http://teamware.com.br/TeamWare/nfblog/?p=17
Responda aí.
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Responda aí.
acho que sou um recurso 
tem um cliente que atendo que sou apenas um Recurso …
nos outros sou uma Pessoa mesmo 
Olá
Sempre achei que a gente deve trabalhar motivado fazendo o que gosta. Sempre acreditei que isto fosse possível desde que alguém pudesse reconhecer nosso esforço e nos respeitasse.
Depois que virou moda tratar desenvolvedores como recurso mandando o cara para lá e para cá, às vezes sem nem explicar o que ele fará no outro ambiente, o quesito respeito ficou prejudicado e a motivação diminuiu muito.
De vez em quando vejo gente jóvem cheia de energia quase acostumadas a esta falta de respeito que não estão nem aí se o projeto terá sucesso ou não.
[]s
Luca
Recurso A… heehehehe
As vezes Recurso, as vezes Pessoa .
Mas definitivamente, mais vezes como um Recurso. não vejo a hora de me formar para começar minha própria empresa 
Recurso
Recurso barato
Como trabalho independente, 99% das vezes sou uma Pessoa. No começo, os clientes me vêem apenas como um recurso. Mas depois de algumas conversas sobre o projeto, ele começa a me ver como uma pessoa. E posso dizer que outros ficam fidelíssimos por conta disso.
Quando eu virei recurso, mandei meus ex-chefes irem comprar mais na feira.
Pessoa, felizmente. Como é bom trabalhar pra si mesmo 
Mas realmente, cada vez mais os profissionais de TI são tratados como mão de obra burra.
É super comum ver um gerente achando que entende de tecnolgoia e metendo a mão em assuntos técnicos que ele deveria ficar fora e mandando os recursos apenas operacionalizarem sua decisao errada. Se dá errado a culpa é do time que foi incapaz, se dá certo é porque o gerente manja muito mesmo.
Para uma empresa (juridica) não existe o conceito de pessoa. Talvez o chefe de alguem o considere como pessoa, mas para a empresa sempre vai ser um recurso.
E não existe mal nenhum nisso! O importante mesmo é que nossos colegas de trabalho nos considerem como pessoas.
Existe mal sim. Releia o texto. Eu acabei de sair de uma empresa que eu estava emprestado onde eles levam essa história de recurso ao extremo. E isso vem de cima. Gestão imbecil e opressora.
A melhor coisa que tem é você ter um chefe que te trata como gente, eu tenho um ou outro assim.
Para uma empresa (juridica) não existe o conceito de pessoa. Talvez o chefe de alguem o considere como pessoa, mas para a empresa sempre vai ser um recurso.E não existe mal nenhum nisso! O importante mesmo é que nossos colegas de trabalho nos considerem como pessoas.
Para uma empresa (juridica) não existe o conceito de pessoa. Talvez o chefe de alguem o considere como pessoa, mas para a empresa sempre vai ser um recurso.E não existe mal nenhum nisso! O importante mesmo é que nossos colegas de trabalho nos considerem como pessoas.
Na minha opinião, há um grande mal sim. Primeiro, que se os chefes tratassem os funcionários como pessoa, estes iriam trabalhar mais felizes, produzir mais. Aí, é questão de inteligência dos chefes. Segundo, que o sistema fabril ainda existe, mas isto no mundo de TI é simplesmente inaceitável. Terceiro que eu sou uma pessoa, o recurso é o computador/linguagem/IDE/plataforma/etc.
Chefe que não respeita funcionário é burro. Não sabe que irá perder e muito.
[]s.
Colaborador recursivo…
Para uma empresa (juridica) não existe o conceito de pessoa. Talvez o chefe de alguem o considere como pessoa, mas para a empresa sempre vai ser um recurso.E não existe mal nenhum nisso! O importante mesmo é que nossos colegas de trabalho nos considerem como pessoas.
claro que ha mal nisto!
o mais importante no trabalho é respeito, e as empresas tem queentender isto …
parece que a TI esta indo completamente contra tudo o que os outros administradores aprenderam nos ultimos 20 anos …
Para uma empresa (juridica) não existe o conceito de pessoa. Talvez o chefe de alguem o considere como pessoa, mas para a empresa sempre vai ser um recurso.E não existe mal nenhum nisso! O importante mesmo é que nossos colegas de trabalho nos considerem como pessoas.
