eu acho bacana. mas o correto, e usado muito pelos professores unviersitarios, é sitio.
e para link, apontador ou ponteiro.
laioute nunca vi
thegoergen
O correto seria aportuguesar tudo, mas traduzindo sempre. SAITE é forçado… Sítio eu já vi em muitos lugares aqui no Brasil, em Portugal é sempre assim, não usam SITE.
Leiaute eu vi em algum lugar, mas acho que foi em algum fórum. Não é nem um pouco bonito, mas eu não sei um tradução para Layout…
R
raf4ever
Paulo Silveira:
eu acho bacana. mas o correto, e usado muito pelos professores unviersitarios, é sitio.
e para link, apontador ou ponteiro.
laioute nunca vi
bacana? isso tá deturpando (ainda mais) a lingua.
se querem abrasileirar que pelo menos façam da forma correta(como o “sitio” que vc citou ) :lol:
R
raf4ever
eh esse o ponto…pra que inventar palavras???
thegoergen
Em português parece ser LEIAUTE mesmo…
jingle
eh esse o ponto…pra que inventar palavras???
pra mim o que eu acho mais preocupante é esta linguagem de msn que acaba caindo em normalidade exemplo : “eh”
thegoergen
eh esse o ponto…pra que inventar palavras???
pra mim o que eu acho mais preocupante é esta linguagem de msn que acaba caindo em normalidade exemplo : “eh”
E a falta de vírgulas indicando pausas!
Leozin
pior não é abrasileirar e sim achar que fala inglês
por exemplo, “mousepad”
tem gente que fala “pé-de-mouse”
tudo a ver né?
thegoergen
Essa é forçação total! E pior ainda, se é pra traduzir, porque o “mouse” ficou?? hauhauha
neohacker
Certas coisas jamais deveriam ser traduzidas. Como termos relacionados a DB.
e.g. Procedimento de armazenamento, visões, gatilhos entre outras coisas horríveis.
thegoergen
Na verdades, acho que é questão de costume…
Hoje em dia ninguém reclama de um verbinho conhecido: Eu deleto, tu deletas, ele deleta, nós deletamos, vós deletais, eles deletam. Onde foi parar o nosso brasileiro “apagar”???
Existem outras palavras que foram aportuguesadas, como sanduíche que era Sandwich, ou futebol, basquetebol, voleibol, handebol…
S
Schuenemann
Nunca vi ninguém falar em deletar que não fosse relacionado ao computador, embora eu soube que a palavra foi incluída no idioma.
Sobre o leiaute, já vi em vários lugares. O livro dos Deitel fala ou falava assim.
E sítio eu acho horrível, mas parece que foi a adotada pela literatura.
thegoergen
Schuenemann:
Nunca vi ninguém falar em deletar que não fosse relacionado ao computador
Minha mãe fala. :lol: Ela de vez em quando diz assim : " Tá, tá. Deleta o que falei, eu quis dizer blá blá blá… "
T
thingol
A grafia oficial é “leiaute”.
Você pode usar “sítio” ou “site”.
Você pode usar “ecrã” ou “tela” dependendo do seu país (assim como você pode usar “rato” ou “mouse”.)
R
raf4ever
thingol:
A grafia oficial é “leiaute”.
oficial onde?
thegoergen
raf4ever:
thingol:
A grafia oficial é “leiaute”.
oficial onde?
Pergunta interessante, existe um “dicionário oficial” no país??
R
raf4ever
thegoergen:
raf4ever:
thingol:
A grafia oficial é “leiaute”.
oficial onde?
Pergunta interessante, existe um “dicionário oficial” no país??
se me mostrarem só um que tenha “leiaute”,rasgo meu diploma da 4a série
thegoergen
raf4ever:
thegoergen:
raf4ever:
thingol:
A grafia oficial é “leiaute”.
oficial onde?
Pergunta interessante, existe um “dicionário oficial” no país??
se me mostrarem só um que tenha “leiaute”,rasgo meu diploma da 4a série :)
esse nunca vi… em lugar nenhum, pra mim parece aqueles grosso querendo escrever em inglês
dreamspeaker
Sitio é comum… leiaute acho um pouco menos comum…
Mas acho os dois horrendos. Prefiro usar o termo original, entre aspas ou em itálico se necessário.
W
windsofhell
hahahahaha
Isso me lembra que tinha uma secretaria em um dos meus antigos trampos que nao falava um “a” em ingles e ela sempre recebia telefonemas em ingles, nada complicado, geralmente era so atender e repassar a ligacao.
Ela tinha um papelzinho com algumas perguntas basicas tipo:
Quem nai reulpiu?
U an moment plis.
Xis noti rir. Udiu laiki tcho livi a message?
hahahaha
Acho que isso rola em todas as linguas, em sueco tem um monte de coisas desse tipo, por exemplo:
manda um email em sueco eh “mejla”.
//Daniel
thegoergen
- Quem nai reulpiu?
U an moment plis.
Xis noti rir. Udiu laiki tcho livi a message?
hauhauahauhauha.
Isso sim é embromation .
