não… To desencantado demais com essa area, to na area desde 1996, vejo tres caminhos para a galera que está de saco cheio dessa realidade, uma é abrir uma micro-empresa, (para os funcionarios PJ, meio caminho andado já), e começa a fazer tudo aquilo que a maioria das empresas não fazem, logo vão ter um diferencial competitivo de mercado bom… ir para a area academica, que acredito que tenha mais satisfação e realização profissional que na empresa privada, ir para a area academica mesmo, ou então mudar de area… so que a essencia de todas é a mesma, é o sistema capitalista, faturar rapido, ter custo de mão de obra barato, alta lucratividade…
Ilusão!
triste isso!
Faculdade não adianta muita coisa não…
Voce tem faculdade?
Faculdade não adianta muita coisa não…Voce tem faculdade?
sou pos-graduado em engenharia de software a 2 anos já…
no flames
O que seria então a frase: “nao adianta muito nao”?
O sr. não usa nada que aprendeu na faculdade? Nem implicitamente? Tem coisas que acontecem no ambiente acadêmico, que você não percebe muito, mas faz muita diferença em sua vida. Eu tenho essa perspectiva pra mim. Mesmo que eu não use 100% do que me é passado, eu uso as metodologias de aprendizado, a organização, a vontade de pesquisar que eu adquiri na faculdade.
Acho que quando voce aprende tudo NA RAÇA, na FORÇA BRUTA, pode até conseguir evoluir bem, mas acaba faltando alguma coisa.
Me expressei toscamente, mas basicamente é isso… Espero que o sr. entenda. ehehehe
O que seria então a frase: “nao adianta muito nao”?O sr. não usa nada que aprendeu na faculdade? Nem implicitamente? Tem coisas que acontecem no ambiente acadêmico, que você não percebe muito, mas faz muita diferença em sua vida. Eu tenho essa perspectiva pra mim. Mesmo que eu não use 100% do que me é passado, eu uso as metodologias de aprendizado, a organização, a vontade de pesquisar que eu adquiri na faculdade.
Acho que quando voce aprende tudo NA RAÇA, na FORÇA BRUTA, pode até conseguir evoluir bem, mas acaba faltando alguma coisa.
Me expressei toscamente, mas basicamente é isso… Espero que o sr. entenda. ehehehe
blz brother, concordo, entendo e respeito seu ponto de vista!
O que seria então a frase: “nao adianta muito nao”?O sr. não usa nada que aprendeu na faculdade? Nem implicitamente? Tem coisas que acontecem no ambiente acadêmico, que você não percebe muito, mas faz muita diferença em sua vida. Eu tenho essa perspectiva pra mim. Mesmo que eu não use 100% do que me é passado, eu uso as metodologias de aprendizado, a organização, a vontade de pesquisar que eu adquiri na faculdade.
Acho que quando voce aprende tudo NA RAÇA, na FORÇA BRUTA, pode até conseguir evoluir bem, mas acaba faltando alguma coisa.
Me expressei toscamente, mas basicamente é isso… Espero que o sr. entenda. ehehehe
Não se aprende “vontade de pesquisar” na faculdade, tampouco “metodologias de aprendizado”. Ou você sempre teve ou nunca teve. Universidades são apenas receitas de bolo onde se faz 1, 2 e 3 e se paga o diploma fácil.
Que é “metodologias de aprendizado”? Aprender a ler um livro ou procurar literatura adequada para o que pretende fazer? Qualquer criança sabe isso.
Se você quer ser respeitado como projetista, cientista ou engenheiro de software, tem que seguir carreira acadêmica. Não há outra solução. O mercado de TI é mercado corporativo. É natureza de administradores tratarem funcionários como peões.
Quando li a matéria da exame, achei um absurdo, mas depois pude perceber que é realidade. Infelizmente a resvista tem razão.
Se você quer ser respeitado como projetista, cientista ou engenheiro de software, tem que seguir carreira acadêmica. Não há outra solução. O mercado de TI é mercado corporativo. É natureza de administradores tratarem funcionários como peões.Quando li a matéria da exame, achei um absurdo, mas depois pude perceber que é realidade. Infelizmente a resvista tem razão.
Infelizmente a realidade é esta mesmo.
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=Wr-pfhPr_xU[/youtube]
o video é pura realidade mesmo, nua e crua mesmo
@Deiverson
Antes era muito mais fácil para as universidades serem o top de tecnologia, já que as redes de trocas de informação eram muito fortes entre as universidades. E outra coisa: a área de IT cresceu muito, mas muito mesmo. Eu vejo como impossível uma faculdade, que não seja custeada por uma grande instituição(normalmente o governo), ter capacidade financeira para abrangir toda a área de IT.