Na minha opinião, há um grande mal sim. Primeiro, que se os chefes tratassem os funcionários como pessoa, estes iriam trabalhar mais felizes, produzir mais. Aí, é questão de inteligência dos chefes. Segundo, que o sistema fabril ainda existe, mas isto no mundo de TI é simplesmente inaceitável. Terceiro que eu sou uma pessoa, o recurso é o computador/linguagem/IDE/plataforma/etc.
Chefe que não respeita funcionário é burro. Não sabe que irá perder e muito.
[]s.
Existe mal sim. Releia o texto. Eu acabei de sair de uma empresa que eu estava emprestado onde eles levam essa história de recurso ao extremo. E isso vem de cima. Gestão imbecil e opressora.A melhor coisa que tem é você ter um chefe que te trata como gente, eu tenho um ou outro assim.
Vocês estão falando a mesma coisa que eu 
Um chefe, sempre tem que te tratar com respeito, como pessoa. E isso eu disse. No momento que não existe respeito, de ambas as partes, trabalhar se torna bem complicado.
Mas para a empresa, isso não existe. Se a empresa ta gastando demais, reduz o número de recursos. Se precisa de mais recursos por um periodo, contrada, dispensa, faz o escambal. Principalmente se essa empresa tem que dar explicações para um grupo de acionistas.
Fiquei feliz o Daniel postou o artigo aqui, e ver a resposta dele esta sendo muito bacana, Obrigado!
Realmente faz uma diferença enorme sim, talvez por causa da maioria do software brasileiro não competir internacionalmente “de fato”, não so de palavras e intensões e tambem já que a gestão das empresas aqui é muito conservadora e baseada nas best practices da era industrial.
Vocês sabian que orkut é um projeto de um desenvolvedor do Google?
Ela é uma pessoa jurica, mais é mais inteligente, mais adaptada para fazer negocios na era da informação, seu DNA permite que as “Pessoas” dem contribuições que agregam valor tanto para o negocio quanto para elas, e se sentam motivadas a fazer isto, não exista uma rivalidade entre o capital e a mão de obra por assim dizer.
Para as empresas ha um potencial não aproveitado enorme, já que o valor hora ou salario foi pago, mais não estão capitalizando todo o potencial das pessoas, seus talentos, sua paixão, sua dedicação, sua criatividade, seu senso comun, e isto se ve no dia a dia dos projetos de software. Por outro lado não ha fidelização nenhuma dos desenvolvedores e qualquer proposta eles irão trabalhar em outro local porque da o mesmo, as veces por menos já que o ambiente ou as tecnologias no outro local são melhores.
Para as pessoas é frustrante, já que poderiam contribuir muito mais do que estão fazendo na empresa, mais por varias questões não é possivel.
Gostei de saber que há muita gente sofrendo isso, não estou sozinho, porem ao mesmo tempo me da uma visão do longo caminho que temos pela frente ou mudando a forma como empresas usan os talentos ou criando novas empresas mais adaptadas e eficazes.
Abraços,
Juan.
A dureza é quando o próprio chefe chama os funcionários de “recurso”, como é o meu caso. 
Já fui tratado assim algumas vezes, principalmente quando na época estava começando com Java.
Meus 2 últimos projetos foi muito bom, vi chefes que realmente tinham respeito e consideração maior, sabiam lhe dar melhor com as pessoas (e não recursos).
Infelizmente as empresas não acordaram para uma coisa… cooperação, interatividade e amizade entre as pessoas, como uma empresa do qual trata pessoas como recurso, pode conseguir garantir por um bom tempo bons profissionais?
Fiquei feliz o Daniel postou o artigo aqui, e ver a resposta dele esta sendo muito bacana, Obrigado!Realmente faz uma diferença enorme sim, talvez por causa da maioria do software brasileiro não competir internacionalmente “de fato”, não so de palavras e intensões e tambem já que a gestão das empresas aqui é muito conservadora e baseada nas best practices da era industrial.
Vocês sabian que orkut é um projeto de um desenvolvedor do Google?
Ela é uma pessoa jurica, mais é mais inteligente, mais adaptada para fazer negocios na era da informação, seu DNA permite que as “Pessoas” dem contribuições que agregam valor tanto para o negocio quanto para elas, e se sentam motivadas a fazer isto, não exista uma rivalidade entre o capital e a mão de obra por assim dizer.