Eu acho que o português é bonito por causa desses neologismos. É fácil de incorporar novas expressões…
cv1
Mais ou menos. Muita gente ainda odeia verbar qualquer substantivo, ou substantivar verbos, que eh algo muito pratico em ingles.
sergiotaborda
raf4ever:
Pessoal,
wtf é essa mania de “abrasileirar” á força os termos técnicos que tanto temos visto por ai?
Existe uma diferença entre abrasileirar (aporteguesar) e destruir. salvar é o brasileirismo para “save”. Embora errado é inócuo. Agora, “saite” é destruição. Isso não é portugues nem ingles é uma @#$@#$ qualquer.
Use sitio. vinculo, ligação ou hiperligação (link). Navegador em vez de browser.
Não use “saite”, “línc” ou “brouzer”.
Em textos tecnicos vc pode usar as palavras originais, sobretudo quando é dificil de traduzir como hash e array.
Lembre-se sempre que usar a palavra original é sempre mais correto que inventar uma palavra. E usar uma expressão correta em portugues é sempre melhor que a expressão na lingua original.
josenaldo
Acho que vou comçeçar a “abrasileirar meu inglês”, começando pelos fontes, como fazem em algumas traduções.
classe publica TesteAloMundo {
publico estatico nada principal(Texto[] args) {
Sistema.saida.imprimeLinha("Alô mundo!");
}
}
thegoergen
josenaldo:
Acho que vou comçeçar a “abrasileirar meu inglês”, começando pelos fontes, como fazem em algumas traduções.
classe publica TesteAloMundo {
publico estatico nada principal(Texto[] args) {
Sistema.saida.imprimeLinha("Alô mundo!");
}
}
hehehehe… Sabe que se um dia algum brasileiro conseguir fazer uma linguagem de programação assim, o ensino vai ficar mais fácil para os mais novos? Fica mais parecido com algoritmo… Mas isso é só pra próxima geração… hehehehehe
Mas a parte do “Alô mundo!” é melhor do que o clássico “Hello World!”, será que não??
cv1
‘Salvar’ nao eh brasileirismo. Eh a traducao de ‘save’. Brasileirismo eh ‘pé-de-mouse’. E ‘saite’ eh motivo pra assassinato, com base legal suficiente pra justificar legitima-defesa.
Excesso de silabas. Link e site sao monossilabas e todo mundo ja conhece hoje em dia. Chega pra sua mae e pede pra ela clicar na 3a hiperligacao na coluna principal do sitio da UOL, e ela com certeza perguntar se vc ta com algum problema. Diz pra ela clicar no 3o link da coluna principal do site da uol, e ela nao acha que vc ta precisando duma namorada. Simples assim.
J2Alex
E aí, já rasgou o seu diploma? :lol:
neohacker
“meu imeiu é …@” :lol:
Odeio traduções de termos técnicos :evil:
thegoergen
neohacker:
“meu imeiu é …@” :lol:
Odeio traduções de termos técnicos :evil:
IMEIU não é tradução. Agora “endereço eletrônico”…
cv1
thegoergen:
neohacker:
“meu imeiu é …@” :lol:
Odeio traduções de termos técnicos :evil:
IMEIU não é tradução. Agora “endereço eletrônico”…
Tá. Põe lá no seu cartão de visita:
“Endereço de correio eletrônico: professor.pasquale@…”
thegoergen
cv:
thegoergen:
neohacker:
“meu imeiu é …@” :lol:
Odeio traduções de termos técnicos :evil:
IMEIU não é tradução. Agora “endereço eletrônico”…
Tá. Põe lá no seu cartão de visita:
“Endereço de correio eletrônico: professor.pasquale@…”
Melhor do que Imeiu: carla.perez@…
sergiotaborda
‘Salvar’ nao eh brasileirismo. Eh a traducao de ‘save’. Brasileirismo eh ‘pé-de-mouse’. E ‘saite’ eh motivo pra assassinato, com base legal suficiente pra justificar legitima-defesa.
A tradução de save é “guardar”. Save pode ser “salvar” mas noutro contexto (salvar as baleias) não com sentido
de persistencia.
Site tem duas silabas (si-te). O seu argumento não é válido (doesn’t hold)
dreamspeaker
Site é monossilabico, pelas regras de lá. Pelo menos é o que o Michaelis diz.
Michaelis:
site
site
n 1 posição, lugar, terreno. 2 Comp site. ? vt posicionar, localizar.
Por exemplo, inside são duas silabas
Michaelis:
inside
in.side
n 1 interior, parte interna, lado interno. 2 conteúdo, entranhas. take the inside out of that glass! / emborque o copo.
sergiotaborda
Site é monossilabico, pelas regras de lá.
Mas não pelas daqui. O argumento era que pronunciar “site” era mais vantajoso que “sitio” porque seria um monosilabo. Uma pessoa com português nativo não vai diferenciar a pronuncia de um do outro, logo não ha vantagem nenhuma na pronuncia. Logo, “sitio” deve ser usado. O mesmo não se aplica a (hiper)link e (hiper)ligação por exemplo.
P
pcassiano
Olá a todos.
Acho que abrasileiramento horroroso! O pior é que tem “mestre” em lingüística que deixa passar umas coisas toscas em livros traduzidos, abrasileirados… :twisted:
Para mim quando não houver uma tradução inteligível, o termo tem de ficar em inglês mesmo!
