Software feito na Bahia irá ser lançado no mercado internacional de IDEs nos próximos meses

259 respostas
Grinvon

Software nacional permite que leigos desenvolvam sistemas

Programa feito na Bahia foi desenvolvido em cinco anos será lançado neste semestre no Brasil
Lucas Pretti, do estadao.com.br

Maior inovação do Maker é substituir linhas de programação por uma interface gráfica

SÃO PAULO - Um software desenvolvido no Brasil promete revolucionar a forma como se desenvolve sistemas e acabar com as confusas linguagens de programação. A solução proposta pelo Maker, da empresa baiana Softwell, é simples: a partir de uma interface gráfica, leigos poderão criar programas sem entender de Java, Delphi, SQL ou qualquer linguagem. É o equivalente a migrar do antigo DOS para a plataforma Windows.

Clique ao lado para ver um vídeo de demonstração: http://www.youtube.com/watch?v=zqJ5Cg0MEv0

O programa levou cinco anos para ser desenvolvido e envolveu o trabalho de 1,2 mil pessoas. Ainda não está definido o preço com que chegará ao mercado, ainda no segundo semestre. O lançamento nos Estados Unidos e Europa está previsto até o fim de 2007.

Segundo o presidente da Softwell e criador do Maker, Wellington Freire, o mérito do programa é integrar as linguagens de programação e, com isso, reduzir o tempo de produção e a quantidade de pessoas no desenvolvimento de sistemas. “Em testes internos, aumentamos a velocidade de produção em 60 vezes, o que, no fim das contas, significa redução de custos”, afirma.

O Maker tem 180 ferramentas geradoras de código, mais que qualquer outro programa, de acordo com Freire. “Ele foi criado para qualquer um desenvolver sistemas complexos, integrados à Web.”

A versão comercial do Maker a ser lançada é a 2.3. Atualizações beta do software são testadas desde 2003.



Dissertem

259 Respostas

chun

Acho q nasceu morto.
Comercialmente falando… quem seria LOUCO de basear um software utilizando conceitos proprietarios de uma ferramenta ?

Single Vendor Lock-in ? sem chance…

Fora que essa ideia é tão eficiente.;… TAO eficiente… que jah existe a ANOS e nao dah certo:

Clipper - GAS
Java - JSenna
etc…etc…

urubatan

isto parece um software uruguaio que tive o desprazer de conhecer a algum tempo, acho que era genexus o nome …
ambos tentam fazer a mesma coisa que o access ja faz a bastante tempo :smiley:

mas sempre tem algum cliente que se sujeita a falta de flexibilidade da ferramenta por dois meses, e depois contrata um coitado pra contornar as deficiências :smiley:

rodrigo_corinthians

O projeto eh até interessante só não gostei da idéia de que leigos poderão criar programas em diversas linguagens, eu pago pra ver uma pessoa que nunca viu Java na vida conseguir dar manutenção no código num sistema desses…

F

Nunca mexi, mas o nome é esse mesmo.

L

Grinvon:
Software nacional permite que leigos desenvolvam sistemas

Programa feito na Bahia foi desenvolvido em cinco anos será lançado neste semestre no Brasil
Lucas Pretti, do estadao.com.br

Maior inovação do Maker é substituir linhas de programação por uma interface gráfica

SÃO PAULO - Um software desenvolvido no Brasil promete revolucionar a forma como se desenvolve sistemas e acabar com as confusas linguagens de programação. A solução proposta pelo Maker, da empresa baiana Softwell, é simples: a partir de uma interface gráfica, leigos poderão criar programas sem entender de Java, Delphi, SQL ou qualquer linguagem. É o equivalente a migrar do antigo DOS para a plataforma Windows.

Clique ao lado para ver um vídeo de demonstração: http://www.youtube.com/watch?v=zqJ5Cg0MEv0

O programa levou cinco anos para ser desenvolvido e envolveu o trabalho de 1,2 mil pessoas. Ainda não está definido o preço com que chegará ao mercado, ainda no segundo semestre. O lançamento nos Estados Unidos e Europa está previsto até o fim de 2007.

Segundo o presidente da Softwell e criador do Maker, Wellington Freire, o mérito do programa é integrar as linguagens de programação e, com isso, reduzir o tempo de produção e a quantidade de pessoas no desenvolvimento de sistemas. “Em testes internos, aumentamos a velocidade de produção em 60 vezes, o que, no fim das contas, significa redução de custos”, afirma.

O Maker tem 180 ferramentas geradoras de código, mais que qualquer outro programa, de acordo com Freire. “Ele foi criado para qualquer um desenvolver sistemas complexos, integrados à Web.”

A versão comercial do Maker a ser lançada é a 2.3. Atualizações beta do software são testadas desde 2003.



Dissertem

Esse texto é uma piada. Os caras devem ter pago uma grana boa pro Estadão fazer essa propaganda toda.

“É o equivalente a migrar do antigo DOS para a plataforma Windows.”

hahahaha…essa foi muito boa.

“Em testes internos, aumentamos a velocidade de produção em 60 vezes, o que, no fim das contas, significa redução de custos”

Digna de Microsoft essa outra, só faltou o “Desde que nananana migrou para o Maker”

Enfim, dúvido muito q isso chegue a fazer algum barulho.

chun

Chega a ser patetico… vc tem que “dizer tanta coisa” para a ferramenta , que se torna igualmente moroso o desenvolvimento…

E o pior… se vc encontra algum pau do tipo “javascript incompativel” deve ser um Deus nos acuda…

Grinvon

Também achei estranho, e soa como algo não profissional, mas de fato só testando mesmo para verificar melhor.

De qualquer forma essas IDEs geradoras me parecerem sempre estranhas.

Abraços

maquiavelbona

Se um dia for testar, farei com um pé atrás. Provavelmente parte do site dos caras deve ser feito com tal ferramenta, mesmo estando em “reformulação” esse tipo de erro não poderia ser posto em produção.

Até!


RaulCarlin

E o VisualKit 5? Esse sim é a piada em si…

E outra, o que esses programinhas toscos vendem é praticamente o que o Access faz, vai dizer que não dá pra fazer coisinhas toscas, gerar um MDE e abraço?

RafaelRio

Eu também não gosto desse tipo de ferramenta. Já tentaram me empurrar o Genexus e, quando disse “não obrigado”, me olharam com espanto.

Minha faculdade (FATEC) tinha uma espécie de acordo com a empresa que fornece Genexus e tinha alguns cursos e palestras sobre o assunto. Resumindo, dos dois que conheço e fizeram o curso, ambos foram empregados bem rápido, até antes de terminar o curso. Um pela Accenture (se eu não me engano), outro por uma franquia de dentistas.

Não sei quanto eles ganhavam, nem se estão por lá até hoje. Eu acho que essas ferramentas são feitas para atrair gerentes de projetos, e elas fazem bem isso. Principalmente gerente de projetos que praticamente só pensam em custos no curto prazo / tempo de desenvolvimento.

L

RafaelRio:
Eu também não gosto desse tipo de ferramenta. Já tentaram me empurrar o Genexus e, quando disse “não obrigado”, me olharam com espanto.

Minha faculdade (FATEC) tinha uma espécie de acordo com a empresa que fornece Genexus e tinha alguns cursos e palestras sobre o assunto. Resumindo, dos dois que conheço e fizeram o curso, ambos foram empregados bem rápido, até antes de terminar o curso. Um pela Accenture (se eu não me engano), outro por uma franquia de dentistas.

Não sei quanto eles ganhavam, nem se estão por lá até hoje. Eu acho que essas ferramentas são feitas para atrair gerentes de projetos, e elas fazem bem isso. Principalmente gerente de projetos que praticamente só pensam em custos no curto prazo / tempo de desenvolvimento.

A Accenture usava esse Genexus pra ABAP e Cobol e parece que funcionava bem. Daí queriam usar pra Java tbm, mas dava pena dos caras da Genexus, eles mexiam, mexiam na ferramenta, dai chegava os arquitetos e reprovavam. Ela gerava um código spagueti sem divisões de camada pra Java, não sei se eles jah melhoraram pelo menos isso…

albertongai

como muitos disseram essa não é uma ideia nova … eu mesmo já vi o tal do genexus em funcionamento e posso dizer que é no mínimo estranho, e ouvi dizer que a licensa custa o olho da cara tbém…

T

O Maker não é um gerador de código, e não se propõe a fazer tão somente pequenos aplicativos. Muito pelo contrário há sistemas desenvolvidos no Maker já em ambiente de produção acessando simultaneamente bases de dados gigantescas em: MS SQL Server, Oracle, PostgreSQL, além de outros bancos, e Webservices dos mais variados. Há mais de 100 diferentes sistemas desenvolvidos, desde 2002, com as primeiras versões do nosso produto, e que estão em funcionamento em diversas entidades públicas e privadas, nos mais heterogêneos ambientes, desde servidores departamentais a mainframes em diferentes versões de Windows e Linux (Unix-Like), entre os sistemas desenvolvidos posso destacar:

· Contabilidade Pública
· Folha de Pagamento
· Gestão de Educação
· Gestão de Saúde
· Arrecadação Tributária
· ERP
· Gestão Pública Integrada
· Gestão de Projetos

A desconfiança em relação ao Maker nasce justamente da comparação quase que automática com os geradores de códigos até então existentes no mercado. Mas, como se foi provado na prática este tipo de ferramenta não oferece o desempenho prometido, especialmente na manutenção do código gerado, e na flexibilidade quanto à aplicação da ferramenta de forma produtiva.

O Maker é uma ferramenta que possibilita a rápida construção de softwares, e mais do que isso uma manutenção rápida e simples, uma vez que o desenvolvedor não precisará dominar uma linguagem e sim as regras de negócio do sistema que está sendo desenvolvido e/ou atualizado, todos os detalhes referentes à codificação e construção do software final ficam a cargo do Maker, permitindo que a equipe dedique-se aos detalhes do software que está sendo construído, e não aos detalhes de implementação.

Através de fluxogramas, editores visuais ao estilo WYSWYG[1], e outras metáforas o Maker disponibiliza os recursos para construção dos mais variados componentes de um software, indo desde as interfaces com o usuário às Stored Procedures e Webservices. Isso torna esta ferramenta diferente de qualquer outra encontrada no mercado, nenhuma das ferramentas de produtividade oferece ao usuário uma interface 100% visual, livre programação em linhas de código e das idiossincrasias de uma linguagem.

Acho que todo programador que já tentou mostrar um trecho de código para um consultor ou cliente, sabe da dificuldade que é conseguir uma inserção maior dos interessados no processo de desenvolvimento de software. Por outro lado apresentar um fluxograma a um leigo é uma experiência extremamente produtiva. Fluxogramas são amplamente difundidos e fáceis de ler, mesmo por leigos em computação, assim, é mais fácil obter uma aproximação entre os desenvolvedores de um software e os interessados no software, esta prática esta de acordo com as metodologias de desenvolvimentos como The Agile Unified Process (AUP)[2], que valoriza a colaboração dos clientes sobre a imposição dos contratos e documentações extensas e desatualizadas.

O Maker é uma ferramenta que deve ser encarada mais como um ambiente de desenvolvimento de software que disponibiliza uma vasta, e extensível API voltada para a produtividade no desenvolvimento de aplicações, que serão escaláveis e extensíveis desde a sua concepção. O produto final que hoje está disponível em Java e pode ser disponibilizado para .NET (C#, J#, Delphi, …), ou mesmo Win32, esta portabilidade é possível porque a API do Maker está em uma camada superior de abstração, assim como uma aplicação em Java/.NET pode ser executada em qualquer plataforma as aplicações desenvolvidas em Maker podem ser executadas em diferentes linguagens e plataformas.

Através de técnicas modernas o Maker consegue incrementar de forma impressionante o desenvolvimento de software, que permitem o envolvimento de especialistas que não necessariamente dominam as tecnologias envolvidas na construção de sistemas para Web (HTML, JavaScript, Java, ...). Um desenvolvedor pode migrar de Clipper ou Cobol diretamente para aplicações Web.

        Em resumo: o que está sendo apresentado é uma técnica completamente nova de desenvolvimento, para subsidiá-lo no processo de avaliação desta nova ferramenta estamos atualizando nosso website com informações técnicas mais detalhadas para que vocês possam fazer juízo sobre a eficácia do produto. E estamos nos colocando à disposição para realizarmos uma apresentação detalhada sobro o nosso produto.

[1] What You See Is What You Get - O que você vê é o que você tem

[2] Para mais informações consulte: http://www.agilemanifesto.org/

http://www.ambysoft.com/unifiedprocess/agileUP.html

O site não foi feito com o Maker e está em atualização!

maquiavelbona

Tá, falou, falou, falou e não disse nada. O que ele faz de tão diferente que o difere do JSenna e do Ms Access? Nada do que disse impressionou ou fez com que o conceito de geração de código fosse derrubado abaixo. E se a performance não for satisfatória e for necessária alguma otimização? Senta e chora?
Outra coisa que joga a credibilidade para baixo são as “estatísticas caseiras” - gigantescas bases de dados, aumentou a velocidade de produção em 60 vezes, etc -. Existem ferramentas de geração de código através de UML, mantidas por grandes empresas, nada difere da geração WYSIWYG proposta.
Extensibilidade, adaptação e escalabilidade? Vai ser “vendor lock-in”?
Como vais detalhar arquitetura se vai fazer com que a “equipe dedique-se aos detalhes do software que está sendo construído, e não aos detalhes de implementação”? Ou os detalhes não importam em nada?

Ué, porque não? Não ia aumentar a produtividade de vocês em 60 vezes? Não é simples e extensível?
Então tenham a vergonha de ou desativar a opção ou fazer com que ela funcione direito. Tentar vender algo tão mirabolante sem ao menos cuidar da estética do site, é ,no mínimo, suicida ( do ponto de vista não só meu, como de meu chefe, que é gerente e não programador ).

Ou seja, no final, quase nada acrescentamos ao ceticismo.

Até!

chun

“tecnica completamente nova de desenvolvimento”

conta outra :slight_smile:
Voces poderiam trocar esses jargoes neh ?

maquiavelbona

Ah, esqueci de comentar. Quando fores comentar como anônimo a notícia do próprio produto, faça com que não sejas identificado pela escrita. Há tantas semelhanças nos comentários e no seu texto publicitário que colocaste aqui, que até meu irmão (que tem 8 anos) conseguiria reconhecer.

Até!

nbluis

Como se chama isso RAD(Rapid Application Development)?

Claro claro, como esse já existem, genexus e codecharge e muitos outros.

Mas a questão é, se tivesse dado a idéia do mesmo propósito dos demais tudo bem. Agora justificar desenvolvimento de grandes sistemas encima dele, dai tu te complica.

Essas ferramentas são muito boas para sistemas onde o requisito de performance e escalabilidade não é levado em conta, mas em grandes sistemas(entenda esse termo grande) nem se quer é valido cogitar isso.

Isso que nem vou falar nada sobre boas práticas de modelagem, pois
para prover isso certamente fará um sistema totalmente orientado a banco de dados.

Você vê isso como um ponto bom para grandes sistemas?

L

maquiavelbona:
Ah, esqueci de comentar. Quando fores comentar como anônimo a notícia do próprio produto, faça com que não sejas identificado pela escrita. Há tantas semelhanças nos comentários e no seu texto publicitário que colocaste aqui, que até meu irmão (que tem 8 anos) conseguiria reconhecer.

Até!

Ele se identificou como parte da empresa. Não falou qual o cargo dele, mas que ele trabalha na empresa que faz esse produto ele deixou explicito.

L

Eu acho q nem vale a pena ficar rebatendo os comentários do cara, pq eles acham q nós temos medo q esse produto tome o nosso emprego, por isso q falamos mal…bobagem, mas cada um justifica as críticas como quer…

Deixem o tempo mostrar as coisas…

maquiavelbona

Eu comentei sobre os comentários na matéria do Estadão em comparação ao texto aqui exposto, que por acaso, os estilos são assaz semelhantes. De que o texto aqui mostrado era de alguém da empresa, não havia dúvida.

Até!

L

maquiavelbona:
Eu comentei sobre os comentários na matéria do Estadão em comparação ao texto aqui exposto, que por acaso, os estilos são assaz semelhantes. De que o texto aqui mostrado era de alguém da empresa, não havia dúvida.

Até!

ah tah!!! :smiley: foi malz…

A

amigo,
sou programador, provavelmente, assim como você. não é interessanete você desacreditar de algo que não conhece. não é porque alguns não deram certo que não se deve tentar. nós, estudantes de CC, Informática…, aprendemos na faculdade que não é assim que se programa, aprendemos no trabalho a criar frameworks para facilitar nossa vida, usamos design patterns; por que não querer aceitar que tenhamos um NOVO FRAMEWORK que vai fazer muito mais do que os que já temos? não perderemos nossos empregos de analistas… :slight_smile: ela vai nos dar produtividade. melhor esperar sair um trial e ver o que acontece, e não falar que é uma merda porque ninguém conseguiu. algum de vocês já usou a ferramenta?? viu o que esta faz?? viu o código gerado??? temos que aceitar a idéia de que coisas novas podem surgir e darem certas ou não.
não julguemos o que não conhecemos.
forte abraço.

Leozin

poxa o tanto de neguinho fazendo conta no guj só pra defender o programa

isso me cheira spam + ctrl-c + ctrl-v

Não boto fé nisso, mas vamos ver o qe tem de bom nele :stuck_out_tongue:

T

maquiavelbona:
Ah, esqueci de comentar. Quando fores comentar como anônimo a notícia do próprio produto, faça com que não sejas identificado pela escrita. Há tantas semelhanças nos comentários e no seu texto publicitário que colocaste aqui, que até meu irmão (que tem 8 anos) conseguiria reconhecer.

Até!

Caro Watson… Pensei que isso fosse óbvio justamente pelo texto, mas como você está se vangloriando de ter descoberto, a única coisa que posso dar é meus parabéns.

Sim trabalho e posso tirar quaisquer dúvidas que vocês tiverem e possam fazer juízo sobre a ferramenta.

maquiavelbona

Desacreditar? Eu acho que a idéia já nasceu sem originalidade.
Quantas ferramentas de abstração de codificação existem? E que consomem UML, XML e outras meta-languages que criam interfaces e bancos de dados? Quem quiser pesquisar, tinha uma interface gráfica para trabalhar com CA EasyTrieve, linguagem de 1983 baseada no COBOL ( que tive o prazer de meu pai me mostrar que não era só de C que vivia o mundo ) que faz o que esse software se propõe a fazer, isso 10 anos atrás.
Falar que ela não é uma ferramenta de geração de código é insultar a nossa inteligência. O que ela faz então? Advinha como as coisas funcionam e faz em cima disso?
As respostas para as questões que eu já levantei nesse tópico e na notícia não foram nem respondidas ainda. Só um texto publicitário colocando N falácias lógicas e uma resposta de alguém com 1 post fazendo um “vamos acreditar que é boa a ferramenta”.
Design Patterns e frameworks são feitos para resolver parte dos problemas e adaptá-los a nossas necessidades e não para resolver todos os tipos de problema e “aumentar a produtividade em 60 vezes” ( outra falácia ).

Coisas novas podem e, se tudo der certo e for bem feito, vão dar certo (a exceção de um SO bem conhecido de todos nós, o AmigaOS). Só que a concepção, na minha opinião, é fraca e nem um pouco nova ou inovadora, vendendo com cara de revolucionária. Não sei porque “apostaria” numa ferramenta paga ao invés de colaborar com uma GPL.

Até!

maquiavelbona

thiago_costa:

Caro Watson… Pensei que isso fosse óbvio justamente pelo texto, mas como você está se vangloriando de ter descoberto, a única coisa que posso dar é meus parabéns…

Pensei que tivesse um pouco mais de senso. Tem gente que acha propaganda negativa, postar “euforias” como anônimo, como eu sou o cara que se vangloria e não entende nada de marketing mesmo, como vou discutir?

Spam e spam mal-educado ainda.

Até!

marcushlm

se leigos não sabem programar e a ferramenta não gera código então o que acontece?
geração de código espontâneo? :stuck_out_tongue:

Mauricio_Linhares

Mil e duzentas pessoas e cinco anos pra fazer a ferramenta?

Que deus tenha piedade dessas cataratas…

Mauricio_Linhares

marcushlm:
se leigos não sabem programar e a ferramenta não gera código então o que acontece?
geração de código espontâneo? :stuck_out_tongue:

Essa eu acho que só pedindo pro Mister M contar o segredo :lol:

bandrade

se leigos não sabem programar e a ferramenta não gera código então o que acontece?
geração de código espontâneo? :stuck_out_tongue:

Não… ele não gera código, vcs ainda não entenderam??

Maker gera um tela com um botão, no botão vai ter escrito FAÇA. Daí o usuário clica e o Maker ADIVINHA o que o usuário quer e pronto, VOILÁ!!

Carinha praticamente posta o press-release aqui e vcs continuam discutindo… ê laiá.

marcushlm

Maurício Linhares:
marcushlm:
se leigos não sabem programar e a ferramenta não gera código então o que acontece?
geração de código espontâneo? :stuck_out_tongue:

Essa eu acho que só pedindo pro Mister M contar o segredo :lol:

acho que nem o senhor dos sortilégios vai saber responder essa :lol:

Mauricio_Linhares

E quem é que quer perder a chance de descontrair depois do almoço?

E lembrando bem, o tal do estadão é aquele mesmo jornal que está fazendo uma campanha suicida contra os blogueiros né?

:lol:

A

Desacreditar? Eu acho que a idéia já nasceu sem originalidade.
Quantas ferramentas de abstração de codificação existem? E que consomem UML, XML e outras meta-languages que criam interfaces e bancos de dados? Quem quiser pesquisar, tinha uma interface gráfica para trabalhar com CA EasyTrieve, linguagem de 1983 baseada no COBOL ( que tive o prazer de meu pai me mostrar que não era só de C que vivia o mundo ) que faz o que esse software se propõe a fazer, isso 10 anos atrás.
Falar que ela não é uma ferramenta de geração de código é insultar a nossa inteligência. O que ela faz então? Advinha como as coisas funcionam e faz em cima disso?
As respostas para as questões que eu já levantei nesse tópico e na notícia não foram nem respondidas ainda. Só um texto publicitário colocando N falácias lógicas e uma resposta de alguém com 1 post fazendo um “vamos acreditar que é boa a ferramenta”.
Design Patterns e frameworks são feitos para resolver parte dos problemas e adaptá-los a nossas necessidades e não para resolver todos os tipos de problema e “aumentar a produtividade em 60 vezes” ( outra falácia ).

Coisas novas podem e, se tudo der certo e for bem feito, vão dar certo (a exceção de um SO bem conhecido de todos nós, o AmigaOS). Só que a concepção, na minha opinião, é fraca e nem um pouco nova ou inovadora, vendendo com cara de revolucionária. Não sei porque “apostaria” numa ferramenta paga ao invés de colaborar com uma GPL.

Até!

Seu problema é essa amigão.
Você está desacreditado em qualquer ferramenta que faça algo do gênero. Para o seu caso, o melhor a fazer é aguardar. Eu torço pra que dê certo. Se a produtividade é tão grande como dita, muito bom para as empresas e para nós. Assim teremos um maior entendimento por parte dos especialistas quanto às nossas aplicações.

Quanto a criar a conta… quero saber se tem idade mínima?? :smiley:
8 anos?? :smiley:

Brincadeira… apenas recebi essa matéria por email… li todos os comentários… e soube que tava aqui no GUJ… e resolvi me cadastrar… já uso o velho e bom java há 5 anos… o que já é alguma coisa… posso opinar, não??

Enfim… vamos esperar… e não discutir como nosso amigo “maquiavelbona” está fazendo. Vamos discutir a possibilidade de uma nova proposta e não brigar que nem crianças que discutem que o windows ou o linux é melhor que quem. Vamos discutir o assunto amigão. Espero que o “thiago_costa” explique melhor a ferramenta para que compreendamos melhor a idéia.

Abraço!!

maquiavelbona

Em primeira instância, não sou seu amigo e nem lhe ofendi ainda, cuidado com comentários adversos.
Quer credibilidade com uma conta nova apoiando um produto duvidoso? Poupe-me.
Não estou desacreditando qualquer ferramenta, estou criticando ferramentas que prometem N inovações mirabolantes, mas que na verdade é só um apanhado de idéias com, talvez, 20 anos. Não é o primeiro RAD que abstrai código das programadores e não vai ser o último. Fazer dele “a última coca-cola do deserto” é insultar demais a quem lê criticamente a notícia. A concepção desse tipo RADs é rígida, pouco flexível e atrelada ao vendedor, com poucas possibilidades de expansão, modificação e otimização em última instância.
Se você é criança, o problema é seu. Eu estou discutindo de maneira saudável e adulta, esperando a resposta do técnico do “software milagroso” sobre as questões. Menosprezar meu discurso com falácias é um recurso muito baixo para alguém que sugere que trabalha a 5 anos com Java. Respeito ao diálogo é básico para qualquer conversa.

Esse tópico está me lembrando outro spam que teve aqui ( ou será que foram spams [1] ? Tem outros, só não vou procurar ). Contas novas defendendo produtos sem consagração e querendo fazer do conceito o melhor.

Realmente…

Até!

Java_Player

Como eu faço para experimentar essa ferramenta?

pcalcado

thiago_costa
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A

Em primeira instância, não sou seu amigo e nem lhe ofendi ainda, cuidado com comentários adversos.
Quer credibilidade com uma conta nova apoiando um produto duvidoso? Poupe-me.
Não estou desacreditando qualquer ferramenta, estou criticando ferramentas que prometem N inovações mirabolantes, mas que na verdade é só um apanhado de idéias com, talvez, 20 anos. Não é o primeiro RAD que abstrai código das programadores e não vai ser o último. Fazer dele “a última coca-cola do deserto” é insultar demais a quem lê criticamente a notícia. A concepção desse tipo RADs é rígida, pouco flexível e atrelada ao vendedor, com poucas possibilidades de expansão, modificação e otimização em última instância.
Se você é criança, o problema é seu. Eu estou discutindo de maneira saudável e adulta, esperando a resposta do técnico do “software milagroso” sobre as questões. Menosprezar meu discurso com falácias é um recurso muito baixo para alguém que sugere que trabalha a 5 anos com Java. Respeito ao diálogo é básico para qualquer conversa.