Para as empresas ha um potencial não aproveitado enorme, já que o valor hora ou salario foi pago, mais não estão capitalizando todo o potencial das pessoas, seus talentos, sua paixão, sua dedicação, sua criatividade, seu senso comun, e isto se ve no dia a dia dos projetos de software. Por outro lado não ha fidelização nenhuma dos desenvolvedores e qualquer proposta eles irão trabalhar em outro local porque da o mesmo, as veces por menos já que o ambiente ou as tecnologias no outro local são melhores.
Para as pessoas é frustrante, já que poderiam contribuir muito mais do que estão fazendo na empresa, mais por varias questões não é possivel.
Gostei de saber que há muita gente sofrendo isso, não estou sozinho, porem ao mesmo tempo me da uma visão do longo caminho que temos pela frente ou mudando a forma como empresas usan os talentos ou criando novas empresas mais adaptadas e eficazes.
Abraços,
Juan.
Pois é, Juan. Este post foi motivado por causa do email que meu amigo me enviou, falando que “eu penso como esse cara aí!” e que ultimamente tem se sentido muito mal tratado em seu projeto atual (ele é meu colega de empresa, mas trabalhamos em projetos diferentes) devido a esta mentalidade de tratar desenvolvedores como “gado”. Mas, como você mesmo apontou, acho que esta mentalidade é resultado desta idéia imbecil e falha de que software é algo que pode ser produzido em série como em uma linha de produção Taylorista, que visa sempre sobrepor processos a pessoas e nivelá-las por baixo (tanto intelectualmente quanto financeiramente). Mas, fazer o quê, né?! A única coisa que eu posso fazer é prometer não cometer estes mesmo erros um dia. 
Eu não ligo em questão de planilhas, etc … e tal ter que ser reconhecido como ‘recurso’, até para facilitar a metrização e cálculos administrativos é necessário usar um termo mais adequado. Mas contanto que no dia-a-dia, isso fique apenas nas planilhas e cálculos mesmo, porque convivendo com pessoas, não tem condições de ser tratado como recurso. Acho que tem que separar as situações.
PS.: Alguém aqui já usou algum email tipo: [email removido] ?
Hehehe …
Aí me veio uma curiosidade:
“Empresas do exterior, tratam seus funcionários como as do Brasil?” :roll:
Há muito, muito tempo mesmo, eu estava lendo um artigo de uma revista não muito conhecida, que falava do Google (nesta época só existia o GSearch, GMail e Orkut). Tomei um susto. Cheguei a pensar que todos os funcionários na verdade, são acionistas, pois levam uma vida de rei lá dentro. Os chefes (isso mesmo, Sergey e Larry) cumprimentam os novos funicionários, e algumas vezes, almoçam junto com seus funcionários. Estes últimos tem grande voz lá dentro, não é a toa que muitos produtos do Google, são idealizados individualmente, e tanto é a fidelidade desta pessoa, que ela doa ao Google. Ou melhor, ela idealiza pelo Google. Então pense na qualidade de vida. Mas claro, o Google é uma gigante, assim como a Microsoft, que também trata seus funcionários muito bem, pena que eles proibem - ou proibiam - iPods.
Por isso surgiu esta minha dúvida. Google é uma gigante, então, fica meio arriscado julgar empresas internacionais apenas por uma gigante. Temos que ver as empresas comuns, aquelas que desenvolvem produtos OnDemand.
Voltando a pergunta…
“Empresas do exterior, tratam seus funcionários como as do Brasil?”
[]s.
Já, ou pelo menos algo BEM parecido.
Eu não ligo em questão de planilhas, etc … e tal ter que ser reconhecido como ‘recurso’, até para facilitar a metrização e cálculos administrativos é necessário usar um termo mais adequado. Mas contanto que no dia-a-dia, isso fique apenas nas planilhas e cálculos mesmo, porque convivendo com pessoas, não tem condições de ser tratado como recurso. Acho que tem que separar as situações.
Eu entendo, mas nao concordo. Este tipo de pensamento leva a raciocinios incorretos como, por exemplo, julgar que dois desenvolvedores possuem a mesma capacidade produtiva para uma mesma tarefa.
As empresas daqui faltam evoluir e muito se quiserem conquistar esse tipo de política.