@Deiverson
Antes era muito mais fácil para as universidades serem o top de tecnologia, já que as redes de trocas de informação eram muito fortes entre as universidades. E outra coisa: a área de IT cresceu muito, mas muito mesmo. Eu vejo como impossível uma faculdade, que não seja custeada por uma grande instituição(normalmente o governo), ter capacidade financeira para abrangir toda a área de IT.
Sim, até por que as bolsas de mestrado e doutorado tem valor baixo demais, o CNPQ, não paga bem para pesquisadores que desenvolvem projetos de inovação tecnologica, infelizmente, mas eu digo algumas reformuladas, por exemplo, curso de bacharel em ciencia da computação, 4 anos, a pessoa vê materias que raramente aplicam no mercado, essas materias deveriam ser exterminadas, ou deveria ter um curso “ciencias da computação cientifica” e “ciencias da computação mercadologica”, hehe:
A chance do mercado te exigir isso é 0,0001%… grandes partes dos projetos não exigem nada disso… Sei la, se você for desenvolver um software que vai operar em uma cabine de avião, progarmar um satelite, mesmo assim até sistemas criticos como aquela sonda enviada para Marte, Spirit, usou Java orientado a objetos…
As empresas querem produtividade, que você aprenda a mexer em framework´s que alem de facilitar a nossa vida, como desenvolvedor, eles conseguem entregar rapido o projeto e faturar logo…
@Deiverson
Antes era muito mais fácil para as universidades serem o top de tecnologia, já que as redes de trocas de informação eram muito fortes entre as universidades. E outra coisa: a área de IT cresceu muito, mas muito mesmo. Eu vejo como impossível uma faculdade, que não seja custeada por uma grande instituição(normalmente o governo), ter capacidade financeira para abrangir toda a área de IT.Sim, até por que as bolsas de mestrado e doutorado tem valor baixo demais, o CNPQ, não paga bem para pesquisadores que desenvolvem projetos de inovação tecnologica, infelizmente, mas eu digo algumas reformuladas, por exemplo, curso de bacharel em ciencia da computação, 4 anos, a pessoa vê materias que raramente aplicam no mercado, essas materias deveriam ser exterminadas, ou deveria ter um curso “ciencias da computação cientifica” e “ciencias da computação mercadologica”, hehe:
- Álgebra Linear
- Análise Matemática
- Compiladores (putz)
- Estatística e Probabilidade
- Geometria Analítica
- Linguagem de Programação Estruturada
- Matemática Discreta
- Teoria dos Grafos
- Etc…
A chance do mercado te exigir isso é 0,0001%… grandes partes dos projetos não exigem nada disso… Sei la, se você for desenvolver um software que vai operar em uma cabine de avião, progarmar um satelite, mesmo assim até sistemas criticos como aquela sonda enviada para Marte, Spirit, usou Java orientado a objetos…
As empresas querem produtividade, que você aprenda a mexer em framework´s que alem de facilitar a nossa vida, como desenvolvedor, eles conseguem entregar rapido o projeto e faturar logo…
Todas as materias que você citou são muito importantes, inclusive compiladores… se o profissional quer uma faculdade mais “mercadologica” como voce citou, faça “Sistemas de Informação”.