Esse tópico está me lembrando outro spam que teve aqui ( ou será que foram spams [1] ? Tem outros, só não vou procurar ). Contas novas defendendo produtos sem consagração e querendo fazer do conceito o melhor.

Realmente…

Até!

presumo que você não tenha entendido o que falei. não sou nem tenho interesse em ser seu amigo. não vi que você era paulista, e por isso não entendeu o que falei. só para constar, é normal por aqui chamarmos pessoas de amigo.
outra coisa: em momento algum te ofendi…
outra: só estou expondo meu ponto de vista…
e criança é você… já está apelando… é por essas e outras que não gosto de me cadastrar… mas felizmente a maioria sabe falar com os outros…
e como já falei… vou repetir:
suas perguntas não devem ser respondidas por mim… quero apenas ver o que vai acontecer. não falei pra vc em momento algum que é a melhor ferramenta do mundo… só disse que não julgo, não acuso… sem antes saber…
vc pode ter uma conta de 1000 anos e eu com uma conta de 1 dia… o q importa em um fórum é todo mundo participar, não???
ou quem tem mais tempo é quem tá certo??? ridículo comentário…

Sobre não saber discutir é usar de argumentos contraditórios onde 1. você diz que não está desacreditando qualquer ferramenta e 2. você critica ferramentas que “prometem N inovações milaborantes” e na verdade é “um apanhado de idéias com talvez 20 anos”. Partindo do princípio que você nao conhece a ferramenta, você está literalmente desacreditando nela.

e me desculpe se vc acha q menosprezei seu discurso… só não sei onde??? tenha certeza que não sou desse tipo.

Exemplo clássico de Argumentum ad hominem (seu link de falácia): " Se você é criança, o problema é seu."

mais uma vez… ganhamos mais discutindo sobre a ferramenta.

esb

Pelas atitudes dos funcionários dá pra ver a qualidade e a credibilidade que a ferramenta vai ter quando for apresentada…

A

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o q vc quer dizer?? somos comparsas?? :smiley:
ele pode estar num mesmo provedor via rádio… agree??

maquiavelbona

Junto minhas mãos em concha e agradeço ao MEV pelo recurso dos moderadores no JForum.

Hai!

Até!

Marquez_de_Carabaz

Me registrei a pouco e to rindo muito dessas discussões… :lol: :lol:

Visshhhh um programa que vai fazer tudo sozinho?
Fuja louco!!!

Comecei a trampar com programação num faz nem um mes e mau consigo realizar coisas simples, mas to achando animal quando consigo fazer alguma coisa, me sinto mó realizado… e ai vem uma ferramenta que com dois cliques faz tudo o que eu aprendi em duas semanas???

VOCES QUEREM TIRAR ISSO DE MIM??? :shock:

Como diria Hellen Lovejoy: “Alguem, por favor, pense nas criancinhas!”

A

Marquez de Carabaz:
Me registrei a pouco e to rindo muito dessas discussões… :lol: :lol:

Visshhhh um programa que vai fazer tudo sozinho?
Fuja louco!!!

Comecei a trampar com programação num faz nem um mes e mau consigo realizar coisas simples, mas to achando animal quando consigo fazer alguma coisa, me sinto mó realizado… e ai vem uma ferramenta que com dois cliques faz tudo o que eu aprendi em duas semanas???

VOCES QUEREM TIRAR ISSO DE MIM??? :shock:

Como diria Hellen Lovejoy: “Alguem, por favor, pense nas criancinhas!”

ahuahauahuahauahuauha
boa… :smiley:

Jonnas

hauahuahuhauhauhauhaua

:shock:

von.juliano

Caras, acho que estamos perdidos… se esse software pode fazer tudo isso, e com essa perfeição, só pode ter sido criado por um homem… Chuck Norris!!! :shock: :shock: :shock:

T

Conforme eu disse no Youtube, o Maker não é um gerador de código. O código é gerado por estratégia para não deixar a empresa contratante presa a nossa empresa, já que isso foi um questionamento em algumas apresentações. Quanto à clareza e qualidade do código gerado, nós nos preocupamos com isso, visto que foi feito por alguns clientes a avaliação do mesmo. A idéia principal é a utilização de um runtime que rode as aplicações que ficam persistidas em XML. Temos dois runtimes um para web (em java) e outro para desktop. Já estamos homologando o .NET.

Desculpe-me ?maquiavelbona?. A intenção não foi ser mal educado. Quis ser bem humorado apenas.

A discussão se tornou algo extremamente sem sentido. Agressões desnecessárias e ironias infantis o que torna esse espaço totalmente desinteressante para nós. A minha resposta aos primeiros comentários foi justamente para colher alguma coisa de construtivo para nossa ferramenta, porém nada consegui colher. Apenas encontrei um ceticismo que já sou acostumado, opiniões infantis e ironias que mostram que algo em nossa proposta está intrigando vocês… Mas podem ficar calmos… Nossa ferramenta é para seus chefes. Vocês podem continuar escrevendo centenas de linhas de comando para fazer coisas simples, podem continuar escolhendo bombas atômicas para matar formigas, continuem aprendendo dezenas de diferentes tecnologias para desenvolver no ambiente da moda, etc.

Em uma apresentação mais completa, eu poderia mostrar que a ferramenta não é para o leigo programar, mas permite que o leigo entenda o que acontece e permite que o leigo possa participar de mais etapas do ciclo de vida de um software. Quem é o leigo? O leigo é o não especialista de software que tem expertise no domínio que o software cobre. Essa figura é extremamente importante no processo de desenvolvimento de software, porém está sempre em guerra com os especialistas em software. Uma das nossas prerrogativas é aproximar essas duas figuras.

Esse fórum é justamente de pessoas que não aceitarão facilmente nossa proposta. A intenção de estar aqui é justamente identificar em quais pontos podemos melhorar para ganhar a ?simpatia? de vocês. Mas tenho esperança de quando vocês degustarem a ferramenta e verem como vocês resolvem problemas simples, porém complicados para as tecnologias atuais, em pouco tempo, acredito que ganharemos essa simpatia.

Já dizia Charles Simonyi: ?O processo de desenvolvimento de software requer recursos consideráveis de talento e de tempo de forma a barrar a inovação em grandes corporações?. Vocês já pararam para pensar que quando procuramos soluções em software perdemos muito tempo em questões técnicas e a solução em si fica prejudicada? Dêem uma lida nesse artigo http://www.technologyreview.com/Infotech/18047/?a=f . Existem pessoas pesando como nós. Tem gente que também acha que o processo de desenvolvimento de software não evoluiu muita coisa nos últimos anos. A pequena evolução que se deu é em tornar algo burocrático (que é escrever um software) menos trabalhoso (IDEs, frameworks, etc). Mas não estão pensando em aproximar as linguagens de programação do ser humano. É isso que estamos querendo… O que existe mais próximo do ser humano? Fluxograma? Linguagem Natural Escrita? Linguagem Natural Falada? Estamos buscando, mas com certeza linguagem de comandos não é! Está provado em números que os softwares são cada vez mais desacreditados. Um terço dos softwares estouram prazos e/ou orçamentos. Quem de nós já não xingou o maior software mais famoso do mundo, o windows? Quem de nós não xinga o IE, o firefox, o skype, o msn, etc? Quem de nós já não fez um simples sistema de locadora e demorou semanas para conseguir deixá-lo redondo?

Sobre o ganho de produtividade… É notório que o desenvolvimento para o ambiente web é extremamente burocrático. O uso de qualquer simples framework pode incrementar consideravelmente a produtividade. Imagine o uso de uma ferramenta de produtividade que faz muito bem softwares transacionais, que são a grande maioria da procura de sofware no mercado. Então, não se assustem com nossos ?números caseiros?. E nem afirmem que são caseiros sem saber. Na verdade não são, mas deixemos esses dados para um outro momento.

Vocês deviam dar um voto de confiança a alguém do seu país que está tentando contribuir com essas melhorias.

Sem mais… Não estarei mais postando nada nessa lista. Se alguém quiser tirar alguma dúvida, mande email para [email removido] que teremos o prazer em responder.

T

Quando Deus disse ?haja luz? Chuck Norris disse ?diga ?por favor??.

Kenobi

Sinceramente acho que há targets para o produto.

Não sou contra o modelo de geração, como MDA e ferramentas para tal ( acho que ninguém citou).

A evolução de tais técnicas um dia vai substituir o desenvolvimento padrão para sistemas corporativos financeiros, isso acredito também.

Não faz sentido a equipe de processo e negócios, que mais conhece da companhia não ter acesso ao desenvolvimento. Isso é o que a prórpia BEA vem apostando com o SOA e sua engine de BPM.

Itens não funcionais poderiam ser customizados pela própria ferramenta, e o papel do técnico para esta fase é vital.

Entretanto, alguns patterns já são sabidos e catalogados, o que torna de fato uma implementação desse tipo possível.

Agora, não vejo o papel dessa ferramenta em aplicações inovadoras e criativas, como skype, joost, mozilla entre outras tantas que dependem intensivamente de know-how tecnológico e aplicação de algorítmos complexos, com grande cunho matemático.

Na minha ótica, ela vai suprir o desenvolvimento convencional, que em muitos casos é bastante repetitivo.

Cansei de ver em inúmeros casos os mesmo conjunto de Patterns sendo aplicados através dos mesmos frameworks na mesma companhia. Ela tem 10 projetos e os mesmos seguem a cartilha - JSTL (View Helper, Struts (mvc), Business Delegate, DAO e por aí vai …

Então onde de fato o profissional fez a diferença ? Se a ferramenta usar uma base como PMD integrada, poderia implementar o melhor algorítmo para aquela situação, até de literaturas como Java Performance Tunning.

Acho que não adianta bater o pé e achar que isso não vai mudar um dia porque vai, fato. Se uma empresa dessa chega com um nível de maturidade bacana, com frameworks do mercado como Spring, Hibenate e tudo mais bem implementadinho, duvido que a companhia não troca a equipe dela por 10 caras especializados em negócio.

Na vaga de 10 programadores, contratam somente 1 carinha dev, para fazer ajustes finos e parametrizar a coisa toda … bingo !

Outra coisa, não conheço essa ferramenta, mas se la começar a ter extensões para equipe de programação, ou fábrica de software, talvez a adoção no ambiente corporativo seja mais tranquila.

Finalizando, não sei a qualidade da ferramenta. Se eu tiver tempo, vou testar sim, até para ver o que gera. Mas acredito que no futuro, problemas comuns, serão resolvidos por coisas comuns.

Quem quer continuar fazendo o que gosta, vai precisar descer o nível e começar a sujar as mãos…

Marquez_de_Carabaz

alves.alex:
Marquez de Carabaz:
Me registrei a pouco e to rindo muito dessas discussões… :lol: :lol:

Visshhhh um programa que vai fazer tudo sozinho?
Fuja louco!!!

Comecei a trampar com programação num faz nem um mes e mau consigo realizar coisas simples, mas to achando animal quando consigo fazer alguma coisa, me sinto mó realizado… e ai vem uma ferramenta que com dois cliques faz tudo o que eu aprendi em duas semanas???

VOCES QUEREM TIRAR ISSO DE MIM??? :shock:

Como diria Hellen Lovejoy: “Alguem, por favor, pense nas criancinhas!”

ahuahauahuahauahuauha
boa… :D
Acho que voce não me entendeu…
Prefiro me ferrar e aprender a fazer os codigos em Netbeans/Notepad, que apenas clicar em um botão e ter ele pronto. :wink:

L

thiago_costa:
Conforme eu disse no Youtube, o Maker não é um gerador de código. O código é gerado por estratégia para não deixar a empresa contratante presa a nossa empresa, já que isso foi um questionamento em algumas apresentações. Quanto à clareza e qualidade do código gerado, nós nos preocupamos com isso, visto que foi feito por alguns clientes a avaliação do mesmo. A idéia principal é a utilização de um runtime que rode as aplicações que ficam persistidas em XML. Temos dois runtimes um para web (em java) e outro para desktop. Já estamos homologando o .NET.

Desculpe-me ?maquiavelbona?. A intenção não foi ser mal educado. Quis ser bem humorado apenas.

A discussão se tornou algo extremamente sem sentido. Agressões desnecessárias e ironias infantis o que torna esse espaço totalmente desinteressante para nós. A minha resposta aos primeiros comentários foi justamente para colher alguma coisa de construtivo para nossa ferramenta, porém nada consegui colher. Apenas encontrei um ceticismo que já sou acostumado, opiniões infantis e ironias que mostram que algo em nossa proposta está intrigando vocês… Mas podem ficar calmos… Nossa ferramenta é para seus chefes. Vocês podem continuar escrevendo centenas de linhas de comando para fazer coisas simples, podem continuar escolhendo bombas atômicas para matar formigas, continuem aprendendo dezenas de diferentes tecnologias para desenvolver no ambiente da moda, etc.

Em uma apresentação mais completa, eu poderia mostrar que a ferramenta não é para o leigo programar, mas permite que o leigo entenda o que acontece e permite que o leigo possa participar de mais etapas do ciclo de vida de um software. Quem é o leigo? O leigo é o não especialista de software que tem expertise no domínio que o software cobre. Essa figura é extremamente importante no processo de desenvolvimento de software, porém está sempre em guerra com os especialistas em software. Uma das nossas prerrogativas é aproximar essas duas figuras.

Esse fórum é justamente de pessoas que não aceitarão facilmente nossa proposta. A intenção de estar aqui é justamente identificar em quais pontos podemos melhorar para ganhar a ?simpatia? de vocês. Mas tenho esperança de quando vocês degustarem a ferramenta e verem como vocês resolvem problemas simples, porém complicados para as tecnologias atuais, em pouco tempo, acredito que ganharemos essa simpatia.

Já dizia Charles Simonyi: ?O processo de desenvolvimento de software requer recursos consideráveis de talento e de tempo de forma a barrar a inovação em grandes corporações?. Vocês já pararam para pensar que quando procuramos soluções em software perdemos muito tempo em questões técnicas e a solução em si fica prejudicada? Dêem uma lida nesse artigo http://www.technologyreview.com/Infotech/18047/?a=f . Existem pessoas pesando como nós. Tem gente que também acha que o processo de desenvolvimento de software não evoluiu muita coisa nos últimos anos. A pequena evolução que se deu é em tornar algo burocrático (que é escrever um software) menos trabalhoso (IDEs, frameworks, etc). Mas não estão pensando em aproximar as linguagens de programação do ser humano. É isso que estamos querendo… O que existe mais próximo do ser humano? Fluxograma? Linguagem Natural Escrita? Linguagem Natural Falada? Estamos buscando, mas com certeza linguagem de comandos não é! Está provado em números que os softwares são cada vez mais desacreditados. Um terço dos softwares estouram prazos e/ou orçamentos. Quem de nós já não xingou o maior software mais famoso do mundo, o windows? Quem de nós não xinga o IE, o firefox, o skype, o msn, etc? Quem de nós já não fez um simples sistema de locadora e demorou semanas para conseguir deixá-lo redondo?

Sobre o ganho de produtividade… É notório que o desenvolvimento para o ambiente web é extremamente burocrático. O uso de qualquer simples framework pode incrementar consideravelmente a produtividade. Imagine o uso de uma ferramenta de produtividade que faz muito bem softwares transacionais, que são a grande maioria da procura de sofware no mercado. Então, não se assustem com nossos ?números caseiros?. E nem afirmem que são caseiros sem saber. Na verdade não são, mas deixemos esses dados para um outro momento.

Vocês deviam dar um voto de confiança a alguém do seu país que está tentando contribuir com essas melhorias.

Sem mais… Não estarei mais postando nada nessa lista. Se alguém quiser tirar alguma dúvida, mande email para [email removido] que teremos o prazer em responder.

Prezado amigo.
Desculpa, mas como este é um fórum técnico, fica díficil darmos um voto de confiança em algo sem sabermos o que é.
Você falou diversos números, fantásticos por sinal, e quer nos convencer apenas por estes números.
Sinceramente, não tenho nada contra este software e realmente gostaria muito que ele desse certo e revolucionasse o mundo da informática. Mas para isso, eu precisaria saber como ele funciona.
Se tiver algum segredo industrial, óbvio que não precisa revelar, mas fornecer algums detalhes mesmo macros ajudaria do seu funcionamento.
Esse seu texto está muito bom para convencer gerentes, parabéns, acho que vc tem grandes chances de convencer empesas como Accenture a usar seu software. Mas caso vc realmente queira demonstrar algo para os programadores e analistas de sistemas no geral, terá q mudar o seu discurso e falar mais tecnicamente.
Frases como “produtividade aumentada em 60X” e a “nova revolução da informática” só convencem gerentes…

Kenobi

Realmente esse fórum é mais técnico, logo deveria fazer uma explanação mais baixo nível, sobre algorítmo das regras de negócio, como fica a implementação, se há uma implementação do Rete ( http://en.wikipedia.org/wiki/Rete_algorithm) como o Drools e tudo mais.

Para confiarmos no produto, precisamos saber no que ele se baseia, qual a origem de pensamento.

Eu como profissional da área e responsável por esse tipo de análise na companhia, nunca aprovaria nada sem papers bem detalhados sobre tal.

louds

Fico curioso em saber se essas ferramentas, tal como o Maker, realmente tem chance de vingar. Pois pela forma como são apresentadas vejo elas atendendo um nicho muito específico de mercado.

Nicho esse que eu, durante minha carreira, nunca trabalhei para. Primeiro de tudo, essas ferramentas tem um problema crônico de integração com a infraestrutura instalada, pois tem somente acesso a dados da maneira exporta pelos wizards. Tem como trocar mensagens em serviços de mensageria? Trocar dados com dispositivos anexados ao computador? Comunicar com protocolos proprietarios com parceiros? Criar ou consumir arquivos de algum formato da Febrabam, processar um sinal FIX?

Integração com essas ferramentas se resume a tabelas de um banco de dados, o que é sabido ser uma das piores foras de fazê-la.

Outro problema dessas ferramentas é que todas orbitam em volta do banco de dados, porém nem todas aplicações ou suas fontes de dados provém deles. Como se faz para usar um índice invertido para realizar consultas eficientes? Integração é toda com webservices? Que bom, mas alguém vai ter que escrevê-los, não vai?

Outra coisa é o fato da arquitetura ser fixa, isso implica que uma série de aplicações simplesmente não podem ser construidas com elas. Qualquer aplicação heavy-duty moderna pode ser descartada, pois exige uma arquitetura n-tier, ou ainda, scaled-out. Aplicações que possui padrões de funcionamento diferente, como as de mensageria, ou troca em lote de informação também podem ser descartadas.

Mas pode ser, eu imagino, que existam muitas aplicações interessantes que sejam meramente uma realização de simples conceitos de negocios com uma interface trivial de ser contruida. Poder ser que sim, que ela possa ser construida sim pelos especialistas de negocio e existir apenas um pequena equipe de programadores dando suporte a eles.

Pode ser que elas funcionem para as aplicações ‘de pastelaria’ que tanto existem afora. Porém para qualquer coisa um pouco mais interessante ou complexa, elas simplesmente não se encaixam.

Mas talvez o principal, e fundamental, problema dessas ferramentas seja descartar a prima qualidade dos desenvolvedores, que é a capacidade de realizar regras de negócio de uma maneira lógico-abstrata, isto é, programando. Capacidade essa, que não se encontram nos analistas de negocio.

Um programador é condicionado desde o principio a saber como transformar uma idéia em sua representação abstrata sob forma de código. Isso exige anos de treinamento, de experiência e de intuição se desejar. Já analistas de negócio são expecialistas cuja mente não está preparada para isso.

Outra coisa é que toda empresa cujos sistemas são construídos sem os auspícios de um bom desenvolvedor/arquiteto acabam com sérios problemas de integração, lógica fragmentada, que não deixa de ser um problema de escalabilidade de órdem econômica - sistemas vão progressivamente se tornando mais dificeis de serem feitos e mantidos.

O maior problema do desenvolvimento de software não é a forma como sistemas são produzidos, tão pouco com a produtividade. O crux da atualidade está em criar ecosistemas sustentáveis dentro das empresas, no qual sistemas entram, saem e são alterados de maneira estável, sem aumentar a entropia individual de cada um. Requisito esse de teor intrinsicamente técnico, do qual não existe ferramenta mágica que vá resolvê-lo.

Luca

Olá

Não ia me meter neste tópico apesar de ter lidos alguma opiniões como às do Kenobi que achei muito sensatas.

Mas depois deste excelente post do Louds, resolvi soltar uma dúvida que estava meio engasgada por aqui:

Se alguma empresa acha que vale pena usar um framework para gerar código Java do tipo daqueles que fizeram sucesso no início dos anos 90, como o GAS por exemplo, é porque não está satisfeita com a produtividade dos seus programadores. Aí ficam as indagações sobre o porque da insatisfação:

  1. O problema é o Java?

  2. Ou o problema é o modo como são desenvolvidos os sistemas usando processos extremamante burocratizados e antiquados que impedem a obtenção da solução adequada em prazo razoável?

Se o caso for do tipo 2 então falta treinamento e não ferramental.

Mas se o problema é do tipo 1, qualquer um que estude um pouquinho de Ruby suspeita que há outras alternativas para se obter a produtividade almejada. Pelo menos para problemas que não dependam de coisas exclusivas da plataforma Java.

[]s
Luca (só não vale me chamar de criança…)

Kenobi


Mas talvez o principal, e fundamental, problema dessas ferramentas seja descartar a prima qualidade dos desenvolvedores, que é a capacidade de realizar regras de negócio de uma maneira lógico-abstrata, isto é, programando. Capacidade essa, que não se encontram nos analistas de negocio.

Um programador é condicionado desde o principio a saber como transformar uma idéia em sua representação abstrata sob forma de código. Isso exige anos de treinamento, de experiência e de intuição se desejar. Já analistas de negócio são expecialistas cuja mente não está preparada para isso.

Louds, mas até então essas regras de negócio poderiam estar contidas em DSLs e o analista de negócio as usaria para formar sua regra, até de forma gráfica.

Não acredito que regras de negócio sejam papel do programador. Exatamente o que tentei argumentar, talvez não tenha ficado claro. Para aplicações de um determinado formato, como Rails que é DSL para WEB, essa aplicação sirva e se encaixe.

Entretanto se começar a exigir muitos aspectos diferentes de arquitetura, ela não vai servir ou deverá ser aberta a fim de pertimitir tais configuraçõres e customizações, ou por meio de api e etc.

Nesta abordagem, com certeza o papel do desenvolvedor não estará descartado.

Mas quem já trabalhou com transformação de arquivos na mão e pegou uma ferramenta de ETL poderosa como Informática PowerCenter, sabe que muitas tarefas podem ser realmente feitas de forma visual e pequenas regras escritas através de DSL.

PS: PowerCenter é ainda extremamente performática !! :slight_smile:

Se a ferramenta tiver um sistema de ETL integrado e poderoso, parte desse problema, ou para a grande maioria dos casos está resolvido.

Amigo, infelizmente essa não será uma decisão sua ou minha e sim da companhia. Tudo isso vem acompanhado do ROI.

Diferentemente de você, a companhia vai preferir apertar um botãozinho e ver tudo pronto por diferentes razões, desde economia direta no valor hora, equipe, custos fixos e por aí vai à “Time-to-market”.

Yuri_Takimutov

Olá pessoas !
Antes de tudo eu saúdo a todos que dão existência ao melhor fórum de java no Brasil.
Pela minha formação, princípios e ética, sou obrigado a ler ou ouvir declarações ou reportagens que tratem de inovação tecnológica ou científica, afinal em tecnologia tudo é muito dinâmico e a cada dia a curva evolutiva fica mais inclinada.
Lembro-me do Friedrich Gauss e a dificuldade encontrada para tratar da geometria não euclidiana no meio acadêmico. As pressões foram tão grandes que êle decidiu estudá-la com alguns de extrema confiança, praticamente no anonimato.
Também lembro-me do grande Aristóteles (na época, quem duvidaria do Aristóteles ?) que defendia a teoria geocentrica com tanta ênfase que sobressaia-se aos demais filósofos da época e mais, Ptolomeu, no Almagesto, deu formas consolidadas a tal teoria.
Hoje constatamos que nem mesmo o Nicolau Copernico estava certo quando contrariou as idéias e teorias do geocentrismo, com o Heliocentrismo.
Na idade média acreditava-se que a terra era plana e portanto além do horizonte existiria apenas um precipício. O que temos hoje ?
Também acreditava-se que qualquer matéria ao ser submetida a divisões sucessivas, chegaria a uma parte indivisível (átomo) - Teoria Atômica. Hoje vemos que um átomo tem suas partículas subatômicas e estas as suas, também.
Pois bem pessoas, claro que considero um grande absurdo, já existir uma ferramenta que proporcione 60x produtividade, não use alguma linguagem de programação e que possa ser utilizada em grandes projetos.
Será que usa A.I. ? Será que ela advinha ? Seria psicotrônica ? (perdoem-me o sarcasmo)
Tenho certeza que estamos caminhando para isso mesmo, mas não seria cedo demais ?
Gostaria de obter mais informações a respeito e se possível acesso a ela.
Obrigado.

pcalcado

Ela ignora os conceitos do que está sendo estudado e usa conceitos antigos e já desacreditados. Dizer que nada acontece no meio é ignorar Model-Driven Development, Domain Specific Languages, MSFT Software Factories, MDA, Language Tools, metodologias ágeis, Domain Driven Design…

Eu não vi a ferramenta mas ela me parece seguir na linha das ferramentas da década passada. No mundo atual nós não pensamos em como facilitar a cosntrução de programas e sim de como mapear conceitos do domínio diretametne no programa, eliminando o gap entre usuário e desenvolvedor.

Facilitar a construção de aplicações genéricas é coisa que já é feito por zilhares de ferramentas, meu feeling é que essa IDEplusplus foge completamente do que está sendo feito que é aproximar domínio e código.

louds

pcalcado:
Ela ignora os conceitos do que está sendo estudado e usa conceitos antigos e já desacreditados. Dizer que nada acontece no meio é ignorar Model-Driven Development, Domain Specific Languages, MSFT Software Factories, MDA, Language Tools, metodologias ágeis, Domain Driven Design…

Eu não vi a ferramenta mas ela me parece seguir na linha das ferramentas da década passada. No mundo atual nós não pensamos em como facilitar a cosntrução de programas e sim de como mapear conceitos do domínio diretametne no programa, eliminando o gap entre usuário e desenvolvedor.