Tive uma experiência boa a trabalhar com outsourcing em uma empresa grande de telecomunicações. Tive bons chefes lá dentro, porém um deles vistia a camisa da empresa e queria que nós (tercerizados) também vestisse, porém como vestir uma camisa da empresa se a mesma não faz nada para que você adote-a?
Eu estou incluso na mesma categoria das chaves de fenda atualmente. Estou estudando economia e procurando saber se um curso superior vale a pena para tentar mudar esse quadro.
O futuro será cruel com nossa profissao.
Isso quando ele lhe dirige a palavra, como é o meu 
Leia o livro “O Monge E O Executivo” e vai ter uma versão mais completa e abrangente do artigo do Juan. É um bom ensinamento pra vida.
Eu ja a matricula na empresa onde eu prestava consultoria
Eu ja a matricula na empresa onde eu prestava consultoria
putz, matrícula é flórida!
Ou o famoso @non.hp.com, que costumava ser dado a terceiros que precisavam usar e-mail de dentro do firewall…
Gostei do tópico e quero deixar um relato aqui:
Finalizando, para o mercado, somos apenas um recurso, que pode ser substituído a qualquer momento mas que não tem o direito de decidir o que quer e para onde quer ir.
Passei por uma situação um tanto que ridícula e humilhante a 1 mês atrás, devido a isso tudo.
Penso então que sou uma pessoa que sabe o que quer, e tenta não cair no modismo mercadológico a fim de ser mais um no monte que aumenta a cada dia.
Puxa, isso existe muito em diversas empresas por aí. Mas são muitas mesmo. Como eu gosto de dizer, empresas burras que ainda utilizam do sistema fabril.
O que eu recomendo: não seja um recurso. Procure empresas que realmente o tratam como uma pessoa fundamental na equipe. É difícil? Talvez sim. Mas dependendo de sua personalidade, você se sentirá melhor com um emprego que te valorizam. Tem pessoas que não ligam muito em serem consideradas recursos que podem ser trocados a qualquer momento. Muitos acham que faz parte do mundo capitalista. Eu não sou assim, não consigo me ver sendo um recurso trocável. Aí vai da pessoa. Mas se isso lhe aflige, não pense duas vezes: saia da empresa. Faça o melhor pra vc.
Procure ser sempre o melhor, procure sempre estar atualizado, procure sempre criar projetos pessoais, etc. Hoje em dia, só mesmo os melhores conseguem ser tratados como pessoa.
[]s.
Quando fui coordenador tratava meus comandados como pessoas…acho que acima de um recurso importante para o projeto o individuo é uma pessoa que precisa ser motivada para produzir…trata-lo apenas como um recurso o torna improdutivo e com isso o projeto é afetado…
Sempre tratei-os como pessoa pq é assim que gosto de ser tratado pelo meu chefe.
ate mais…
Quando fui coordenador tratava meus comandados como pessoas…acho que acima de um recurso importante para o projeto o individuo é uma pessoa que precisa ser motivada para produzir…trata-lo apenas como um recurso o torna improdutivo e com isso o projeto é afetado…Sempre tratei-os como pessoa pq é assim que gosto de ser tratado pelo meu chefe.
ate mais…
Pra começo de conversa, esse conceito de comandados ta pra la de errado. Alguém que está à frente de um projeto tem que ser líder, não comandante.
Talvez para a empresa eu seja um recurso.
Para a equipe que eu trabalho (as pessoas mais proximas dentro do organograma), eu posso até chegar como um recurso, mas trabalho para que me vejam como uma pessoa.
A ultima vez que eu virei APENAS um recurso para meus superiores diretos, depois de meses de trabalho, nesses moldes do texto, dei linha na pipa.
Fica impossivel desenvolver um trabalho de qualidade assim.
Pra começo de conversa, esse conceito de comandados ta pra la de errado. Alguém que está à frente de um projeto tem que ser líder, não comandante.
Foi simples utilização da palavra…não sou militar, por isso não comando nada, lidero…foi colocação somente. 8)
ate mais…
Até a pouco tempo eu era um “Recurso”…
Mudei de empresa justamente por ser um “Recurso”… Só espero que nessa nova empresa eu me torne “Pessoa”…
Faz apenas uma semana que comecei, então ainda não dá pra sentir se sou pessoa… Mais vamos ver o que acontece.