@Deiverson
Antes era muito mais fácil para as universidades serem o top de tecnologia, já que as redes de trocas de informação eram muito fortes entre as universidades. E outra coisa: a área de IT cresceu muito, mas muito mesmo. Eu vejo como impossível uma faculdade, que não seja custeada por uma grande instituição(normalmente o governo), ter capacidade financeira para abrangir toda a área de IT.Sim, até por que as bolsas de mestrado e doutorado tem valor baixo demais, o CNPQ, não paga bem para pesquisadores que desenvolvem projetos de inovação tecnologica, infelizmente, mas eu digo algumas reformuladas, por exemplo, curso de bacharel em ciencia da computação, 4 anos, a pessoa vê materias que raramente aplicam no mercado, essas materias deveriam ser exterminadas, ou deveria ter um curso “ciencias da computação cientifica” e “ciencias da computação mercadologica”, hehe:
- Álgebra Linear
- Análise Matemática
- Compiladores (putz)
- Estatística e Probabilidade
- Geometria Analítica
- Linguagem de Programação Estruturada
- Matemática Discreta
- Teoria dos Grafos
- Etc…
A chance do mercado te exigir isso é 0,0001%… grandes partes dos projetos não exigem nada disso… Sei la, se você for desenvolver um software que vai operar em uma cabine de avião, progarmar um satelite, mesmo assim até sistemas criticos como aquela sonda enviada para Marte, Spirit, usou Java orientado a objetos…
As empresas querem produtividade, que você aprenda a mexer em framework´s que alem de facilitar a nossa vida, como desenvolvedor, eles conseguem entregar rapido o projeto e faturar logo…
Isto e a pura realidade… quando entrei no curso de CC não conhecia a realidade do mercado… pensava em ser um grande engenheiro de software ou cientista porem o mercado jamais te reconhecera como um… e para seguir a area academica vc tem que ter mestrado, doutorado e ainda dar aula… e vc só tem 2 opções ou vira “peao” e é comparado a um carinha que fez um curso técnico ou segue a area academica… pois infelizmente a dura realidade do mercado de TI é que para ele um cientista ou um engenheiro de software é a mesma coisa que um técnologo peão… para os engravatados todos nós somos peões… não importa se temos mestrado e doutorado para os engravatados do mercado todo mundo e peão, tem que ganhar como peão e fim de papo… uma parte desta culpa é a falta de regulamentação da area de TI… se na area da engenharia civil não existisse o CREA por exemplo os engenheiros seriam tratados como pedreiros pelos engravatados e ganhariam como pedreiros…
Se você continuar em empresinhas meia-boca, isso vai realmente acontecer. Vá para grandes empresas. Obviamente, você não vai entrar em uma ganhando seus 6k por mês, vai começar por baixo. Mas lá, existe chance de progressão.
Não acho que criar regulamentações e conselhos melhore esse quadro. Aliás, só piora. No lugar de você poder ter um emprego meia-boca, você passa a não ter emprego nenhum. Ou começa a vender assinatura, para outra pessoa que não possa assinar ganhe tão mal quanto você.
Sou a favor sim, de uma certificação oficial, um exame. Mas não de regulamentações e protecionismos de mercado. Isso aí é querer escorar sua incompetência em força política.
Este tipo de reportagem não teria sentido se nosso conselho já estivesse implantado de uma forma eficaz.
Porque ninguém fala isso dos engenheiros? Dos advogados?Sem nossa mão de obra, as empresas literalmente “param” ! Não somos acessórios; somos uma real necessidade.
Porque não encararmos este fato, e partirmos para a implantação do nosso conselho de tecnologia da informação?
A anos venho procurando algo neste sentido. e creio que o que foi obtido até agora não é o bastante para que possamos ser respeitados como devemos ser.
Tenho um currículo bem qualificado, duas formações superiores e nunca parei de estudar. Aos 36 anos, vejo que nossa classe ainda têm de purgar muito, pois existe uma falta consciência de que profissionais de ti são todos iguais, e que qualquer um que faz um cursinho de desenvolvimento e não têm nenhum apego às práticas de qualidade, pode ser considerado como o ideal. Não é interesse da empresa abrir nossos olhos, nem a concorrência. Quando há uma representação forte da classe, dificilmente este tipo de reportagem sairia em uma revista. Conhece a mamãe CUT???CONSELHO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, PARA PROFISSIONAI DE TI, JÁ!!!
Não entedi pq vc postou essa mensagem e ressuscitou esse tópico. O tópico era de 2007, e já tem caráter polêmico por si só. Você ainda inseriu um certo teor político na resposta, o que é desencorajado aqui no GUJ.
Todas as materias que você citou são muito importantes, inclusive compiladores… se o profissional quer uma faculdade mais “mercadologica” como voce citou, faça “Sistemas de Informação”.
Sim, por isso eu fiz um “Tecnologo em Gestão de Software Livre”, 2 anos e meio e bem voltada para tecnologias que está em crescimento no mercado… mas mesmo assim ainda deixa a desejar…
Este tipo de reportagem não teria sentido se nosso conselho já estivesse implantado de uma forma eficaz.
Porque ninguém fala isso dos engenheiros? Dos advogados?Sem nossa mão de obra, as empresas literalmente “param” ! Não somos acessórios; somos uma real necessidade.
Porque não encararmos este fato, e partirmos para a implantação do nosso conselho de tecnologia da informação?
A anos venho procurando algo neste sentido. e creio que o que foi obtido até agora não é o bastante para que possamos ser respeitados como devemos ser.