Facilitar a construção de aplicações genéricas é coisa que já é feito por zilhares de ferramentas, meu feeling é que essa IDEplusplus foge completamente do que está sendo feito que é aproximar domínio e código.

Phillip, risivel é você, eu e outros nesse tópico tentar ser razoavel com uma empresa que pratica astroturfing muito porcamente.

A realidade é que essa ferramenta está umas 2 décadas atrasada com a pesquisa na área de linguagens de progração, com formas melhores de comunicação e expressão de regras de negócio.

Pelo que o vídeo mostra, o Maker usa fluxogramas como linguagem de programação, uma coisa arcaica e com, pelo menos, 50 anos de idade. Tão inovador que provavelmente seus criadores ainda não ouviram falar da pílula anticoncepcional

A

Yuri_Takimutov:
Olá pessoas !
Antes de tudo eu saúdo a todos que dão existência ao melhor fórum de java no Brasil.
Pela minha formação, princípios e ética, sou obrigado a ler ou ouvir declarações ou reportagens que tratem de inovação tecnológica ou científica, afinal em tecnologia tudo é muito dinâmico e a cada dia a curva evolutiva fica mais inclinada.
Lembro-me do Friedrich Gauss e a dificuldade encontrada para tratar da geometria não euclidiana no meio acadêmico. As pressões foram tão grandes que êle decidiu estudá-la com alguns de extrema confiança, praticamente no anonimato.
Também lembro-me do grande Aristóteles (na época, quem duvidaria do Aristóteles ?) que defendia a teoria geocentrica com tanta ênfase que sobressaia-se aos demais filósofos da época e mais, Ptolomeu, no Almagesto, deu formas consolidadas a tal teoria.
Hoje constatamos que nem mesmo o Nicolau Copernico estava certo quando contrariou as idéias e teorias do geocentrismo, com o Heliocentrismo.
Na idade média acreditava-se que a terra era plana e portanto além do horizonte existiria apenas um precipício. O que temos hoje ?
Também acreditava-se que qualquer matéria ao ser submetida a divisões sucessivas, chegaria a uma parte indivisível (átomo) - Teoria Atômica. Hoje vemos que um átomo tem suas partículas subatômicas e estas as suas, também.
Pois bem pessoas, claro que considero um grande absurdo, já existir uma ferramenta que proporcione 60x produtividade, não use alguma linguagem de programação e que possa ser utilizada em grandes projetos.
Será que usa A.I. ? Será que ela advinha ? Seria psicotrônica ? (perdoem-me o sarcasmo)
Tenho certeza que estamos caminhando para isso mesmo, mas não seria cedo demais ?
Gostaria de obter mais informações a respeito e se possível acesso a ela.
Obrigado.

yuri,
concordo com você… mas estava lendo as outras mensagens e o pessoal falando das técnicas estudadas… das ferramentas já existentes… tem q se pensar nessas coisas realmente… por exemplo… quem já fez uma app do zero sabe o trabalho que é… eu hoje uso hibernate… gwt… o q facilita muito minha vida… principalmente o gwt (interface)… mas apesar de tudo… fluxo realmente é antiquado, contudo as pessoas “leigas” (em informática) entendem… todo mundo sabe o q eh uma setinha… tal… talvez isso seja legal… vou tb ficar no aguardo para ver…
uma outra coisa… visto os comentários do pessoal… esta ferramenta tem algo a mais q as q já existem ou existiram?? quero ver tb as especificações mais técnicas…

J2Alex

Interessante… sou capaz de apostar um doce que tem mais um fake perdido por esse tópico… :roll: … :lol:

j-menezes

Alguem tem que fazer alguma coisa e muitos estao fazendo.

Assim como no passado existia o trocador de valvulas, e nao existe mais, quem sabe um dia , programador como somos hoje tambem seja coisa do passado.

E’ evidente que entre trocador de valvulas e programador existe um
abismo.

Mas nao podemos ignorar a inteligencia artificial, embora ao que parece nao e’ o caso desta Ferramente em Questao.

Outra coisa, na minha opiniao, descartar java em ‘ambiente desktop’ com uma ferramenta dessas, nao me parece legal.

P

Olha, já tentaram empurar o Genexus aqui, acho que ferramentas desse tipo (que divulgam não ser geradoras de código e para analistas de processo) só servem para criar telinhas de cadastro, consulta, alteração e nada mais.
O cara do Genexus que veio aqui falou, falou e para terminar falou mais um pouco. :lol:
Disse principalmente que era fácil dar manutenção e migrar o código de uma linguagem para outra sem retrabalho. Daí para ser chato perguntei pro cara que aqui na empresa temos alguns pontos que conectam com balanças via porta serial e hoje esses pontos são feitos por Java, se eu gerando o código do meu ERP no Genexus em Java ele iria gerar essa rotina também.
O cara logicamente disse que não, que eu ia ter que fazer isso na unha e depois ter mais trabalho para incluir isso no software gerado pelo Genexus.
Achei uma grande perda de tempo tudo isso, mas para ser mais chato ainda falei que se tenho fragmentos de programas fora do Genexus então eu não posso manter o código ou fazer a tão divulgada migração automática de linguagem. O cara a contra-gosto disse que nesse caso não.
Então como eu sou chato demais disse então porque usar o Genexus se:

  • Vou continuar gerando código na unha;
  • Não vou manter o código totalmente pelo Genexus;
  • Não vou ter a opção de migrar de código quando eu quiser apertando um milagroso botão;
  • E ainda vou sofrer para decifrar o código gerado pelo Genexus para implantar o código gerado na unha.
    Depois de alguns minutos tentando explicar o sexo dos anjos e cara pediu licença e foi embora.
    Resumindo não quero tirar o mérito da equipe que desenvolveu o Maker mas a idéia é muito batida, não é tão funcional como eles dizem (se fosse não estaríamos aqui) e dizer que qualquer leigo vai desenvolver e bem usando a ferramenta é nivelar por baixo todos os desenvolvedores inclusive eles mesmos.
    Eu corro de coisas assim pois não vi ainda nada que fosse realmente competente.
D

Salve Salve, pessoal !!!

Acho que estamos colocando chifres na cabeça do cavalo. Acredito que algum dia alguém consiga fazer um software que seja como um robô, do tipo: Pois não senhor, o que o senhor deseja ? Ta pronto seu sistema.

Mas, com certeza não vai ser agora.

Vimos o que a informática fez para a indústria (revolução industrial), para o comercio (comercio eletrônico) e afins. Se alguém se propõe a criar uma ferramenta que vai permitir que um leigo desenvolva uma aplicação, imagine para os que não são leigos como nos? Com certeza seremos bastante produtivos. Também já fui chiita, radical, achava que tudo tinha de ser feito na unha, mas isso foi na época do DOS. Hoje abri minha mente, não sou mercenário mas acho que para fazermos coisas grandiosas e se existem ferramentas que facilitem este processo, podem ter certeza, serem o primeiro a usar. Passei boa parte da minha vida (hoje tenho 32 anos) aprendendo novas linguagens e novas plataformas, e isso não acaba nunca. Hoje conheço inúmeras linguagens diferentes, mas sei que estou ainda começando, porque ainda existe mercado para linguagens que não conheço, como o COBOL, ABAP/4 e outras.
Poxa, se esta merda dessa ferramenta permite programar, e usando fluxograma que é uma coisa bastante simples, já estou apaixonado por ela. Se esses caras cumprirem o que prometem e parece que eles não são pequenos, será uma maravilha. Ouvi falar até que eles tem ligações políticas. Será que são do grupo do falecido ACM ? Do grupo de LULA ? Mas isso não importa.

Vou usar a ferramenta sim, e se for preciso, ainda como ACARAJÉ e tomo água de coco.

maquiavelbona

Nussa, quantas pessoas recém-cadastradas! Quem dera eu tivesse acesso ao master recurso de saber o IP donde estão criando tais contas.

E continuo achando a idéia nem um pouco original e inovadora. Vai fazer o que N softwares já fazem.

Até!

D

Forum Spammer,

Não precisa ser master, pergunte.

Se sua opinião não mudou, não precisa fazer spam para dizer isso. Se fosse assim, de 10 em 10 minutos postaria para dizer que minha opinião não mudou.

Tente falar algo que contribua para a discussão, não apenas ficar repetindo as coisas sempre e sempre.

Quanto aos recém cadastrados, o fórum não requer que seja cadastrado para poder ler os posts. Mas para responder tem que cadastrar-se, vou hesitar em fazê-lo só porque um spammer nao gosta disso?

Não escrevi para tentar mudar sua opinião. Se você se acha tão importante assim, meus pêsames.

Vou pegar mais um acarajé. Abraços.

L

drungrin:
Forum Spammer,

Não precisa ser master, pergunte.

Se sua opinião não mudou, não precisa fazer spam para dizer isso. Se fosse assim, de 10 em 10 minutos postaria para dizer que minha opinião não mudou.

Tente falar algo que contribua para a discussão, não apenas ficar repetindo as coisas sempre e sempre.

Quanto aos recém cadastrados, o fórum não requer que seja cadastrado para poder ler os posts. Mas para responder tem que cadastrar-se, vou hesitar em fazê-lo só porque um spammer nao gosta disso?

Vou pegar mais um acarajé. Abraços.

ainda bem que hj é sexta! Daí a gente le umas coisas destas e acha graça. :lol:

Mas e aí cara, aproveita que vc trabalha na empresa que faz o Maker e conta mais uns detalhes pra gente! Estamos curiosos pra saber como ela funciona…

marcushlm

só queria ver esse programa gerador-de-código-espontâneo-que-não-gera-código rodando :stuck_out_tongue:

isso tá parecendo aquela proposta de internet movida a água

:lol:

maquiavelbona

Depois de tão carinhosa e educada resposta, só consigo lembrar de um trecho de Doobie Brothers (fora do contexto):

Doobie Brothers - What A Fool Believes:

But what a fool believes he sees
No wise man has the power to reason away
What seems to be
Is always better than nothing
And nothing at all keeps sending him…

Cuidado com os acarajés, na hora que entra é fácil…

Até!

fabim

j-menezes:
Assim como no passado existia o trocador de valvulas, e nao existe mais, quem sabe um dia , programador como somos hoje tambem seja coisa do passado.

Evidente que entre trocador de valvulas e programador existe um
abismo.

O abismo se chama: raciocínio

guariba

Desde a época que trabalhei com COBOL sempre desenvolvi geradores de código. Tinha enorme preguiça de fazer coisas repetitivas.

Já torrei muito a cabeça tentando bolar uma solução “milagrosa” que gerasse tudo, mas a complexidade das soluções necessárias acabavam detonando minhas idéias.

Acredito que podemos usar de tudo um pouco.

“Examinai tudo, retei o que é bom”.

D

Tá, falou, falou, falou e não disse nada. O que ele faz de tão diferente que o difere do JSenna e do Ms Access? Nada do que disse impressionou ou fez com que o conceito de geração de código fosse derrubado abaixo. E se a performance não for satisfatória e for necessária alguma otimização? Senta e chora?
Outra coisa que joga a credibilidade para baixo são as “estatísticas caseiras” - gigantescas bases de dados, aumentou a velocidade de produção em 60 vezes, etc -. Existem ferramentas de geração de código através de UML, mantidas por grandes empresas, nada difere da geração WYSIWYG proposta.
Extensibilidade, adaptação e escalabilidade? Vai ser “vendor lock-in”?
Como vais detalhar arquitetura se vai fazer com que a “equipe dedique-se aos detalhes do software que está sendo construído, e não aos detalhes de implementação”? Ou os detalhes não importam em nada?

Ué, porque não? Não ia aumentar a produtividade de vocês em 60 vezes? Não é simples e extensível?
Então tenham a vergonha de ou desativar a opção ou fazer com que ela funcione direito. Tentar vender algo tão mirabolante sem ao menos cuidar da estética do site, é ,no mínimo, suicida ( do ponto de vista não só meu, como de meu chefe, que é gerente e não programador ).

Ou seja, no final, quase nada acrescentamos ao ceticismo.

Até!

Respeito a sua opnião, mais acredito que você não conheça perfeitamente o genexus, porem o quê está em prova é o Maker!

marciosantri

Eu já fui surpreendido algumas vezes com uns caras que faziam miséria no excell.
Imaginem uma ferramenta dessas nas mãos deles?

Falando sério, escuto isso desde a época do Clipper. É interessantes, mas acredito que
pelo menos por uns 20 anos nossos empregos estão salvos, hehehe.

omvficar

Ainda temos 20 anos de trabalho ??? Sei não…

Acho que vcs ainda não viram o forum http://www.guj.com.br/posts/list/68819.java

Parece até que somos a bola da vez…os proscritos…tô começando a ficar preocupado…

:cry: :cry: :cry:

marciosantri

omvficar:

Ainda temos 20 anos de trabalho ??? Sei não…

Acho que vcs ainda não viram o forum http://www.guj.com.br/posts/list/68819.java

Parece até que somos a bola da vez…os proscritos…tô começando a ficar preocupado…

:cry: :cry: :cry:

Faça o seguinte: pegue seu projeto e olhe os ifs, estruturas, instruções de desvio que
muitas das vezes seu analista demoroi muito tempo pra bolar e vc pra fazer.
Depois se pergunte se um diretor que vive pedindo relatórios pro pessoal de TI vai
dar conta (e ter tempo) pra bolar um negócio desses em 5 minutos.
Acho que o pessoal de TI que vive fazendo relatórios vai ter que fazer outra coisa.
Mas pro controle operacional, ainda vai muito tempo pra não precisar de programador…

U

Foi lançado o Software MAKER, na qual recebi a proposta via e-mail. Acho a idéia legal e até fiquei interessado… Mas o preço me desagradou.

R$ 10.000,00 ( o software )
R$ 2.000,00 ( treinamento online 40 horas )
R$ 240,00 mensais ( Suporte + Upgrade´s )

Com o valor elevado, pode-se definir que a pirataria também será…

louds

Se o Maker é tão bom assim, é possivel eu re-escrever o Maker nele? Qualquer sistema que valha a pena é autocontido.

G

Eu tinha respondido com uma piadinha besta, mas acho que é mais interessante deixar algo um pouco mais construtivo. O Philip já disse lá atrás neste thread e o Ralph Johnson, ainda mais atrás (em 1997):

Dizer que existe uma forma fácil e simples de fazer “qualquer” software é desprezar as complexidades inerentes ao domínio. Um framework capaz de gerar qualquer software deve ser tão complexo quanto o agrupamento da complexidade de todos os possíveis domínios.

[edit]
Me lembrei agora de um artigo, A Pattern Language for Developing Object-Oriented Frameworks, que julgo também ser pertinente neste contexto:
[/edit]

http://st-www.cs.uiuc.edu/~droberts/evolve.html

A

Perlismo número 6:

Alan:
“Symmetry is a complexity-reducing concept (co-routines include subroutines); seek it everywhere.”

francislon

A situação é a seguinte, se os caras passaram cinco anos desenvolvendo um produto, parabens a eles. Não acho que devemos sacrificar o esforço dos caras.
Mas a ideia realmente não é original, e essa noticia do estadão fez parecer que o software é mágico. Se ele for mágico então sou a favor de mudarem o nome do produto para Magic Maker :stuck_out_tongue:
Só acho que softwares deste tipo só ajudam a piorar a situação do desenvolvimento de softwares, visto que viciam profissionais a uma certa facilidade e quando estes se deparam com erros e problemas não conseguem reverter a situação.

Leozin

acho que é hora de aumentar o meu valor-hora depois do MagicMaker :slight_smile:

C

Acho que quem apresentou o Genexus não tinha o conhecimento adequado; Sem ser chato como foi dito, ou não sendo ignorante no assunto, quem escreveu esse artigo demonstar ter uma mente um pouco fechada. O tal de Genexus é excelente e pode se fazer vamos dizer quase tudo que quisermos com ele; Até acessar a tal balança. Só rindo mesmo…

Marcio_Nogueira

O Maker é o Visual Kit 5 com uma roupa nova! É a maior fria!

L

fazer…faz…

mas ateh ai…

Os principais pontos que se prega contra o Genexus são:

  1. Qualidade do código gerado(uso de bons design patterns, código bem escrito, com nomes de métodos e atrbutos coerentes, divisão em camadas bem feita etc)

  2. Quem for dar manutenção ou criar novas funcionalidades sem usar o Genexus consegue?

Poderia citar outros, mas esses dois já são suficientes…

Quando fizemos o teste do Genexus na empresa em que trabalhava ele foi barrado por causa disso. Na primeira versão demonstrada ele realmente fazia uma tela de cadastro como vc disse, mas MVC passava longe, era view com dao e tudo mais…depois o engenheiro da Genexus trabalhou…trabalhou…melhorou alguns pontos…mas mesmo assim foi rejeitado devido aos pontos acima…

Como eu jah disse em outra thread, na empresa que eu trabalhava usavamos o Genexus para gerar código ABAP e Cobol e funcionava uma maravilha…excelente ferramenta…mas Java…não atendia!

fazer…realmente faz…mas só fazer não é o suficiente hj em dia meu caro…

Agora diz pra gente. Qual a sua relação com o Genexus? Vc trabalha na empresa q desenvolve o Genexus ou é um consultor de Genexus? Não faz nenhuma diferença saber, afinal, vc tah mais que certo de defender o seu peixe…

[]'s

M

Pessoal, sempre fui desenvolvedor Delphi e com nariz bem torcido sobre as ferramentas CASE, porém, ao trabalhar como distribuidor de um software ERP feito em Genexus pude ver a complexidade que a ferramenta pode oferecer apesar de algumas restrições que geram um pouco mais de trabalho. Acho que cabe ao desenvolvedor avaliar Custo x Prazo para que venha a optar por uma ferramenta dessas. Estou estudando acerca do Maker e me parece ser uma ferramenta bastante útil. Avaliei alguns programas demonstração gerados por ele e realmente surpreende em alguns pontos. Vejo que ainda há pouco material sobre ela, inclusive, gostaria de perguntar aos desenvolvedores se há algum fórum de discussão de usuários da ferramenta. Como não é disponibilizado uma versão trial e apenas é feita uma demonstração, consultando questões de outros usuários fica mais fácil tomar a decisão de tentar ou não desenvolver com a ferramenta. Aguardo uma resposta sobre isso. Àqueles que só dizem mal da ferramenta acho que estão julgando precipitadamente, muitos softwares não tem nivel de complexidade tããããão grande que a ferramenta não possa manter. Uma avaliação mais profunda é necessário para se dar uma posição sobre ela.

Abraços a todos

P

Olha, vi agora que esse tópico ressurgiu das cinzas, como vc citou a balança creio que se referiu ao que eu escrevi a um bom tempo atrás. Será que nesse riso seu percebi certo tom de ironia e sarcasmo? É, creio que estou enganado, pois isso é uma atitude de pessoas que não tem argumentação e muito menos base teórica para confrontar opiniões diferentes e partem para a ironia e sarcasmo. Mas prefiro considerar vc um profissional, devo ter interpretado mal o seu texto.
Mas voltando ao tema o pessoal que veio apresentar o Genexus aqui era bem preparado, fizeram uma boa demonstração e comprovaram ter uma grande base de clientes ativos, então parecem entender bem sobre o tema. Talvez vc não tenha entendido bem o que eu disse lá atrás, mas o fato é que o Genexus e ferramentas similares tem uma complexidade limitada, pelo próprio propósito que se propõe, isso é normal e não estou criticando a ferramenta. Apenas disse que a aplicação dela é mais simplista, que para projetos específicos é preciso existir outra forma de desenvolvimento e que todo o paradigma defendido pela ferramenta Genexus cai por terra nesse caso.
Realmente pesquisei e o Genexus não conecta com a balança que tenho aqui e mesmo que um dia venha se conectar ele não irá conseguir de forma fácil projetar o software para ela perante a sua especialidade elevada.
A não ser que o Genexus seja na verdade uma ferramenta de IA, desenvolvida com uma tecnologia ainda desconhecida, que emula com precisão o pensamento humano, ou melhor, evoluiu o pensamento humano e chegou a um ápice de gerar uma nova forma de pensamento pertinente somente a sistemas de alta complexidade, seria a Matrix? :lol:

vanzella

Concordo contigo, da pra se fazer quase tudo com Genexus, acho até bacana a facilidade do mesmo, mas e pra dar manutenção? evoluções? reescreve o programa tudo de novo? e o banco de dados? se deixar o Genexus monopoliza o banco e só Jesus Cristo pra conseguir entender.

luistiagos

uma pergunta… e possivel refazer o genexus pelo proprio genexus?

M

Moçada, não confundam conhaque de alcatrão com catraca de canhão… estamos falando do Maker… o Genexus eu já conheço e sei que tem limitações, porém os idealizadores do Maker assumem no site que a idéia dele é bem diferente, e que o codigo-fonte gerado é totalmente legível pois foi exigência dos primeiros clientes, outra afirmação que dizem também (não sei até onde é verdade) é que a próxima versão do Maker está sendo desenvolvido com o próprio Maker. Se isso for verdade (espero que sim), o nivel de complexidade que ele aceita será bem maior que o Genexus.

fernandojsjr

PessoALL,

ta explicado porque toda essa falação a respeito do Maker (aumentou a produtividade em 60 vezes, etc, etc, etc), é so olharmos os números: uma equipe de 1,2 mil desenvolvedores em um trabalho de cinco anos para produzir o Maker da um total de 6.000.000,00 (Seis milhões de reais) e para tentar convencer muitos trouxas a comprarem a tal ferramenta milagrosa terão que fazer um bom trabalho de marketing, vai ver fizeram um curso com o pessoal da Microsoft essa sim é especialista em vender coisas que não prestam com promessas milaborantes.

para que não teve estômago para ler as reportagem, olha só a petulância do pessoal da Softwell

‘’‘Não podia simplesmente aceitar alguns conceitos estabelecidos pela maioria. Resolvi brincar, testar o novo’’’’, disse Freire ao Estado em Salvador, na sede de sua segunda empresa, a Softwell Solutions. Ele organizou uma equipe de 1,2 mil desenvolvedores em um trabalho de cinco anos para produzir o Maker, software que substitui as linhas de programação por interfaces gráficas. É o equivalente a migrar do antigo DOS para a plataforma Windows.

VOCÊS SÂO UNS FANFARRÕES !!!

F

Mesmo se funciona-se perfeitamente o sistema o usuario (desenvolvedor) ficaria preso a utilizar as ferramentas disponibilizadas na aplicação deles, dificultando atualizações e muitos outros fatores como desenvolvimento web o programa será que iria desenvolver aplicações multi plataformas e cross browser? Acho que não.

dlt

Que coisa mais bizarra.

rubinelli

Eu fiz algumas contas aqui. Assumindo que dos 1.200 envolvidos mil sejam programadores, uma produtividade padrão de 10 LOC/dia, 4 anos na fase de desenvolvimento principal:

1000 programadores * 4 anos * 240 dias úteis/ano * 10 linhas/dia = 9600 milhões de linhas de código, ou o equivalente a um Open Office

Eu pessoalmente não espero conseguir rodar o resultado disso em menos que 2GB.

maquiavelbona

rubinelli:
Eu fiz algumas contas aqui. Assumindo que dos 1.200 envolvidos mil sejam programadores, uma produtividade padrão de 10 LOC/dia, 4 anos na fase de desenvolvimento principal:

1000 programadores * 4 anos * 240 dias úteis/ano * 10 linhas/dia = 9600 milhões de linhas de código, ou o equivalente a um Open Office

Eu pessoalmente não espero conseguir rodar o resultado disso em menos que 2GB.


10 linhas por dia? Realmente estás subestimando os programadores da ferramenta do “O UM BOTÃO” escrito “FAÇA!” e sai um sistema pronto do outro lado.

Até!

F

hHahahAhAHA
Muito bom este tópico :slight_smile:

Tem coisas que são foda de acreditar 1.200 pessoas e não dá pra fazer o próprio site em um dia?
1200 pessoas com uma ferramenta dessas faria toda a web de novo
vamos ver pessoas vezes o ganho de produtividade
1200 x 60 = 72000
UAU 72 mil pessoas!
bom levando em conta as míseras 10 linhas
seriam 720 mil linhas de código.

vanzella

No minimo são 1.198 analistas e 2 programadores.

victorcosta

“para provar tal poder, nós desenvolvemos a próxima versão do maker, utilizando o próprio maker” vídeo acaba

EiaheaiaeuAEauih 8)

Leozin

E 1 arquiteto oO

vanzella

E 1 arquiteto oO

Ah é, tinha esquecido, deve ter também.

Mauricio_Linhares

Alguém tem a notícia do cara dizendo mesmo que foram 1200 programadores?

Isso sim é assustador :open_mouth:

rafaelglauber

Maurício Linhares:
Alguém tem a notícia do cara dizendo mesmo que foram 1200 programadores?

Isso sim é assustador :O

1,2 mil ESPECIALISTAS, fonte: http://www.softwell.com.br/PaginaAction?pagina=Noticia9

bandrade

Os sitemas de exemplo que tem no site podem não ser os mais customizaveis / perfeitos, mas parece que dá pro gasto.

http://www.softwell.com.br/PaginaAction?pagina=vejavocemesmo

Nao, nao trabalho na softwell, nem sei nada do maker, nem conheco o codigo que roda por trás.

louds

1200 pessoas e 5 anos? Vejamos, se cada uma ganha mil reais por mês como CLT, custou uns 22mil por ano. Significa que o produto custou 132 milhões de reais só de R&D.

rafaelglauber

fonte: http://www.correiodabahia.com.br/economia/noticia.asp?codigo=137053

Alguém que conheçe o Maker poderia apontar pontos de semelhança como o Visual Studio?

bandrade

Se todas as tarefas fossem paralelas né. Os profissionais envolvidos devem ser todos que passaram pela empresa nos 5 anos que ele diz ter levado para desenvolver o sistema. Até o fiho do dono deve ter entrado nessa conta. (;

louds

Se todas as tarefas fossem paralelas né. Os profissionais envolvidos devem ser todos que passaram pela empresa nos 5 anos que ele diz ter levado para desenvolver o sistema. Até o fiho do dono deve ter entrado nessa conta. (;

Cara, 1mil reais de salário é valor de estagiário/secretária dentro de uma software-house. Se considerarmos 1/5 desse valor, que cada pessoa ficou em média 1 ano na empresa, são ainda 13 milhões, que é uma enorme montanha de dinheiroo pela tranqueira que é esse produto.