Se ninguem conhecesse link e site, eu diria que link ganha, mas sitio faz mais sentido. E, se vc quer bater boca soh por bater boca, ‘link’ tb tem duas silabas nas regras da pronuncia portuguesa (lin.que)
wmitsuda
Não vejo problema em usar termos em inglês de uso comum misturado c/ termos em português sem ficar “abrasileirando” a escrita.
Tenho a impressão que quem faz esse tipo de tradução são acadêmicos conservadores com a língua portuguesa (pelo menos nunca vi traduções desse tipo em lugares que não fossem artigos/papers escritos por algum acadêmico ou alguém relacionado com o meio).
Agora, uma coisa que está se tornando muito comum, e que eu acho irritante, é abrasileirar termos em inglês usando palavras em português com pronúncia parecida, mas com significado nada a ver. Por exemplo:
Traduzir “subtitle” (legenda) p/ “subtítulo”: “Não consegui baixar o subtítulo do filme”.
Traduzir “resume” (continuar, reiniciar, dependendo do contexto) p/ “resumir”: “Eu vou resumir o download que eu tinha interrompido”.
Fala sério né?
D
djemacao
Se puderem olhar um manual de redação e estilo, saberão que é uma regra deixar o máximo possível das palavras de outro idioma em nosso. Tentar traduzir é o que sempre vão fazer.
O problema que vejo, no caso da informática, por exemplo, é que certas palavras ficam sem sentido quando traduzidas. Mas isso não é diferente em medicina, em direito e etc. A questão aqui é quem traduz. Se o cara não é da área, já era. Ele vai traduzir do jeito que ele lê e ponto final. Ele não sabe o que é mesmo.
Agora, dificilmente vão traduzir coisas como “mouse”, “e-mail” e outros mais comuns né. Só se o cara for de outro planeta. Mas lendo o tópico ressuscitado pelo colega @dreamspeaker, fiquei bobo com o que chegaram a traduzir já. Mostra total falta de um profissional da área para fazer o trabalho. E se diz que é, pelo amor de Deus, deve ter ficado sem emprego.
rodrigoy
Termos do Scrum: Scrum é um conglomerado de jogadores de Rugby, numa disputa. Em português de Portugal isso se chama “Aranha”. Seria legal chamar a metodologia de “Aranha”? Ou melhor… temos o “Daily Scrum”. Podemos chamar de “Aranha Diária”?
Não gosto, e nada me convence a não usar os termos originais em inglês. Não acho termos convincentes em português para Hype, Pattern, Design e muitos outros…
Nesse mundo globalizado a tendência é que vamos ter que conviver um bom tempo com esses termos. Daqui a 10 anos terá alguns em chinês. Mas, de qualquer forma, odeio: aki, eh, akele, pra mim fazê e outros… Fórum de discussão é sério. Deveria ser mais formal (ao menos pontuação e acentuação, não precisa ser Prezado Sr. e etc…)
D
djemacao
rodrigoy:
Termos do Scrum: Scrum é um conglomerado de jogadores de Rugby, numa disputa. Em português de Portugal isso se chama “Aranha”. Seria legal chamar a metodologia de “Aranha”? Ou melhor… temos o “Daily Scrum”. Podemos chamar de “Aranha Diária”?
Não gosto, e nada me convence a não usar os termos originais em inglês. Não acho termos convincentes em português para Hype, Pattern, Design e muitos outros…
Nesse mundo globalizado a tendência é que vamos ter que conviver um bom tempo com esses termos. Daqui a 10 anos terá alguns em chinês. Mas, de qualquer forma, odeio: aki, eh, akele, pra mim fazê e outros… Fórum de discussão é sério. Deveria ser mais formal (ao menos pontuação e acentuação, não precisa ser Prezado Sr. e etc…)
Ai que tá, se um cara que não pertence a área de informática, mesmo lá fora, ver scrum, não chegará rapidamente na conclusão X antes de passar por Y.
Por isso que, se a tradução for feita por uma pessoa que não pertence a área, lamentavelmente haverá muitas palavras sendo traduzidas por causa da conclusão X.
Eu não detesto as nossas abreviações. Já olhou as do Indianos? Eles não sabem escrever de outra forma que não seja abreviando tudo.
Andre_Brito
Nossa… eu só fui entender sobre o que você tava falando (site, layout) depois de ver as mensagens…
sergiotaborda
djemacao:
Se puderem olhar um manual de redação e estilo, saberão que é uma regra deixar o máximo possível das palavras de outro idioma em nosso. Tentar traduzir é o que sempre vão fazer.
O problema que vejo, no caso da informática, por exemplo, é que certas palavras ficam sem sentido quando traduzidas. Mas isso não é diferente em medicina, em direito e etc. A questão aqui é quem traduz.
Exatamente. Tradução tecnica é coisa para equipes e não para pessoas singulares.
Um especialista em portugues e na lingua estrangeira junto com um especialista na área.
Muitas vezes existem traduções corretas para portugues que o tecnico desconhece porque está viciado em usar o ingles. É uma limitação de algumas pessoas não utilizar o portugues corretamente e dar preferencia ao ingles.