Tenho um currículo bem qualificado, duas formações superiores e nunca parei de estudar. Aos 36 anos, vejo que nossa classe ainda têm de purgar muito, pois existe uma falta consciência de que profissionais de ti são todos iguais, e que qualquer um que faz um cursinho de desenvolvimento e não têm nenhum apego às práticas de qualidade, pode ser considerado como o ideal. Não é interesse da empresa abrir nossos olhos, nem a concorrência. Quando há uma representação forte da classe, dificilmente este tipo de reportagem sairia em uma revista. Conhece a mamãe CUT???CONSELHO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, PARA PROFISSIONAI DE TI, JÁ!!!
Entendi seu ponto de vista, e imagino que os sindicatos de desenvolvedores, esforços isolados, cobram na folha do funcionario, etc, e não vejo moverem uma palha sequer, ta lá, o cara ralando 10h-12h por dia, desenvolvendo sistemas complexos e que agregam valor a empresa (sistemas de 200 mil para cima), e tirando no final do mes R$ 1.400,00 - R$ 1.600,00, CLT…
Existe a SBC (Sociedade Brasileira de Computação), que não serve para nada… (fui radical agora, me perdoe se ofendi alguem), mas não entendo esse comportamento:
[b]A comunidade científica da computação brasileira vem discutindo a questão da regulamentação da profissão de Informática desde antes da criação da SBC em 1978.Fruto dos debates ocorridos ao longo dos anos, nos diversos encontros de sua comunidade científica, em relação às vantagens e desvantagens de uma regulamentação da profissão de informática, a SBC consolidou sua posição institucional em relação a esta questão pela formulação dos seguintes princípios, que deveriam ser observados em uma eventual regulamentação da profissão:
Exercício da profissão de Informática deve ser livre e independer de diploma ou comprovação de educação formal. Nenhum conselho de profissão pode criar qualquer impedimento ou restrição ao princípio acima. A área deve ser Auto-Regulada.Os argumentos levantado junto à comunidade da SBC e que nortearam a formulação dos princípios acima estão detalhados na Justificação que acompanha o PL 1561/2003, o qual é integralmente apoiado pela Sociedade de Computação. [/b]
Fonte: http://www.sbc.org.br/index.php?language=1&subject=107
Tem mais de 30 anos que a comunidade cientifica de computação esta tentando regulamentar, porem os caras da SBC, não querem, preferem que “A área deve ser Auto-Regulada.” é até engraçado se não fosse tragico… Area auto-regulada? Isso não funciona…
Fui procurar as ultimas noticias sobre esforço e entrei essa, foi a ultima, olha para o que os caras reunem, a ultima noticia sobre regulamentação:
Reunem para mudar o nome, por que o outra nome não deveria “contemplar todas as ações dessa diretoria”… eitcha meu Brasil!!!
Se você continuar em empresinhas meia-boca, isso vai realmente acontecer. Vá para grandes empresas. Obviamente, você não vai entrar em uma ganhando seus 6k por mês, vai começar por baixo. Mas lá, existe chance de progressão.
Não acho que criar regulamentações e conselhos melhore esse quadro. Aliás, só piora. No lugar de você poder ter um emprego meia-boca, você passa a não ter emprego nenhum. Ou começa a vender assinatura, para outra pessoa que não possa assinar ganhe tão mal quanto você.
Sou a favor sim, de uma certificação oficial, um exame. Mas não de regulamentações e protecionismos de mercado. Isso aí é querer escorar sua incompetência em força política.
Ja trabalhei em empresas grandes onde vc era simplismente um recuso entre vários… se vc matasse o dragão de 7 cabeças quem levava a glória era o seu gerente de projetos pq o CEO nem sabia de sua existencia… acho q o que diferencia não é o tamanho e sim a filosofia da empresa ou melhor a cabeça do CEO dela… se o CEO for extremamente politico todos são peão e fim de papo… o que poderia ser interessante na regulamentação seria dar um jeito de impedir a desvalorização do pessoal de TI fixando um salario base para tal… pois hj e assim chega meia duzia e faz o serviço qse de graça este pequeno fato faz o valor da maioria despencar… e seus anos de estudo, dedicação e sua grana gastada se tornam um prejuizo… o foda e que tem muitos profissionais bons e com uma boa qualificação que trabalham qse de graça… e isto afunda o mercado de TI… se a regulamentação fixasse um piso salarial isto seria algo bom…
Se você quer ser respeitado como projetista, cientista ou engenheiro de software, tem que seguir carreira acadêmica. Não há outra solução. O mercado de TI é mercado corporativo. É natureza de administradores tratarem funcionários como peões.Quando li a matéria da exame, achei um absurdo, mas depois pude perceber que é realidade. Infelizmente a resvista tem razão.
