Olá, pessoal, estou nos últimos dias pesquisando intensivamente sobre RMS, e após muita leitura, estou pensando em começar um projeto de um Banco de Dados para dispositivos móveis baseados em J2ME.
Sei das limitações do J2ME, mas após meus estudos creio ser totalmente possível;
O que vocês acham???
Seria muita ousadia???
Penso que falta algo assim que seja Open Source, pois só existem soluções comerciais.
Se alguém se interessar, por favor da um toque ai no forum.
bom pessoal, o que tenho em mente é criar um sistema simples de armazenamento aproveitando a estrutura RMS, tipo assim, sei da complexidade de se utilzar RMS como se fosse um BD que estamos acostumados, mas se tivermos um pouco de trabalho poderiamos desenvolver uma api que facilite este trablho e permita às pessoas que utilizarem este sistema terem uma impressão que estão utilizando um pequeno SGDB.
Acho que o primeiro passo é levantar o que é possível e o que não é possível desenvolver.
Não sei se é muita ambição, mas creio que com um pouco de suor podemos fazer isso.
Acho legal ter um projeto que simplique o uso do RMS.
Qualquer tentativa de evitar duplicidade de código na serialização de objetos que vão ser persistidos, simplicação de APIs e tentativas de trazer para o J2ME conceito de uso de bancos, é válida.
O ideal não é portar algo que roda no desktop e fazer rodar no j2me, mas sim, aproveitar o que o rms tem e tirar vantagem.
Por exemplo, uma coisa que eu não gosto, é que em cada classe que representa um item que desejo serializar, eu tenho que usar Streams, implementando o serialize, desserialize (ou ressurect)…
Imagina ter 5 classes dessas (Cliente, Pedido, Item,etc…), quanto código repetido vc vai ter para fazer as mesmas coisas ?
No J2SE até que o impacto é ínfimo, no J2ME não é, e tem celular reclamando de simples aplicações que ultrapassam os 32Kb !!!
Por isto, quanto menor a aplicação, melhor.
Para resolver isto, eu criei uma classe de acesso ao banco que é ela que serializa a representação dos meus objetos que obtem através do método toString em cada classe.
Dessa forma o monstro de código só fica numa única classe e com isto o tamanho da aplicação fica menor e menos código tenho nas classes fazendo a mesma coisa.
Talvez um outro meio de fazer a mesma coisa, seria útil.
Uso esta abordagem pois me pareceu mais lógica e que economiza no tamanho final da aplicação que é o principal.
[quote=boone]Por exemplo, uma coisa que eu não gosto, é que em cada classe que representa um item que desejo serializar, eu tenho que usar Streams, implementando o serialize, desserialize (ou ressurect)…
Imagina ter 5 classes dessas (Cliente, Pedido, Item,etc…), quanto código repetido vc vai ter para fazer as mesmas coisas ?
No J2SE até que o impacto é ínfimo, no J2ME não é, e tem celular reclamando de simples aplicações que ultrapassam os 32Kb !!!
Por isto, quanto menor a aplicação, melhor.
Para resolver isto, eu criei uma classe de acesso ao banco que é ela que serializa a representação dos meus objetos que obtem através do método toString em cada classe.
Dessa forma o monstro de código só fica numa única classe e com isto o tamanho da aplicação fica menor e menos código tenho nas classes fazendo a mesma coisa.
Talvez um outro meio de fazer a mesma coisa, seria útil.
Uso esta abordagem pois me pareceu mais lógica e que economiza no tamanho final da aplicação que é o principal.[/quote]
ai cara to pasando pelo mesmo dilema aqui, sera que tem como vc me passar tua classe que trata isso tudo ae? abraço.
…bom pessoal, não estou aqui pra desmotiva-los.
Mas, com RMS tudo eh possível, ateh agora não entendi a necessidade,
ateh pq o PointBase eh sua solução para cada solução…
ou seja, veja qual a sua necessidade no momento, se RMS resolver, blz, senão…PointBase.
O projeto que estou desenvolvendo uso:
JME + XFire + Hibernate + Oracle
onde, os dados são solicitados via WS, retorno, e gravo no meu RMS, dados, imagem…
bom, acho q eh soh…
abraço.
Ah.: Talvez se usar esse projeto, pq não um projeto de GUI ?
Sou um dos líderes do projeto Floggy, que é um framework para persistência de objetos em JME. Ele começou como um projeto de conclusão de curso e resolvemos transformá-lo em um open source.
Estamos trabalhando para liberar uma versão e documentação em inglês até o final de maio. O site (que está quase pronto) é http://floggy.org.
Quem acessar verá uma mensagem com a data de previsão de entrega da primeira versão oficial.
Para persistir objetos utilizando o Floggy, basta implementar uma interface que todo o trabalho “sujo” será feito pela API. O código de persistência é adicionado em tempo de compilação, já que JME não suporta recursos avançados de reflexão.
Aguardem! Em breve!
Floggy, do Brasil para o mundo!
Caso queiram entrar em contato, enviem um e-mail para rossato@gmail.com.