Sinceramente, não vale a pena perder tempo discutindo uma plataforma proprietária em pleno século 21.

rubinelli

Ah é, tem o turn-over também. Se todo mês eles contratarem 20 programadores, e os 20 pedirem as contas depois de um mês, já temos 1200 profissionais em 5 anos!

Mauricio_Linhares

Se todos mês eles contratam 20 e os vinte pedem as contas eles não fazem o produto nem em 50 anos, quantomais em cinco [:D]

rubinelli

Eh, mas você não entendeu o pulo do gato, que é o desenvolvimento incremental e bootstrapping. No primeiro mês eles escrevem o Maker 0.01, que só mostra Hello World. No segundo mês eles usam o Maker 0.01 para criar o Maker 0.02, que mostra Hello World e um botão.

O mais legal é que, como estão fazendo a versão 2.0 do Maker no Maker 1.0, ela vai sair um mês depois!

Leozin

fico no aguardo da nova versão do windows feita em maker

rdantas

Bom pessoal, pensem como empresários de TI. Se o Maker fornecer produtividade e qualidade (já li a respeito, mas numca usei o Maker) como eles prometem, então o preço que eles estão pedindo por licença é uma bagatela. Já pensaram, vc’s com uma empresa e 20 peões de programação a 1 Salário cada produzindo horrores. Eu como dono desta empresa ficaria rindo atoa.

louds

Pensando como empresário, pensaria umas duzentas vezes antes de sequer avaliar o produto. Pois todos os semelhantes ao Maker criados até hoje são completos desastres produtores de legado impossivel de se manter. Se prender a um vendedor de tal maneira é um risco muito grande, já que você fica refém da saúde do produtor do Maker.

Se a empresa que faz o Maker faliz daqui 6 meses, como ficam os manés que investiram tudo nele?

Por isso que open standards e open source são alternativas muito melhores.

saoj

Como eu faço para testar esse bichinho? Alguém já conseguiu uma copia para demonstração?

Antes de taxarmos esse sistema de porcaria ou inútil, temos que entender que o mundo é polarizado. Poderia-se escrver um livro sobre isso, mas vou me limitar a dizer que assim como na física existe proton e anti-proton, no mundo existe branco e preto, socialista e capitalista, religioso e ateu, pobre e rico e empreendedor e cientista. Acho que um oposto depende do outro para existir.

Está claro pra mim que esses caras não são cientistas. Esses caras são empreendedores que tinham MUITO (bastante mesmo) dinheiro para investir numa idéia. E que para um empreendedor um idéia razoável bem trabalhada e executada, vale 10 vezes mais do que uma idéia maravilhosa de um cientista que ficou só na idéia ou nos laboratórios.

Eles apenas criaram um framework ou sistema que te permite criar outros sitemas. O principal usuário desse framework/sistema são eles mesmos, já que fizeram um monte de aplicativos baseados nele (controle de estoque, financeiro, fiscal, etc.), que agora devem estar tentando vender por aí com uma bela estratégia de marketing.

Há mercado para tudo nesse mundo. Nenhuma empresa de tecnologia vai produzir sistemas baseado no Maker. Não faria qualquer sentido. Assim como um zé mané da feira, que sabe pouco de informática, não usaria Java para fazer um sistema. Mas quantas empresas no mundo existem que poderiam ser clientes desses caras? Milhares! Ou vcs acham que todas as empresas do Brasil e do mundo possuem conhecimento ou pessoal de tecnologia?

Então não adianta comparar o Maker com o RoR. São coisas que estão em polos diferentes.

Gostaria de entender como ele trata as funcionalidades sem código, apenas com fluxogramas. 5 anos + muito dinheiro + motivação + muitos funcionários não podem ter dado numa coisa totalmente ruim e inútil. Alguma coisa de bom deve ter ali… E o sucesso vai ser medido com resultados baseados em $$$. O resto, pelo menos para os empreendedores, é secundário.

davidbuzatto

Hahahahaha

Windows 2008 Vista Maker Super Ultimate Edition Professional

F

Piada de um amigo meu:


Ah, PQ o Vista é tão ruim?
Foi feito em .net!

M

Sexta-feira passada assisti a uma demonstração do Software em BH, quem for de BH e tiver interesse de ver, basta entrar em contato com o pessoal da Avanço Informática. Posso dizer que fui esperando muita coisa da ferramenta, e realmente saí da demonstração com todas minhas questões ( que deveriam desbancar a ferramenta ) resolvidas. Como empresário posso dizer que o custo-benefício é excepcional. O sistema permite que qualquer função existente na ferramenta (todas em java) possam ser alteradas e o usuário pode incluir funções e/ou componentes nele. Parabéns a equipe do Maker que realmente inovou muito os conceitos de desenvolvimento RAD.

F

Adoro esse pessoal que se cadastra no GUJ só pra defender um software.

Não é Sr. Moreira-JF ?

Com certeza a dúvida do Sr. Moreira não foi pq o site não foi feito com a ferramenta se ela é uma super ferramenta!

Aliás quais foram mesmo as suas dúvidas?
E como soube do guj?

AHhahAhAhAHAhAh

M

Na verdade conheci o Guj logo que vi a publicidade do sistema na Revista Info e foi um dos poucos fóruns que achei sobre a ferramenta. Tem uma coisa que está mal interpretada por vocês, o Maker não serve pra fazer site, ele é voltado pra desenvolvimento de aplicações, tanto que os formulários já virão com funcionalidades de navegação e manipulação de banco de dados. Meu interesse era que mais pessoas que viram uma demonstração da ferramenta pudesse dar suas opiniões, achei o site apropriado uma vez que a ferramenta possui todas as suas funções nativas em Java e toda inclusão de funções deve ser Java ou JavaScript…mas blz, não vou mais interferir no fórum.

Abraços pra todos

pcalcado

Moreira,

Um site hoje em dia e uma aplicação. Flickr. Twitter, acebook, Orkut, Gmail, GUJ… são todos sites e aplicações. Ainda que falemos de intranet os mesmos princípios da web se aplicam (afinal está é a grande vantagem de intranets).

Este tópico mostra uma serie ce críticas e perguntas não respondidas pela ferramenta: http://guj.com.br/posts/list/78806.java

Até agora nenhum representante e/ou usuário respondeu a elas.

M

Ops, esqueci de responder sua pergunta… as questões que levantei sobre a ferramenta foram as seguintes:

  • Trabalhar com arrays
    R: trabalha sem problemas com arrays em memória
  • Inclusão de novas funções e/ou componentes
    R: Para funcionalidades cliente, adição em JavaScript, para Servidor, em Java
  • Conexão com portas seriais e paralelas seja no cliente ou no servidor
    R: Já possui essas funções nativas
  • Conexão com mais de um banco de dados apartir da mesma aplicação
    R: Já possui essas funções nativas
  • Gerencia de projeto com mais de um usuário
    R: Já possui essa função nativa
  • Possibilidade de compilação do arquivo em Java
    R: Existe a possibilidade de se rodar a aplicação compilada ou em um framework do Maker chamado WebRun2
  • Quais as limitações dos fluxogramas em relação à quantidade de componentes
    R: Disseram não ser limitados a quantidade de componentes, e tem o respaldo de se fazer sub-fluxos
  • Existência de debug do sistema
    R: Já possui uma ferramenta nativa que gera pausa em cada Processamento do fluxograma exibindo o conteudo das variáveis

Essas foram minhas perguntas.

O que gostaria é de levantar a discussão sobre o ganho de produtividade que esta ferramenta pode trazer, gostaria que mais pessoas que viram a demonstração ou que irão ver, postem seus comentários a respeito da mesma.

gargula

Moreira-JF:
Ops, esqueci de responder sua pergunta… as questões que levantei sobre a ferramenta foram as seguintes:

  • Trabalhar com arrays
    R: trabalha sem problemas com arrays em memória
  • Inclusão de novas funções e/ou componentes
    R: Para funcionalidades cliente, adição em JavaScript, para Servidor, em Java
  • Conexão com portas seriais e paralelas seja no cliente ou no servidor
    R: Já possui essas funções nativas
  • Conexão com mais de um banco de dados apartir da mesma aplicação
    R: Já possui essas funções nativas
  • Gerencia de projeto com mais de um usuário
    R: Já possui essa função nativa
  • Possibilidade de compilação do arquivo em Java
    R: Existe a possibilidade de se rodar a aplicação compilada ou em um framework do Maker chamado WebRun2
  • Quais as limitações dos fluxogramas em relação à quantidade de componentes
    R: Disseram não ser limitados a quantidade de componentes, e tem o respaldo de se fazer sub-fluxos
  • Existência de debug do sistema
    R: Já possui uma ferramenta nativa que gera pausa em cada Processamento do fluxograma exibindo o conteudo das variáveis

Essas foram minhas perguntas.

O que gostaria é de levantar a discussão sobre o ganho de produtividade que esta ferramenta pode trazer, gostaria que mais pessoas que viram a demonstração ou que irão ver, postem seus comentários a respeito da mesma.

Cara, sou usuário do maker e, até agora, estou extremamente satisfeito. Desenvolver um sistema para web é “facin” “facin” eh eh eh.

Depois de ver alguma coisa sobre a ferramenta aqui no GUJ, resolvi assistir uma apresentação. Usava delphi, e não tive nenhuma dificuldade de adaptação, já tenho até alguns sistemas funcionamento no meu cliente.

Eu não sabia que existiam neste forum, 2 treads sobre o mesmo assunto e já postei comentários, e tirei dúvidas, na tread abaixo:

http://www.guj.com.br/posts/list/78806.java

Confira e observe que, lá, todas as perguntas técnicas foram respondidas, algumas inclusive, repetidas vezes.

Valeu !!!

:smiley:

gargula

fabioissamu:
Adoro esse pessoal que se cadastra no GUJ só pra defender um software.

Não é Sr. Moreira-JF ?

Com certeza a dúvida do Sr. Moreira não foi pq o site não foi feito com a ferramenta se ela é uma super ferramenta!

Aliás quais foram mesmo as suas dúvidas?
E como soube do guj?

AHhahAhAhAHAhAh

Adoro esse pessoal que se cadastra no GUJ só para contar piadas !!!

Desistressa a gente… É muito legal…

eh eh eh eh eh eh eh eh eh eh eh eh eh

Principalmente piadas de amigos…

Legal mesmo :lol:

pcalcado

isso explica muita coisa… especialmente sobre as perguntas sem resposta (reusabilidade, extensibilidade, custo, comparação, qualidade do código gerado -como saber qualidade do código java, afinal?- e etc.), além de explicar sobre a empolgação com uma ferramenta caríssima que automagicamente gera codigo para alicações do tipo mais simples possível.

Seria interessante que alguém que realmente soubesse algo sobre sistemas como os que o maker gera código para avaliasse. Pena que a empresa não disponibiliza nem demos -por que será? - e não acho que alguém experiente está disposto à pagar R$9.000,00 em algo que promete o que muitos já prometeram, do jeito que muitos já rometeram fazer e peca nos mesmos pontos de sempre.

louds

isso explica muita coisa… especialmente sobre as perguntas sem resposta (reusabilidade, extensibilidade, custo, comparação, qualidade do código gerado -como saber qualidade do código java, afinal?- e etc.), além de explicar sobre a empolgação com uma ferramenta caríssima que automagicamente gera codigo para alicações do tipo mais simples possível.

Seria interessante que alguém que realmente soubesse algo sobre sistemas como os que o maker gera código para avaliasse. Pena que a empresa não disponibiliza nem demos -por que será? - e não acho que alguém experiente está disposto à pagar R$9.000,00 em algo que promete o que muitos já prometeram, do jeito que muitos já rometeram fazer e peca nos mesmos pontos de sempre.

Isso me lembra uma coisa, o Maker parece uma versão meia boca das IDEs de JSF ofertadas pela Sun, IBM ou Oracle. Todas tem editores visuais, tratamento de eventos, componentes p/ criação de CRUD rápido contra banco de dados e todo lixo habitual. Talvez o que falte seja essa presepada de usar fluxogramas, o inovador FlOwChart Koding,

B

Na antiga empresa que eu trabalhava, depois de muitos problemas de má gerencia de projeto, colocaram a culpa no Java e compraram uma ferramenta que gerava aplicações em PHP.
minhas considerações do que ví:
:arrow: a empresa se torna escrava dos consultores deles: vc vai descobrir que existem vários segredos (hacks e verdadeiras gambiarras) para vc ir além do café com leite e só eles tem as pessoas que você precisa.
:arrow: a empresa se torna escrava dos treinamentos: dificilmente vc vai achar alguém no mercado que se sujeite a se tornar especialista nisso. Basicamente cada funcionário novo que passar por sua empresa terá que passar por um desses.
:arrow: suporte era na prática obrigatório: até vc conseguir formar ou mesmo contratar o “especialista”, vai precisar muito.
Onde não deu certo: fazer um produto com base nisso. ficava difícil personalizar alguma coisa (dar uma cara nova). a maioria das funcionalidades sempre iam além do “esperado” pela ferramenta. era difícil gerenciar versões (isso do produto, quando era incompatibilidade com nova versão da ferramenta, praticamente tinha que refazer tudo denovo).
Onde poderia dar certo: se a empresa tem um problema bem pequeno e específico que não justifique montar um setor de desenvolvimento dentro da empresa ou que fosse mais barato do que contratar consultoria, por exemplo de Java, para desenvolver e dar manutenções que seriam bem simples e constantes.

gargula

isso explica muita coisa… especialmente sobre as perguntas sem resposta (reusabilidade, extensibilidade, custo, comparação, qualidade do código gerado -como saber qualidade do código java, afinal?- e etc.), além de explicar sobre a empolgação com uma ferramenta caríssima que automagicamente gera codigo para alicações do tipo mais simples possível.

MESMAS RESPOSTAS PARA MESMA PESSOA - versão 523.334.556.3324.556.5.6655.5682-Z

reusabilidade: Conforme já respondido a vc na tread http://www.guj.com.br/posts/list/78806.java todos os objetos que uso (forms,componentes,flow, reports,etc), vão para um repositório e é organizado em categorias, a qualquer momento, através de um tree view posso selecionar e reutilizar, inclusive em qualquer projeto.

extensibilidade: Conforme já respondido a vc na tread http://www.guj.com.br/posts/list/78806.java o maker tem uma API totalmente extensível, pela fabricante, ou por mim. Posso criar novas funcionalidades, componentes, etc. e “plugar” caso seja necessário. Até agora precisei fazer isso com a biblioteca gráfica, dojo.

Custo: Conforme já respondido a vc na tread http://www.guj.com.br/posts/list/78806.java , paguei R$ 9.900,00, quer dizer, estou pagando 5 de 1980,00.

Comparação: Conforme já respondido a vc na tread http://www.guj.com.br/posts/list/78806.java parece com a muita coisa que conhecemos (VB,VS,access,drools,etc.), porém, as regras de negócio são “escritas” com linguagem visual.

Qualidade do código: já gerei totalmente uma vez, para testar, e compilei no eclipse. É documentado e sem código proprietário. Dei a sugestão que eles colocassem a “matriz”, em java, com licença tipo GPL. Tomara que eles aceitem. Se não aceitarem daqui a alguma tempo, acho que alguém desenvolve FREE.

empolgação: Ufa !!! Conforme já respondido a vc na tread http://www.guj.com.br/posts/list/78806.java , precisava migrar minhas aplicações em delphi para web, estimei gastar 3 anos, já que em delphi gastei 2. Com um custo mensal de + - R$ 3.000,00 x 36 (3 anos) = 108.000,00, com o maker, em 15 dias desenvolvi tudo. Economizei + de 100.000 pilas (que eu sonho em ter um dia!!!) e um montão de tempo para pesquisar, ler, postar no GUJ, ler seus posts, etc.

gerar todo o código:
Conforme já respondido a vc na tread http://www.guj.com.br/posts/list/78806.java tem um botão que faz isso. Só aperto se quiser. Mas, eu não quero e nem pretendo querer. Se eu quisesse um gerador de código usaria um FREE. Não comprei a ferramenta para isso.

Cara, para chamar de “inexperiente” alguém que tem 12 anos de ralação, vc deve se achar o “senhor dos sortilégios”, “a última coca-cola do deserto” ou até, “o cão chupando manga de canudinho”. Agora, tá na hora de dar uma canjazinha pra gente, deixa de modestia, “fera” !!!

Quais os sistemas operacionais vc desenvolveu (ou está desenvolvendo) ? Quantos drivers para acesso a BD vc já criou ? Quantos design patterns vc já criou ? Qual a aplicação mais “complexa” que vc já desenvolveu e em quanto tempo ? Foi vc quem deu a idéia do java pro “carinha” da sun ? etc.? etc ?

Responda para remeter-me “a minha insignificância”, diante de vossa sapiência.

Agora, na moral, não fuja sorrateiramente como vc fez na tread http://www.guj.com.br/posts/list/78806.java. Vai pegar mal :oops: para um cara “experiente” como vc, ou até pode dar a “falsa impressão” que vc é apenas um grande “fanfarrão” !!!

Desculpem o mal jeito,

[],s e :wink:

pcalcado

Dizer que elas ficam em um repositório não é responder à pergunta. Eu posso criar o pior código do mundo e colocar ele num ‘repositório para ser reutilizado’, isso não diz nada sobre o que está lá ou o quão fácil/difícil é reutilizar algo.

O maker trabalha com rotinas reutilizáveis? Eu posso compôr uma rotina à partir de outras? Como eu encadeio rotinas? Como faço encadeiamento condicional?

Como eu:

  1. Estendo uma rotina já existente? Por exemplo eu tenho uma rotina que adiciona um usuário mas eu quero criar uma que adiciona um adminsitrador. A única diferença entre uma e outra é que quando um administrador é adicionado eu preciso exibir uma caixa de verificação que pergunta se o usuário realmente quer fazer isso. Como é feito no maker? Isso com polimorfismo e um design pattern bem bobão (strategy) é feito brincando. Como faco no maker?

  2. Separo requisitos não funcionais? Na minha aplicação existe um botão que liga ou desliga o mecanismod e auditoria. Quando este mecanismo é ligado cada chamada de método resulta em uma linha escrita num arquivo de log. Em uma aplicação OO iso é reslvido com aspectos. Como faço isso no maker?

  3. Lido com estruturas de dados? Elas são procedurais ou objetos? Como são definidas? Como são estendidas?

Lembrando que falar em branches (IFs) é voltar para proramação procedural. Eu espero soluções pelo menso com o mesmo nível de qualidade de soluções polimórficas que possuímos em abundância em qualquer ferramenta OO meia-boca.

Exatamente, você já falou nisso e isso não respodne nada. Esse é um fórum de desenvolvedores então se importa de explicar como essa API funciona? Quais os hooks que você possui? Como a ferramenta lida com código que você incluiu? Depois que eu inseri código extra na minha aplicação eu posso manipular este código dentro da ferramenta ou tenho que ‘regerar’ o códio sempre? Como o código interage com o fluxograma?

Eu não perguntei o preço, leia antes de responder. Eu perguntei o que ela oferece que uma ferramenta gratuita e/ou mais barata como o AndroMDA não ofereça. Por que elavale esse dinheirão todo? Com essa grana você consegue comprar algo muito melhor como o JBuilder com together (que apesar de ser ruim elo menos segue padrões) ou mesmo um Visual Studio com DSL Tools, MetaCase ou qualquer coisa deste tipo, que vai te dar muito mais que um montador de formulários e relatórios web. Aliás, e sobre não seguir padrões e usar uma linguagem de modelagem visual proprietária, não e preocupa?

E com ferramentas de MDA ou qualquer outra ferramenta gráfica, qual a vanagem?

(A propósito: Você ainda não entendeu o que é o Drools, né? Dica: Não tem nada de parecido com o Maker, procura no Google sobre Rule Engine)

Se alicença da ‘matriz’ for GPL seu código também vai ter que ser. Leia a licença.

Mas de qualquer forma, novamente você não respondeu. Compilar com o Eclipse e não ter código fechado (proprietário o código é, não é livre) qualquer coisa que se preste vai fazer, meu interesse é sobre como esse código é estruturado. Domain Model, transaction Script, DAO, DomainDriven Design, DSLs Internas… o que ele usa como design para sua aplicação?

Economizou e ganhou um sistema que você não consegue sequer avaliar a qualidade. Economia burra na minha opinião.

Você entende que o seu WAR ou EAR final foi gerado, não? Que ao não gerar o códio você apenas pula um passo no seu ponto de vista, ams ele contnua existindo, né? O fato de você ter que estender of ramework manualmente para trocar ou inserir uma biblioteca AJAX nova é preocupante. o que acotnece quando lançarem otura versão da biblioteca?

Eu não falei que você não tem experiência de mercado, apenas que pelas suas respostas você não tem experi6encia em java, aplicações corporativas modernas orientação a objetos. Tudo bem, você programava em Delphi (aposto que arrastando e soltando) e agora se encantou com a possibilidade de poder dizer que seu sistema é java sem se dar ao trabalho (o CUSTO, segundo você) de aprender a paltaforma. Você confia cegamente que uma ferramenta que gera código que não parece entender muito. Tudo bem, você gasta seu dinheiro onde quiser, só não venha aqui querendo dizer que esta ferramenta é boa sem con seguir argumentar sobre o que ela faz do ponto de vista do desenvolvedor. Só que isso aqui é um fórum de desenvolvedores de aplicações, especificamente em java.

Se você não consegue responder coisas simples como se o sistema gerado cria um Domain model ou Transation Script ou quai seus pontos de extensão são eu não considero sua opinião como a de alguém que entende do que está falando. Você pode fazer aplicações lindas para o seu cliente, que também não entende, mas não pode afirmar muito sobre o software gerado.

Note que eu não refiz a pergunta sobre foco da ferramenta. Baseado nas poucas respostas que tive nas duas threads o maker se msotra focado no desenvolvedor de fim-de-semana ou naquele que não rpetende se aprofundar no que é necessário para desenvolver um sistema com qualidade. Tudo bem, tem mercado para todo mundo (apesar de eu continuar com certeza que a ferramenta não vai durar muio -qando acabar a grana do marketing já era- como todas as outras que faziam a mesma coisa, do mesmo jeito e felizmente já partiram dessa para a pior).

E eu não ‘fugi sorrateiramente’ da thread onde você mandou todo mundo tomar no c*, eu apenas deixei as perguntas que você (ainda) não respondeu e já foram feitas dezenas de vezes. Aliás, as perguntas estão aqui ainda e eu acrescento mais uma: Como é feto teste unitário e QA da ferramenta gerada?

fabim

E agora é hora daquela resposta:

" - Só sei que 3 ‘sistemas’ nos quais eu gastaria 1 ano pra desenvolver com uma equipe de desenvolvedores, eu fiz em 2 semanas com o Maker!!! Marker rules!!!"

I

Amigos, acompanhei esta discussão desde o inicio e vou deixar minha opinião…

Achei legal a iniciativa do gargula que comprou o sistema e resolveu passar a experiencia com os companheiros do forum, mas temos um impasse ele não irá conseguir responder todas as perguntas técnicas que foi colocado…isso ficou claro, pórem não cabe a ninguem dizer que o cara esta errado por ter comprado uma solução que economizou tempo e dinheiro (não acho essa uma má ideia), pois, como ele colocou os clientes (parte fundamental de nosso trabalho) estava esperando…tb tomaria uma decisão como essa (no momento acho uma solução radical…teria que pensar muito).
de outro lado é muito dificil falar que um software pode resolver todos os nossos problemas (ah…) e dizer que tudo o que a gente faz, eh soh colocar em um grafico e clicar em gerar, seria uma bela aula de cliques…
Acompanho este tipo de ferramenta e por mais que resistimos, é o tipo de ferramenta que vai dominar de agora em diante, perdendo a caracteristica do programador gerador de código…, temos que acompanhar as evoluções com cuidado o Maker não é tudo, mas pode solucionar o problema de alguns e para outros só trazer dor de cabeça…
Está longe de exitir alguma coisa que faço tudo perfeito…mas temos que achar um lugar para tudo…

t+

luistiagos

Ae Gargula… então se eu quiser posso fazer o SO tipo o windows vista que demoraria uns 8 anos com uma equipe de desenvolvedores gigantescas e alem disso posso refazer o google maps, e posso ate projetar um robo da nasa apenas clicando no botão faça do maker?

fabiofalci

O pcalcado está questionando o que todo desenvolvedor deveria questionar olhando pra uma ferramenta como essa.

Agora se o gargula diz que o cara não vai chegar nem perto de uma linha de código, então acho que tu está no fórum errado.
Programador gosta de programar… pelo menos deveria.

rafaelglauber

Precisamos ridicularizar?

Quem vem acompanhando a thread pode perceber que pelas colocações e até
memos pelo site da empresa que desenvolve o produto, que o foco do maker é
bem específico, as aplicações de exemplo no próprio site do fabricante demonstra
que se trata de uma soluções com foco em aplicações de banco de dados, compostas de
manutenções, listagens…Não acredito que quem compre a ferramenta tá preocupado
com a qualidade do código, mas sim “continuar” atendendo uma fatia de mercado
atualmente suprida pelas aplicações desktops feitas em Delphi ou VB por exemplo.

ps. Os cases que tem no site são todos de empresas que tem aplicações em delphi/vb
e que migraram seus sistemas para web. ver: http://www.softwell.com.br/PaginaAction?pagina=relacaosistemas

pcalcado

Aliás, por que será que todos os sistemas desta páina são parecidíssimos, heim?

Todos são “Sistema Integrado de …”, com uma tela estilo dsktop (nao dá pra chamar isso de dashboard) igual (muda o fundo de tela) e com um graaaaande ormulário que não segue nenhuma regra de usabilidade. Gerenciador de cemitério… bem a calhar.

luistiagos

pq sera que olhando os sistemas do site eles lembram muito os sistemas desenvolvidos com as IDEs da microsoft? como C#, .Net e ate mesmo VB… ou ate Delphi da Borland… este maker mais parece uma ferramenta IDE drag and drop pra programadores inesperientes… isto muito parece ser uma reinvenção da roda… basta saber se agora se esta roda e uma roda com peneu furado ou uma roda aro 12 com fibra de carbono…

iankoleite

Galera,
eu tô acompanhando as duas threads sobre o Maker e quero expor a minha opinião.