É a realidade apenas no Brasil.
Se você continuar em empresinhas meia-boca, isso vai realmente acontecer. Vá para grandes empresas. Obviamente, você não vai entrar em uma ganhando seus 6k por mês, vai começar por baixo. Mas lá, existe chance de progressão.
Se você babar muito o ovo do seu chefinho, você quer dizer.
Mas uma coisa é verdade, entre as categorias de desenvolvimento de software, podemos colocar os programadores como a mão de obra mais barata.
Acho muito dificil em uma mesma empresa um programador ganhar mais que o Especialista, Analista, ou Gerente de Projetos.
Talves ganhe mais que um testador de softwares, mas para ser testador muitas vezes nem exigem formação ou conhecimento me programação.
Não acho que em empresas grandes essa realidade muda, acho que o que pode mudar isso é próprio capital, ou seja, talvez um dia algumas empresas passem a tratar os seus funcionários como pessoas e não como recursos, ai também elas irão se preocupar mais com a qualidade dos sistemas e não apenas em cumprir prazos e reduzir custos, ai então essas empresas conseguirão mais projetos, clientes mais satisfeitos e passarão a lucrar mais.
PS: acho que essas empresas já existem, são poucas, mas elas ainda não lucram quanto aquelas da moda antiga… 
@Deiverson
Antes era muito mais fácil para as universidades serem o top de tecnologia, já que as redes de trocas de informação eram muito fortes entre as universidades. E outra coisa: a área de IT cresceu muito, mas muito mesmo. Eu vejo como impossível uma faculdade, que não seja custeada por uma grande instituição(normalmente o governo), ter capacidade financeira para abrangir toda a área de IT.Sim, até por que as bolsas de mestrado e doutorado tem valor baixo demais, o CNPQ, não paga bem para pesquisadores que desenvolvem projetos de inovação tecnologica, infelizmente, mas eu digo algumas reformuladas, por exemplo, curso de bacharel em ciencia da computação, 4 anos, a pessoa vê materias que raramente aplicam no mercado, essas materias deveriam ser exterminadas, ou deveria ter um curso “ciencias da computação cientifica” e “ciencias da computação mercadologica”, hehe:
- Álgebra Linear
- Análise Matemática
- Compiladores (putz)
- Estatística e Probabilidade
- Geometria Analítica
- Linguagem de Programação Estruturada
- Matemática Discreta
- Teoria dos Grafos
- Etc…
A chance do mercado te exigir isso é 0,0001%… grandes partes dos projetos não exigem nada disso… Sei la, se você for desenvolver um software que vai operar em uma cabine de avião, progarmar um satelite, mesmo assim até sistemas criticos como aquela sonda enviada para Marte, Spirit, usou Java orientado a objetos…
As empresas querem produtividade, que você aprenda a mexer em framework´s que alem de facilitar a nossa vida, como desenvolvedor, eles conseguem entregar rapido o projeto e faturar logo…
Não leva a mal não, mas um pesquisador hoje ganha mais de R$10.000 aqui no brasil, e esse é um padrão para a área. Não importa se for medicina, computação, ou geografia.
Essas matérias que citou, são o mínimo que você precisa saber para não se encaixar na matéria da resvista exame, e nem como o escravo do vídeo postado.
Todo projeto precisa de prazo, claro, mas não acho justo o capataz ditar isso. Colocar pressão em cima de pessoas que trabalham usando raciocínio, apenas prejudicará o desenvolvimento do projeto.