Na minha antiga empresa era um recurso. E como todos sabem, isto é horrivel. Quando precisavam vinham com o papinho “vamos fazer uma força tarefa pra cumprir o prazo”… E lá ficava até de madrugada… Sempre vinha as promessas "depois você tira um dia de folga… " Dia de folga??? PJ com hora aberta… Muito bom tirar folga sem receber nada…
Você se mata, dá seu trampo… E depois vem um diretor e paga um “happy hour” (ele paga o kct, a empresa paga… ele ta pouco se fod…)…
É muito fácil explorar pobres desenvolvedores e depois “pagar” um happy hour e achar que está tudo bem. Isso quando é pago um happy hour, as vezes nem isso.
Quando fiquei um tempo sem projeto cheguei a ouvir “se quiser sair, fique a vontade…”… Mais quando aparecem projetos, vem com promessas de “aumentos”, que não passam de promessas e quando você demonstra toda a sua frustação e arruma algo melhor não querem lhe deixar sair… Vêm com historias de que “precisam de um tempo para arrumar outro RECURSO”… Como é deságradavel saber o quão você é “descartável”.
Caramba, acho que falei demais hehehe…
Desculpem, mais dava precisando desabafar e esse tópico caiu como uma luva! heheh
Olá
Nada disso, obrigado por seu depoimento. Se mais gente não se conscientizar nunca sairemos desta situação de ser tratado como um objeto.
[]s
Luca
Essa conversa parece vírus. É muito ridiculamente igual em vários lugares onde trabalhei, e ouço a mesma conversa de vários profissionais.
Que porre ter que se submeter a isso!
:x
Eu estou quase é mandando este tópico pro meu ex-chefe hehehe
[]'s
A diferença é que quando (se) formos chefes, faremos a mesma coisa.
Essa conversa parece vírus. É muito ridiculamente igual em vários lugares onde trabalhei, e ouço a mesma conversa de vários profissionais.
Que porre ter que se submeter a isso!
:x
Nem fala cara!
Infelizmente parece que quase todos os lugares são assim…
Cara, ai vai da mente de cada um.
Eu não consigo simplesmente tratar(seja quem for) como um qualquer.
Acredito que a lei da vida seja de ação e reação, logo se tratar uma pessoa de tal maneira, logo me tratarão igualmente.
Infelizmente as pessoas não enxergam isso por que estão “ocupadas” demais olhando para o próprio umbigo…
Pode ser, pode não ser. Há várias maneiras de se fazer as coisas.
Uma coisa é a equipe estar consciente de que “putz, a gente não deu conta”, e vamos pro pau, virar a noite e comer pizza.
Outra coisa é uma ordem motivada por fatores fora do controle da equipe, ou motivada por caga(*)as de um gerente estúpido.
Tudo depende…
Ainda bem que nem todos são iguais.
Por mim eu teria uma grande empresa que não demitiria ninguem, onde o pessoal tivesse uma carga de trabalho tranquilo e tudo mais.
Mas quando você administra um negócio e chega um determinado momento que as coisas apertam, demissões ocorrem, pessoas têm que trabalhar mais para dar conta do recado e etc.
Hoje em dia a lucratividade não é determinada pelo dono do negócio, mas sim pelo mercado (oferta, demanda, preço). E essa lucratividade pode ser maximizada dependendo do modo como você coordena os recursos (gente, máquina, dinheiro) de forma mais eficiente e eficaz.
[EDITADO]
O tapado aqui não leu que vc citou recursos como gente, máquina e dinheiro.
Eu trocaria o OU pelo E.
Pode ser, pode não ser. Há várias maneiras de se fazer as coisas.
Uma coisa é a equipe estar consciente de que “putz, a gente não deu conta”, e vamos pro pau, virar a noite e comer pizza.
Outra coisa é uma ordem motivada por fatores fora do controle da equipe, ou motivada por caga(*)as de um gerente estúpido.
Tudo depende…
Realmente… Falou tudo…
Eu penso assim… Se deu pau por culpa minha, tenho mais é que me matar até resolver…
Mais o duro é quando o gerente faz a cagada e sobra pra nós como disse o dreamspeaker… Ai mora o perigo, pois somos “Recursos” que o os gerentes “usam” da maneira que bem entendem…
quando voce trata os funcionarios como recursos os funcionarios farão de tudo para se tornarem indispensaveis, é aí que o negócio afunda.