Algumas palavras são realmente dificeis de traduzir e a equipa não pode criar palavras.
Por outro lado, o tecnico impede os especialistas em linguas de cometer gafes. Por exemplo outro dia li “Caso Alto” como tradução de “Upper Case” cuja tradução correta é “Caixa Alta”. “Caixa” é um termo tecnico da tipografia. Um informático pode não saber isso, mas um especialista em ingle deve saber isso. Ou então não é especialista.
O cuidado com as traduções e a propria lingua portugues é descuidado no Basil. É comum ler palavras erradas ou ouvir jornalista falarem errado. Nas publicações tecnicas isso é ainda mais perigoso.
A razão para que no Brasil se fale “ion” e em Portugal “ião” é que no brasil essa palavra não foi traduzida.
Agora é tarde.
Mouse é facilmente traduzido para Rato. fora do brasil se usa esse nome. O problema ai é cultural. No brasil a primeira tradução foi “a não tradução” (brasileiro adora isso) e ficou mouse. Lá fora o pessoal se esforçou e traduziu para rato. Como foi traduzido assim desde o principio, pegou. Na realidade “rato” é o mesmo conceito que “mouse”, mas quem fala mouse no Brasil não associar a “uma coisa com causa e orelhas”
e-mail e site são traduzido para correio eletrónico e sitio, respectivamente. Essa é a tradução usada em documentos oficiais ( na lei por exemplo) e portanto, a tradução oficial.
Quando se traduz algo se traduz para um determinado publico. É o contexto do documento que dita a “profundidade” da tradução. Num texto tecnico não seria necessário traduzir, mas num anuncio de TV, numa revista generalista ou num documento oficial sim.
Uma outra regra da tradução é “Nomes próprios não se traduzem”. Aqui o problema é saber quando o nome é proprio ou comum (até o google sabe isso “Steve Jobs…” ). Scrum é um nome próprio de uma metodologia. Não é necessária traduzir. Screen é um nome comum. Podemos facilmente traduzir.
Mas existe uma fronteira dúbia. Se a tradução não existe é porque o dominio não é explorado em protugues.
A falta de tradução para algumas palavras é porque não existe uma comunidade se esforçando para as traduzir. TRaduzir não significa que tem que ser 1:1 , é possivel traduzir expresões por palavras e palavras por expressões. Por exemplo, os nomes dos padrões de projeto. Eles são nomes próprios, mas podem ser traduzidos tal como ouro (gold) ou prata (silver) são também.
Em resumo. Tradução é um assunto sério e não é qualquer zé que pode fazer direito. Se a pessoa ou a publicação se preocupa em preservar a lingua ela investe e leva a tradução a sério. Caso contrário …
peerless
“leiaute” está errado. uma vez que layout é uma palavra composta de outras duas nativas da língua inglêsa. Leiaute seria a pronuncia e não deveria servir como uma tradução para isso, até pq não é! Comecem a chamar então de : camada espelho, hehe
fabim
Eu sou a favor de nao se aportuguesar NADA. A lingua que nós falamos ja tem palavras demais, e acentos (argh!) demais.
rafagil
Acho que deveríamos traduzir sim, todos os termos (com excessão dos que não possuem tradução, como design por exemplo).
Atualmente trabalho em uma empresa espanhola, e lido com pessoas de lá o tempo todo.
Os espanhóis traduzem tudo, tive problemas pra entender que eles queriam dizer JBoss, mas diziam “rota-boss” (o J tem som de “rr” em espanhol), ou log para java. Por que aqui temos que usar Jay-Boss ou Log For Jay?
Acho que deveríamos valorizar mais o nosso idioma (que é muito rico), e deixar um pouco de achar que tudo que é estrangeiro dá mais “status” (escreví entre aspas ok? rsrs).
Sou a favor do “Bar do Zé” ao invés de “Joseph’s Bar”
Afinal, estamos no Brasil, e aqui o idioma oficial é o português, gostem ou não.
J2Alex
Leiaute é aceito formalmente na língua portuguesa, procure num dicionário.
D
djemacao
Esse é um erro comum das editoras no Brasil. Contratam pessoas altamente técnicas, que podem até falar bem o inglês, mas é deprimente no português. Eu ia comprar um livro de Spring, que aqui foi traduzido (Spring em Ação). O tradutor é um cara da comunidade, porém, ele quase não traduz palavras que são facilmente postas em nosso sistema idiomático. Isso demonstra claramente que alguns tradutores, quando técnicos demais, possuem deficiência e muito grande no conhecimento da nossa língua. Infelizmente, poucas são as editoras que contratam 2 ou mais pessoas para uma tradução e revisão técnica, o que demonstra também uma economia porca. Sem contar que com apenas 1 pessoas, além de levar mais tempo na tradução, incorrendo a erros estúpidos, o livro quando lançado, já está ultrapassado.
D
djemacao
rafagil:
Acho que deveríamos traduzir sim, todos os termos (com excessão dos que não possuem tradução, como design por exemplo).
Atualmente trabalho em uma empresa espanhola, e lido com pessoas de lá o tempo todo.
Os espanhóis traduzem tudo, tive problemas pra entender que eles queriam dizer JBoss, mas diziam “rota-boss” (o J tem som de “rr” em espanhol), ou log para java. Por que aqui temos que usar Jay-Boss ou Log For Jay?