@Deiverson
Antes era muito mais fácil para as universidades serem o top de tecnologia, já que as redes de trocas de informação eram muito fortes entre as universidades. E outra coisa: a área de IT cresceu muito, mas muito mesmo. Eu vejo como impossível uma faculdade, que não seja custeada por uma grande instituição(normalmente o governo), ter capacidade financeira para abrangir toda a área de IT.Sim, até por que as bolsas de mestrado e doutorado tem valor baixo demais, o CNPQ, não paga bem para pesquisadores que desenvolvem projetos de inovação tecnologica, infelizmente, mas eu digo algumas reformuladas, por exemplo, curso de bacharel em ciencia da computação, 4 anos, a pessoa vê materias que raramente aplicam no mercado, essas materias deveriam ser exterminadas, ou deveria ter um curso “ciencias da computação cientifica” e “ciencias da computação mercadologica”, hehe:
- Álgebra Linear
- Análise Matemática
- Compiladores (putz)
- Estatística e Probabilidade
- Geometria Analítica
- Linguagem de Programação Estruturada
- Matemática Discreta
- Teoria dos Grafos
- Etc…
A chance do mercado te exigir isso é 0,0001%… grandes partes dos projetos não exigem nada disso… Sei la, se você for desenvolver um software que vai operar em uma cabine de avião, progarmar um satelite, mesmo assim até sistemas criticos como aquela sonda enviada para Marte, Spirit, usou Java orientado a objetos…
As empresas querem produtividade, que você aprenda a mexer em framework´s que alem de facilitar a nossa vida, como desenvolvedor, eles conseguem entregar rapido o projeto e faturar logo…
Não leva a mal não, mas um pesquisador hoje ganha mais de R$10.000 aqui no brasil, e esse é um padrão para a área. Não importa se for medicina, computação, ou geografia.
Essas matérias que citou, são o mínimo que você precisa saber para não se encaixar na matéria da resvista exame, e nem como o escravo do vídeo postado.
Concordo com o Julio. E além do mais, essas matérias são importantes porque muitas vezes ajudam agente a ver um código de forma mais clara, ou seja, vc tem uma visão mais específica de como o componente fuciona e te ajudará, matando, muitas vezes, erros de lógica.
Essa matéria apenas mostrou como o jornalista é leigo e não se preocupou em saber mais a fundo como funciona um desenvolvidor mais experiente. Não sei no mundo, mas aqui no Brasil os desenvolvedores também são analistas, ou seja, muitas vezes cabe a ele fazer os diagramas, relação de banco de dados, relação de classes entre outros, e não como um “pedreiro” igual a revista mostrou.
@Deiverson
Antes era muito mais fácil para as universidades serem o top de tecnologia, já que as redes de trocas de informação eram muito fortes entre as universidades. E outra coisa: a área de IT cresceu muito, mas muito mesmo. Eu vejo como impossível uma faculdade, que não seja custeada por uma grande instituição(normalmente o governo), ter capacidade financeira para abrangir toda a área de IT.Sim, até por que as bolsas de mestrado e doutorado tem valor baixo demais, o CNPQ, não paga bem para pesquisadores que desenvolvem projetos de inovação tecnologica, infelizmente, mas eu digo algumas reformuladas, por exemplo, curso de bacharel em ciencia da computação, 4 anos, a pessoa vê materias que raramente aplicam no mercado, essas materias deveriam ser exterminadas, ou deveria ter um curso “ciencias da computação cientifica” e “ciencias da computação mercadologica”, hehe:
- Álgebra Linear
- Análise Matemática
- Compiladores (putz)
- Estatística e Probabilidade
- Geometria Analítica
- Linguagem de Programação Estruturada
- Matemática Discreta
- Teoria dos Grafos
- Etc…
A chance do mercado te exigir isso é 0,0001%… grandes partes dos projetos não exigem nada disso… Sei la, se você for desenvolver um software que vai operar em uma cabine de avião, progarmar um satelite, mesmo assim até sistemas criticos como aquela sonda enviada para Marte, Spirit, usou Java orientado a objetos…
As empresas querem produtividade, que você aprenda a mexer em framework´s que alem de facilitar a nossa vida, como desenvolvedor, eles conseguem entregar rapido o projeto e faturar logo…
Não leva a mal não, mas um pesquisador hoje ganha mais de R$10.000 aqui no brasil, e esse é um padrão para a área. Não importa se for medicina, computação, ou geografia.
Essas matérias que citou, são o mínimo que você precisa saber para não se encaixar na matéria da resvista exame, e nem como o escravo do vídeo postado.
Concordo com o Julio. E além do mais, essas matérias são importantes porque muitas vezes ajudam agente a ver um código de forma mais clara, ou seja, vc tem uma visão mais específica de como o componente fuciona e te ajudará, matando, muitas vezes, erros de lógica.
Essa matéria apenas mostrou como o jornalista é leigo e não se preocupou em saber mais a fundo como funciona um desenvolvidor mais experiente. Não sei no mundo, mas aqui no Brasil os desenvolvedores também são analistas, ou seja, muitas vezes cabe a ele fazer os diagramas, relação de banco de dados, relação de classes entre outros, e não como um “pedreiro” igual a revista mostrou.
Putz, essa matéria é de 2007…
Putz, essa matéria é de 2007…
É sim…hoje em dia deve estar muito pior.