Deixando de lado a parte técnica, eu não dou a mínima confiança ao Maker pelos seguintes motivos:

  1. A empresa provavelmente pagou ao Estadão para colocar aquela matéria falando tão bem que, também provavelmente, deve ter sido escrito por alguém da empresa…

  2. Mentiras absurdas como aumentar a produção em 60 vezes. E 1.200 profissionais envolvidos…

  3. Não disponibilizar uma versão demo.

  4. Os funcionários da Softwell que defendem o Maker não conseguirem responder à simples questões…

Bom, eu acho que já basta, né? Pra mim, um empresa que faz isso não merece o esforço de vocês em avaliar a qualidade do software…

fabim

Com certeza esse Maker vai conseguir espaço no mercado. Muita gente quer sisteminhas como aqueles do cemitério.

Agora, uma pergunta praqueles que adquiriram ou conheçem bem o Maker: se eu precisar desenvolver algo que nao tenha telas visuais? Se eu precisar criar algo ( como ja fiz ) que é so processo, mas nao tem banco de dados nem tela?

M

E se fossem usados frameworks e design patterns de grande renome (Struts, hibernate, Spring, GoF, J2EE, Rails), atenderiam suas expectativas?
E se nomes de todos os atributos (do seu escopo de implementador do framework deles fossem setaveis) e métodos
Quanto a nome de métodos e atributos usados apenas pelo sistema nao há necessidade para algo alem de boa documentação, o próprio parser de JSP faz isso.

Concorda que a mesma função do for(int i=10;i<30;i++) que vc usa no Java vc pode conseguir no Ruby com 10.step(30,1)?
Então boa parte doq a gente faz hj em dia pode ser abstraído com outra linguagem, uma linguagem comum a todas as outras.
Todas as linguagens derivam do OOP, e todas que têm OOP dependem em parte de procedural. Não acha que seja possível fazer uma abstração em relação a isso (o próprio UML tem uma linguagem de abstraçao de codigo)?
Você se diz escravo dum sistema, mas e escravos da linguagem de programação? Ou vc acha q java vai ser o Cobol da vez, que daqui a 10 anos vc vai estar com salários exorbitantes SÓ sabendo Java?

Para os xiitas de plantão nao estou defendendo um sistema em si, estou defendendo a idéia.
Por mais que muitos gostem de se divertir por horas fazendo mapeamento O/R na unha o mercado não gosta muito de pagar pelo seu ego, nao vai haver perda de empregos de dev, oq será eh uma especialização, um nicho do mercado (por coincidencia nao tao grande, oq envolve mais dinheiro) vai contratar cada vez mais equipes menores de dev.

Ainda vai haver bastante espaço para dev poder trabalhar, mas ou sistemas de padaria se comparado com esses sistemas grandes que englobam mtos setores de negócios ou sistemas de vanguarda, que nao se baseia em nada anterior.

pcalcado

moises.trovo:
Concorda que a mesma função do for(int i=10;i<30;i++) que vc usa no Java vc pode conseguir no Ruby com 10.step(30,1)?
Então boa parte doq a gente faz hj em dia pode ser abstraído com outra linguagem, uma linguagem comum a todas as outras.

Sim e não. No eral é possível abstrair uma linguagem criando outra de alto nível acima desta mas o exemplo foi ruim porque Ruby Não abtrai Java, possui um estilo completamente diferente.

Não existe ‘o OOP’, existe um rupo de conceitos que admitie-se como sendo parte do paradigma de orientação a objetos. Muits destes cocneitos são conflitantes como classes x xprotótipos ou funções genéricas x troca de mensagens.

UML não abstrai código, UML não é executável. Procure sobre os problema do Mellor com UML executável.

Além do fato do sistema em específico não oferecer nenhuma vantagem -logo não há porque ficar com ele- sua airmação tem problemas. Uma plataforma como Java (que é mais que uma linguagem de programação) é fundamentada por deenas de empresas e ONGs, é regulamentada por normas rígidas que garantem compatibilidade mínima e está em migração para um modelo open-source. Um sistema fechado e prprietário como o proposta não oferece nada disso.

moises.trovo:

Para os xiitas de plantão nao estou defendendo um sistema em si, estou defendendo a idéia.
Por mais que muitos gostem de se divertir por horas fazendo mapeamento O/R na unha o mercado não gosta muito de pagar pelo seu ego, nao vai haver perda de empregos de dev, oq será eh uma especialização, um nicho do mercado (por coincidencia nao tao grande, oq envolve mais dinheiro) vai contratar cada vez mais equipes menores de dev.

Ainda vai haver bastante espaço para dev poder trabalhar, mas ou sistemas de padaria se comparado com esses sistemas grandes que englobam mtos setores de negócios ou sistemas de vanguarda, que nao se baseia em nada anterior.

O problema do sistema e de suas dezenas de clones anteriores é que eles possuem leaks de abstração muito alto. Por não possuirem uma idéia por trás, apenas gerarem códio, não conseguem nem abstrair completamente o programador do modelo executável nem possuem uma strutura decente para que o programador escreva códio quando precisar (já que código gerado não costuma ter qualquer critério de qualidade).

gargula

iankoleite:
Galera,
eu tô acompanhando as duas threads sobre o Maker e quero expor a minha opinião.

Deixando de lado a parte técnica, eu não dou a mínima confiança ao Maker pelos seguintes motivos:

  1. A empresa provavelmente pagou ao Estadão para colocar aquela matéria falando tão bem que, também provavelmente, deve ter sido escrito por alguém da empresa…

  2. Mentiras absurdas como aumentar a produção em 60 vezes. E 1.200 profissionais envolvidos…

  3. Não disponibilizar uma versão demo.

  4. Os funcionários da Softwell que defendem o Maker não conseguirem responder à simples questões…

Bom, eu acho que já basta, né? Pra mim, um empresa que faz isso não merece o esforço de vocês em avaliar a qualidade do software…

Galera,

Tô decepcionado. É impressionante o esforço destrutivo de algumas pessoas.

O cara diz que é tudo fachada, que a empresa é mentirosa, que o produto não presta, mas, pasmem: sonha com uma versão demo !!!
Olha o argumento: O estadao foi comprado. Dando uma olhada no site, vi que eles “compraram” também a revista forbes, o jornal gazeta mercantil, o jornal do commercio, o jornal dci, o jornal a tarde (que comprou e fez até um depoimento no site) ,o cara da faculdade jorge amado, o cara da puc de minas, da ufmj e + de 40 fontes de informação diferentes. Cara, conforme sua teoria da conspiração, talvez até tudo isso seja para nos “dominar” eheheheh, talvez até nada disso aqui exista, de repente tudo isso aqui é “matrix”. eheheheheh. Gostei dessa, mas, inventa outra !!!

:frowning:

E, Vejam só:

Achei isso hoje no UOL: http://www2.uol.com.br/canalexecutivo/notas08/230120084.htm

Opinião: Acho que a empresa que “não merece o nosso esforço”, está sinalizando que chega de dizer amém pros “grandes”, está chegando a nossa vez de mostrar como se-faz, que nós também somos capazes de criar. Será que só temos competência para criticar e ironizar ? Precisamos sair da teoria e mostrar nosso valor. Chega de submissão tecnologica, podemos ditar as regras do jogo. Afiinal,

SOU BRASILEIRO PORRA !!!

Enquanto a gente tá aqui se degladiando os caras tão lá dando nó nos gringos e levantando nossa bandeira. É fod*, acho que merecemos é o que Lula fez com a refinaria, entregar está p**** pros Bolivianos, e abaixar as calças para os Americanos…e ainda dizendo…amém…amém…amém…

ps: pcalcado, desculpe não ter respondido ainda suas novas 9.345.633.456 perguntas cara, “tentarei” responder no próximo post. Talvez vc encontre também algumas respostas no manual, link http://www.softwell.com.br/maker/manual/ .

luistiagos

Não sei pq tanta discução nesta Thread… este maker e simplismente uma das inumeras ferramentas geradoras de codigo como genexus… mas ela merece um grande destaque simplismente por ser Brasileira… deve ser motivo de orgulho pq foi algo que brasileiros fizeram e não americanos, japoneses, indianos… etc… isto prova que o brasil tem capacidade de se desenvolver bem no ramo da tecnologia… agora discordo com oq falam que ela e algo revulocionario… ela apenas e uma ferramenta geradoras de codigo mas talvez a primeira feita no brasil…

Agora o que eu acho sobre estes makers e o seguinte: temos 2 coisas: uma e ter uma aplicação que tenha performace insuperavel e outra e ser legivel e utilizar padroes e frameworks no desenvolvimento estas coisas que tornam o desenvolvimento mais agil… mas o grafico de rapides e robustes de codigo X performace nem sempre andam juntos… se for medir em nanosegundos o tempo de uma aplicação que grava em uma tabela direto por jdbc por exemplo com uma aplicação que mapeia as classes e tabelas e depois faz o insert como hibernate a que insere direto tiria “alguns” nanosegundos a menos… mas para alguem ficar fazendo insert toda hora tbm e inviavel pois isto deixa o desenvolvimento lento e trabalhoso… isto so e um exemplo… ou seja… os frameworks eles são para facilitar a vida do programador para abstrair o trabalho mas não para a performace…
mas um maker que não utiliza frameworks e nem alguns padroes que poderiam ser menos performanticos seria impossivel de se dar manutenção ao codigo… concordo! o melhor maker então seria algum maker que tivesse IA e fizesse uma analise heuristica para saber 2 coisas a forma mais performantica de fazer determinado algoritimo e a forma mais legivel, abstrata e reutilizavel de se fazelo… e ter 2 niveis de compilação primeiro pegar a forma legivel criada e transformala em um nivel performantico para a aplicação em produção e depois para a manutenção do codigo fora do maker ele pudesse pegar esta forma “performatica” e transformala em uma forma legivel e reutilizavel… e vice e versa… alem de poder tambem otimizar querys para a forma mais “performatica” possivel um maker deste sim seria uma revolução!!!
mas algo assim esta muito longe de virar realidade…

cv1

Ueh, por acaso a bosta brasileira fede menos e ninguem me avisou?

Me acordem quando a origem geografica de alguma coisa deixar de ser fator subjetivo na analise da sua qualidade.

Emerson_Macedo

O Maker é mais um elefante branco e ponto. Fim de tópico, não vamos chegar a lugar nenhum.

gargula

Viva a liberdade de expressão…

e, de opinião:

http://www.softwell.com.br/PaginaAction?pagina=Depoimento8

[]'s

louds

Ainda bem que você tem direito de vir aqui e tenta defender um barco que afundou nos anos 90 e insistem em criar outros iguais. Quanto a essa entrevista, o que se poderia esperar de um funcionário da tal empresa? Que fosse fazer alguma crítica construtiva ao produto dela?

jack_ganzha

Fora as perguntas mais parecerem propaganda:

E o final arrasador:

valeuz…

Psycopata

Nossa, só cheguei agora por indicação do Leo no fórum hangarnet.

Porra, achei a ferramenta muito legal. Segunda eu vou fazer uma reunião e ver a possibilidade de testar essa ferramenta.

E, galerinha da TI, me desculpem, mas mais dia menos dias, digam adeus para o cargo de programador. Vai diminuir muito.

Além dessa ferramenta, existe outras tecnologias sendo pesquisadas, agora, nesse momento, para diminuir muito a programação de TI. E é gente de peso. Do peso da IBM.

Adorei, se cumprir o que promete, vai ser a roda.

Mauricio_Linhares

Ahuahauhauhauhuahuah!

É bom que muita gente use mesmo, assim quando os code monkeys não tiverem mais condições de fazer a “coisa” rodar, vão ter que contratar programadores de verdade pra botar os sistemas pra funcionarem.

É a história se repetindo mais uma vez, você nunca erra quando aposta na ignorância da humanidade.

pcalcado

Sim, e todos eles já testaram o que o maker promete há vinte anos e já viram que é furada. Geradores de código são uma tecnologia que ja não deu certo há muito tempo.

Engraçado como sempre esquecemos que isso já foi feito, gastou-se milhões e nunca deu resultado. Seja em política ou em empresas.

louds

Maurício Linhares:
Ahuahauhauhauhuahuah!

É bom que muita gente use mesmo, assim quando os code monkeys não tiverem mais condições de fazer a “coisa” rodar, vão ter que contratar programadores de verdade pra botar os sistemas pra funcionarem.

É a história se repetindo mais uma vez, você nunca erra quando aposta na ignorância da humanidade.

O curioso é que se olharmos as ferramentas de 15-20 anos elas eram muito mais evoluidas que essas que temos hoje, feito o Maker. Antigamente quando era tudo client-server ou terminal burro aparentemente era muito mais simples escrever um cuspidor de crud. As 4GL daquela época eram pelo menos maisbem trabalhas que essa tosquisse de fluxograma.

O mais interessante é que o Maker só faz sucesso nos press releases da empresa criadora. Por a última vez que olhei existiam ZERO vagas por profissionais capacitados para o Maker. Que bela M.

fabim

Acho que não, por um simples atributo que um desenvolvedor tem, mas uma ferramente jamais terá: raciocínio.
Coisa que aqueles que dependem de tal ferramenta tb não possuem.

gargula

Galera,

Tava dando uma olhada aqui no GPS, hehehehehehe, quer dizer, uma geral na tread e não é por nada não, mas, tenho a vaga impressão, que estamos
caminhando em CIRCULOS… :roll:

Vejam o que encontrei…

Acharam que acabou ??? ha ha ha ha ha, tem mais…

Logo, tudo isso me faz lembrar…

Pergunta: 02 !!
Resposta: diga meu capitão !!

Pergunta: O maker é um gerador de código !!! vc confirma 02 ?
Resposta: não é não meu capitão !!

Pergunta: É sim 02, é sim 02, é sim 02, é sim 02, diga que sim 02, diga que sim 02, desista 02, desista 02,desista 02, desista 02 !!
Resposta: Então é capitão !!!

Pergunta: Afinal, o maker é ou não é um gerador de códigos 02 ?
Resposta: Se o senhor diz que SIM é porque o senhor é mais sábio do que eu meu capitão !!!

UAHAAHAHHHAHHHAHHAHAHHAHAHAHHAHAHHAAHHAHHAHHAHHAHAHHAHHHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAH

Valeu, :lol:

ah, tem mais um pouquinho de UAHAAHAHHHAHHHAHHAHAHHAHAHAHHAHAHH

pcalcado

Para quem tem um milhão de anos de experiência você poderia se comportar de maneira mais madura num fórum público. mas OK, você não expõe seu nome, né?

O maker gera byecode, por acaso? Se eu fizer o deploy normal, mesmo sem apertar o botão mágico que ‘gera código’ o que ele faz? Compila para bytecode, incluindo os trezentos XMLs que deve gerar? Ou será que ele simplesmente gera código e XML por baixo dos panos? A empresa deenvoleu seu próprio compilador que transforma fluxoramas em bytecodes ou ela gera código Java e o compila?

peczenyj

O Maker é tão impressionante que não vejo noticias sobre ele em nenhum site de lingua não-portuguesa.

S

O Windows Maker Ultimate ja ta pronto ? hahahahah
Ate a Microsoft vai querer desenvolver os proximos SOs com o Maker :smiley:
Se pelo menos a propaganda fosse mais inteligente e não chamasse a gente de burro eu testaria esse troço.

cv1

Er, quantas vezes a piada do “Windows feito em Maker” ja foi feita nessa thread?

gargula

A pergunta que não quer calar…

Apenas nas 2 páginas anteriores… :roll:

Precisa se lembrar de que…

Possivelmente, essa atitude deve representar…

Um lebrete:

rafaelglauber:

Precisamos ridicularizar?

Quem vem acompanhando a thread pode perceber que pelas colocações e até
memos pelo site da empresa que desenvolve o produto, que o foco do maker é
bem específico…


Mas, para dar uma força…vou rir um pouquinho…um HA para cada um, aproveitem !

HA ! HA !

Não esquentem não. Aqui por dentro, estou me desmanchando de rir da piada de vocês… :lol: :lol: :lol:

[],s

gargula

pcalcado:
Para quem tem um milhão de anos de experiência você poderia se comportar de maneira mais madura num fórum público. mas OK, você não expõe seu nome, né?

O maker gera byecode, por acaso? Se eu fizer o deploy normal, mesmo sem apertar o botão mágico que ‘gera código’ o que ele faz? Compila para bytecode, incluindo os trezentos XMLs que deve gerar? Ou será que ele simplesmente gera código e XML por baixo dos panos? A empresa deenvoleu seu próprio compilador que transforma fluxoramas em bytecodes ou ela gera código Java e o compila?

Apesar da sua ironia… :shock:

O maker gera byecode, por acaso? Dependendo do modo de utilização, SIM

Se eu fizer o deploy normal, mesmo sem apertar o botão mágico que ‘gera código’ o que ele faz? Tem um checkbox para ele “exportar” (eles fazem uso deste termo mesmo) os fontes completos .jar ou “apenas” um arquivo .war

Compila para bytecode, incluindo os trezentos XMLs que deve gerar? SIM , NÃO

Ou será que ele simplesmente gera código e XML por baixo dos panos? Gera código se mandar gerar, com base nas estruturas XML’s que são, as regras de negócios

A empresa deenvoleu seu próprio compilador que transforma fluxoramas em bytecodes ou ela gera código Java e o compila? Possivelmente. Não achei os fontes desse “virtual compilador”…

Fuuuiiiii…

pcalcado

Eu sei que o maker é a última bolacha do pacote mas… seria legal você entender um pouco sobre como funciona uma aplicação em Java antes de responder a esta pergunta. ‘Gerar m JAR’ significa gerar fontes, compilar (com javac) e gerar um arquivo no formato ZIP. A menos que a empresa tenha criado seu próprio comilador mágico Fluxograma -> JAR você gera código. Eu sei que é difícil de entender mas antes é melhor você começar por um livro como esse. Ele vai te ensinar que bytecodes não surgem do nada, eles precisam ser compilados de alguma forma. Não é porque sua IDE ou seu martelo mágico esconde isso de você que o passo não acontece.

F

Cultura GUJ inutil : Esse foi o topico com maior numero de respostas do forum de todos os tempos ? Já estamos com mais de 150 e a discussao naum para, alguem tem alguma estatistica disso ?

gargula

Ufa !!! A história sem fim…

Parece aquele filme: Rambo MLCIV, "a ressurreição".Mas, vamos lá:

Você disse:

Eu digo: Eu não disse isso. Só estou postando minha opinião como programador que usa a "tal" ferramenta
Logo: Você está usando o GUJ para fazer propaganda do produto

Você disse:

Eu digo: Pode-se colocar os arquivos fonte (.java), ou quaisquer outros arquivos em um arquivo .JAR.E, para você que não sabe usar o JAR, isso está mais do que provado, tá ai a sintaxe:

C:\softwell\exemplo&gt; jar -cvfm arquivo.jar src\com\softwell\sistema_teste\*.java"

O arquivo JAR nada mais é que um arquivo comprimido no formato ZIP, quem necessitar ou for curioso pode abrí-lo com o WinZIP por exemplo.

Para ver o conteúdo:

C:\softwell\exemplo&gt; jar -tvf arquivo.jar
  (t = type[listar]; v = verbose[mais informações]; e f = file[fornecer nome do jar])

Podemos extrair os arquivos do JAR usando:

C:\softwell\exemplo&gt; jar -xvf ..\arquivo.jar
  (x = eXtract)

Use também o comando jar para criar/examinar/descompactar arquivos .zip

Logo: Eu, e com certeza toda a galera antenada do GUJ, discordamos de você totalmente

Você disse:

Eu disse:

Logo: Estamos concordando, possivelmente !!!

Você disse:

Eu digo:Acho que com essa sua "cultura de almanaque", você não chega a lugar algum.Um conselho, leia mais livros

Logo: Se você deixasse esse discurso "passado" de lado, possivelmente, ganhariamos mais.

Bye,

Rubem_Azenha

Eu discordo de você, gargule. Não faz muito sentido colocar código-fonte em arquivos jar. Só serve para confundir! Arquivo jar serve para colocar binários.
Você pode colocar arquivos .java (alias, colocar os arquivos que você quiser) dentro de arquivos jar, mas na minha opnião não faz sentido.

Nada pessoal, nem contra a ferramenta, mas acho que nesse ponto, acho que você esta errado.

:?

cv1

Yeap - e um usuario da ferramenta bem chato, de quebra. No comeco dessa thread eu achava que vc estava fazendo propaganda, mas se era essa a intencao, o tiro saiu pela culatra.

Se vc quiser discutir meritos tecnicos do Maker, ok. Mas ja vou deixar o aviso: mais um ataque desnecessario a outro usuario do GUJ e pode considerar o topico bloqueado (e a chance do mesmo acontecer a qualquer outra thread em que vc participar e/ou for feita mencao do Maker).

D

Yeap - e um usuario da ferramenta bem chato, de quebra. No comeco dessa thread eu achava que vc estava fazendo propaganda, mas se era essa a intencao, o tiro saiu pela culatra.

Se vc quiser discutir meritos tecnicos do Maker, ok. Mas ja vou deixar o aviso: mais um ataque desnecessario a outro usuario do GUJ e pode considerar o topico bloqueado (e a chance do mesmo acontecer a qualquer outra thread em que vc participar e/ou for feita mencao do Maker).

Acho o seguinte CV, vi o post do Gargula e tô vendo que a inciativa que gera “ofensas” partiu primeiro do pcalçado. Acredito que, sem ofender, pra ser um moderador, primeiro, antes de mais nada, seria muito interessante ouvir opiniões e analisar o conteúdo do programa, antes de… sair criticando. Se isso não for possível e estão dizendo muitas besteiras sem saber o que há, então, é inútil permanecer essa thread.

Abraços

D

Esqueci de dizer que desconheço esse Maker, nunca usei e nem pretendo tão pouco usá-lo. Não vou criticar o que nunca vi, nem de perto e muito menos de longe. E se é bom ou não, também não posso dizer.

pcalcado

djemacao:

Acho o seguinte CV, vi o post do Gargula e tô vendo que a inciativa que gera “ofensas” partiu primeiro do pcalçado. Acredito que, sem ofender, pra ser um moderador, primeiro, antes de mais nada, seria muito interessante ouvir opiniões e analisar o conteúdo do programa, antes de… sair criticando. Se isso não for possível e estão dizendo muitas besteiras sem saber o que há, então, é inútil permanecer essa thread.

Abraços

Você pode dizer onde foi que comecei as ofensas ou onde falei besteiras, por favor? Eu aqui tirei conclusões baseado nas informações existentes, tanto no depoimento dos usuários presentes aqui no fórum quanto na graaaande quantidade de propaganda não-técnica disponível. Se você possui algo para contribuir ou questionar qualquer coisa aqui fique a vontade. O que o GUJ não aceita é propaganda sem embasamento técnico.

E se você acha que é inútil permanecer nesta thread basta clicar no pequeno X ao lado do título da página.

pcalcado

Obrigado, Você acabou de provar meu ponto de que não tem a menor idéia do que está falando. Faz um favor: pega esse jar com arquivos .java, não compilado e execute-o. Não há motivo para armazenar arquivos fonte num Jar, apenas binários compilados executáveis -com seus devidos recursos. E se você realmente acha que existe um compilador mágico na ferramenta então prova novamente meu ponto sobre o conhecimento em Java do público alvo dela.

Muito bem, seja feliz com seu compilador mágico de fluxogramas e tomara que seus clientes sejam apenas os CRUDs gerenciadores de cemitério do portolio do maker ou ees irão sofrer bastante.

(Na boa, o link que mandei do livro é excelente para novatos, você deveria tentar.)

D

pcalcado:
djemacao:

Acho o seguinte CV, vi o post do Gargula e tô vendo que a inciativa que gera “ofensas” partiu primeiro do pcalçado. Acredito que, sem ofender, pra ser um moderador, primeiro, antes de mais nada, seria muito interessante ouvir opiniões e analisar o conteúdo do programa, antes de… sair criticando. Se isso não for possível e estão dizendo muitas besteiras sem saber o que há, então, é inútil permanecer essa thread.

Abraços

Você pode dizer onde foi que comecei as ofensas ou onde falei besteiras, por favor? Eu aqui tirei conclusões baseado nas informações existentes, tanto no depoimento dos usuários presentes aqui no fórum quanto na graaaande quantidade de propaganda não-técnica disponível. Se você possui algo para contribuir ou questionar qualquer coisa aqui fique a vontade. O que o GUJ não aceita é propaganda sem embasamento técnico.

E se você acha que é inútil permanecer nesta thread basta clicar no pequeno X ao lado do título da página.

Olhei pelo seguinte, um vem e diz que a ferramenta é tal o outro vem e diz pro cara aprender a programar. Afe, não vejo porque uma discussão dessas. Um não quer ceder e entender a ferramenta, como funciona, e outro quer dizer sem a conhecer como deve funcionar.
Obrigado por dizer como sair da thread. Não acrescenta em nada no que vem a ser realmente a ferramenta e se, ela pode realmente fazer algo que preste.

cv1

Restou alguma duvida de que se o Maker realmente fizesse algo que preste (e de um jeito que preste), nos ja teriamos descoberto isso ha umas 4 paginas atras?

L

pcalcado:
gargula:

Você disse:

Eu digo: Pode-se colocar os arquivos fonte (.java), ou quaisquer outros arquivos em um arquivo .JAR.E, para você que não sabe usar o JAR, isso está mais do que provado, tá ai a sintaxe:

C:\softwell\exemplo&gt; jar -cvfm arquivo.jar src\com\softwell\sistema_teste\*.java"

O arquivo JAR nada mais é que um arquivo comprimido no formato ZIP, quem necessitar ou for curioso pode abrí-lo com o WinZIP por exemplo.

Obrigado, Você acabou de provar meu ponto de que não tem a menor idéia do que está falando. Faz um favor: pega esse jar com arquivos .java, não compilado e execute-o. Não há motivo para armazenar arquivos fonte num Jar, apenas binários compilados executáveis -com seus devidos recursos. E se você realmente acha que existe um compilador mágico na ferramenta então prova novamente meu ponto sobre o conhecimento em Java do público alvo dela.