Acho que deveríamos valorizar mais o nosso idioma (que é muito rico), e deixar um pouco de achar que tudo que é estrangeiro dá mais “status” (escreví entre aspas ok? rsrs).
Sou a favor do “Bar do Zé” ao invés de “Joseph’s Bar”
Afinal, estamos no Brasil, e aqui o idioma oficial é o português, gostem ou não.
E tem gente que reclama dos argentinos dizerem que “somos macacos dos EUA”. O problema do brasileiro é bem claro: quer dar ênfase demais no que não precisa. Quer “falar difícil pra valorizar”. No fim das contas, não percebe que perde a identidade cultural.
victorwss
Esses dias peguei um caso de um usuário que misturou os jars da aplicação e deu NoSuchMethodError.
O cara tentando pronunciar Nosuque… No-sú… No-suquí me tódi…
Enfim, há coisas que são intraduzíveis (e por vezes soam muito estranhas) no português, que eu considero ruins: buffer, schema, stacktrace…
Mas a pior merda mal-traduzida que eu já vi é sem dúvida “Jar redeploiado com sucesso.”
S
Schuenemann
Pra mim, isso é culpa de um idioma com trocentas coisas que não têm a menor utilidade, não têm um padrão (se um dia tiveram, hoje não têm mais) e outras que nunca são usadas.
Com base em que você afirma que Portugal está certo em traduzir tudo e o Brasil está errado em não traduzir certas coisas?
Aliás, posso estar errado, mas “rato” em inglês é “rat”, não “mouse”.
rafagil:
Os espanhóis traduzem tudo, tive problemas pra entender que eles queriam dizer JBoss, mas diziam “rota-boss” (o J tem som de “rr” em espanhol), ou log para java. Por que aqui temos que usar Jay-Boss ou Log For Jay?
E por que temos que traduzir? Só porque os espanhóis o fazem?
rafagil
Schuenemann:
sergiotaborda:
O cuidado com as traduções e a propria lingua portugues é descuidado no Basil. É comum ler palavras erradas ou ouvir jornalista falarem errado. Nas publicações tecnicas isso é ainda mais perigoso.
Pra mim, isso é culpa de um idioma com trocentas coisas que não têm a menor utilidade, não têm um padrão (se um dia tiveram, hoje não têm mais) e outras que nunca são usadas.
Com base em que você afirma que Portugal está certo em traduzir tudo e o Brasil está errado em não traduzir certas coisas?
Aliás, posso estar errado, mas “rato” em inglês é “rat”, não “mouse”.
rafagil:
Os espanhóis traduzem tudo, tive problemas pra entender que eles queriam dizer JBoss, mas diziam “rota-boss” (o J tem som de “rr” em espanhol), ou log para java. Por que aqui temos que usar Jay-Boss ou Log For Jay?
E por que temos que traduzir? Só porque os espanhóis o fazem?
Não, mas porque falamos portugês, e não inglês. Se a tradução para a palavra existe (como é o caso do mouse), por que não utilizar? Pra falar mais “bonito”?
D
djemacao
Ué, e onde fica o Mickey Mouse?
thegoergen
O idioma pode ser uma merda, pode ser difícil, mas é o NOSSO idioma, e isso deve estar acima de tudo. Será uqe os chineses gostam de ter mais de 5 mil caracteres? Mas mesmo assim eles os usam…
Não fala bobagem…
D
djemacao
victorwss:
Mas a pior merda mal-traduzida que eu já vi é sem dúvida “Jar redeploiado com sucesso.”
Afe, redeploiado. Putz, cagam a língua mesmo.Essa palavra não existe, ou agora existe?
Tá parecendo aquelas palavras que colocam e músicas (nem cito nomes pq é lixo), que não existiam, e acabaram sendo incorporadas ao dicionário.
jingle
está certo ambos os casos depende do que está falando…
rat = rato mais de 12cm.
mouse = rato pequeno ou camundongo.
Amigo, nem precisava se dar ao trabalho. Se ele não viu nem uma propaganda que seja, da Disney ou do Mickey Mouse, deve ser porque esteve em Cuba, rs.
PS: Perdão se houver um Cubano na lista, embora eu ache pra lá de improvável.
P
pango
Metendo minha colher, estas são as regras que eu normalmente uso:
Nomes próprios não são traduzidos (rafagil citou JBoss e log4j). Se você assim, diríamos Sol, e não Sun.
Palavras que já possuem uma tradução estabelecida em nossa língua devem ser traduzidas (tenho taquicardia quando ouço alguém dizer que vai printar um documento…).
Se você não está se comunicando em um meio técnico, e a palavra, não tem um equivalente direto em português, utilize uma palavra que transmita uma idéia semelhante (instalar em lugar de deploy, por exemplo). Esta regra também se aplica a palavras cuja tradução fica muito longa (pilha de chamada em vez de stacktrace).
Para uma audiência mais técnica, os termos mais largamente utilizados não precisam ser traduzidos(o deploy citado anteriormente…).
victorwss
Rat = ratão, ratazana (plural=rats)
Mouse = camundongo, rato (plural=mice)
Em espanhol:
Mickey Mouse = Ratón Miguelito.