Da ideia para isso não. Querem falar da Profissão dos outros e não se ligam no próprio trabalho que realmente é uma m* não procuram nem pesquisar o que é realmente um programador.
Sim, até por que as bolsas de mestrado e doutorado tem valor baixo demais, o CNPQ, não paga bem para pesquisadores que desenvolvem projetos de inovação tecnologica, infelizmente, mas eu digo algumas reformuladas, por exemplo, curso de bacharel em ciencia da computação, 4 anos, a pessoa vê materias que raramente aplicam no mercado, essas materias deveriam ser exterminadas, ou deveria ter um curso “ciencias da computação cientifica” e “ciencias da computação mercadologica”, hehe:
- Álgebra Linear
- Análise Matemática
- Compiladores (putz)
- Estatística e Probabilidade
- Geometria Analítica
- Linguagem de Programação Estruturada
- Matemática Discreta
- Teoria dos Grafos
- Etc…
A chance do mercado te exigir isso é 0,0001%… grandes partes dos projetos não exigem nada disso… Sei la, se você for desenvolver um software que vai operar em uma cabine de avião, progarmar um satelite, mesmo assim até sistemas criticos como aquela sonda enviada para Marte, Spirit, usou Java orientado a objetos…
As empresas querem produtividade, que você aprenda a mexer em framework´s que alem de facilitar a nossa vida, como desenvolvedor, eles conseguem entregar rapido o projeto e faturar logo…
Os cursos tecnologos ja sao mais ou menos o que voce chama de “ciencias da computação mercadologica”.
O problemas é que não existe uma padronização da grade curricular desse curso. Há também bacharelados com essa mesma proposta. Acho imprescindivel acabar com isso com um passo importante para a regulamentacao de nossa profissao. Acredito que tenham que fixar 3 ou 4 anos. Pessoalmente acredito que menos de 4 anos numa universidade nao seja suficiente. Falo isso criticando o meu proprio caso q estou me formando tecnologo depois de 3 anos.
Esta na hora mesmo de diferenciar um tecnologo de um cientista. Acho que no curso de tecnologia nao deve ser eliminado por completo as cadeiras de exatas. Matematica Discreta, Teoria dos Grafos, Estatistica Descritiva e o basico de Lógica Digital devem ser obrigatorios para qualquer profissional da área de informatica. Sem falar em estruturas de dados I e II. Eu nao tive esses cursos na minha faculdade, mas reconheco a importancia deles.
a unica forma de tratarem você como um operário é se você se portar com um 
se você é mesmo um operário então se especialize para não ser tratado como um
se o lugar onde você trabalha só aceita operários (ou recurso) e isso é ruim para você então procure outro lugar
(oops)
Bom, falam tanto de fábrica e esquecem dos papéis não acho válido ficar em disputas para ver qual método certo, da mesma forma que a ferrari e outras montadoras constroem carros de maneira mais artesanal, existe a VW, FIAT e etc. que usam este processo que cria o chão de fábrica. Há espaço para ambos.
Não existe essa eu acredito que um modelo de fabrica funcione assim como o ágil, cada um com seu propósito…
Não adianta achar que martelo e prego é a unica solução pra fixar algo em uma parede, muito menos achar que eles só servem pra isso.
Prefiro Fábricas de Software…
Loucura o artigo!
nada haver!
vlw
a unica forma de tratarem você como um operário é se você se portar com um![]()
se você é mesmo um operário então se especialize para não ser tratado como um
se o lugar onde você trabalha só aceita operários (ou recurso) e isso é ruim para você então procure outro lugar
A revista faz várias analogias com fábricas de carros, ou de peças de qualquer tipo, sempre associando o programador como funcionário de linha de montagem. Chegando a comparar um emprego de programador com o de um atendente de call center.
Também pudera, o público-alvo da revista é gerência/diretoria, mas não vi nela um pingo de atenção ao programador, alvo da matéria. Sendo que a maioria de nós deve ler revistas deste tipo e fazer coisas como investimentos, ações, etc… Coisas do tipo que a revista não citou.
Abaixo seguem trechos da matéria:
É comum também que jornalistas não saibam exatamente sobre os assuntos que estão escrevendo também.
Sim, um funil chamado (na maioria das vezes) incompetência. Muitos gerentes foram programadores medíocres, que subiram graças a social skills ou coisas afins.
Aqui a revista fala sobre o fato de ter empresas procurando profissionais em escolas de idiomas:
Programar? Ou arrastar componentes e traduzir um doc que especifica até os ifs em código-fonte?