Muito bem, seja feliz com seu compilador mágico de fluxogramas e tomara que seus clientes sejam apenas os CRUDs gerenciadores de cemitério do portolio do maker ou ees irão sofrer bastante.

(Na boa, o link que mandei do livro é excelente para novatos, você deveria tentar.)

É engraçado a descrição do que um sistema em ERP feito em Maker faz (retirado do site do Maker)

hehehe…

só consigo ver aí cadastro e relatório. Ou seja CRUD!

Isso daí dá pra fazer no Access sussa!!!

bgbraga

Eu venho mantendo um projeto open source que é uma ferramenta de GERAÇÃO DE CÓDIGO (não tenho vergonha em dizer isso).

Então pode dizer que eu tenho uma mente aberta para esse tipo de coisa. E mesmo assim não gostei desse Maker.
Vai contra tudo que eu penso que é certo. Uma ferramenta não pode substituir as pessoas dessa forma.

Eu penso que ferramentas de desenvolvimento só servem para ajudar as pessoas em algumas coisas. Mas mesmo assim são as pessoas que devem escolher ONDE querem ser ajudadas.
Se alguém quer ajuda para criar só um projeto em branco e codificar o resto, blz ela vai no wizard da IDE e cria só o projeto em branco. Se ela quer ajuda para mapear o banco, beleza ela vai em um Hibernate Tools da vida e mapeia o banco…, ou realiza o mapeamento na mão. Mas são as pessoas que escolhem onde querem ajudas para desenvolver um software. Isso de você ficar preso, sem escolhas e o software vir todo pronto e com certeza sem flexibilidade para você customizar/gerar de novo e não atrapalhar seu projeto eu não gosto muito… não faz sentido…

Mas aproveitando o tópico vou explicar o que eu penso sobre GERAÇÃO DE CÓDIGO (retirado de um artigo que escrevi para revista Mundo Java de maio de 2007 - número 23) e se encaixa perfeitamente neste tópico:

Então aproveitando o assunto deem uma olhada nesse notícia de hoje:
http://www.guj.com.br/posts/list/80877.java

Vídeos de demonstração

otaviofcs

Sem ser muito crítico, pois pode atender muito bem internamente tal ferramenta, alguns pontos:

Não vi nenhum controle de modelos nesse vídeo do maker (isso porque, quem não sabe programar não sabe que precisará isso). Não estou falando de quem criou o maker, mas sim dos pretensos usuários.

Ou seja, as validações se perdem em cada um dos formulários, e não no modelo (isso porque nem vi validaçãono vídeo).

E a repetição de acesso ao sql mostrando numa caixinha. Me lembrou o access em 95. Isso não é simples. Se eles fizessem um active record para java (detesto hibernate) ou um controle de migrações, aí eu tava aplaudindo de pé.

Ainda dá tempo… Se são mesmo 1,2mil desenvolvedores, pqp!!! devem estar contando até com a faxineira. Ou então, 5 anos é tempo pra cacete!!! Mata o gestor do projeto porque isso tá nascendo igual ao vista :slight_smile:

J

Yeap - e um usuario da ferramenta bem chato, de quebra. No comeco dessa thread eu achava que vc estava fazendo propaganda, mas se era essa a intencao, o tiro saiu pela culatra.

Se vc quiser discutir meritos tecnicos do Maker, ok. Mas ja vou deixar o aviso: mais um ataque desnecessario a outro usuario do GUJ e pode considerar o topico bloqueado (e a chance do mesmo acontecer a qualquer outra thread em que vc participar e/ou for feita mencao do makee).

Q absurdo. É isso é que é ser moderador no guj? Apesare de não ter registrando anteriormente, acompanho regularmente o guj, e já tirei bastante coisa interesssantes daqui, sempre achei um forum sensacional. Desta vez não me contive. Não acredito q o moderador simplesmente bloqueiou o usuário gargula só porque ele colocou por terra os argumentos de outro moderador.

Quer queiram ou não está thread está no lugar certo sim (guj). O maker é uma IDE de desenvolvimento java, se ele presta ou não o caso é outro. Se este é um forum java as opiniões de quem já usa a ferramenta pode ser de grande valia para quem desenvolve em java, como eu. Está muito claro que o outro moderador provocou o cara com ofensas, inclusive pessoais. E bloqueiaram o outro. pqp…!!! que inclusive mandou um outro usuário clicar no x do canto da tela e desaparecer. Atitude vergonhosa.

Coisas que gostaria muito q alguém respondesse antes que ‘o dono do guj’ bloquei também:

Alguém sabe quais são os objetivos dos moderadores ? Eles podem chamar outros usuários de chatos e não deixar nem o cara se defender, isso não é uma ofensa pessoal ? Simplesmete bloqueia e pronto ? O número de visitantes e posts a um tópico não tem nenhuma importantcia? Um moderador precisa recorrer a isso para defender outro? Se daqui a alguns dias o guj estiver cheio de usuários do make, será que vão bloqueiar todos? Será que vão mudar o nome do guj para: www.gujsimmasnaofalemdomakeraqui.com.br ?

Se daqui para frente a atitude dos moderadores do guj for essa, acho que precisamos ter um forum de mais respeito no brasil.

:cry:

Mauricio_Linhares

Não faltam outros fórums que devem ser bem mais respeitáveis do que este e você provavelmente vai ser bem vindo lá:

http://www.javafree.org/

http://www.portaljava.com.br/

Java_Boy

Acho que tudo isso ocorreu porque esse tópico já incendiou, ja virou um flame desnecessário,isso é óbvio; Essa discussão independente do forum em que for pautada vai sempre gerar polêmica,é algo previsível.

Agora que todos sabemos os prós e contras do Maker, esperemos oque ele vai gerar na “vida real” e analisar os resultados, se ainda houverem pessoas interessadas nisso até lá.

L

Esse tópico já saiu à muito tempo do proposto inicial, virou um flame sem nexo algum!
Acho que seria melhor fecha-lo .

Psycopata

Acho que não, por um simples atributo que um desenvolvedor tem, mas uma ferramente jamais terá: raciocínio.
Coisa que aqueles que dependem de tal ferramenta tb não possuem.

Lógico não. Vc coloca o modelo no software e ele te dá o software.

Assim, a inteligência não está na programação, está no projeto. É assim, um bom projetista com programadores medianos, consegue entregar o software. Excelentes programdores com um projetita ruim, não entregam porra nenhuma.

então, se vc faz uma engenharia bem feita (projeto, modelagem, análise - coisa que não é de programador), o programa sai.

A idéia desses programas não é gerar códigos aleatórios, mas sim, retirar do desenvolvimento o que não interessa. E não interessa programação, interessa o negócio. Lógo, a inteligência e o raciocínio está no projeto. Onde é modelado a regra do negócio. A idéia por traz desses programas é transformar regras de negócio em software de forma rápida. E se der para excluir programação (e programadores, lógico) melhor ainda.
Olha, repito, o raciocínio não está na programação, está no projeto. Mesmo que aki tem pessoas que é ao mesmo tempo analista, projetista, arquiteto e programador, se ele raciocína quando está programando, é pq fez o serviço mal feito. Porque se tivesse feite bem feito, quando começasse a codificar, já teria TODO o raciocínio no papel. Bom, se a inteligência está COMPLETAMENTE descrita ANTES de codificar, então, porque não colocar essa inteligência na ferramenta e o software gerar o programa?

É o seguinte, em 15 ou 20 anos no máximo, existirão 1/3 de programadores que existe hoje prorém com uma produção de software várias vezes maior. Isso se falando em TI, apenas TI.

Pode argumentar. Se quem mexe com TI e quer viver mexendo com TI, é bom se especializar em engenharia de software, que mais cedo ou mais tarde, se for só programador, tá fora.

Duvidam? problema de vocês.

Psycopata

Acho que tem gente aki que é só programador mesmo. Não vê muita coisa à frente.

fabim

E excelentes programdores, com um pouco de noção de projeto, fazem tudo sem necessidade de um “projetista”.

Um dia as Empresas ainda vão perceber que Projetistas / Gerentes de Projetos dão prejuízo. 99% deles só repetem o que o cliente quer, o famoso ECO.

E essa teoria de “programador vai acabar. Negocio e gerador de codigo” ja é pregada a 20 anos. Coitado de quem acredita.

jgbt

cara, mostra p/ galera como se faz isso, pq vc acaba de resolver o maior problema do desenvolvimento de software, que é tentar planejar TUDO antes da implementação.
so explica uma coisa, como vc tem absoluta certeza que seu planejamento(feito laaaa no inicio) esta 100% adequado com as necessidades do sistema?
é na implementação que so problemas de verdade realmente aparecem…
esse papo parece o de um professor de engenharia de software que nos sistemas que ele planejava sempre TUDO dava certo.
na pratica não é bem assim…

[]´s

A

jgbt:
Psycopata:

então, se vc faz uma engenharia bem feita (projeto, modelagem, análise - coisa que não é de programador), o programa sai.

cara, mostra p/ galera como se faz isso, pq vc acaba de resolver o maior problema do desenvolvimento de software, que é tentar planejar TUDO antes da implementação.
so explica uma coisa, como vc tem absoluta certeza que seu planejamento(feito laaaa no inicio) esta 100% adequado com as necessidades do sistema?
é na implementação que so problemas de verdade realmente aparecem…
esse papo parece o de um professor de engenharia de software que nos sistemas que ele planejava sempre TUDO dava certo.
na pratica não é bem assim…

[]´s

Verdade. Que tal um vídeo no YouTube!? Ainda estou com a mente aberta… :slight_smile:

pcalcado

Programador é uma coisa,a analista de sistemas é outra, né? Se você acredita nisso tme gente aqui que ão leu nada de relevante sobre engenharia de software nos últimos vinte anos. Esse, aliás, é um ótimo públic-alvo para este tipo de ferramenta, quem não acompanha a evolução da indústria e nunca ouviu falar em Model-Driven Developer, Agile e LOP. Basicamente pessoas que vivem na década de 90 para sempre.

Emerson_Macedo

Acho que não, por um simples atributo que um desenvolvedor tem, mas uma ferramente jamais terá: raciocínio.
Coisa que aqueles que dependem de tal ferramenta tb não possuem.

Lógico não. Vc coloca o modelo no software e ele te dá o software.
Me explica essa mágica ae. Nem acredito que esteja falando de MDA executável. Alias, você nem deve saber o que é MDA. Antes de responder pelo menos da uma googlada pra saber do que estou falando.

De acordo com a sua afirmação não precisamos mais de programadores e sim de digitadores.

Quem será que foi o projetista do google heim?

Sim, Waterfall, o programa sai direto para a privada e por osmose, ou então após o ultimo passo que você falou antes da construção (Acho que você trocou um pouco esses passos do waterfall ae) os digitadores escrevem o programa.

O fantástico mundo de Bob. Por isso que temos tantos projetos de péssima qualidade.

Tem certeza que você sabe o que é produzir um software?

Você já parou pra pensar que um software se escreve em um computador e que isso não gera custo de matéria-prima e sequer gasta folha de papel? Pra que eu vou fazer a mesma coisas 2 vezes, uma no papel e outra no computador? Por acaso você está sugerindo programar no papel e depois no computador?

Mais uma vez eu te pergunto:Você já desenvolveu um software que tivesse o mínimo de qualidade?

Psycopata:
É o seguinte, em 15 ou 20 anos no máximo, existirão 1/3 de programadores que existe hoje prorém com uma produção de software várias vezes maior. Isso se falando em TI, apenas TI.

Pode argumentar. Se quem mexe com TI e quer viver mexendo com TI, é bom se especializar em engenharia de software, que mais cedo ou mais tarde, se for só programador, tá fora.


E me diga quem vai desenvolver o servidor de aplicações e o sistema operacional que você vai rodar seu sisteminha meia boca feito numa ferramenta do Jurassic Park? Ou por acaso você acredita que daqui a 20 anos serão os mesmo servidores de aplicações e sistemas operacionas que temos hoje?

Sinceramente, eu tenho ouvido algumas por ai falarem que programar não é atividade nobre, que programador é peão, que quem ainda programa é porque não evoluiu. Estou de saco cheio. É so perguntar a essas pessoas quando foi a última vez que leram um livro da área de TI e provavelmente já passa de 1 ano e estou sendo muito generoso com esse tempo.

neofito

philip, o que vem a ser LOP?

Mauricio_Linhares

philip, o que vem a ser LOP?

gargula

Saudações Galera,

Sentiram minha falta ??? Sejam sinceros !

Parece que eu estava realmente atrapalhando. Bastou me afastar do GUJ (tava dando um tempinho no “trampo”) e a coisa andou bastante por aqui. Para tentar acompanhar as coisas, fiz até um pequeno resumo para ver se entendia o que está acontecendo, vejam só:

Apesar de uns poucos acharem que …

Existe um concenso, pois alguns dizem que…

Psycopata:
A idéia desses programas não é gerar códigos aleatórios, mas sim, retirar do desenvolvimento o que não interessa. E não interessa programação, interessa o negócio. Lógo, a inteligência e o raciocínio está no projeto. Onde é modelado a regra do negócio. A idéia por traz desses programas é transformar regras de negócio em software de forma rápida. E se der para excluir programação (e programadores, lógico) melhor ainda.
Olha, repito, o raciocínio não está na programação, está no projeto.

que até se parece com o que está escrito no site da softwell:
“…esqueça das linhas de código. O segredo do sucesso da aplicação está no conhecimento da regra de negócio para a qual a aplicação será desenvolvida e não em como implementá-la…” http://www.softwell.com.br/PaginaAction?pagina=oqueemaker#oqueemaker

Até quem diz não acreditar nisso…

bruno.braga:
…eu tenho uma mente aberta para esse tipo de coisa. E mesmo assim não gostei desse Maker.
Vai contra tudo que eu penso que é certo…

afirma em outro tópico http://www.guj.com.br/posts/list/80877.java que…

afirma também que:

igualzinho (novamente) a outro trecho do site da softwell que diz:

“…O propósito do Maker é tornar o desenvolvimento de Software uma tarefa menos árdua…”
http://www.softwell.com.br/PaginaAction?pagina=oqueemaker#oqueemaker

e o interressante é que quando surgem alguns questionamentos…

philip, o que vem a ser LOP?
são rapidamente esclarecidos com base, obviamente!!, na wikipedia…

philip, o que vem a ser LOP?

http://en.wikipedia.org/wiki/Language_oriented_programming

Até eu fiquei curioso também, cliquei e vi algums exemplos de implementação de LOP. Um deles é o Intentional Software.

dai cheguei ao Dr. Charles Simonyi , criador do WYSIWYG e etc etc. - parece que ele conhece um pouquinho - tá ai o currículo: http://www.intentsoft.com/company/management.html

foi ai que lembrei !!! Já havia tinha lido sobre esse cara, em algum lugar. E foi aqui mesmo, nesta trhead:

cliquei no link do artigo do Simonyi e traduzi um pequeno trecho que dizia:

“Permitiria os programadores a expressar as intenções deles/delas sem penetrar o lodo de detalhes de implementação que sempre ameaçaram os engolir. Como “meta-programadores”, passando ordens a programadores peões, o programador intencional iria se livrar do ?trabalho sujo? e passar a bola–mas não para um colega júnior. Ao invés disso, a programação intencional criaria um tipo de “motor”, um programa que recebe um conjunto de comandos relativamente de alto nível e cospe fora código de funcionamento mais-detalhado. O objetivo não era tanto aliviar o trabalho de programar e sim deixar os programadores clarearem as inteligências, livres de trivialidades para que assim eles pudessem ser na verdade criativos.

e ele, pasmem, afirma também que:

“Programadores hoje, segundo ele, levantam requisitos dos clientes e então, literalmente, escondem as informações valiosas numa montanha de detalhes de implementação ? isto é, o código. O problema é que uma vez que o código é escrito, os programadores tem que fazer algumas adições e mudanças no próprio código. Esse trabalho é doloroso, lento e dá margem a erros. Nós não deveríamos estar tocando no codigo, diz Simonyi”.

Que é exatamente o que eu disse em outra thread http://www.guj.com.br/posts/list/15/78806.java (olha que legal !!! Tomara que eu também fique famoso e vire turista espacial):

Será que meu raciocínio sobre este tópico está correto ???

[]'s

pcalcado

COmo esta é uma das minhas áreas de pesquisa vou resonder à iso, apesar de ter dto que não of aria. Eu sei que não devia.

Não, você está redondamente enganado. Apesar dos vendedores do maker chegarem à citar Simonyi eles o fazem apenas por questões de marketing. O maker nao tem nada relacionado com as idéias de Programação intencional.

O dia que você perder um pouco de tempo para ler o que cita você vai ler algo como:


Intentional Software’s strategy borrows from a trend in programming known as “domain-specific languages” or DSLs–little programming dialects tuned to the needs of specific disciplines. Simonyi praises DSLs but says they don’t go far enough. They’re hard to create and therefore costly; you end up needing more than one (for a medical billing system, you’d need at least a medical and a financial language); and they’re incompatible with one another. Intentional Software’s system is like a factory for multiple DSLs that can talk to one another.

Here’s how it might work: Suppose an international bank wanted to develop a new system for managing transactions in multiple currencies. First, the bank’s own domain experts would define the system’s functionality, using their customary terms and symbols and identifying the most important variables (“time” or “value” or “size of transaction”) and the most common procedures (“convert holdings from one currency to another” or “purchase hedge against falling value”). Then the programmers would take that information and build a “domain specific” program generator that embodies that information. A separate software tool would allow the domain experts to experiment with different sets of data and ways to view that data as easily as business­people today rearrange their spreadsheets.

Quando você me mostrar uma DSL erada no maker ele deixa de ser só mais um gerador de código genérico, enquanto isso não acontece é apenas mais um dos dezenas existentes. Se aluém quer usar algo aprecido com IP hoje as melhores ferramentas provavelente são DSL Tools da Microsoft, MetaCase e as da JetBrains. E essa foi exatamente a minha crítica, que o neófito perguntou sobre, o maker não tem anda de novo e nem entra nos novos ramos de pesquisa e desenvolvimento. É apenas tudo novo de novo.

Para quem se interessa pelo tema eu recomendo o paper da Microsoft Research, o artigo linkado não traz os detalhes da abordagem.

gargula

pcalcado:
COmo esta é uma das minhas áreas de pesquisa vou resonder à iso, apesar de ter dto que não of aria. Eu sei que não devia.

Não, você está redondamente enganado. Apesar dos vendedores do maker chegarem à citar Simonyi eles o fazem apenas por questões de marketing. O maker nao tem nada relacionado com as idéias de Programação intencional.

O dia que você perder um pouco de tempo para ler o que cita você vai ler algo como:

… Se aluém quer usar algo aprecido com IP hoje as melhores ferramentas provavelente são DSL Tools da Microsoft, MetaCase e as da JetBrains. E essa foi exatamente a minha crítica, que o neófito perguntou sobre, o maker…

Vamos traduzir, parte do trecho que você mesmo postou:

“A estratégiia da Intentional vem de uma tendência na programação conhecida como “linguagem de domínio específica” ou a DSLs – dialetos de programação que se ajustaram às necessidades de domínios específicos. Simonyi elogia os DSLs mas diz que não vão longe. São difíceis de criar e conseqüentemente caros; você acaba precisando de mais de um (para um sistema de faturamento médico, você necessitaria de uma linguagem médica e de uma financeira); e são incompatíveis um com um outro…”

vejamos:

O maker tem um mix de diversas tecnologias, o fato de ter dito que não tem nada de novo, não quer dizer que o produto não é inédito. Ele usa uma especie de DSL visual, e universal (porque é de fácil ententimento/alto nível) e isso resolve um dos maiores problemas do DSL.

Para comprovar tal “DSL universal” segue um trecho extraido do site http://www.softwell.com.br/PaginaAction?pagina=recursos

“A abstração de linguagens no Maker está presente na utilização de fluxogramas para desenvolvimento de regras de negócio do sistema. Desta forma, o desenvolvedor Maker consegue aumento de produtividade, pois, como o fluxograma é uma sintaxe única para todas as linguagens que forem utilizadas na aplicação, não há perda de tempo com o aprendizado de novas sintaxes e, por ser uma interface visual, também não há perda de tempo…”

Acho que eles foram infelizes quando colocam a abordagem como sendo uma substituição a linguagem, acho que ele é mais do que isso.

Em também já havia dito em outra thread:

Repito: Não é o uso daquele “velho” fluxograma do passado, que alguns insistem em remeter o produto. É uma nova abordagem visual, que apenas se parece com fluxogramas, porém, tem outras finalidades. Com isso todos os desenvolvedores poderam aplicar sua “lógica” e capacidade profissional sem necessitar de um treinamento de “meses” ou até “anos”.

Isso prova que o uso de “elementos visuais” não é mais uma tendência, é uma realidade. Por exemplo:

drools da red hat http://labs.jboss.com/drools/featuresandscreenshots.html#screenshots e http://labs.jboss.com/drools/

Como o da Microsoft http://www.devmedia.com.br/articles/viewcomp.asp?comp=1771 e http://www.linhadecodigo.com.br/Artigo.aspx?id=1456

Spring web flow http://www.springframework.org/webflow

Entre outros aqui citados (Tools da Microsoft, MetaCase e as da JetBrains) todos com uma abordagem visual “parecida” com maker, porém, com finalidades bem mais amplas.

Ou seja, o maker é a junção de “partes” de diversas tecnologias existentes em outras ferramentas. Algumas novas outras não. Para mim não é nada de novo, apenas, porque eu já as conhecia de outros “carnavais”. Acho que essa “babel” é uma das dificuldades que algumas pessoas tem de entender o que é a ferramenta.

E botem fé, uma das “partes” (tecnologias) do maker é tudo de programação intencional. Não se limita a programação com interface visual. Pois, posso criar/usar domínios específicos (para uso médico, financeiro, industrial, etc).

Fui claro ???

[],s

pcalcado

Claro você foi, mas continua errado.

Não existe “DSL Universal”. Uma DSL é uma linguagem específica à um domínio. Se é universal ela não é específica, deixa de ser uma DSL e passa a ser uma General Purpose Language, GPL. Java é uma GPL, a linguagem gráfica do maker é uma abstração em cima disso -que nem GPL é. Novamente: é o que fazemos há décadas e nunca deu certo (pelo menos não em grande escala).

Um dos desenvolvedores do Drools já tentou te explicar que o produto não tem nada a ver com o maker mas você continua insistindo em listá-lo. Antes de falar besteira sobre o produto dos outros leia um pouco, das que eu citei apenas a MSFT DSL Tools se baseia em DSLs gráficas, metacase e MPS são abordagens independentes de representação gráfica ou textual -exemplo de MPS por Martin Fowler-. Mesmo o DSL Tools é muito diferente do maker porque se baseia em transformação de modelos e MDD -como faz MDA- e não em um gerador de código. Claro que não conhecer estes produtos não te impede de citá-los como “parecidos com o maker”, e dado que pelos posts anteriores já sabemos que você não conhece muito bem como o maker trabalha isso não é surpresa.

Como você não lê os trechos que cita - não ler sobre IP não te impede de dizer que o maker faz IP, o que é uma piada- e ainda lista ferramentas “parecidas com o maker” que não possuem nada a ver com este -e que você, novamente, nem sequer consultou os sites- eu paro por aqui novamente. Acho que quem ler essa thread já vai poder perceber que você não tem a menor idéia do que está falando e não vai absorver uma idéia deturpada dos conceitos de LOP e IP.

Aliás, esse é público-alvo ideal para o maker: pessoas que não lêem mais que trechihos pequenos, Não consultam suas próprias referências e continuam afirmando coisas sem cabimento.

Adolfo_Rodrigues

pcalcado:
Não existe “DSL Universal”. Uma DSL é uma linguagem específica à um domínio. Se é universal ela não é específica, deixa de ser uma DSL e passa a ser uma General Purpose Language, GPL. Java é uma GPL, a linguagem gráfica do maker é uma abstração em cima disso -que nem GPL é. Novamente: é o que fazemos há décadas e nunca deu certo (pelo menos não em grande escala).

Phillip, concordo que os termos “DSL” e “Universal” são paradoxais, logo DSL Universal foi uma puta viagem do Gargula. Mas fiquei com uma dúvida: a linguagem gráfica do maker não pode ser considerada uma DSL? Se pensarmos que um domínio se refere a geração/manipulação de fluxogramas, uma linguagem que pega esse fluxograma (imaginando que ele possa ser alguma estrutura do tipo grafo/árvore/etc) e o exibe graficamente não pode ser considerada uma DSL? Exemplificando, aquele “Graphviz” (não sei se a grafia está correta) não é uma DSL?

fabim

[i]# Login para acesso ao sistema.

Permite cadastrar pessoas físicas e/ou jurídicas;

Permite cadastrar as informações pessoais de pessoas físicas;

Permite o cadastro de endereço;

Permite o cadastro de bairro;

Permite o cadastro de cidade;

Permite o cadastro de regiões;

Permite o cadastro de Ceps;

Permite cadastrar o cobrador de banco;

Permite o cadastro de centro de custo;

Permite o cadastro de produtos;

Permite o cadastro de natureza;

Permite o cadastro de forma de pagamento;

Permite o cadastro de despesas;

Permite o cadastro de dado fiscal;

Permite o cadastro de compras externa;

Permite o cadastro de itens;

Permite o cadastro de vendas;

Inúmeros relatórios [/i]

Francamente. Acho no mínimo estupidez alguem dizer que “vai acabar programadores” baseando-se em sistemas desse tipo.

Eu sou desenvolvedor, e a última coisa que eu faço aqui no trabalho sao crudzinhos besta que nem esses.

Chega a ser engraçado.

peczenyj

Quem usa o Maker fora do Brasil?

Onde estão os reviews da InfoQ e outros sites?

Como fazer Billing em Real-Time com Maker?

gargula

1a. Afirmativa…

2a. Afirmativa…

3a. Afirmativa…

4a. Afirmativa…

5a. Afirmativa - de Charles Simonyi (eu consegui ler mais um trechinho)

“…Programação intencional acrescentaria uma camada completamente nova de abstração à prática de escrever software. Permitiria os programadores a expressar as intenções deles/delas sem penetrar o lodo de detalhes de implementação que sempre ameaçaram os engolir…”

Logo, qual seria a alternativa correta ???