Se fosse traduzir para português ficaria algo estranho: Rato Miguel.
rafagil
Não precisa ser ao pé da letra, mas Miguel o ratinho (pq é voltado para crianças) não soaria estranho. o Problema é que agente usa tantos termos em inglês, que quando falamos em português, chega a soar estranho.
thegoergen
pango:
Metendo minha colher, estas são as regras que eu normalmente uso:
Nomes próprios não são traduzidos (rafagil citou JBoss e log4j). Se você assim, diríamos Sol, e não Sun.
Palavras que já possuem uma tradução estabelecida em nossa língua devem ser traduzidas (tenho taquicardia quando ouço alguém dizer que vai printar um documento…).
Se você não está se comunicando em um meio técnico, e a palavra, não tem um equivalente direto em português, utilize uma palavra que transmita uma idéia semelhante (instalar em lugar de deploy, por exemplo). Esta regra também se aplica a palavras cuja tradução fica muito longa (pilha de chamada em vez de stacktrace).
Para uma audiência mais técnica, os termos mais largamente utilizados não precisam ser traduzidos(o deploy citado anteriormente…).
Muito bem! É essa a idéia. Usar o BOM SENSO.
PS: Printar, redeploiando, startando… Isso quase me mata!
thegoergen
Mas eu gosto de “Mickey”, é o nome dele.
Eu não gosto nem das traduções dos nomes que a tradutora brasileira de Harry Potter colocou em praticamente todos os personagens…
victorwss
Mas eu gosto de “Mickey”, é o nome dele.
Eu não gosto nem das traduções dos nomes que a tradutora brasileira de Harry Potter colocou em praticamente todos os personagens…
Ainda bem que o Harry foi poupado. Imagina se tivesse sido traduzido?
??? Henrique Poteiro ??? (se bem que Henrique=Henry, não sei no que ia dar Harry).
rafagil
É, sendo Mickey um nume próprio, poderia não ser traduzido, mas mouse poderia, sem problemas (a não ser que você considere que mouse é o sobrenome dele).
thegoergen
Mas eu gosto de “Mickey”, é o nome dele.
Eu não gosto nem das traduções dos nomes que a tradutora brasileira de Harry Potter colocou em praticamente todos os personagens…
Ainda bem que o Harry foi poupado. Imagina se tivesse sido traduzido?
??? Henrique Poteiro ??? (se bem que Henrique=Henry, não sei no que ia dar Harry).
E o pior é que em espanhol os nomes permaneceram inalterados, ao contrário do coitado do Mickey, que virou Ratón Miguel…
EU continuo com o pango, o bom senso precisa prevalecer sempre. Nada tão xenofóbico como: “Vamos traduzir todas essas M…”, nem tão “MACACO DOS EUA”: “Vamos falar English, que é mais chic”
rafagil
thegoergen:
PS: Printar, redeploiando, startando… Isso quase me mata!
Verdade, e acontece muito.
Outra coisa que acho ruim é ter um sistema totalmente produzido e desenvolvido aqui, para pessoas daqui uasarem, e cuja manutenção é toda feita aqui, no Brasil. Mas quando você abre o código-fonte, descobre que os comentários estão escritos em inglês, as variáveis estão escritas em inglês, e acessam dados de tabelas no BD, que também estão em inglês e cujos atributos também estão em inglês. Daí eu pergunto: pra que?
no mínimo deve ser pra poder “fazer deploy no servidor”, rsrs.
peerless
Leiaute é aceito formalmente na língua portuguesa, procure num dicionário.
Mas NÃO É uma tradução e NEM deveria ser aceito!
thegoergen
rafagil:
thegoergen:
PS: Printar, redeploiando, startando… Isso quase me mata!
Verdade, e acontece muito.
Outra coisa que acho ruim é ter um sistema totalmente produzido e desenvolvido aqui, para pessoas daqui uasarem, e cuja manutenção é toda feita aqui, no Brasil. Mas quando você abre o código-fonte, descobre que os comentários estão escritos em inglês, as variáveis estão escritas em inglês, e acessam dados de tabelas no BD, que também estão em inglês e cujos atributos também estão em inglês. Daí eu pergunto: pra que?
no mínimo deve ser pra poder “fazer deploy no servidor”, rsrs.
Comentárioas em inglês eu nunca vi, mas variáveis eu vejo, e bastante!
rafagil
Eu já ví, e muito. E não entendi o motivo.
victorwss
A tendência que eu vejo é que coisas que soam muito esqueisitas aos ouvidos brasileiros tem maior probabilidade de ser traduzidas para algo completamente diferente ou então deixadas em suas formas originais.
Ex: Uncle Scrooge -> Tio Patinhas
Buffer -> (não traduz)
Coisas que requerem apenas mudança em uma outra letra cedo ou tarde passam por isso. Ex: Layout -> Leiaute
Algumas palavras que soam bem na língua portuguesa mesmo inalteradas podem ficar como são: Mouse.
Enfim, vai mais pelo bom senso e pelo ouvido (se fica agradável ouvir ou se dói o ouvido)
victorwss
rafagil:
thegoergen:
Comentárioas em inglês eu nunca vi, mas variáveis eu vejo, e bastante!