A revista ainda vomita como exemplo, obviamente visando estereotipar, um jovem de 22 anos e termina a matéria dizendo:
Peço a todos vocês que leiam a matéria completa e tirem suas conclusões.
E, quem tiver um nível de redação bom, que por favor escreva um e-mail explicando pra revista o que são e o que fazem os programadores de verdade.
As pessoas que vão te entrevistar na sua procura pelo próximo emprego. Isso se você for procurar emprego por qualquer motivo.
Enquanto eles pensam assim, os projetos vão indo para o ralo, falhando sucessivamente, passam-se meses, e sistemas continuam com erros, voltando intermitavelmente para correções e assim vai… mas vai chegar o dia, em que as pessos técnicas serão melhor vistas e remuneradas… ou… ou as coisas contunuarão falhando, atrasando, com baixa qualidade…
E os preenchedores de planilha continuarão se “achando”…
é a trise realidade, onde empresas querem construir algo bom e com qualidade dentro do prazo com 3467 estagiários… eu sei onde vai dar isso…
Então galera, colhi as opiniões de muita gente, misturei com as minhas que martelam na minha cabeça faz uns 2/3 anos e isso tudo só reforçou a minha opinião ( que mais parece de sindicalista ):
Enquanto a categoria for desunida ela tem mais é que se dar mal.
Porque o pessoal não se mete a besta com os metroviários? Ou com os metalúrgicos?
Até mesmo motoboys, se vc se envolver em um acidente com um, em cinco minutos a roda já tá fechada em cima de vc. Outro dia uma mulher derrubou um e tentou fugir, uns cinco-dez foram atrás dela e trouxeram ela de volta. Na marra.
Nesse sentido, nós programadores temos muito o que aprender com eles.
Agora me digam: Quando foi a última vez que vocês viram uma greve de profissionais de TI?
Podem falar que não, ou chamar de outra coisa, mas partindo do ponto de que nós (CLT) temos desconto em folha de um sindicato, na maioria dos casos o SINDPD, somos uma categoria sim.
E você ainda não percebeu que tão fácil como vc chega, vc pode sair? Sempre existe alguém melhor, mais jovem e disposto a fazer o seu trabalho por menos do que vc ganha. E se vc não for CLT, pode chegar na segunda e descobrir que não trabalha mais na empresa.
Leis trabalhistas servem (ou deveriam servir) para te dar o mínimo de segurança e estabilidade no emprego.
Então galera, colhi as opiniões de muita gente, misturei com as minhas que martelam na minha cabeça faz uns 2/3 anos e isso tudo só reforçou a minha opinião ( que mais parece de sindicalista ):Enquanto a categoria for desunida ela tem mais é que se dar mal.
Porque o pessoal não se mete a besta com os metroviários? Ou com os metalúrgicos?
Até mesmo motoboys, se vc se envolver em um acidente com um, em cinco minutos a roda já tá fechada em cima de vc. Outro dia uma mulher derrubou um e tentou fugir, uns cinco-dez foram atrás dela e trouxeram ela de volta. Na marra.Nesse sentido, nós programadores temos muito o que aprender com eles.
Agora me digam: Quando foi a última vez que vocês viram uma greve de profissionais de TI?
Pra que isso??? Emprego tem a dar com os pés, se o cara quer trabalhar por 1000 azar… tem mercado pra todo tipo de profissional… ou a empresa paga, ou empregado não fica 6 meses na empresa… é a vida… vejam na própria revista, onde comentam que no brasil não chega a ser a india onde os salários sobem 18% ao ano, e a rotatividade nas empresas ficam em 25% ao ano…
No Brasil segundo a mesma revista, os salários sobem a 8% e a rotatividade fica em 10% ao ano…
É isso aí pessoal, a fila anda, só ganha 1000 quem quer, ou não tiver capacidade!!! É a lei do mercado, e nada é melhor que isso!!!
Mecham-se.
Concordo com vc Maurício, mas o problema é que nesse caso (e espero que concorde comigo nesse aspecto) a teoria é muito diferente da prática. Tanto do lado do jornalista parcial, quanto do leitor que não digere o que leu.
Eu usei a revista para mostrar a visão que esse pessoal tem (de parte) da gente. Eu vesti a carapuça, reconheço, e acabei tentando combater fogo com fogo, ou parcialidade com parcialidade. Mas não me arrependo e mantenho tudo o que disse.
Olha, cuidado que eu sou pro naquilo hein? 
Além do mais é pra isso que serve um forum de discussão, não é mesmo?