Bani:
Se alguém quiser se aprofundar um pouquinho mais nessa questão de licenças…
http://ccsl.ime.usp.br/files/relatorio-licencas.pdf
Algum dia talvez ainda saia minha dissertação de mestrado complementando esse relatório com aspectos jurídicos brasileiros, compatibilidade entre licenças, estudos de caso, etc.
interessante o artigo, ele mostra em nível organizacional, quais as implicações dos três grupos de licenças: permissiva e com recíprocas totais e parciais. até então não conhecia neste contexto. valeu!!!
a abordagem do relatório técnico, sendo considerado assim um parecer da USP, é interessante, mesmo ausentando-se em demonstrar incompatibilidades entre tipos de licenças, e trata-se de assunto particular que todo líder/gerente de projeto deva conhecer bem. aferir propriedade intelectual é coisa séria, onde tanto a empresa/equipe fica queimada no mercado.
mudando, de assunto, a osi tem motivado bastante algumas empresas a tirar vantagem do opensource, e inclusive, não tenho visto divulgações das atuações da OSI afora e aqui no Brasil, até porque um dos diretores é Bruno Souza.
digo isto porque existem inúmeros vendedores de soluções que se dizem open source’s para tirar vantagem competitiva no mercado. hoje algumas modices são empresas ágeis, além de opensources, e etc.
Não tenho nada contra o manifesto mas, este tipo de consequência traz algumas insatisfações para o cliente que espera maior valor agregado ao produto final, e não somente pronto e imune de bugs parciais e temporários com garantias pré-datadas em escopo fechado.