Eu já ví, e muito. E não entendi o motivo.
Bem, poderia enumerar alguns motivos.
Existe a intenção que o código seja lido por alguém que não fala português.
O código foi copiado e colado de algum lugar na internet.
Pura burrice.
O que é mais foda é quando você tem uma mistura esquisita no código-fonte:
setPermiteEdicaoAbstractRenderer
sergiotaborda
Simples: rat é ratazana e não rato. São animais diferentes, embora semelhantes.
É essa a base. Quando vc traduz algo vc tem que saber o que está fazendo. Sobretudo quando a palavra é um neologismo (ou seja, uma palavra que não existia antes). Essa palavra vai passar a ser comum e se não for bem traduzida no principio é impossivel mudar depois.
Portugual está certo na medida que toma cuidado com essas coisas. O Brasil não toma nenhum cuidado.
Por exemplo, na globo o cara (vcs sabem quem) fala “Primiere” a tomo o momento se referindo ao Primeiro Ministro de algum pais. Mas ele proprio tabém utiliza “Primeiro Ministro”. Ora, então, se existe uma tradução, use-a. Use-a SEMPRE. Este é só um exemplo como o jornalismo e o publico no Brasil é permissivo com a lingua.
Não veêm na lingua um valor. Esse é a diferença. Em Portugual eles encontram valor nas palavras.
Os espanhois vão ainda mais longe não aceitando nenhum tipo de estrangeirismo. Em espanhol “computador” é “ordenador” que vem da mesma raiz que o francês “ordinateur”. Em português utilizamos “computador” por decidimos utilizar uma outra raiz. Mas porquê ? Não será porque em inglês é “computer” ?
A Espanha dedende a sua lingua (o catelhano ) com unhas e dentes. É tlv demais, mas não é errado.
O Brasil é ao contrário. não defende e não está nem ai. Em portugal e na espanha as pessoas teriam vergonha de afixar cartazes mal escritos… aqui? isso é totalmente normal. Lá, ninguem daria moral para um estabelecimento que mostra esse baixo nivel de cultura. Aqui ? … “quanto é a coxinha ?” :roll:
rafagil:
E por que temos que traduzir? Só porque os espanhóis o fazem?
Não. Porque é o certo.
sergiotaborda
rafagil:
thegoergen:
PS: Printar, redeploiando, startando… Isso quase me mata!
Verdade, e acontece muito.
Outra coisa que acho ruim é ter um sistema totalmente produzido e desenvolvido aqui, para pessoas daqui uasarem, e cuja manutenção é toda feita aqui, no Brasil. Mas quando você abre o código-fonte, descobre que os comentários estão escritos em inglês, as variáveis estão escritas em inglês, e acessam dados de tabelas no BD, que também estão em inglês e cujos atributos também estão em inglês. Daí eu pergunto: pra que?
no mínimo deve ser pra poder “fazer deploy no servidor”, rsrs.
Pera aí, tb não estrapola.
No que toca a codigo é muiiiiitto mais facil nomear as coisas em ingles devido à estrutura germanica do ingles.
É facil tornar nomes em verbos, verbos em adjetivos, em adverbios etc acrecentando 2 a 3 letras. Em portugues seria o caos.
Como uma das coisas mais importantes do codigo é a legebilidade, usar uma lingua que promova isso facilmente é bom.
claro que ha casos patologicos em que o nome de alguma coisa é acrecentado de prefixo e sufixos e vira tudo uma #$%#$% (tipo tb_algo.tb_outro_field ou AlunoDTO). Mas isso não tem nada a ver com traduções.
S
Schuenemann
thegoergen:
O idioma pode ser uma merda, pode ser difícil, mas é o NOSSO idioma, e isso deve estar acima de tudo. Será uqe os chineses gostam de ter mais de 5 mil caracteres? Mas mesmo assim eles os usam…
Primeiro: eu não disse pra deixar de usar o idioma.
Segundo: pra mim, coisas inúteis deviam ser eliminadas. Ser NOSSO não torna nem um pouco menos inútil.
Os espanhois vão ainda mais longe não aceitando nenhum tipo de estrangeirismo. Em espanhol “computador” é “ordenador” que vem da mesma raiz que o francês “ordinateur”. Em português utilizamos “computador” por decidimos utilizar uma outra raiz. Mas porquê ? Não será porque em inglês é “computer” ?
E daí?
Espanha não aceita nada. Portugal aceita um pouco. Brasil aceita bastante. E… ?
Esse “certo” é meramente sua opinião.
Talvez porque Mickey não diferente muito da pronúncia em português. Ao contrário de Bugs Bunny (pernalonga), por exemplo.
Muito simples:
Código em português é lido por uma meia dúzia de países.
Código em inglês é lido pelo mundo inteiro.
Quantos estrangeiros entrariam num projeto em português?
Mas se eles entrarem em um projeto em português, devem saber falar, ou ao menos ler e escrever, português…
Por mim, o mundo poderia ter um idioma apenas, mas como tem vários, é preciso sempre dar mais valor ao nosso.