A=(1+2+3+4)5
B=1+2+3+4+5
C=(1+2+3+4)-5
D= -1
-4
E=Nenhuma das anteriores, a resposta correta é ___________.

:?: :?: :?: :?: :?: :?:

[],s

cv1

Gargula, lembre-se sempre que vc tb pode dizer algo do tipo “poxa, eh mesmo… desculpa, eu estava enganado” sem ter que sair dessa discussao passando por imbecil cabeca-dura.

Ou voce pode continuar com esses posts non-sense. De qualquer maneira, mais um desses e o topico ta trancado.

bruno.kutacho

Galera,
sinceramente to achando este post uma perda de tempo para todos.
Se esse tal de Maker é tão bom quanto realmente estão falando ai nessas argumentações, vamos ver quando realmente alguém “de nome” o utilizar e criar algo útil. Por enquanto, acredito que seja mais alguma idéia que nasceu morta, como vários disseram ao longo do post.

Abraços. 8)

N

Senhores,

Este tópico é um dos mais parecidos com Guerra Santa que eu já vi no GUJ. Os dois lados têm argumentos, “fatos” e dados sobre quão bom ou ruim é o software em questão. Mas discussões, abordagens teóricas e achismos não vão determinar se o Maker é realmente eficaz ou é mais uma das tentativas frustradas(e frustrantes) de automatizar a maior parte do desenvolvimento de software.

A maioria dos argumentos são “a priori”, tem uma carga de “pré-conceito”, está amparada por experiências passadas(conhecimento de software com propostas semelhantes). Lógico que isto também é ou pode ser válido, mas só o teste do Maker, a avaliação de todas as suas features e possíveis falhas pode por fim a esta questão.

Este é o grande problema: o sistema não tem cópia de avaliação.

Os grandes sistemas só emplacam porque são usados em massa, geram comentários, são elogiados e acabam sendo adotados pelas grandes e médias empresas. Com o JCompany acontece a mesma coisa: poucos conhecem, algumas empresas adotam e ficam com um grupinho de especialista e reféns do suporte.

Taí um bom tema para TCC: criar um software capaz de proteger eficazmente os direitos autorais.

bruno.kutacho

Nilson Costa:
Senhores,

Este tópico é um dos mais parecidos com Guerra Santa que eu já vi no GUJ. Os dois lados têm argumentos, “fatos” e dados sobre quão bom ou ruim é o software em questão. Mas discussões, abordagens teóricas e achismos não vão determinar se o Maker é realmente eficaz ou é mais uma das tentativas frustradas(e frustrantes) de automatizar a maior parte do desenvolvimento de software.

A maioria dos argumentos são “a priori”, tem uma carga de “pré-conceito”, está amparada por experiências passadas(conhecimento de software com propostas semelhantes). Lógico que isto também é ou pode ser válido, mas só o teste do Maker, a avaliação de todas as suas features e possíveis falhas pode por fim a esta questão.

Este é o grande problema: o sistema não tem cópia de avaliação.

Os grandes sistemas só emplacam porque são usados em massa, geram comentários, são elogiados e acabam sendo adotados pelas grandes e médias empresas. Com o JCompany acontece a mesma coisa: poucos conhecem, algumas empresas adotam e ficam com um grupinho de especialista e reféns do suporte.

Taí um bom tema para TCC: criar um software capaz de proteger eficazmente os direitos autorais.

Concordo plenamente com o que escreveu Nilson.

Acredito que com isso encerra toda essa discussão.

Abraço.
8)

luistiagos

Ae acho q este tiopico ja ta meio grandinho ne? e esse gargula fica falando bobagem defendendo o maker dele…
creio que isto não vai chegar a lugar nenhum a não ser com a propagandinha deste gerador de codigo tosco… sera que não ta na hora de trancar esta thread não?

pcalcado

Adolfo Rodrigues:

Phillip, concordo que os termos “DSL” e “Universal” são paradoxais, logo DSL Universal foi uma puta viagem do Gargula. Mas fiquei com uma dúvida: a linguagem gráfica do maker não pode ser considerada uma DSL? Se pensarmos que um domínio se refere a geração/manipulação de fluxogramas, uma linguagem que pega esse fluxograma (imaginando que ele possa ser alguma estrutura do tipo grafo/árvore/etc) e o exibe graficamente não pode ser considerada uma DSL? Exemplificando, aquele “Graphviz” (não sei se a grafia está correta) não é uma DSL?

Acho que você está falando de coisas diferentes. Pelo pouco que conheço do Graphviz ele é sim uma DSL para gerar gráficos mas o maker -segundo a documentação e depoimentos, não ter cópia de avaliação não deixa espaço para análise antes de gastar dinheiro com a ferramenta- não gera gráficos, ele usa gráficos para representar programas de computador gerados por ele.

Pense assim: hoje você escreve programas escrevendo texto mas há algum tempo alguém escrevia programas digitando 1 e 0 ou ligando e desligando switches. Você escreve java mas poderia escrever bytecodes diretamente. São apenas formas diferentes de representar a mesma coisa. Procurando um pouco na internet você acha, por exemplo, gente que usa música para programar. É apenas uma representação diferenciada.

O problema do maker é que mesmo tendo uma abordagem gráfica (que não necessariamente é melhor ou pior, depende de como é feto e dos objetivos) ele não avança. Ele continua representanto uma GPL -na verdade ele representa apenas pedaços de um programa construído com GPL, mas este padaços não têm vínculo com domínio- e continua no mesmo nivel que Java e C#.

DSLs podem ou não ser um futuro para desenvolvimento de software mas, seja sim ou não, o maker não faz DSLs. Para fazer isso a ferramenta precisaria possibilitar a definição de uma linguagem -gráica ou não- customizada para algum domínio. É o que o DSL Tools tenta fazer só que a proposta da metodologia de Sotware Factories (raiz do DSL Tools) é transformação de modelos, como faz MDA. Em DSL Tools você parte de um modelo específico de domínio e o transforma em um modelo em CLI (‘bytecodes’) que é executado. Na proposta original do autor do método você não precisa de mais nada que a ferramenta, qualquer expansão é feita como um plugin para a ferramenta e não uma modificação no artefato gerado. O maker precisa gerar código -ele poderia gerar diretamente bytecodes, basta saber usar CGLIB e seus amigos para fazer isso de maneira muito simples- mas ele não pode. Primeiro porque está preso à arquitetura Java EE, que foi feita para programas em Java e depois -e talvez mais importante- porque não possui round-tripping. A forma de estender ou adaptar seu sistema é alterando o código gerado e este código vai precisar estar em um formato editável.

Todo gerador de código dos últimos dez anos segueme exatamente este princípio, por isso o maker não inova e não é relevante fora dos anúncios da Info Exame, dos empréstimos do BNDES e da cabeça de usuários que -IMHO- não nasceram para desenvolvimento de software.

rubinelli

Sabe, eu até entendo a posição do gargula. Se eu tivesse acabado de gastar entre 6 e 9 mil reais numa ferramenta, eu provavelmente também estaria disposto a defender a minha decisão. Eu só não sei se chegaria aos mesmos extremos.

No final das contas, principalmente se você trabalha sozinho e pode escolher suas ferramentas, tem mais que experimentar e escolher o que funciona para você. Eu duvido que uma linguagem visual seja mais produtiva para mim, mas se quem comprou está feliz, então muito bem. Só não venham dizer que esta é a grande tendência que vai finalmente acabar com os programadores (algo que vem sendo alardeado desde os anos 60) ou que tem qualquer coisa a ver com o Language Workbench do Simonyi (que eu pessoalmente também não vejo como a grande solução que alguns apregoam).

peerless

Este será o maior tópico do guj, por dois motivos:

1º O partido de direita sempre defendendo sua tese
2º O partido de esquerda sempre defendendo sua tese

Podemos concluir que, o Maker é um software proprietário, que custa bem caro, que jamais terá mercado abrangente, para ‘tirar os programadores’ de atividade… que ainda não provou porcar@$#@ nenhuma. E que pode vir a fazer algum impacto, sim. (pq não? tbm não podemos achar que tudo que vem de fora é o que há, e o que é criado aqui não vale nada!)

Vamos desejar boa sorte a equipe do Maker, (precisarão para compensar os gastos) e que fique claro que, programadores ainda existirão enquanto existir programas a serem feitos…

Uma dúvida: Como o maker se comporta se precisar buscar serviços que não disponibilizam webservice? (leitura e desfragmentação de vômito htmlático mesmo?)

pcalcado

peerless:
E que pode vir a fazer algum impacto, sim. (pq não? tbm não podemos achar que tudo que vem de fora é o que há, e o que é criado aqui não vale nada!)

O argumento do cv de alguns posts atrás (ou erá sido na outra thread?) se faz valer aqui. O fato de ter sido produzido no Brasil ou em Papua não faz um software ser bom, ruim ou digno de elogios. O que faz isso é o software em si e não onde ele foi escrito. E no mais, quando foi a última vez que alguém viu um software como esse -de fora ou brasileiro- fazendo algum barulho? Inicio dos anos 90? E, principalmente: desse barulho -se houve- o que surgiu?

luistiagos

E realmente incrivel como tem pessoas que pensam que todo um projeto so se baseia em definições de regras de negocio… e o resto programaticamente não interessa pode ser feito por uma ferramenta automatica e pra que programadores? este ponto de ignorancia é realmente um absurdo… vamos por partes… uma coisa que esquecem é que a escabilidade, o desempenho, a performace e a reusabilidade das coisas são tudo coisas programaticamente feitas… vc não tem como aumentar a performace de um sistema com regras de negocio… não a como tunnar a aplicação com regras de negocio… para uma tarefa a inumeras maneiras de se fazer um algoritimo para resolve-la… pode se ir pelo caminho com mais performace, pode se ir para o caminho com mais lentidão, pode se ir para o caminho com mais abstração, com mais reutilização… um exemplo bastante tosco disto é os diversos algoritimos para ordenação de vetores… pode se ver que tem desde algoritimos como quicksort e mergesort que são algoritimos eficientes e rapidos ou um bubblesort que é extremamente lento… em uma regra de negocio onde a ordenação de um vetor faz parte da regra, uma maquina geradora de codigo sera que iria utilizar o metodo mais rapido ou o mais lento de ordenação? é claro grande parte das linguagens tem uma api q faz isto ou aquilo… mas isto é so um exemplo que tem a finalidade de mostrar que uma solução programaticamente pode ser tanto como performatica como não performatica… acho que tal maker funcionaria bem para aplicações pequenas que não dependem muito de desempenho… se vc pegar uma regra de negocio e analisar qtas formas ela podera ser implementada programaticamente vai ver que é um numero extremamente grande… tal maker saberia qual a melhor forma de se implementar? creio que não… ou seja enquanto não existir um sistema que tenha o raciocinio superior ao humano(e no meu ver isto ta muito longe de acontecer… (se este dia chegar o mundo iria acabar virando que nem do matrix…)) sera impossivel trocar um programador por uma ferramenta geradora de codigo…

pintofree

esse topico ja mudo de foco umas 10x huhauahaha

gargula

rubinelli:
Sabe, eu até entendo a posição do gargula. Se eu tivesse acabado de gastar entre 6 e 9 mil reais numa ferramenta, eu provavelmente também estaria disposto a defender a minha decisão. Eu só não sei se chegaria aos mesmos extremos.

No final das contas, principalmente se você trabalha sozinho e pode escolher suas ferramentas, tem mais que experimentar e escolher o que funciona para você. Eu duvido que uma linguagem visual seja mais produtiva para mim, mas se quem comprou está feliz, então muito bem. Só não venham dizer que esta é a grande tendência que vai finalmente acabar com os programadores (algo que vem sendo alardeado desde os anos 60) ou que tem qualquer coisa a ver com o Language Workbench do Simonyi (que eu pessoalmente também não vejo como a grande solução que alguns apregoam).


O que algumas pessoas não entendem é que não estou defedendo produto algum, tudo que postei aqui são baseados no meu uso. Não sou um teorico, que fica viajando e achando que sabe alguma coisa, e nem estou querendo me colocar como “Cientista”, que algumas vezes fazem afirmativas sobre o maker como se o conhecesse mais do que eu, que uso a ferramenta, imagine !!!

Não preciso convencer ninguém a comprar ou usar o maker. Se o fabricante do maker “quebrar” tô pouco me lichando. Continuarei criando aplicações e dando manutenção com o que tenho hoje. Posso inclusive extender a ferramenta e fazer o que quiser independente deles. Basta dar uma olhadinha em nossa volta que veremos a quantidade de sistemas feitos com linguagens descontinuadas. Quantas aplicações existem em Clipper, mumps, cobol-80, etc. que rodam por ai ??? (que espero substituir todos com meus sistemas), o que importa é a qualidade e quantidade de sistemas que consigo colocar no mercado. O meu futuro é hoje.

É realmente difícil conceituar um produto que tem um mix de tecnologias embarcadas. Cada vez que você olha para ele você o enxerga de um ângulo novo. Guardadas as proporções (pelo amor de DEUS !!!), obviamente, é como se fosse o iphone, não dá pra definir de forma simples o que ele é, sem usá-lo. Acho inclusive que essa é uma fragilidade do produto. Eles deveriam liberar uma DEMO/TRIAL Gera uma certa confusão na cabeça. Antes de assistir uma apresentação detalhada e tirar minhas dúvidas, pensava assim também.

Gostaria muito de poder satisfazer o ego de alguns, deixar de ser “chato” como me tacharam, e dizer que não presta, que é uma porcaria, que é um gerador de código, mas… também não disse, em nenhum momento, que é a oitava maravilha do mundo, ou que é a ultima bolacha do pacote. Meus posts são baseados no meu uso e na minha experiência. Repito: Uso apenas para desenvolver meus sistemas de gestão (forms,reports and rules).Até agora não consigo enxerga-lo como sendo uma alternativa para rdesenvolver outras coisas, um SO (o VISTA por exemplo). hehehe !!

Sei que algumas pessoas ficam espantadas com meus post e acham que não conheço, e partem até para ofensas pessoas, mas, conheço sim e até pedurando no “pau de arara” reafirmo tudo que postei aqui, não estou fazendo propaganda nenhuma, a merd* do maker funciona assim mesmo. Quem assistir uma apresentação detalhada vai ratificar tudo que postei aqui. E que para mim,repito, não tem nada de mais, o que eles fizeram foi juntar “pedaços” de tecnologias já existentes, só isso.

O GUJ tem me ajudado (forçado) muito a “fuçar” o maker e enxergar outros ângulos. A questão do IP e DSL é uma delas.

Adolfo Rodrigues:
pcalcado:
Não existe “DSL Universal”. Uma DSL é uma linguagem específica à um domínio. Se é universal ela não é específica, deixa de ser uma DSL e passa a ser uma General Purpose Language, GPL. Java é uma GPL, a linguagem gráfica do maker é uma abstração em cima disso -que nem GPL é. Novamente: é o que fazemos há décadas e nunca deu certo (pelo menos não em grande escala).

Phillip, concordo que os termos “DSL” e “Universal” são paradoxais, logo DSL Universal foi uma puta viagem do Gargula. Mas fiquei com uma dúvida: a linguagem gráfica do maker não pode ser considerada uma DSL? Se pensarmos que um domínio se refere a geração/manipulação de fluxogramas, uma linguagem que pega esse fluxograma (imaginando que ele possa ser alguma estrutura do tipo grafo/árvore/etc) e o exibe graficamente não pode ser considerada uma DSL? Exemplificando, aquele “Graphviz” (não sei se a grafia está correta) não é uma DSL?

Cara é isso mesmo. Fiz um teste e dá para fazer isso memso. Vejamos:

Você pode desenvolver simples regras de negócio/lógica e também dominios com o maker. O flow trabalha com “camadas”.

Fiz a seguinte experiência:

  1. Criei uma camada próxima da linguagem (visão do programador), 2) Criei um outro nível com uma abstração voltada para um gerente de projetos, 2) criei outra camada, com a visão do médico, 4) e outra camada com a visão do financeiro. Posso criar camadas intermediarias ou superiores, o limite é a imaginação e conceito.A estrutura é vc que define. Obviamente (pelo amor de DEUS!!!) o que eu fiz foi um “pequenino” experimento.

Dai cheguei a seguinte conclusão: Obviamente, nem o médico, nem o gerente de projetos, nem o financeiro, NUNCA vão querer desenvolver sistema algum. O fato de você saber pegar uma faca e fazer um corte num pedaço de carne não o transforma num cirurgião.

Conclusão (ufa!!!): Está história de que vão acabar com os programadores, ISSO NÃO EXISTE e NÃO VAI EXISTIR NUNCA, isso é puro terrorismo psicológico para assustar ou vender o produto. Ele não é para leigos em TI. O que ele faz é abstrair camadas, como fazemos todos os dias com “framewoks e ide’s”. Sou desenvolvedor Java e ninguém pode negar isso, mesmo sem necesitar tocar no código, porque se quiser, posso fazer interação direto com o código.

Para reflexão e para ver se alguém toma coragem para desenvolver o PPPmaker, tracker ou zzzmaker, sei lá, totalmente FREE, segue mais um trechinho do Charles Simonyi:

"Simonyi tinha escalado a escada da abstração. Mas ele sentia ele que não estava bastante alto. Em muitas formas a programação ainda era primitiva. Por que os programadores ficaram ainda presos com sintaxes de linguagens de programação incompatíveis? Porque era tão difícil extender as suas linguagens de programação preferidas em novas áreas? Porque os programadores ainda trabalham com texto pleno, arrumando um pequeno número de caracteres em strings lineares como fizeram no passado? O trabalho de Wysiwyg de Simonyi permitiu trabalhadores a criarem e editarem documentos complexos. Engenheiros e desenhistas estavam usando ferramentas CAD/CAM avançadas para desenhar e modificar plantas para arranha-céus e aeronaves. Porque os programadores, magos que tornaram tudo isso possível, ainda digitam seu código uma letra por vez? "

Ah, cv, antes que eu me esqueça, se você quiser bloquear este tópico a hora é essa cara !!!

ADEUS !!!

albertongai

Por mim poderia deixar aberto, até que a conversa tá interessante , apesar de inconclusiva! hahahaha

tnaires

gargula, em 14 páginas de tópico esse é o seu primeiro post que considero sensato. 8)

pyro

E vamos pra frente que atrás vem gente. É aquilo que já tinha falado a bastante tempo atrás: o maker e qualquer outro do gênero é bem aplicável para casos genéricos (não quis dizer pequeno) para coisas específicas não irá funcionar bem.

N

Casos genéricos de CRUD em banco de dados, com uma interface simples de formulários web.

morgade

L

morgade:
Nunca postei no GUJ, mas este post me animou.

O flamewar do Maker me lembra outra polêmica com um software brasileiro: o Prevayler.
Os dois são produtos no máximo interessantes, com um nicho bem específico mas que se queimaram forte devido à estratégia de marketing equivocada.

Assisti uma apresentação do Maker aqui na empresa esta semana (é uma empresa grande, então o próprio diretor da Softwell veio).
Com o que vi posso dizer que o Maker é simplesmente uma ferramenta para gerar CRUDs (uma excelente ferramenta para gerar CRUDs, diga-se de passagem). Mas, é somente uma ferramenta para sistemas tipo CRUD. Ponto.

Achei a coisa dos fluxogramas simplesmente uma idéia ruim. Num fluxograma que eles disseram representar uma regra de negócio tem no meio uma caixa escrito “Converter valor do campo X em inteiro” :? . Tá, dá pra criar vários níveis, mas pra fazer isso o trabalho é muito maior de que programar e criar um modelo em separado. O cara levou uns 10 minutos pra fazer um “if (x) mostre y else mostre w”. Fora o fato de que o Maker é uma ferramenta para programação estruturada, que trabalha só no nível do modelo relacional. Não importa o que gera por baixo, o desenvolvedor não tem como pensar orientado a objeto “programando” no Maker.

Achei engraçado o fato do cara da Softwell falar das polêmicas do Maker em “muitos fóruns de discussão”, hehe.
É realmente uma pena que o marketing errado tenha queimado o Maker, pois é um produto com que funciona bem no que se REALMENTE propõe.

Obrigado pelo feedback morgade.

Agora os fãs(ou será funcionários) não vão poder falar que os que criticam o produto é pq não conhecem.

Bom, baseado em tudo que eu jah li, minha conclusão é:

-Se fosse freeware eu ateh usaria para fazer uns CRUDzinhos

-Agora, pagar 9000 por um gerador de CRUD…hehehehe…no comments…

L

lavh:
morgade:
Nunca postei no GUJ, mas este post me animou.

O flamewar do Maker me lembra outra polêmica com um software brasileiro: o Prevayler.
Os dois são produtos no máximo interessantes, com um nicho bem específico mas que se queimaram forte devido à estratégia de marketing equivocada.

Assisti uma apresentação do Maker aqui na empresa esta semana (é uma empresa grande, então o próprio diretor da Softwell veio).
Com o que vi posso dizer que o Maker é simplesmente uma ferramenta para gerar CRUDs (uma excelente ferramenta para gerar CRUDs, diga-se de passagem). Mas, é somente uma ferramenta para sistemas tipo CRUD. Ponto.

Achei a coisa dos fluxogramas simplesmente uma idéia ruim. Num fluxograma que eles disseram representar uma regra de negócio tem no meio uma caixa escrito “Converter valor do campo X em inteiro” :? . Tá, dá pra criar vários níveis, mas pra fazer isso o trabalho é muito maior de que programar e criar um modelo em separado. O cara levou uns 10 minutos pra fazer um “if (x) mostre y else mostre w”. Fora o fato de que o Maker é uma ferramenta para programação estruturada, que trabalha só no nível do modelo relacional. Não importa o que gera por baixo, o desenvolvedor não tem como pensar orientado a objeto “programando” no Maker.

Achei engraçado o fato do cara da Softwell falar das polêmicas do Maker em “muitos fóruns de discussão”, hehe.
É realmente uma pena que o marketing errado tenha queimado o Maker, pois é um produto com que funciona bem no que se REALMENTE propõe.

Obrigado pelo feedback morgade.

Agora os fãs(ou será funcionários) não vão poder falar que os que criticam o produto é pq não conhecem.

Bom, baseado em tudo que eu jah li, minha conclusão é:

-Se fosse freeware eu ateh usaria para fazer uns CRUDzinhos

-Agora, pagar 9000 por um gerador de CRUD…hehehehe…no comments…

Acho que não é bem assim não.

Enxerguei o maker como sendo uma RAD e não apenas um gerador de CRUD.

Trabalho numa empresa de médio porte aqui em BH q tem ± 100 funcs, sou desenvolvedor e lider de equipe. Há algum tempo os caras fizeram um evento aqui em BH e um colega foi assistir. No dia seguinte 2 deles estiveram aqui. Estavamos tão atolados de serviços q praticamente botamos os caras porta fora. Atualmente uma parte da empresa usa o jcompany, que apesar das críticas que vejo por ai para a gente tá sendo a salvação da lavoura. Meu chefe tava para fechar o restante da equipe, quando resolveram ver o maker. Foi ai q marcaram uma POC aqui na empresa. Preparamos umas “coisinhas” para “receber” os caras e q não tinha muito de trivial. Selecionamos uma parte de um projeto, pau viola, q desenvolvemos do zero para uma mineradora, para monitoramento de processos. Mandaram 2 caras aqui (um bem baixinho e outro que parecia muito jovem-não posso citar os nomes), os caras são boa gente. Praticamente todo projeto era baseado em SOA,webservices e acessa um mainframe da companhia. No primeiro dia passaram o dia inteiro preparando o ambiente e a integração, ou seja, colocaram os drivers fazendo parte da LIB deles para que fosse exergado pelo fluxo, e testaram. No dia seguinte fui visitar um cliente e quando retornei no terceiro dia, já tava quase tudo pronto, foi ai que deu um pau que fizeram eles passarem quase a tarde inteira tentando reseolver um pepino no driver para acesso ao banco db2, no fim do dia seguinte tava tudo pronto. Publicamos o projeto num servidr nosso e tudo rodou de primeira. Não chagamos a realizar testes de stress mas colocamos para rodar em paralelo e não vi muita diferença para o que já estava rodando. Não sei detalhe$$$ da negociação, mas compraram 5 cópias (acho) e q o trinamento vai ser em março.

Não sei se vamos conseguir isso aqui no dia a dia, mas, gastamos quase 3 meses para desenvolver o que eles fizeram em 4 dias (também, eram os criadores e os caras já tem a manha né ??). Não tenho preconceitos e até achei bem legal ver as funcionalidades que criei de forma visual. Realmente, vc não “enxerga” OO, porém se nosso projeto fosse apenas CRUD, acho q eles teriam terminado tudo no mesmo dia !!! :shock:

Acho q não serve para algumas coisas -não botei a mão nele ainda, mas, dizer que é só para telas de cadastro, pelo q vimos aqui na empresa, É FORÇAR MUITO A BARRA.

N

O Maker tem seus méritos. O único problema é o modelo de negócios. É compreensível que a Softwell quer ganhar dinheiro (eu tb quero), mas empurrando o seu produto via esse marketing agressivo pode fazer com que o tiro saia pela culatra. Não é tão difícil imaginar uma política onde haja uma versão free para desenvolvedores e uma versão paga para empresas. Pensem só um pouquinho (funcionários e diretores que estão aqui anonimamente) que vocês verão que essa é a saída para o Maker não desaparecer em alguns meses, junto com todo o dinheiro que ele consumiu.

morgade

L

Concordo com vc. Tem uma API, que achei muito pobre inclusive, para desenvolver as aplicações. A produtividade só foi boa porque quase tudo que eles precisavam já estava pronto, o “domínio”. Eles só tiveram que criar uma meia dúzia de funcionalidades, algumas delas invocavam métodos de classes desenvolvidas aqui anteriormente. Eles disseram que bastavamos pedir que eles criariam novas funções e nos enviariam, mas, a idéia aqui na empresa é mudar a estrutura e colocar um “especialista” para extender a API e preparar o ambiente e uns, digamos, “não tão especialistas” para desenvolver as aplicações. Não sei se vai dar certo.

Vc sabe dizer se posso trabalhar com portlets com o maker (portal) ???

morgade

J

Fuçando o tópico (gigantesco) encontrei algumas pérolas,

Em agosto do ano passado postaram,

se leigos não sabem programar e a ferramenta não gera código então o que acontece?
geração de código espontâneo? :stuck_out_tongue:

Não… ele não gera código, vcs ainda não entenderam??