PS: E o Mickey tá muito mais pra camundongo do que para ratazana…
S
Schuenemann
E quantos falam? Um projeto em inglês atrai muito mais gente.
Imagine se todos os projetos de países de língua não-inglesa fossem em seus próprios idiomas. Você conseguiria usar uma API em alemão, russo ou japonês?
E Mickey é um camundongo. Mouse = camundongo. Rato é o nome genérico desses bichos, como cão é genérico de pastor, fila, etc.
Walt Disney’s most well-known characters such as Mickey and Minnie are mice.
O Mus musculus foi imortalizado por Walt Disney em seu personagem Mickey Mouse criado em 18 de Novembro de 1928.
Bani
Paulo Silveira:
eu acho bacana. mas o correto, e usado muito pelos professores unviersitarios, é sitio.
e para link, apontador ou ponteiro.
“Endereço de correio eletrônico: professor.pasquale@…”
Convenhamos, se as pessoas com quem você se relaciona não sabem identificar que o trequinho com @ no meio no seu cartão de visita é um e-mail, está na hora de mudar de contatos
Bom, meu orientador tem uma página sobre traduções de textos de computação. Eu sou meio adepta da preguiça e acho mais fácil falar as coisas em inglês mesmo do que ficar pensando qual é a tradução, mas concordo que seria importante a longo prazo. Senão daqui a pouco o português está igual ao japonês que, convenhamos, faz umas adaptações no mínimo muito esquisitas das palavras americanas.
D
djemacao
Bani:
Bom, meu orientador tem uma página sobre traduções de textos de computação. Eu sou meio adepta da preguiça e acho mais fácil falar as coisas em inglês mesmo do que ficar pensando qual é a tradução, mas concordo que seria importante a longo prazo. Senão daqui a pouco o português está igual ao japonês que, convenhamos, faz umas adaptações no mínimo muito esquisitas das palavras americanas.
Acho legal alguém se propor a dar uma tradução “mais correta”. Porém, tem vários termos que discordo da “Tradução Correta”, por exemplo procedural para procedimental. Me desculpe, mas essa tradução é um tanto quanto estranha. Falo, escrevo e sempre direi procedural. Mas concordo com default por padrão, eita palavra extremamente usada e que em suma, deveria ser amplamente traduzida. Fica horrível o cara estar falando tudo em português e no meio da frase dizer, “por default, esse trecho…”.
wmitsuda
Não é tão esquisito se vc souber a mecânica da coisa. Ao invés de inventar palavras novas p/ coisas que não existem em japonês, o que eles fazem é usar a pronúncia da palavra estrangeira (na maioria em inglês) “adaptada” p/ o conjunto de fonemas existentes na língua japonesa, o que faz c/ que alguns sons saiam diferentes.
E o legal é que essas palavras são escritas c/ um alfabeto próprio (katakana). Assim, quando vc ler essa palavra num jornal, vc automaticamente sabe que se trata de uma palavra de origem estrangeira.
Exemplo tirado de um livro que eu tenho aqui: computador == konpyuuta (computer).
PS: não falo japonês, mas conheço um pouco da língua.
D
DUARTECLEBER
Segundo o Dicionário Michaellis
leiaute
lei.au.te
sm (ingl layout) Tip Esboço, planejamento ou espelho do trabalho tipográfico com a especificação dos caracteres que devem ser empregados, disposição da matéria, claros, medidas e outras minúcias relativas à composição de um livro, folheto, periódico, anúncio ou obra comercial. L. de página, Art Gráf e Inform: distribuição de texto e imagens dentro de uma página de documento.
ViniGodoy
decios
O dicionário oficial é o da Academia Brasileira de Letras - ABL
"O que está no dicionário vai ser adotado pelo Volp [“Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa”], diz Evanildo Bechara, membro da ABL e da comissão de língua portuguesa do Ministério da Educação que trata do Acordo.
Volp é o documento que registra a grafia oficial das palavras. A nova versão, com cerca de 370 mil palavras da língua portuguesa, será publicada até o início de março.
Não é tão esquisito se vc souber a mecânica da coisa. Ao invés de inventar palavras novas p/ coisas que não existem em japonês, o que eles fazem é usar a pronúncia da palavra estrangeira (na maioria em inglês) “adaptada” p/ o conjunto de fonemas existentes na língua japonesa, o que faz c/ que alguns sons saiam diferentes.
E o legal é que essas palavras são escritas c/ um alfabeto próprio (katakana). Assim, quando vc ler essa palavra num jornal, vc automaticamente sabe que se trata de uma palavra de origem estrangeira.
Exemplo tirado de um livro que eu tenho aqui: computador == konpyuuta (computer).
PS: não falo japonês, mas conheço um pouco da língua.
No idioma Japonês tal adaptação é nomeada de “gairaigo”, uso de palavras provenientes de outras línguas. O “gairaigo” é cada vez mais é usada para substituir palavras existentes no idioma Japonês principalmente pelos jovens e pela mídia (publicidade,televisão, revistas, sites, etc) pois passa um “ar” de modernidade.
As pessoas de mais idade tem dificuldade de entender muitos textos devido ao uso excessivo de “gairaigo” e seu uso crescente é muito criticado pelas pessoas mais tradicionalistas e estudiosos do idioma.