Maker gera um tela com um botão, no botão vai ter escrito FAÇA. Daí o usuário clica e o Maker ADIVINHA o que o usuário quer e pronto, VOILÁ!!

Carinha praticamente posta o press-release aqui e vcs continuam discutindo… ê laiá.

Botão faça ???

Q original. Botarum o botão faça do bandrade e depois extenderam para “FAÇA TUDO”. heheheheheheheheheheh

O bandrade é vidente, é o mister M, ou será q os kra pegarum a idéia daki ???

hehehehehheheheheheh

bandrade

java_mel:

Q original. Botarum o botão faça do bandrade e depois extenderam para “FAÇA TUDO”. heheheheheheheheheheh

O bandrade é vidente, é o mister M, ou será q os kra pegarum a idéia daki ???

Eu sou o bandrade e não chego nem perto do mister__m. Mister M é outro usuário do fórum, aquele da JSR-310 (Date and Time API). http://guj.com.br/user/profile/5792.java

De qualquer forma, ainda estou interessado em saber se o Maker cria stored procedures no banco ou usa algum framework para acesso a dados. Quais os sgbd´s compativeis?

morgade

J

Pelo q vi na apresentação ele cria as procedures direto no banco (quando vc escolhe q o fluxograma seja implementado no banco). O SQL gerado é específico para o tipo de banco selecionado no projeto.

Parece que na arquitetura deles, cada “caixa” do fluxograma é traduzida em um ou mais statements de qualquer linguagem (de Javascript a SQL) para assim implementar a regra.

Disseram suportar os bancos principais conhecidos no mercado, mas não lembro a lista toda.

Rapaz… q luxo… Então esse maker deve ter direção hidraulica, ar condicionado, vidro eletrico, alarme e ainda é flex (qualquer linguagem) ! heheheheh q beleza…

É o verdadeiro IDE “mordomo”: Pois não senhor ? O que o senhor deseja desenvolver ? YES SIR ! Onde o senhor quer que enfie a regra ? Pode ir tomar seu wiskinho que acho o BUG para o senhor !! hehehehehehe

Rapaz, tô me animando…com esse tal de MAKER ALL, ou melhor, o FAÇA TUDO…heheh

mas, ainda ainda estou com algumas dúvidas !

Você cria a regra e depois escolhe onde vai rodar (qual a câmada) ? Se eu definir que vai rodar no banco posso trocar depois para servidor ? Vc diz “de Javascript a SQL”, posso criar um novo conjunto de statements (outras linguagens) ? Soube q vão ter .net, apresentaram para você ? Nesse caso, o q desenvolvi em Java vai rodar 100% em .net ?

Se souber/puder responder… :wink: ,

Ficarei muitissimo grato… :smiley:

J2Alex

Pelo amor de Deus!!! Alguém bloqueie esse tópico!!!

Metade dos 5 mil programadores envolvidos no projeto do maker já se cadastraram no forum só pra ficar postando tópicos idiotas tipo “Estou ficando interessado…”, “mas ainda tenho um dúvida…”, “o maker pode fazer isso?”, “pela apresentação que eu assisti… SIMMMMM!!!”, “O maker é fantástico”, “nunca mais tive problemas sexuais depois que comecei a usar o maker…”.

Nunca tanta gente se cadastrou no forum só pra responder a 1 único tópico… sem comentários…

peerless

HAHAHHAHAHAAHAHAHAHHAHAAHAH!!!

A equipe do maker está em peso aqui neste tópico, que comédia!

Mauricio_Linhares

Imagina só o motivo -> http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&q=maker+softwell&btnG=Pesquisa+Google&meta=

L

[editado]conteudo desnecessário removido pelo moderador[/editado]

Entre em contato com a Softwell, com certeza eles terão o maior prazer em te atender e tirar todas as súas dúvidas.

Rafael_Steil

Pessoal, vamos nos controlar e nao comecar ataques pessoais nem fugir do assunto do topico.

Rafael

victorwss

Acho que isso devia ser dito a uns dois meses, pelo menos.

Mas, enfim, prosseguindo com o tópico então e sem ataques pessoais.

Achei esse link:
http://www.prodeb.gov.br/exibe_noticia.asp?cod_noticia=1622

Na minha opinião parece uma notícia sensacionalista veiculada em um meio de divulgação do governo. Mas o que vocês acham?

leonardootto

Agora já sei o que o Ernet Scribbler escreveu…
Deve ter sido algo como: O Maker é legal…

J

victorwss:
Rafael Steil:

Pessoal, vamos nos controlar e nao comecar ataques pessoais nem fugir do assunto do topico.

Rafael

Acho que isso devia ser dito a uns dois meses, pelo menos.

Mas, enfim, prosseguindo com o tópico então e sem ataques pessoais.

Achei esse link:
http://www.prodeb.gov.br/exibe_noticia.asp?cod_noticia=1622

Na minha opinião parece uma notícia sensacionalista veiculada em um meio de divulgação do governo. Mas o que vocês acham?

Pelo que vi a PRODEB apenas replicou, a fonte original da notícia veio de um jornal, veja no rodapé do link que vc passou: Fonte: Tribuna da Bahia, 06/09/07

O que acho:

Parece briga de gato e rato [MAKER X GENEXUS], quando a galera do maker posta alguma coisa que parece “interessante”, a galera do genexus parte imediatamente pra cima e diz que é propaganda gratuita, e que isso não existe e que eles são funcionários da empresa (não sei realmente se são ou não), daí começa o pau. Pergunto: Experiências não são mais esclarecedoras do q opiniões ??? Não seria bom se o contexto da discursão fosse técnica ??? As pessoas deixam as perguntas e partem para ofensas pessoais e fica tudo bem ???

Postei a algum tempo atrás querendo saber as “normas” dos moderadores e não obtive nenhuma “dica”. Até o administrador parece ter uma certa inclinação por um dos lados, eu li o post do java_mel, que ele (sabiamente) tirou do ar, tão ofensivo e fora do contexto quanto o do J2Alex, que foi preservado ?!! interessante…

O que alguns se esquecem é que esse assunto está em evidência no cenário nacional (não estou dizendo que presta ou não), é público e notório que as profissionais, como eu, busquem maiores esclarecimentos sobre o assunto. Ou, melhor ainda, opiniões e experiências bem ou mal sucedidas. Tenho acompanhado este tópico a algum tempo, porque muitos colegas comentam sobre ele até em barzinhos, ou seja, o GUJ também está aumentando seu IBOPE…

Passo a palavra… :arrow:

J

leonardootto:
Agora já sei o que o Ernet Scribbler escreveu…
Deve ter sido algo como: O Maker é legal…


[b]Isto é um post técnico ???

q esclarecedor ![/b]

hehehehehehe

victorwss

Bem, agora vou dar a minha opinião pessoal:

Acho que o maker até que tem o seu valor. Porém ele não é nada do tipo “vai aumentar a produtividade em 60 vezes” ou “leigos vão poder programar de forma eficiente” ou qualquer coisa assim. É só uma ferramenta a mais como tantas outras. Talvez até seja uma boa ferramenta, mas não tanto quanto se anúncia.

O que tá foda é um marketing exagerado e megalomaníaco prometendo muito mais do que pode ser feito utilizando números e estatísticas inventadas e anunciando uma revolução que vai dividir o mundo no antes e no depois do Maker. Isso sim é que é o principal e pior erro. Outro erro menor (mas ainda um erro) é o preço astronômico e o fato de não haver nem ao mesmo um demo dele. Como é que os clientes da softwell poderão avaliar tão boa ferramenta sem poder testá-la?

Mas, do ponto de vista técnico, se você esquecer de toda a área de vendas e de marketing do maker e focar só no programa (no maker), acho que ele provavelmente deve até ser uma ferramenta legal de se trabalhar. Pelo menos, no mínimo para desenvolver protótipos ou módulos que não tem nenhuma função crítica.

bruno.kutacho

victorwss:
Bem, agora vou dar a minha opinião pessoal:

Acho que o maker até que tem o seu valor. Porém ele não é nada do tipo “vai aumentar a produtividade em 60 vezes” ou “leigos vão poder programar de forma eficiente” ou qualquer coisa assim. É só uma ferramenta a mais como tantas outras. Talvez até seja uma boa ferramenta, mas não tanto quanto se anúncia.

O que tá foda é um marketing exagerado e megalomaníaco prometendo muito mais do que pode ser feito utilizando números e estatísticas inventadas e anunciando uma revolução que vai dividir o mundo no antes e no depois do Maker. Isso sim é que é o principal e pior erro. Outro erro menor (mas ainda um erro) é o preço astronômico e o fato de não haver nem ao mesmo um demo dele. Como é que os clientes da softwell poderão avaliar tão boa ferramenta sem poder testá-la?

Mas, do ponto de vista técnico, se você esquecer de toda a área de vendas e de marketing do maker e focar só no programa (no maker), acho que ele provavelmente deve até ser uma ferramenta legal de se trabalhar. Pelo menos, no mínimo para desenvolver protótipos ou módulos que não tem nenhuma função crítica.

Concordo contigo victorwss, tirando o pessoal de marketing EXAGERADO do Maker…a ferramenta pode até ser boa…mas encarando realmente os fatos, é uma “ídéia morta”. Bom, como disse uns posts atrás aqui mesmo, vamos deixar o tal Maker começar a aparecer, para ver o que realmente ele é… pois coisas como “Nem Deus afunda o Titanic”…sinceramente não dão muito certo né…rs…

Sobre uma versão demo…eu assino embaixo no que você disse, pois seria muito interessante disponibilizar, assim poderíamos acabar com tantos “eu acho”, “deve ser”, etc… A ferramenta pode até ser interessante, mas prefiro programar em Java…rs

Abraços.
8)

morgade

J2Alex:
Pelo amor de Deus!!! Alguém bloqueie esse tópico!!!

Metade dos 5 mil programadores envolvidos no projeto do maker já se cadastraram no forum só pra ficar postando tópicos idiotas tipo “Estou ficando interessado…”, “mas ainda tenho um dúvida…”, “o maker pode fazer isso?”, “pela apresentação que eu assisti… SIMMMMM!!!”, “O maker é fantástico”, “nunca mais tive problemas sexuais depois que comecei a usar o maker…”.

Nunca tanta gente se cadastrou no forum só pra responder a 1 único tópico… sem comentários…

Tentei ajudar quem tinha feito perguntas técnicas (já que ninguém tinha feito ainda isso aqui).
Mas já que qualquer um q dá informações e não faz piadinha aqui é taxado de empregado da softwell, apaguei meus posts pra não ser mal interpretado.
Pena q não dá pra apagar os quotes.

J

“6 meses em 8 semanas”

ou

“60x mais rápido”

http://www.outsystems.com/site/DemoCenter.aspx

Achei isso na web, o apelo é o mesmo, porém, aparentemente (pela propaganda) o “nacional” tem mais “cara” de sistema profissional,

O que vocês acham ? Alguém já usou ? Sabem quanto custa ?

:?:

L

um colega meu trabalha numa empresa que acabou de comprar o software…
eles estão " abismados com a eficiência do software "
kkk… antes eles usavam Delphi… acho q isso explica o ‘abismo’

segundo ele, a empresa vai dedsenvolver uma aplicação web, apesar dee nao saberem ainda o que é o TomCat

J

lauronolasco:
um colega meu trabalha numa empresa que acabou de comprar o software…
eles estão " abismados com a eficiência do software "
kkk… antes eles usavam Delphi… acho q isso explica o ‘abismo’

segundo ele, a empresa vai dedsenvolver uma aplicação web, apesar dee nao saberem ainda o que é o TomCat

Comprou qual dos dois ? E, se foi o USA qual foi o preço ?

:?: :?: :?:

L

comprou o da softwell…
segundo ele, eles fazem um pacote para empresas de pequeno porte, e saiu por 14.000,00.

luistiagos

eu me espanto com topicos inuteis como este… verdadeiros “spanwar” ainda esta aberto…
pq sera que nenhum moderador tranca essa m**** ?

francislon

R$14.000???

Rpz, a empresa que tiver coragem de pagar esse valor por uma ferramenta que vc num tem nem uma versão shareware. Corajosos vocês, hein?

bandrade

francislon:
R$14.000???

Rpz, a empresa que tiver coragem de pagar esse valor por uma ferramenta que vc num tem nem uma versão shareware. Corajosos vocês, hein?

Se contratar um programador por 2K, em 3 meses a empresa já gastou esses 14K com ele… 14K não é muito pra uma empresa não…

maior_abandonado

luistiagos:
eu me espanto com topicos inuteis como este… verdadeiros “spanwar” ainda esta aberto…
pq sera que nenhum moderador tranca essa m**** ?

a alguns meses atras eu me fazia a mesma pergunta, um topico como esse poderia ser interessante, ter menos agressões, menos fantasias, mais não falta nem um nem outro… ja deveria ter sido trancado faz tempo, mais disconfio que eles compraram a pipokinha e tão assistindo os troll e achando divertido…

stwart

Passei boa parte da manha procurando informações sobre o Maker, também passei boa parte do tempo lendo quase todos os posts sobre este assunto neste forum.
Tenho perguntas sérias a serem feitas, portanto por favor dispensem algumas bobagens, como as que eu li previamente. (NÃO SOU DA SOFTWELL, ESTOU INTERESSADO NOS RECURSOS DA FERRAMENTA).
No site da Softwell, eles dizem que a ferramenta é para o desenvolvimento das regras de negocio, mas não dispensa o conhecimento em programação. Pois bem, sou especialista nas duas areas e gostaria que o pessoal da Softwell, respondesse as minhas perguntas, pois está dificil obter informações de qualidade na internet.

  1. Conforme já foi postado e não esclarecido - Confiabilidade e escalabilidade: O que a ferramenta tem a nos oferecer? Se o meu sistema precisa crescer, em termos de número de usuários/acessos simultaneos e em termos de funcionalidades.

  2. A Softwell utiliza um método proprietario, para fazer o conhecido Hibernate. Podemos confiar? Funciona 100% com o Postgress?

Voces informam que já foram desenvolvidos um ERP e um CRM, preciso saber se o aplicativo desenvolvido com o Maker vai aguentar o tranco. Tenho interesse na ferramenta, tenho projetos os quais ela se encaixa bem, mas as coisas estão muito vagas, precisamos de detalhes.

fabiofalci

É melhor entrar em contato direto com eles. Pois aqui ninguém conseguiu responder nenhuma pergunta desse tipo

N

luistiagos:
eu me espanto com topicos inuteis como este… verdadeiros “spanwar” ainda esta aberto…
pq sera que nenhum moderador tranca essa m**** ?

Não há motivo para trancar este tópico. o lauro trouxe uma informação nova e esta empresa que adquiriu o Maker não deu tiro no escuro(ou totalmente no escuro). Uma equipe deve ter apresentado a ferramente e desenvolvido algo como teste. Acho que vale ver o desenrolar da história.
Somos céticos com relação a este tipo de ferramente pelo fato de já termos conhecido muitas que não davam conta do recado. Mas novas ferramentas surgem todos os dias e precisamos estar bem informados.
Lembro quando o primeiro post sobre Ruby apareceu ou JPA ou Menta ou XYZ. É novidade, traz algum benefício, etc. Sempre se cria certo barulho no início.

Censura injustificada não!

(Ah! Não tenho nada com o Maker!)

O

E Deus fez o mundo no maker.

Por isso que o mundo ta do jeito que tá!

Heheheheheeh…

Software feito na bahia? Eu acredito em papai noel!

rafaelglauber

As vezes vejo esse tipo de preconceito aqui no GUJ…uma pena.

stwart

Posts desse tipo realmente são lamentaveis.

Se alguem estiver afim de uma conversa seria sobre o Maker. No site eles oferecem uns videos, sobre a utilização da ferramenta, também possui uma documentação (bem pobre por sinal).

Depois de ver os videos e entender bem o que a ferramenta oferece, não acredito que ela irá reduzir muito o tempo de desnvolvimento.

Por um lado eles oferecem muita agilidade no acesso ao Bd e para criar os forms e montar o esqueleto do sistema, mas por outro lado, “dar vida” ao sistema, pode ser bem trabalhoso. Para um programador experiente, será muito mais rapido escrever uma função, do que ficar clicando em milhões de lugares na IDE.

Pelo Mkt, cheguei a me empolgar com a ferramenta (mesmo sendo desenvolvedor a muitos anos, e vendo ferramtas similares indo por agua abaixo), mas agora tenho duvidas.

J

luistiagos:
eu me espanto com topicos inuteis como este… verdadeiros “spanwar” ainda esta aberto…
pq sera que nenhum moderador tranca essa m**** ?

Que cara chato ! :evil:

Vou pedir licença a vocês, e bater no cara que está OBRIGANDO este mané a ler e acompanhar esta thread. Ninguém é obrigado a ler o que não quer.

Ele é masoquista ou então é cego. Não consegue ver o número de visitas e posts, que ratificam o interesse por este assunto.

Será que ele não sabe que é tão simples clicar no X no canto direito da tela… e sair de fininho!

Pena que posts/caras como estes afugentam quem poderia contribuir de alguma maneira para esclarecer, baseado na visão do desenvolvedor, algumas dúvidas que ainda estão no ar.

Voltando a técnica:

Alguém já usou para desenvolver uma aplicação integrada com SAP ? Qual o nível de integração ?

Bye,

J

Quando Deus disse ?haja luz? Chuck Norris disse ?diga ?por favor??.

Tem de tudo por aqui…

Já havia lido este post anteriormente (na página 4), porém, com outro autor, não era o thiago_costa (que aparentemente trabalha na empresa).

Não sabia que é normal “alguém” mudar o post de outra pessoa…por aqui…

Daí a gente pensa: qual seria o interesse em fazer isso ?

Isso é normal no GUJ ??? ou é um jogo de interesses… :wink:

Já não fazem mais forum de respeito (as opiniões e liberdade de expressão) hoje em dia…

Vou ler meus posts anteriores para ver se ainda são os “mesmos”.

Obs: Detalhe, copiei localmente este post - que é MEU e representa a minha opinião, eu presumo - e se alguém apagar ou mudar vou postar em todas as theads abertas do GUJ.

Blz… adm ???

L

stwart:
1) Conforme já foi postado e não esclarecido - Confiabilidade e escalabilidade: O que a ferramenta tem a nos oferecer? Se o meu sistema precisa crescer, em termos de número de usuários/acessos simultaneos e em termos de funcionalidades.

  1. A Softwell utiliza um método proprietario, para fazer o conhecido Hibernate. Podemos confiar? Funciona 100% com o Postgress?

Voces informam que já foram desenvolvidos um ERP e um CRM, preciso saber se o aplicativo desenvolvido com o Maker vai aguentar o tranco. Tenho interesse na ferramenta, tenho projetos os quais ela se encaixa bem, mas as coisas estão muito vagas, precisamos de detalhes.

Achei isso, talvez lhe ajude:

http://www.softwell.com.br/PaginaAction?pagina=Depoimento2

[],s

pcalcado

Sim, Não haverá censura mas voê está comparand coisas muito diferentes aqui. Ruby é ma linguagem que prpõe algo diferente de Jaav, propõe alguma idéia presentes há ano de maneira acessível. O software maker pelo mostrado neste tópico é apenas mais um dos centenas de geradores de código que já existiram e continuarao sendo criados para aproveitar um mercado de pseudo-programadores.

J

É gerador, não é gerador,é gerador…

Hiiiii, lá vem polêmica de novo…ainda bem que o outro sumiu… cara, muda a faixa porque seu CD tá arranhado ! Já falaram sobre isso centenas de POST’S atrás.

Vamos tentar discutir o tópico de forma mais prática. Está provado que esses seus conceitos “cientificos” e “nostradâmicos”, não estão ajudando em nada…:wink: Gostariamos de saber a opinião de quem usa…SACOU ???

pcalcado

java_mel, se ja láquem você for. Dadas as suas 7 mensagen completamente inúteis neste fórum ou você se adequa ou elas serão moderadas. Não precisamos de bufões aqui.

J

Minhas “bufas”…

Java_mel:
…mas, ainda ainda estou com algumas dúvidas !

Você cria a regra e depois escolhe onde vai rodar (qual a câmada) ? Se eu definir que vai rodar no banco posso trocar depois para servidor ? Vc diz “de Javascript a SQL”, posso criar um novo conjunto de statements (outras linguagens) ? Soube q vão ter .net, apresentaram para você ? Nesse caso, o q desenvolvi em Java vai rodar 100% em .net ?

Se souber/puder responder… :wink: ,

Ficarei muitissimo grato… :smiley:

Você consegue esclarecer [y/n] ???

maquiavelbona

Java_mel:
…mas, ainda ainda estou com algumas dúvidas !

Você cria a regra e depois escolhe onde vai rodar (qual a câmada) ? Se eu definir que vai rodar no banco posso trocar depois para servidor ? Vc diz “de Javascript a SQL”, posso criar um novo conjunto de statements (outras linguagens) ? Soube q vão ter .net, apresentaram para você ? Nesse caso, o q desenvolvi em Java vai rodar 100% em .net ?

Se souber/puder responder… :wink: ,

Ficarei muitissimo grato… :smiley:

Entre em contato com a própria Softwell, pois nesse fórum não haverá as respostas que você espera. Ninguém da empresa fornecedora aparece aqui a tempos e o pcalcado não é um funcionário dela para você “exigir” respostas dele.

Até!

J

maquiavelbona:
Java_mel:
…mas, ainda ainda estou com algumas dúvidas !

Você cria a regra e depois escolhe onde vai rodar (qual a câmada) ? Se eu definir que vai rodar no banco posso trocar depois para servidor ? Vc diz “de Javascript a SQL”, posso criar um novo conjunto de statements (outras linguagens) ? Soube q vão ter .net, apresentaram para você ? Nesse caso, o q desenvolvi em Java vai rodar 100% em .net ?

Se souber/puder responder… :wink: ,

Ficarei muitissimo grato… :smiley:

Entre em contato com a própria Softwell, pois nesse fórum não haverá as respostas que você espera. Ninguém da empresa fornecedora aparece aqui a tempos e o pcalcado não é um funcionário dela para você “exigir” respostas dele.

Até!

Concordo com o JAVA_MEL ou seja lá o quem for. Se eu fosse usar o forum para descarregar minhas teorias, e achismos teria que escrever longos e maçantes textos, que ninguém tem saco para ler. Também acho que ele não exigiu nada, o cara só provou que o pcalcado não sabe responder.

O objetivo de qualquer forum é para recíprocas trocas de experiências entre profissionais de uma mesma classe (sempre dentro de um contexto técnico), dentro de um mesmo tema. Estou certo ??? Se você não conhece o tema não vai contribuir muito.

Seguindo seu raciocínio, deviam acabar com o GUJ e colocar um aviso:

DÚVIDAS COM JAVA, CONTATE A SUN MICROSYSTEMS

http://www.sun.com/contact/support.jsp

Volte sempre !

pcalcado

Perfeito, o público-alvo ideal do maker: pessoas que não “tem saco” de ler um post em um forum, imagina então ler um livro ou coisa parecida.

luistiagos

[wrote=“java_mel”]
Que cara chato !

Vou pedir licença a vocês, e bater no cara que está OBRIGANDO este mané a ler e acompanhar esta thread. Ninguém é obrigado a ler o que não quer.
[/wrote]

O problema e que este topico virou merchandagem pura… isto virou algo como: comprem meu gerador de codigos… uma porrada de gente que vende o tal maker… entrou no guj so pra fazer sua merchandagem… e merchandagem não é algo legal em um forum…
este maker não passa de um simples gerador de codigo como muitos existentes e que sempre existiram no mercado… não a motivo para tanto barulho em cima dele… ele não é nada revolucionario… apenas uma das milhares ferramentas geradoras de codigo.

Mike_Patton

Merchandagem?

uAEHUAhEA, Ri alto aqui

gargula

Minhas “bufas”…

Java_mel:
…mas, ainda ainda estou com algumas dúvidas !

Você cria a regra e depois escolhe onde vai rodar (qual a câmada) ? Se eu definir que vai rodar no banco posso trocar depois para servidor ? Vc diz “de Javascript a SQL”, posso criar um novo conjunto de statements (outras linguagens) ? Soube q vão ter .net, apresentaram para você ? Nesse caso, o q desenvolvi em Java vai rodar 100% em .net ?

Se souber/puder responder… :wink: ,

Ficarei muitissimo grato… :smiley:

Você consegue esclarecer [y/n] ???

Acho que posso ajudar:

1 - Você cria a regra/lógica visualmente e quando vai salvar determina onde vai funcionar: cliente, servidor ou banco.
2 - A qualquer momento você pode abrir a regra e alterar a propriedade que define o destino, depois, basta salvar que ele cria novamente.
3 - Tem um mecanismo para cadastramento de novas sintaxes, para qualquer linguagem.
4 - Liberaram a versão .net para mim, como cópia de avaliação.
5 - Não mudei nada para rodar, Java <-> .net.

[],s

peerless

como diria um colega nosso aqui do fórum:

IMHO,

Por enquanto, considerando estatisticamente nossa economia e níveis socio-economicos mundiais com relacao custo x beneficio, i think that: o maker é o software mais caro, em que sua área lhe diz respeito.

que delphi, jbuilder, flexbuilder, .builder., visual studio, que nada…

he he he …

Em média quantas empresas / pessoas físicas adquiriram o maker? a Softwell poderia ser transparente e abrir dados como este, no sentido de tentar fazer um marketing, como : ‘mais de N empresas já não codificam mais…’ e tbm poderia colocar o ANTES e DEPOIS dos seus clientes… eu mesmo, só compro algo, que vejo que os resultados realmente apareceram!

  • não vale os 4654654 CRUDS disponíveis no site…

t+

cv1

alguem tem 3 motivos pra esse topico nao ser enterrado?

victorwss
  1. é… hummm… hãããã…

  2. bem… é que… ahnnn…

  3. você sabe né… é que… tipo assim…

I

hahahahaha…A IBM tem mais de 15 mil aplicações !!!

Eu prestei atenção que a IBM tem essas mesmas ferramenta ao qual o amigo fala que é nova no morcado .

Pra mim não tem nada de novo …Falow

Criado 10 de agosto de 2007
Ultima resposta 24 de jan. de 2008
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